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O paciente apresenta vários fatores de risco para doença arterial coronariana (DAC), como: sexo, idade, obesidade, diabetes mellitus e IAM prévio.
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95% das causas de IAM são decorrentes de aterotrombose (formação de um trombo sobre a placa de ateroma que sofreu ruptura). O supradesnivelamento do segmento ST é característico de um IAM, associado à oclusão subtotal de uma artéria coronária, que ocasiona um infarto transmural da parede do miocárdio e cerca de 5% a 9% dos pacientes acabam evoluindo com choque cardiogênico.
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Ainda no ambiente hospitalar, esse paciente deve ser inserido na fase 2 da reabilitação cardiovascular (RCV), depois das primeiras 24 horas a 48 horas com ausência de sintomas, objetivando movimentação precoce e redução dos efeitos deletérios da imobilidade no leito.
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Na década de 1960, Killip e Kimball propuseram uma classificação de gravidade de insuficiência cardíaca em pacientes com infarto agudo do miocárdio (IAM), que é utilizada até os dias de hoje. Essa classificação tem como objetivo avaliar o risco de mortalidade hospitalar e o potencial benefício do tratamento especializado em unidades coronárias. O paciente desse caso clínico encontra-se em Killip 2, isso significa que ele apresenta como características: edema agudo de pulmão com estertores crepitantes pulmonares, terceira bulha e pressão venosa jugular elevada.
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O ECG é um dos exames complementares mais utilizado na prática clínica, principalmente para pacientes com suspeita de eventos cardiovasculares. Entre os traçados do ECG, pode-se destacar o complexo QRS, que corresponde à repolarização ventricular.
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No Brasil, as doenças cardiovasculares são a primeira causa de morte, consistindo em um grave problema de saúde pública, agravado pelo alto custo ao sistema de saúde. Estima-se que até um terço dos pacientes admitidos em unidades de terapia intensiva (UTI) seja por razão cardíaca primária.
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A gravidez é um período no qual ocorrem várias modificações endócrinas e metabólicas, cujo objetivo é atender tanto às necessidades maternas quanto às necessidades fetais. Essas demandas exigem adaptações do organismo da gestante que, quando não atendidas, podem acarretar prejuízos ao prognóstico materno e perinatal. Nesse grupo de adaptações, incluem-se as que exigem desempenho diferenciado do pâncreas endócrino que, quando não ativado, pode acarretar intolerância à glicose. Considera-se diabetes mellitus gestacional (DMG) a condição hiperglicêmica diagnosticada pela primeira vez durante a gravidez, significando intolerância aos açúcares ou carboidratos de graus variados de intensidade. De forma prática, consideram-se limites para seu diagnóstico glicemia de jejum maior que 126 mg/dL, ou teste de tolerância à glicose, com 75 gramas de glicose, maior que 140 mg/dL. Sabe-se que o DMG aumenta o risco objetivo de complicações clínicas e obstétricas. Os distúrbios da glicemia, com risco constante de descompensação hiperglicêmica, são preocupações permanentes.
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Os exercícios com menor chance de causar contrações uterinas, elevação da pressão arterial materna, são aqueles realizados com os membros superiores, mantendo as gestantes sentadas e recostadas, com menor sobrecarga ao tronco.
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A gravidez é um período no qual ocorrem várias modificações endócrinas e metabólicas, cujo objetivo é atender tanto às necessidades maternas quanto às necessidades fetais. Essas demandas exigem adaptações do organismo da gestante que, quando não atendidas, podem acarretar prejuízos ao prognóstico materno e perinatal. Nesse grupo de adaptações, incluem-se as que exigem desempenho diferenciado do pâncreas endócrino que, quando não ativado, pode acarretar intolerância à glicose. Considera-se diabetes mellitus gestacional (DMG) a condição hiperglicêmica diagnosticada pela primeira vez durante a gravidez, significando intolerância aos açúcares ou carboidratos de graus variados de intensidade. De forma prática, consideram-se limites para seu diagnóstico glicemia de jejum maior que 126 mg/dL, ou teste de tolerância à glicose, com 75 gramas de glicose, maior que 140 mg/dL. Sabe-se que o DMG aumenta o risco objetivo de complicações clínicas e obstétricas. Os distúrbios da glicemia, com risco constante de descompensação hiperglicêmica, são preocupações permanentes.
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Os programas de exercícios físicos aeróbios obtêm mais benefícios para DMG comparados com os exercícios de resistência à força – anaeróbios.
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A gravidez é um período no qual ocorrem várias modificações endócrinas e metabólicas, cujo objetivo é atender tanto às necessidades maternas quanto às necessidades fetais. Essas demandas exigem adaptações do organismo da gestante que, quando não atendidas, podem acarretar prejuízos ao prognóstico materno e perinatal. Nesse grupo de adaptações, incluem-se as que exigem desempenho diferenciado do pâncreas endócrino que, quando não ativado, pode acarretar intolerância à glicose. Considera-se diabetes mellitus gestacional (DMG) a condição hiperglicêmica diagnosticada pela primeira vez durante a gravidez, significando intolerância aos açúcares ou carboidratos de graus variados de intensidade. De forma prática, consideram-se limites para seu diagnóstico glicemia de jejum maior que 126 mg/dL, ou teste de tolerância à glicose, com 75 gramas de glicose, maior que 140 mg/dL. Sabe-se que o DMG aumenta o risco objetivo de complicações clínicas e obstétricas. Os distúrbios da glicemia, com risco constante de descompensação hiperglicêmica, são preocupações permanentes.
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A orientação dietética é essencial, bem como a hidratação adequada durante o exercício. Além da prática de exercícios, as gestantes diabéticas devem ser incentivadas a manter uma vida ativa e a realizar exercícios de força muscular moderada, caminhar por 15 minutos a 1 hora, após as refeições.
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A gravidez é um período no qual ocorrem várias modificações endócrinas e metabólicas, cujo objetivo é atender tanto às necessidades maternas quanto às necessidades fetais. Essas demandas exigem adaptações do organismo da gestante que, quando não atendidas, podem acarretar prejuízos ao prognóstico materno e perinatal. Nesse grupo de adaptações, incluem-se as que exigem desempenho diferenciado do pâncreas endócrino que, quando não ativado, pode acarretar intolerância à glicose. Considera-se diabetes mellitus gestacional (DMG) a condição hiperglicêmica diagnosticada pela primeira vez durante a gravidez, significando intolerância aos açúcares ou carboidratos de graus variados de intensidade. De forma prática, consideram-se limites para seu diagnóstico glicemia de jejum maior que 126 mg/dL, ou teste de tolerância à glicose, com 75 gramas de glicose, maior que 140 mg/dL. Sabe-se que o DMG aumenta o risco objetivo de complicações clínicas e obstétricas. Os distúrbios da glicemia, com risco constante de descompensação hiperglicêmica, são preocupações permanentes.
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O exercício é uma valiosa forma de terapia de suporte para o DMG, devendo ser indicado o quando a euglicemia não é alcançada somente com dieta.
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