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1600545 Ano: 2019
Disciplina: Fisioterapia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Considere uma paciente de 77 anos de idade, 80 kg, internado há três dias em unidade de terapia intensiva (UTI), por acidente vascular encefálico (AVE) hemorrágico extenso.

O paciente encontra-se em estado comatoso e é assistido por ventilação mecânica, modo volume controlado. Apresenta a seguinte gasometria arterial: pH = 7,53, pO2 = 95 mmHg, pCO2 = 25 mmHg, HCO3 = 23,3 mEq/L e BE= +4,5 mEq/L.

No que se refere a esse caso clínico e considerando os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

O quadro motor de pacientes com lesão do neurônio motor superior, como o AVE, envolve posturas e padrões de movimentos atípicos, lentidão e coordenação pobre, fraqueza muscular, aumento da resistência das articulações à movimentação passiva e espasticidade. Por esse motivo, vários são os sinais clínicos que o fisioterapeuta pode avaliar nesses indivíduos. Um dos sinais clássicos do AVE é o sinal de roda denteada.

 

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1600544 Ano: 2019
Disciplina: Fisioterapia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Considere uma paciente de 77 anos de idade, 80 kg, internado há três dias em unidade de terapia intensiva (UTI), por acidente vascular encefálico (AVE) hemorrágico extenso.

O paciente encontra-se em estado comatoso e é assistido por ventilação mecânica, modo volume controlado. Apresenta a seguinte gasometria arterial: pH = 7,53, pO2 = 95 mmHg, pCO2 = 25 mmHg, HCO3 = 23,3 mEq/L e BE= +4,5 mEq/L.

No que se refere a esse caso clínico e considerando os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

Em geral, o AVE hemorrágico apresenta um quadro de instalação aguda, com sintomas neurológicos focais, diminuição e (ou) flutuação do nível de consciência. É comum um deficit no nível de consciência já de intensidade máxima na instalação do quadro, ao passo que o AVE isquêmico apresenta, em até 80% das vezes, uma progressiva deterioração do nível de consciência nas primeiras horas.

 

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1600543 Ano: 2019
Disciplina: Fisioterapia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Considere uma paciente de 77 anos de idade, 80 kg, internado há três dias em unidade de terapia intensiva (UTI), por acidente vascular encefálico (AVE) hemorrágico extenso.

O paciente encontra-se em estado comatoso e é assistido por ventilação mecânica, modo volume controlado. Apresenta a seguinte gasometria arterial: pH = 7,53, pO2 = 95 mmHg, pCO2 = 25 mmHg, HCO3 = 23,3 mEq/L e BE= +4,5 mEq/L.

No que se refere a esse caso clínico e considerando os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

Nesse caso, a alcalose respiratória é decorrente de uma ventilação mecânica inadequada, causando uma hiperventilação alveolar com consequente diminuição da PaCO2.

 

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1600542 Ano: 2019
Disciplina: Fisioterapia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Um paciente de 78 anos de idade, tabagista há 50 anos, deu entrada na unidade de terapia intensiva (UTI) com quadro de tosse produtiva, dispneia severa com utilização de musculatura acessória e retração de fúrcula esternal. Ao exame físico, apresenta ruim estado geral, torporoso, hipocorado, desidratado, cianótico +/4+, anictérico. FC = 100 bpm, FR = 27 ipm, SpO2 = 78%, temperatura axilar = 37 ºC. Ausculta respiratória (AR): diminuição do murmúrio vesicular (MV), com roncos bilaterais e silibos expiratórios difusos. Ausculta cardíaca (AC): ritmo cardíaco regular em dois tempos, com abafamento de bulhas cardíacas. Exames complementares: raio X do tórax com sinais de hiperinsuflação pulmonar e consolidação em lobo médio do pulmão direito, além de derrame pleural à direita; gasometria arterial: pH = 7,22, HCO3 = 44 mEq/L, PaCO2 = 85 mmHg, PaO2 = 60 mmHg, BE = +5mEq/L.

A respeito desse caso clínico e considerando os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

Pacientes considerados em risco de falha de extubação poderão se beneficiar do uso de VNI imediato após extubação nas seguintes condições principais: hipercapnia, insuficiência cardíaca congestiva, tosse ineficaz ou secreção retida em vias aéreas, obstrução das vias aéreas superiores, idade > 65 anos, tempo de ventilação mecânica > 72 horas, paciente com doenças neuromusculares, pacientes obesos.

