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1600495 Ano: 2019
Disciplina: Fisioterapia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

A osteogênese imperfeita (OI) é definida como um conjunto de alterações heterogêneas que se caracterizam por suscetibilidade a fraturas ósseas de severidade variável, causadas por deficiência no colágeno tipo 1. A OI impõe limitações funcionais importantes em crianças e adolescentes, mas o padrão cognitivo é preservado. Antes era dividida em quatro níveis (1, 2, 3 e 4) e, atualmente, foram acrescentados o quinto nível, o sexto nível, sétimo nível, e o oitavo nível.

Acerca da osteogênese imperfeita e dos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

A OI do tipo 1 está associada à diminuição da quantidade de colágeno tipo 1, enquanto os demais tipos estão relacionados com alterações na qualidade do colágeno sintetizado.

 

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1600494 Ano: 2019
Disciplina: Fisioterapia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Criança de 6 meses de vida deu entrada no pronto-socorro com tosse, febre e vômitos, evoluindo com piora do estado geral e desidratação.. O exame físico apresenta: peso = 3,040 kg, estatura = 52 cm. Teste de dosagem de cloreto no suor: braço direito = 100,24 mEq/L, braço esquerdo = 101,11 mEq/L. Valores de referência 0,00 - 40,00 (o que confirmou fibrose cística). Sinais vitais: frequência respiratória = 65 irpm, frequência cardíaca = 162 bpm, saturação de O2 = 92%. Evoluiu ainda com desconforto respiratório, taquicardia e palidez. Na sequência, apresentou quadro de insuficiência respiratória aguda por pneumonia, sendo transferida para UTI pediátrica, onde permaneceu por uma semana, necessitando de ventilação mecânica por seis dias e drogas vasoativas por cinco dias. Apresentando boa evolução do quadro, o paciente teve alta para enfermaria e seguiu estável.

A respeito desse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

Os exercícios físicos, tanto aeróbios (endurance) quanto anaeróbicos, devem ser parte fundamental da intervenção fisioterapêutica para pacientes com fibrose cística, independentemente da gravidade da doença. Sabe-se que efeitos adversos da prática de exercícios físicos são raros para esses pacientes e uma das alternativas para pacientes com distúrbio ventilatório obstrutivo grave seria o treinamento intervalado de alta intensidade.

 

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1600493 Ano: 2019
Disciplina: Fisioterapia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Criança de 6 meses de vida deu entrada no pronto-socorro com tosse, febre e vômitos, evoluindo com piora do estado geral e desidratação.. O exame físico apresenta: peso = 3,040 kg, estatura = 52 cm. Teste de dosagem de cloreto no suor: braço direito = 100,24 mEq/L, braço esquerdo = 101,11 mEq/L. Valores de referência 0,00 - 40,00 (o que confirmou fibrose cística). Sinais vitais: frequência respiratória = 65 irpm, frequência cardíaca = 162 bpm, saturação de O2 = 92%. Evoluiu ainda com desconforto respiratório, taquicardia e palidez. Na sequência, apresentou quadro de insuficiência respiratória aguda por pneumonia, sendo transferida para UTI pediátrica, onde permaneceu por uma semana, necessitando de ventilação mecânica por seis dias e drogas vasoativas por cinco dias. Apresentando boa evolução do quadro, o paciente teve alta para enfermaria e seguiu estável.

A respeito desse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

O exercício físico regular no paciente com FC proporciona aumento da função cardiorrespiratória, ganho de resistência, aumento da autoestima, hipertrofia muscular, diminuição da frequência cardíaca de repouso, menor número de hospitalizações e melhor qualidade de vida, além de auxiliar na remoção de secreções pulmonares.

 

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1600492 Ano: 2019
Disciplina: Fisioterapia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Criança de 6 meses de vida deu entrada no pronto-socorro com tosse, febre e vômitos, evoluindo com piora do estado geral e desidratação.. O exame físico apresenta: peso = 3,040 kg, estatura = 52 cm. Teste de dosagem de cloreto no suor: braço direito = 100,24 mEq/L, braço esquerdo = 101,11 mEq/L. Valores de referência 0,00 - 40,00 (o que confirmou fibrose cística). Sinais vitais: frequência respiratória = 65 irpm, frequência cardíaca = 162 bpm, saturação de O2 = 92%. Evoluiu ainda com desconforto respiratório, taquicardia e palidez. Na sequência, apresentou quadro de insuficiência respiratória aguda por pneumonia, sendo transferida para UTI pediátrica, onde permaneceu por uma semana, necessitando de ventilação mecânica por seis dias e drogas vasoativas por cinco dias. Apresentando boa evolução do quadro, o paciente teve alta para enfermaria e seguiu estável.

A respeito desse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

Uma técnica fisioterapêutica com alta eficácia (nível evidência 1A) para ser utilizada no tratamento desse paciente é o huffing. Essa técnica tem como objetivo a remoção de secreções brônquicas com a menor alteração da pressão pleural, menor probabilidade de colapso bronquiolar e com vantagem de não necessitar da colaboração do paciente, uma vez que a criança ainda é muito jovem.

