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1600566 Ano: 2019
Disciplina: Fisioterapia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Os pacientes com traumatismo cranioencefálico (TCE) grave, com escala de coma de Glasgow igual ou menor que 8, são geralmente submetidos á monitorização da pressão intracraniana (PIC) e da pressão arterial me dia (PAM) e são tratados de acordo com um protocolo rígido de assistência, que inclui sedação, elevação de cabeceira do leito, ventilação mecânica otimizada, fisioterapia respiratória e motora, entre outros. A aplicação das manobras cinéticas de fisioterapia respiratória promove aumento momentâneo da pressão intratorácica, diminuindo o retorno venoso cerebral e elevando a PIC nesses pacientes. Sabe-se que as alterações da PIC influenciam diretamente a pressão de perfusão cerebral (PPC), que e calculada como a diferença entre a PAM e a PIC. Portanto, aumentos da PIC poderiam acarretar diminuição da PPC, se não houver aumento concomitante da PAM.

De acordo com essas informações, julgue os itens a seguir.

Durante a aspiração endotraqueal, há aumento da PIC por causa do reflexo de tosse, porém o aumento de PaCO2, por sua vez, pode piorar a PIC por vasodilatação cerebral.

 

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1600565 Ano: 2019
Disciplina: Fisioterapia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Os pacientes com traumatismo cranioencefálico (TCE) grave, com escala de coma de Glasgow igual ou menor que 8, são geralmente submetidos á monitorização da pressão intracraniana (PIC) e da pressão arterial me dia (PAM) e são tratados de acordo com um protocolo rígido de assistência, que inclui sedação, elevação de cabeceira do leito, ventilação mecânica otimizada, fisioterapia respiratória e motora, entre outros. A aplicação das manobras cinéticas de fisioterapia respiratória promove aumento momentâneo da pressão intratorácica, diminuindo o retorno venoso cerebral e elevando a PIC nesses pacientes. Sabe-se que as alterações da PIC influenciam diretamente a pressão de perfusão cerebral (PPC), que e calculada como a diferença entre a PAM e a PIC. Portanto, aumentos da PIC poderiam acarretar diminuição da PPC, se não houver aumento concomitante da PAM.

De acordo com essas informações, julgue os itens a seguir.

O aumento da PIT não causa maiores problemas para o retorno venoso cerebral, pois leva a um incremento da pressão no ventrículo direito e nos grandes vasos, incluindo a veia cava superior.

 

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1600564 Ano: 2019
Disciplina: Fisioterapia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Os pacientes com traumatismo cranioencefálico (TCE) grave, com escala de coma de Glasgow igual ou menor que 8, são geralmente submetidos á monitorização da pressão intracraniana (PIC) e da pressão arterial me dia (PAM) e são tratados de acordo com um protocolo rígido de assistência, que inclui sedação, elevação de cabeceira do leito, ventilação mecânica otimizada, fisioterapia respiratória e motora, entre outros. A aplicação das manobras cinéticas de fisioterapia respiratória promove aumento momentâneo da pressão intratorácica, diminuindo o retorno venoso cerebral e elevando a PIC nesses pacientes. Sabe-se que as alterações da PIC influenciam diretamente a pressão de perfusão cerebral (PPC), que e calculada como a diferença entre a PAM e a PIC. Portanto, aumentos da PIC poderiam acarretar diminuição da PPC, se não houver aumento concomitante da PAM.

De acordo com essas informações, julgue os itens a seguir.

A pressão intratorácica (PIT) relaciona-se diretamente com a pressão alveolar, que é notadamente alterada pelas compressões torácicas durante as manobras fisioterápicas.

 

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1600562 Ano: 2019
Disciplina: Fisioterapia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Um paciente de 40 de anos de idade, engenheiro, sofreu um acidente de trabalho no dia 3 de setembro de 2019, no período da manha, caindo de uma altura de 10 metros e sofrendo desmaio. Foi prontamente levado a um hospital da rede publica e, por meio de raios X, foram detectados fratura de tíbia e fíbula distais em membro inferior esquerdo e achatamento de vértebras lombares. Permaneceu por um mês e cinco dias hospitalizado, tempo em que realizou enxerto ósseo e colocação de osteossíntese no tornozelo esquerdo, imobilização por cinta na coluna lombar, sendo essa última permanência de seis meses. Foi encaminhado para o serviço de fisioterapia com o diagnóstico clânico de osteossíntese de fratura em terço distal dos ossos da perna. Queixas principais: dor em queimação em todo o tornozelo esquerdo e planta do pé, assim como dor na coluna. O paciente está fazendo uso de cadeira de rodas e colete. Observaram-se edema em ambos os tornozelos e pés e hipotrofia muscular em pé esquerdo. A palpação, identificaram- se edema duro em ambos os tornozelos, aderência de cicatriz em tornozelo esquerdo, e pontos-gatilho em romboides do lado esquerdo e em musculatura paravertebral em nível de T12 a L4. Apresentava o tornozelo fixo em flexão plantar.