 

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1600541 Ano: 2019
Disciplina: Fisioterapia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Um paciente de 78 anos de idade, tabagista há 50 anos, deu entrada na unidade de terapia intensiva (UTI) com quadro de tosse produtiva, dispneia severa com utilização de musculatura acessória e retração de fúrcula esternal. Ao exame físico, apresenta ruim estado geral, torporoso, hipocorado, desidratado, cianótico +/4+, anictérico. FC = 100 bpm, FR = 27 ipm, SpO2 = 78%, temperatura axilar = 37 ºC. Ausculta respiratória (AR): diminuição do murmúrio vesicular (MV), com roncos bilaterais e silibos expiratórios difusos. Ausculta cardíaca (AC): ritmo cardíaco regular em dois tempos, com abafamento de bulhas cardíacas. Exames complementares: raio X do tórax com sinais de hiperinsuflação pulmonar e consolidação em lobo médio do pulmão direito, além de derrame pleural à direita; gasometria arterial: pH = 7,22, HCO3 = 44 mEq/L, PaCO2 = 85 mmHg, PaO2 = 60 mmHg, BE = +5mEq/L.

A respeito desse caso clínico e considerando os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

Alguns critérios devem ser observados para iniciar o processo de desmame da ventilação mecânica: nível de consciência com escala de coma de Glasgow ≥ 8 e drive respiratório estável; relação PaO2/FiO2 ≥ 150-200 com PEEP ≤ 5-8 cmH2O e pH entre 7,3 e 7,6 e PA sistólica ≥ 90 mmHg (mesmo com uso elevado de drogas vasoativas).

 

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1600540 Ano: 2019
Disciplina: Fisioterapia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Um paciente de 78 anos de idade, tabagista há 50 anos, deu entrada na unidade de terapia intensiva (UTI) com quadro de tosse produtiva, dispneia severa com utilização de musculatura acessória e retração de fúrcula esternal. Ao exame físico, apresenta ruim estado geral, torporoso, hipocorado, desidratado, cianótico +/4+, anictérico. FC = 100 bpm, FR = 27 ipm, SpO2 = 78%, temperatura axilar = 37 ºC. Ausculta respiratória (AR): diminuição do murmúrio vesicular (MV), com roncos bilaterais e silibos expiratórios difusos. Ausculta cardíaca (AC): ritmo cardíaco regular em dois tempos, com abafamento de bulhas cardíacas. Exames complementares: raio X do tórax com sinais de hiperinsuflação pulmonar e consolidação em lobo médio do pulmão direito, além de derrame pleural à direita; gasometria arterial: pH = 7,22, HCO3 = 44 mEq/L, PaCO2 = 85 mmHg, PaO2 = 60 mmHg, BE = +5mEq/L.

A respeito desse caso clínico e considerando os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

Caso a ventilação mecânica desse paciente estivesse no modo volume controlado com os seguintes parâmetros: volume total Vt = 410 mL; volume total expiração Vte = 410 mL; FR = 18 irpm; PEEP = 7 cm H2O; Ppico = 37 cm H2O; Pplatô = 30 cm H2O; fluxo = 40 Lpm; TI = 1,0s; I = E = 1:2; FiO2 = 0,5; pode-se afirmar que a complacência estática estaria menor que 30 mL/cm H2O.

 

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1600539 Ano: 2019
Disciplina: Fisioterapia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Um paciente de 78 anos de idade, tabagista há 50 anos, deu entrada na unidade de terapia intensiva (UTI) com quadro de tosse produtiva, dispneia severa com utilização de musculatura acessória e retração de fúrcula esternal. Ao exame físico, apresenta ruim estado geral, torporoso, hipocorado, desidratado, cianótico +/4+, anictérico. FC = 100 bpm, FR = 27 ipm, SpO2 = 78%, temperatura axilar = 37 ºC. Ausculta respiratória (AR): diminuição do murmúrio vesicular (MV), com roncos bilaterais e silibos expiratórios difusos. Ausculta cardíaca (AC): ritmo cardíaco regular em dois tempos, com abafamento de bulhas cardíacas. Exames complementares: raio X do tórax com sinais de hiperinsuflação pulmonar e consolidação em lobo médio do pulmão direito, além de derrame pleural à direita; gasometria arterial: pH = 7,22, HCO3 = 44 mEq/L, PaCO2 = 85 mmHg, PaO2 = 60 mmHg, BE = +5mEq/L.

A respeito desse caso clínico e considerando os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

Nesse caso clínico, pode-se tentar, antes da ventilação mecânica invasiva, a ventilação mecânica não invasiva, que possui uma alta evidência de melhora da dispneia, SpO2 e demais valores gasométricos. Entretanto, se, após 15 minutos de tentativa, a gasometria e os sintomas permanecerem inalterados, o paciente deverá ser intubado.

 

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1600538 Ano: 2019
Disciplina: Fisioterapia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Um paciente de 78 anos de idade, tabagista há 50 anos, deu entrada na unidade de terapia intensiva (UTI) com quadro de tosse produtiva, dispneia severa com utilização de musculatura acessória e retração de fúrcula esternal. Ao exame físico, apresenta ruim estado geral, torporoso, hipocorado, desidratado, cianótico +/4+, anictérico. FC = 100 bpm, FR = 27 ipm, SpO2 = 78%, temperatura axilar = 37 ºC. Ausculta respiratória (AR): diminuição do murmúrio vesicular (MV), com roncos bilaterais e silibos expiratórios difusos. Ausculta cardíaca (AC): ritmo cardíaco regular em dois tempos, com abafamento de bulhas cardíacas. Exames complementares: raio X do tórax com sinais de hiperinsuflação pulmonar e consolidação em lobo médio do pulmão direito, além de derrame pleural à direita; gasometria arterial: pH = 7,22, HCO3 = 44 mEq/L, PaCO2 = 85 mmHg, PaO2 = 60 mmHg, BE = +5mEq/L.