 

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1600491 Ano: 2019
Disciplina: Fisioterapia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Criança de 6 meses de vida deu entrada no pronto-socorro com tosse, febre e vômitos, evoluindo com piora do estado geral e desidratação.. O exame físico apresenta: peso = 3,040 kg, estatura = 52 cm. Teste de dosagem de cloreto no suor: braço direito = 100,24 mEq/L, braço esquerdo = 101,11 mEq/L. Valores de referência 0,00 - 40,00 (o que confirmou fibrose cística). Sinais vitais: frequência respiratória = 65 irpm, frequência cardíaca = 162 bpm, saturação de O2 = 92%. Evoluiu ainda com desconforto respiratório, taquicardia e palidez. Na sequência, apresentou quadro de insuficiência respiratória aguda por pneumonia, sendo transferida para UTI pediátrica, onde permaneceu por uma semana, necessitando de ventilação mecânica por seis dias e drogas vasoativas por cinco dias. Apresentando boa evolução do quadro, o paciente teve alta para enfermaria e seguiu estável.

A respeito desse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

As manifestações clínicas típicas da fibrose cística que o paciente apresenta são: tosse, diarreia crônica e desidratação. Esses sintomas, além de causar inadequação nutricional, podem ocasionar consequente perda da massa magra e depressão da função imunológica.

 

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1600490 Ano: 2019
Disciplina: Fisioterapia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Criança de 6 meses de vida deu entrada no pronto-socorro com tosse, febre e vômitos, evoluindo com piora do estado geral e desidratação.. O exame físico apresenta: peso = 3,040 kg, estatura = 52 cm. Teste de dosagem de cloreto no suor: braço direito = 100,24 mEq/L, braço esquerdo = 101,11 mEq/L. Valores de referência 0,00 - 40,00 (o que confirmou fibrose cística). Sinais vitais: frequência respiratória = 65 irpm, frequência cardíaca = 162 bpm, saturação de O2 = 92%. Evoluiu ainda com desconforto respiratório, taquicardia e palidez. Na sequência, apresentou quadro de insuficiência respiratória aguda por pneumonia, sendo transferida para UTI pediátrica, onde permaneceu por uma semana, necessitando de ventilação mecânica por seis dias e drogas vasoativas por cinco dias. Apresentando boa evolução do quadro, o paciente teve alta para enfermaria e seguiu estável.

A respeito desse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

O aumento da tolerância ao exercício está relacionado a um pior prognóstico e qualidade de vida (QV) dos indivíduos com fibrose cística.

 

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Um paciente de 2 anos e 6 meses de idade nasceu prematuro por hipertensão materna não controlada no pré-natal e passou por parto prolongando, no qual entrou em sofrimento fetal que resultou em uma lesão cerebral hipóxico-isquêmica. Na avaliação fisioterapêutica, é constatado que essa criança tem paralisia cerebral do tipo espástica, diparética e, segundo o Sistema de Classificação da Função Motora Grossa (GMFCS), nível 3.

Quanto a esse caso clínico e considerando os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

Pela classificação do GMFCS desse paciente, espera-se, como prognóstico, que ele seja capaz de deambular utilizando um dispositivo manual de mobilidade.

 

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Um paciente de 2 anos e 6 meses de idade nasceu prematuro por hipertensão materna não controlada no pré-natal e passou por parto prolongando, no qual entrou em sofrimento fetal que resultou em uma lesão cerebral hipóxico-isquêmica. Na avaliação fisioterapêutica, é constatado que essa criança tem paralisia cerebral do tipo espástica, diparética e, segundo o Sistema de Classificação da Função Motora Grossa (GMFCS), nível 3.

Quanto a esse caso clínico e considerando os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

É importante utilizar estímulos sensoriais aferentes, favorecendo o tônus postural e a vivência de experiências sensório-motoras fundamentais à prática das habilidades funcionais. Entretanto, é contraindicado o fortalecimento muscular para melhora da funcionalidade das crianças com paralisia cerebral.

 

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Um paciente de 2 anos e 6 meses de idade nasceu prematuro por hipertensão materna não controlada no pré-natal e passou por parto prolongando, no qual entrou em sofrimento fetal que resultou em uma lesão cerebral hipóxico-isquêmica. Na avaliação fisioterapêutica, é constatado que essa criança tem paralisia cerebral do tipo espástica, diparética e, segundo o Sistema de Classificação da Função Motora Grossa (GMFCS), nível 3.

Quanto a esse caso clínico e considerando os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

Com base na Classificação Internacional de Funcionalidade (CIF), a reabilitação desse paciente deve focar no treino de funcionalidade, transferindo o aprendizado das sessões para a rotina diária, buscando maior participação da criança nas respectivas atividades diárias e tendo como consequência uma criança mais independentes e participativas na sociedade.

 

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Um paciente de 2 anos e 6 meses de idade nasceu prematuro por hipertensão materna não controlada no pré-natal e passou por parto prolongando, no qual entrou em sofrimento fetal que resultou em uma lesão cerebral hipóxico-isquêmica. Na avaliação fisioterapêutica, é constatado que essa criança tem paralisia cerebral do tipo espástica, diparética e, segundo o Sistema de Classificação da Função Motora Grossa (GMFCS), nível 3.

Quanto a esse caso clínico e considerando os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

No caso em questão, a classificação topográfica é espástica com alteração de tônus predominantemente de membros inferiores.

 

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