Com base nesse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

A terapia manual pode facilitar os processos de reparo após a lesão, uma vez que a regeneração e o remodelamento normais do tecido dependem da estimulação mecânica.

 

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1600561 Ano: 2019
Disciplina: Fisioterapia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Um paciente de 40 de anos de idade, engenheiro, sofreu um acidente de trabalho no dia 3 de setembro de 2019, no período da manha, caindo de uma altura de 10 metros e sofrendo desmaio. Foi prontamente levado a um hospital da rede publica e, por meio de raios X, foram detectados fratura de tíbia e fíbula distais em membro inferior esquerdo e achatamento de vértebras lombares. Permaneceu por um mês e cinco dias hospitalizado, tempo em que realizou enxerto ósseo e colocação de osteossíntese no tornozelo esquerdo, imobilização por cinta na coluna lombar, sendo essa última permanência de seis meses. Foi encaminhado para o serviço de fisioterapia com o diagnóstico clânico de osteossíntese de fratura em terço distal dos ossos da perna. Queixas principais: dor em queimação em todo o tornozelo esquerdo e planta do pé, assim como dor na coluna. O paciente está fazendo uso de cadeira de rodas e colete. Observaram-se edema em ambos os tornozelos e pés e hipotrofia muscular em pé esquerdo. A palpação, identificaram- se edema duro em ambos os tornozelos, aderência de cicatriz em tornozelo esquerdo, e pontos-gatilho em romboides do lado esquerdo e em musculatura paravertebral em nível de T12 a L4. Apresentava o tornozelo fixo em flexão plantar.

Com base nesse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

Os processos de imobilização podem causar ulcerações no tecido cartilaginoso articular, por causa de alterações provocadas nesse tecido, tais como perda de proteoglicanas, de massa e volume totais da cartilagem.

 

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1600560 Ano: 2019
Disciplina: Fisioterapia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Um paciente de 40 de anos de idade, engenheiro, sofreu um acidente de trabalho no dia 3 de setembro de 2019, no período da manha, caindo de uma altura de 10 metros e sofrendo desmaio. Foi prontamente levado a um hospital da rede publica e, por meio de raios X, foram detectados fratura de tíbia e fíbula distais em membro inferior esquerdo e achatamento de vértebras lombares. Permaneceu por um mês e cinco dias hospitalizado, tempo em que realizou enxerto ósseo e colocação de osteossíntese no tornozelo esquerdo, imobilização por cinta na coluna lombar, sendo essa última permanência de seis meses. Foi encaminhado para o serviço de fisioterapia com o diagnóstico clânico de osteossíntese de fratura em terço distal dos ossos da perna. Queixas principais: dor em queimação em todo o tornozelo esquerdo e planta do pé, assim como dor na coluna. O paciente está fazendo uso de cadeira de rodas e colete. Observaram-se edema em ambos os tornozelos e pés e hipotrofia muscular em pé esquerdo. A palpação, identificaram- se edema duro em ambos os tornozelos, aderência de cicatriz em tornozelo esquerdo, e pontos-gatilho em romboides do lado esquerdo e em musculatura paravertebral em nível de T12 a L4. Apresentava o tornozelo fixo em flexão plantar.

Com base nesse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

Os efeitos positivos na recuperação do movimento do tornozelo e o sucesso da reabilitação podem ser atribuídos a fatores como a mobilização tardia e a sustentação da carga parcial precoce.

 

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1600559 Ano: 2019
Disciplina: Fisioterapia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Um paciente de 40 de anos de idade, engenheiro, sofreu um acidente de trabalho no dia 3 de setembro de 2019, no período da manha, caindo de uma altura de 10 metros e sofrendo desmaio. Foi prontamente levado a um hospital da rede publica e, por meio de raios X, foram detectados fratura de tíbia e fíbula distais em membro inferior esquerdo e achatamento de vértebras lombares. Permaneceu por um mês e cinco dias hospitalizado, tempo em que realizou enxerto ósseo e colocação de osteossíntese no tornozelo esquerdo, imobilização por cinta na coluna lombar, sendo essa última permanência de seis meses. Foi encaminhado para o serviço de fisioterapia com o diagnóstico clânico de osteossíntese de fratura em terço distal dos ossos da perna. Queixas principais: dor em queimação em todo o tornozelo esquerdo e planta do pé, assim como dor na coluna. O paciente está fazendo uso de cadeira de rodas e colete. Observaram-se edema em ambos os tornozelos e pés e hipotrofia muscular em pé esquerdo. A palpação, identificaram- se edema duro em ambos os tornozelos, aderência de cicatriz em tornozelo esquerdo, e pontos-gatilho em romboides do lado esquerdo e em musculatura paravertebral em nível de T12 a L4. Apresentava o tornozelo fixo em flexão plantar.