A respeito desse caso clínico e considerando os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

No caso desse paciente, foi indicada intubação orotraqueal em razão da insuficiência respiratória severa. Já em ventilação mecânica há 24 horas, o paciente evoluiu com a seguinte gasometria: pH = 7,60, HCO3 = 38 mEq/L, PaCO2 = 40 mmHg, PaO2 = 90 mmHg. Esse distúrbio gasométrico é consequência de regular a PaCO2 para os valores normais, em um paciente já acostumado a uma acidose respiratória.

 

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1600537 Ano: 2019
Disciplina: Fisioterapia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Um paciente de 78 anos de idade, tabagista há 50 anos, deu entrada na unidade de terapia intensiva (UTI) com quadro de tosse produtiva, dispneia severa com utilização de musculatura acessória e retração de fúrcula esternal. Ao exame físico, apresenta ruim estado geral, torporoso, hipocorado, desidratado, cianótico +/4+, anictérico. FC = 100 bpm, FR = 27 ipm, SpO2 = 78%, temperatura axilar = 37 ºC. Ausculta respiratória (AR): diminuição do murmúrio vesicular (MV), com roncos bilaterais e silibos expiratórios difusos. Ausculta cardíaca (AC): ritmo cardíaco regular em dois tempos, com abafamento de bulhas cardíacas. Exames complementares: raio X do tórax com sinais de hiperinsuflação pulmonar e consolidação em lobo médio do pulmão direito, além de derrame pleural à direita; gasometria arterial: pH = 7,22, HCO3 = 44 mEq/L, PaCO2 = 85 mmHg, PaO2 = 60 mmHg, BE = +5mEq/L.

A respeito desse caso clínico e considerando os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

Estima-se que a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) ocupará, em 2020, o terceiro lugar em causa de óbitos em todo o mundo. Nessa condição de saúde, há uma limitação do fluxo aéreo não completamente reversível. Essa limitação é geralmente progressiva e o principal agente etiológico é o tabaco, mas também combina com uma variedade de fatores, como genética, hiper-responsividade brônquica, retardos no desenvolvimento pulmonar e deficiência de alfa-1 antitripsina.

 

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1600536 Ano: 2019
Disciplina: Fisioterapia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS
Um paciente de 59 anos de idade foi internado com queixa de dor precordial que irradia para membro superior esquerdo de três horas de duração, com palidez cutaneomucosa e sudorese fria. História da doença pregressa: há cerca de sete anos e meio, o paciente apresentou dor precordial e retroesternal de forte intensidade, associada à pressão arterial de 170 mmHg x 130 mmHg, sendo submetido a um cateterismo que demonstrou obstrução de 80% da artéria coronária esquerda. Foi, então, realizada uma angioplastia com colocação de stent. Histórico da doença atual e antecedentes: hipertenso há 17 anos de difícil controle, obeso, portador de diabetes mellitus tipo 2. Ao exame físico: regular estado geral, confuso, hipocorado 2+/4+, anictérico, acianótico, afebril. Peso = 127 kg, altura = 170 cm, FC = 90 bpm, SpO2 = 95%, PA = 140 mmHg x 90 mmHg. A avaliação do perfil lipídico revelou: colesterolemia = 333 mg/dL, trigliceridemia = 224 mg/dL; glicemia = 114 mg/dL. No eletrocardiograma, foi detectado infarto agudo do miocárdio com supradesnível do segmento ST. O paciente recebeu nitroglicerina e heparina por via endovenosa, além de captopril e ácido acetilsalicílico. Após as primeiras 24 horas, o paciente encontrava-se em Killip 2 e foi introduzida furosemida endovenosa.
Enunciado 1600536-1
Com base nesse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

Após a alta hospitalar, é necessário que esse paciente participe das outras fases do programa de RCV. Estudos demonstram que há uma redução de 25% na taxa de eventos cardiovasculares, para cada mL/(kg.min) do consumo máximo de oxigênio, o que produz uma diminuição da mortalidade de aproximadamente 10%. Durante a prescrição de exercícios, a FC é um parâmetro bastante avaliado, além da escala de percepção de esforço de Borg. O cálculo da FC de treinamento (FCT) pode ser feito utilizando-se a FC de reserva (FCR) e a fórmula de Karvonen (50% a 80% da FCR). A FCT é calculada da seguinte forma: FCT = FC repouso + (0,5 a 0,8) x (FCM - FC repouso).

 

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