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Considere uma paciente de 77 anos de idade, 80 kg, internado há três dias em unidade de terapia intensiva (UTI), por acidente vascular encefálico (AVE) hemorrágico extenso.
O paciente encontra-se em estado comatoso e é assistido por ventilação mecânica, modo volume controlado. Apresenta a seguinte gasometria arterial: pH = 7,53, pO2 = 95 mmHg, pCO2 = 25 mmHg, HCO3 = 23,3 mEq/L e BE= +4,5 mEq/L.
No que se refere a esse caso clínico e considerando os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
O quadro motor de pacientes com lesão do neurônio motor superior, como o AVE, envolve posturas e padrões de movimentos atípicos, lentidão e coordenação pobre, fraqueza muscular, aumento da resistência das articulações à movimentação passiva e espasticidade. Por esse motivo, vários são os sinais clínicos que o fisioterapeuta pode avaliar nesses indivíduos. Um dos sinais clássicos do AVE é o sinal de roda denteada.
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Considere uma paciente de 77 anos de idade, 80 kg, internado há três dias em unidade de terapia intensiva (UTI), por acidente vascular encefálico (AVE) hemorrágico extenso.
O paciente encontra-se em estado comatoso e é assistido por ventilação mecânica, modo volume controlado. Apresenta a seguinte gasometria arterial: pH = 7,53, pO2 = 95 mmHg, pCO2 = 25 mmHg, HCO3 = 23,3 mEq/L e BE= +4,5 mEq/L.
No que se refere a esse caso clínico e considerando os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Em geral, o AVE hemorrágico apresenta um quadro de instalação aguda, com sintomas neurológicos focais, diminuição e (ou) flutuação do nível de consciência. É comum um deficit no nível de consciência já de intensidade máxima na instalação do quadro, ao passo que o AVE isquêmico apresenta, em até 80% das vezes, uma progressiva deterioração do nível de consciência nas primeiras horas.
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Considere uma paciente de 77 anos de idade, 80 kg, internado há três dias em unidade de terapia intensiva (UTI), por acidente vascular encefálico (AVE) hemorrágico extenso.
O paciente encontra-se em estado comatoso e é assistido por ventilação mecânica, modo volume controlado. Apresenta a seguinte gasometria arterial: pH = 7,53, pO2 = 95 mmHg, pCO2 = 25 mmHg, HCO3 = 23,3 mEq/L e BE= +4,5 mEq/L.
No que se refere a esse caso clínico e considerando os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Nesse caso, a alcalose respiratória é decorrente de uma ventilação mecânica inadequada, causando uma hiperventilação alveolar com consequente diminuição da PaCO2.
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Um paciente de 78 anos de idade, tabagista há 50 anos, deu entrada na unidade de terapia intensiva (UTI) com quadro de tosse produtiva, dispneia severa com utilização de musculatura acessória e retração de fúrcula esternal. Ao exame físico, apresenta ruim estado geral, torporoso, hipocorado, desidratado, cianótico +/4+, anictérico. FC = 100 bpm, FR = 27 ipm, SpO2 = 78%, temperatura axilar = 37 ºC. Ausculta respiratória (AR): diminuição do murmúrio vesicular (MV), com roncos bilaterais e silibos expiratórios difusos. Ausculta cardíaca (AC): ritmo cardíaco regular em dois tempos, com abafamento de bulhas cardíacas. Exames complementares: raio X do tórax com sinais de hiperinsuflação pulmonar e consolidação em lobo médio do pulmão direito, além de derrame pleural à direita; gasometria arterial: pH = 7,22, HCO3 = 44 mEq/L, PaCO2 = 85 mmHg, PaO2 = 60 mmHg, BE = +5mEq/L.
A respeito desse caso clínico e considerando os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Pacientes considerados em risco de falha de extubação poderão se beneficiar do uso de VNI imediato após extubação nas seguintes condições principais: hipercapnia, insuficiência cardíaca congestiva, tosse ineficaz ou secreção retida em vias aéreas, obstrução das vias aéreas superiores, idade > 65 anos, tempo de ventilação mecânica > 72 horas, paciente com doenças neuromusculares, pacientes obesos.