Com base nesse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

A estabilização da coluna lombar por meio de exercícios na reabilitação lombar deve priorizar o ganho de resistência muscular, já que a maior parte das lesões ocorre em atividades de baixa demanda de força. O transverso abdominal deve ser treinado separadamente dos outros músculos, pelo fato de ele perder rapidamente sua função tônica.

 

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1600558 Ano: 2019
Disciplina: Fisioterapia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Um paciente de 40 de anos de idade, engenheiro, sofreu um acidente de trabalho no dia 3 de setembro de 2019, no período da manha, caindo de uma altura de 10 metros e sofrendo desmaio. Foi prontamente levado a um hospital da rede publica e, por meio de raios X, foram detectados fratura de tíbia e fíbula distais em membro inferior esquerdo e achatamento de vértebras lombares. Permaneceu por um mês e cinco dias hospitalizado, tempo em que realizou enxerto ósseo e colocação de osteossíntese no tornozelo esquerdo, imobilização por cinta na coluna lombar, sendo essa última permanência de seis meses. Foi encaminhado para o serviço de fisioterapia com o diagnóstico clânico de osteossíntese de fratura em terço distal dos ossos da perna. Queixas principais: dor em queimação em todo o tornozelo esquerdo e planta do pé, assim como dor na coluna. O paciente está fazendo uso de cadeira de rodas e colete. Observaram-se edema em ambos os tornozelos e pés e hipotrofia muscular em pé esquerdo. A palpação, identificaram- se edema duro em ambos os tornozelos, aderência de cicatriz em tornozelo esquerdo, e pontos-gatilho em romboides do lado esquerdo e em musculatura paravertebral em nível de T12 a L4. Apresentava o tornozelo fixo em flexão plantar.

Com base nesse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

A Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF) tem sido utilizada na avaliação após transtornos agudos, condições traumáticas, condições cronicas e na geriatria, e contribui para responder a importantes questões da saúde publica.

 

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1600557 Ano: 2019
Disciplina: Fisioterapia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Um paciente de 24 anos de idade, pedreiro, com sequela de politraumatismo cranioencefálico, relata que sofreu um acidente motociclístico, ficando 27 dias em coma, e, ao sair do coma, não apresentava movimentos e tinha afasia. Com a alta hospitalar, foi encaminhado para o departamento de fisioterapia do município. No início do quadro, ele apresentava pneumonia nasocomial, sequelas neurológicas graves, nível quatro na escala de coma de Glasgow, cicatriz abdominal em quadrante superior esquerdo, impossibilidade de realizar atividades de vida diária e cognitivo alterado. Utiliza cadeira de rodas como auxílio para locomoção. Por meio da avaliação, o paciente manifestava quadro álgico, encurtamento da musculatura posterior do tronco, edema em MMII, sinal de cacifo positivo, hipomobilidade articular, diminuição da forca e amplitude de movimento em MMII e MSE. Em razão disso, o paciente não consegue deambular.

Quanto a esse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

Os exercícios de alongamento balístico são contraindicados para esse paciente.

 

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1600556 Ano: 2019
Disciplina: Fisioterapia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Um paciente de 24 anos de idade, pedreiro, com sequela de politraumatismo cranioencefálico, relata que sofreu um acidente motociclístico, ficando 27 dias em coma, e, ao sair do coma, não apresentava movimentos e tinha afasia. Com a alta hospitalar, foi encaminhado para o departamento de fisioterapia do município. No início do quadro, ele apresentava pneumonia nasocomial, sequelas neurológicas graves, nível quatro na escala de coma de Glasgow, cicatriz abdominal em quadrante superior esquerdo, impossibilidade de realizar atividades de vida diária e cognitivo alterado. Utiliza cadeira de rodas como auxílio para locomoção. Por meio da avaliação, o paciente manifestava quadro álgico, encurtamento da musculatura posterior do tronco, edema em MMII, sinal de cacifo positivo, hipomobilidade articular, diminuição da forca e amplitude de movimento em MMII e MSE. Em razão disso, o paciente não consegue deambular.

Quanto a esse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

Para o ganho de amplitude de movimento, os exercícios de Mulligan, para extensão terminal de joelho, são recomendados.

 

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