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Um paciente de 78 anos de idade, tabagista há 50 anos, deu entrada na unidade de terapia intensiva (UTI) com quadro de tosse produtiva, dispneia severa com utilização de musculatura acessória e retração de fúrcula esternal. Ao exame físico, apresenta ruim estado geral, torporoso, hipocorado, desidratado, cianótico +/4+, anictérico. FC = 100 bpm, FR = 27 ipm, SpO2 = 78%, temperatura axilar = 37 ºC. Ausculta respiratória (AR): diminuição do murmúrio vesicular (MV), com roncos bilaterais e silibos expiratórios difusos. Ausculta cardíaca (AC): ritmo cardíaco regular em dois tempos, com abafamento de bulhas cardíacas. Exames complementares: raio X do tórax com sinais de hiperinsuflação pulmonar e consolidação em lobo médio do pulmão direito, além de derrame pleural à direita; gasometria arterial: pH = 7,22, HCO3 = 44 mEq/L, PaCO2 = 85 mmHg, PaO2 = 60 mmHg, BE = +5mEq/L.
A respeito desse caso clínico e considerando os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Alguns critérios devem ser observados para iniciar o processo de desmame da ventilação mecânica: nível de consciência com escala de coma de Glasgow ≥ 8 e drive respiratório estável; relação PaO2/FiO2 ≥ 150-200 com PEEP ≤ 5-8 cmH2O e pH entre 7,3 e 7,6 e PA sistólica ≥ 90 mmHg (mesmo com uso elevado de drogas vasoativas).
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Um paciente de 78 anos de idade, tabagista há 50 anos, deu entrada na unidade de terapia intensiva (UTI) com quadro de tosse produtiva, dispneia severa com utilização de musculatura acessória e retração de fúrcula esternal. Ao exame físico, apresenta ruim estado geral, torporoso, hipocorado, desidratado, cianótico +/4+, anictérico. FC = 100 bpm, FR = 27 ipm, SpO2 = 78%, temperatura axilar = 37 ºC. Ausculta respiratória (AR): diminuição do murmúrio vesicular (MV), com roncos bilaterais e silibos expiratórios difusos. Ausculta cardíaca (AC): ritmo cardíaco regular em dois tempos, com abafamento de bulhas cardíacas. Exames complementares: raio X do tórax com sinais de hiperinsuflação pulmonar e consolidação em lobo médio do pulmão direito, além de derrame pleural à direita; gasometria arterial: pH = 7,22, HCO3 = 44 mEq/L, PaCO2 = 85 mmHg, PaO2 = 60 mmHg, BE = +5mEq/L.
A respeito desse caso clínico e considerando os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Caso a ventilação mecânica desse paciente estivesse no modo volume controlado com os seguintes parâmetros: volume total Vt = 410 mL; volume total expiração Vte = 410 mL; FR = 18 irpm; PEEP = 7 cm H2O; Ppico = 37 cm H2O; Pplatô = 30 cm H2O; fluxo = 40 Lpm; TI = 1,0s; I = E = 1:2; FiO2 = 0,5; pode-se afirmar que a complacência estática estaria menor que 30 mL/cm H2O.
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Um paciente de 78 anos de idade, tabagista há 50 anos, deu entrada na unidade de terapia intensiva (UTI) com quadro de tosse produtiva, dispneia severa com utilização de musculatura acessória e retração de fúrcula esternal. Ao exame físico, apresenta ruim estado geral, torporoso, hipocorado, desidratado, cianótico +/4+, anictérico. FC = 100 bpm, FR = 27 ipm, SpO2 = 78%, temperatura axilar = 37 ºC. Ausculta respiratória (AR): diminuição do murmúrio vesicular (MV), com roncos bilaterais e silibos expiratórios difusos. Ausculta cardíaca (AC): ritmo cardíaco regular em dois tempos, com abafamento de bulhas cardíacas. Exames complementares: raio X do tórax com sinais de hiperinsuflação pulmonar e consolidação em lobo médio do pulmão direito, além de derrame pleural à direita; gasometria arterial: pH = 7,22, HCO3 = 44 mEq/L, PaCO2 = 85 mmHg, PaO2 = 60 mmHg, BE = +5mEq/L.
A respeito desse caso clínico e considerando os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Nesse caso clínico, pode-se tentar, antes da ventilação mecânica invasiva, a ventilação mecânica não invasiva, que possui uma alta evidência de melhora da dispneia, SpO2 e demais valores gasométricos. Entretanto, se, após 15 minutos de tentativa, a gasometria e os sintomas permanecerem inalterados, o paciente deverá ser intubado.
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Um paciente de 78 anos de idade, tabagista há 50 anos, deu entrada na unidade de terapia intensiva (UTI) com quadro de tosse produtiva, dispneia severa com utilização de musculatura acessória e retração de fúrcula esternal. Ao exame físico, apresenta ruim estado geral, torporoso, hipocorado, desidratado, cianótico +/4+, anictérico. FC = 100 bpm, FR = 27 ipm, SpO2 = 78%, temperatura axilar = 37 ºC. Ausculta respiratória (AR): diminuição do murmúrio vesicular (MV), com roncos bilaterais e silibos expiratórios difusos. Ausculta cardíaca (AC): ritmo cardíaco regular em dois tempos, com abafamento de bulhas cardíacas. Exames complementares: raio X do tórax com sinais de hiperinsuflação pulmonar e consolidação em lobo médio do pulmão direito, além de derrame pleural à direita; gasometria arterial: pH = 7,22, HCO3 = 44 mEq/L, PaCO2 = 85 mmHg, PaO2 = 60 mmHg, BE = +5mEq/L.
A respeito desse caso clínico e considerando os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
No caso desse paciente, foi indicada intubação orotraqueal em razão da insuficiência respiratória severa. Já em ventilação mecânica há 24 horas, o paciente evoluiu com a seguinte gasometria: pH = 7,60, HCO3 = 38 mEq/L, PaCO2 = 40 mmHg, PaO2 = 90 mmHg. Esse distúrbio gasométrico é consequência de regular a PaCO2 para os valores normais, em um paciente já acostumado a uma acidose respiratória.
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Um paciente de 78 anos de idade, tabagista há 50 anos, deu entrada na unidade de terapia intensiva (UTI) com quadro de tosse produtiva, dispneia severa com utilização de musculatura acessória e retração de fúrcula esternal. Ao exame físico, apresenta ruim estado geral, torporoso, hipocorado, desidratado, cianótico +/4+, anictérico. FC = 100 bpm, FR = 27 ipm, SpO2 = 78%, temperatura axilar = 37 ºC. Ausculta respiratória (AR): diminuição do murmúrio vesicular (MV), com roncos bilaterais e silibos expiratórios difusos. Ausculta cardíaca (AC): ritmo cardíaco regular em dois tempos, com abafamento de bulhas cardíacas. Exames complementares: raio X do tórax com sinais de hiperinsuflação pulmonar e consolidação em lobo médio do pulmão direito, além de derrame pleural à direita; gasometria arterial: pH = 7,22, HCO3 = 44 mEq/L, PaCO2 = 85 mmHg, PaO2 = 60 mmHg, BE = +5mEq/L.
A respeito desse caso clínico e considerando os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Estima-se que a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) ocupará, em 2020, o terceiro lugar em causa de óbitos em todo o mundo. Nessa condição de saúde, há uma limitação do fluxo aéreo não completamente reversível. Essa limitação é geralmente progressiva e o principal agente etiológico é o tabaco, mas também combina com uma variedade de fatores, como genética, hiper-responsividade brônquica, retardos no desenvolvimento pulmonar e deficiência de alfa-1 antitripsina.
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Após a alta hospitalar, é necessário que esse paciente participe das outras fases do programa de RCV. Estudos demonstram que há uma redução de 25% na taxa de eventos cardiovasculares, para cada mL/(kg.min) do consumo máximo de oxigênio, o que produz uma diminuição da mortalidade de aproximadamente 10%. Durante a prescrição de exercícios, a FC é um parâmetro bastante avaliado, além da escala de percepção de esforço de Borg. O cálculo da FC de treinamento (FCT) pode ser feito utilizando-se a FC de reserva (FCR) e a fórmula de Karvonen (50% a 80% da FCR). A FCT é calculada da seguinte forma: FCT = FC repouso + (0,5 a 0,8) x (FCM - FC repouso).
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