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Uma criança de 19 meses de vida, apresenta fraqueza no hemicorpo esquerdo há quatro dias, sendo encaminhada para hospital de referência em pediatria. Ao exame físico, os sinais vitais dela estavam normais: SpO2 = 98%, FC = 108 bpm, FR = 28 ipm. A mãe relata febre baixa intermitente e perda de peso. Criança nascida a termo de mãe primípara, diagnosticada com o vírus da imunodeficiência humana (HIV), desde o segundo mês de gravidez. O tratamento antirretroviral (TARV) foi iniciado junto ao diagnóstico. Parto cesáreo, a família optou por amamentação exclusiva. O recém-nascido recebeu profilaxia com TARV, que foi descontinuado no terceiro dia de vida em razão de problemas sociais. A criança não recebeu mais cuidados com a exposição à infecção pelo HIV. Durante a anamnese, constatou-se que os marcos de desenvolvimento estavam nos padrões de normalidade. Apresentava-se tranquilo ao exame, totalmente consciente. Na avaliação neurológica, foi revelada espasticidade, hiperreflexia e fraqueza muscular no hemicorpo esquerdo. Ao ser realizada tomografia computadorizada (TC), evidenciou-se lesão em território da artéria cerebral média à direita, sugestionando infarto isquêmico agudo. A criança foi, então, diagnosticada com hemiparesia do lado esquerdo, em virtude de isquemia vascular cerebral, possivelmente decorrente da vasculite tuberculosa, sendo diagnosticada com infecção pelo HIV.
Com base nesse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Por causa das limitações nos diagnósticos e da reduzida comprovação científica, é mais comum que crianças com AVE recebam o diagnóstico de paralisia cerebral (PC) do que sequela de AVE. Sabe-se que o termo PC é muito mais abrangente e contempla muitas doenças neurológicas, inclusive o AVE infantil, que, necessariamente, precisa de um evento cerebrovascular.
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Uma criança de 19 meses de vida, apresenta fraqueza no hemicorpo esquerdo há quatro dias, sendo encaminhada para hospital de referência em pediatria. Ao exame físico, os sinais vitais dela estavam normais: SpO2 = 98%, FC = 108 bpm, FR = 28 ipm. A mãe relata febre baixa intermitente e perda de peso. Criança nascida a termo de mãe primípara, diagnosticada com o vírus da imunodeficiência humana (HIV), desde o segundo mês de gravidez. O tratamento antirretroviral (TARV) foi iniciado junto ao diagnóstico. Parto cesáreo, a família optou por amamentação exclusiva. O recém-nascido recebeu profilaxia com TARV, que foi descontinuado no terceiro dia de vida em razão de problemas sociais. A criança não recebeu mais cuidados com a exposição à infecção pelo HIV. Durante a anamnese, constatou-se que os marcos de desenvolvimento estavam nos padrões de normalidade. Apresentava-se tranquilo ao exame, totalmente consciente. Na avaliação neurológica, foi revelada espasticidade, hiperreflexia e fraqueza muscular no hemicorpo esquerdo. Ao ser realizada tomografia computadorizada (TC), evidenciou-se lesão em território da artéria cerebral média à direita, sugestionando infarto isquêmico agudo. A criança foi, então, diagnosticada com hemiparesia do lado esquerdo, em virtude de isquemia vascular cerebral, possivelmente decorrente da vasculite tuberculosa, sendo diagnosticada com infecção pelo HIV.
Com base nesse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
São exemplos de escalas de avaliação, validadas para a população brasileira, que podem ser utilizadas na criança a que o caso clínico se refere: medida da função motora grossa (GMFM), inventário de avaliação pediátrica de incapacidade (PEDI), escala de equilíbrio pediátrica, entre outras.
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Uma criança de 19 meses de vida, apresenta fraqueza no hemicorpo esquerdo há quatro dias, sendo encaminhada para hospital de referência em pediatria. Ao exame físico, os sinais vitais dela estavam normais: SpO2 = 98%, FC = 108 bpm, FR = 28 ipm. A mãe relata febre baixa intermitente e perda de peso. Criança nascida a termo de mãe primípara, diagnosticada com o vírus da imunodeficiência humana (HIV), desde o segundo mês de gravidez. O tratamento antirretroviral (TARV) foi iniciado junto ao diagnóstico. Parto cesáreo, a família optou por amamentação exclusiva. O recém-nascido recebeu profilaxia com TARV, que foi descontinuado no terceiro dia de vida em razão de problemas sociais. A criança não recebeu mais cuidados com a exposição à infecção pelo HIV. Durante a anamnese, constatou-se que os marcos de desenvolvimento estavam nos padrões de normalidade. Apresentava-se tranquilo ao exame, totalmente consciente. Na avaliação neurológica, foi revelada espasticidade, hiperreflexia e fraqueza muscular no hemicorpo esquerdo. Ao ser realizada tomografia computadorizada (TC), evidenciou-se lesão em território da artéria cerebral média à direita, sugestionando infarto isquêmico agudo. A criança foi, então, diagnosticada com hemiparesia do lado esquerdo, em virtude de isquemia vascular cerebral, possivelmente decorrente da vasculite tuberculosa, sendo diagnosticada com infecção pelo HIV.
Com base nesse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Nos casos de AVC isquêmico, observa-se uma diminuição da perfusão cerebral, o que pode ocasionar danos irreversíveis. Ao redor da área de isquemia, há uma área menos comprometida, que sofreu um processo isquêmico temporariamente compatível com a recuperação anatomofisiológica integral. O menor intervalo de tempo entre a instalação do AVE e a instituição do seu tratamento é essencial para salvar essa região da evolução para morte celular e para que se alcance bons resultados clínicos e terapêuticos. Essa região é chamada de zona de penumbra ou zona de isquemia perifocal.
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Uma criança de 19 meses de vida, apresenta fraqueza no hemicorpo esquerdo há quatro dias, sendo encaminhada para hospital de referência em pediatria. Ao exame físico, os sinais vitais dela estavam normais: SpO2 = 98%, FC = 108 bpm, FR = 28 ipm. A mãe relata febre baixa intermitente e perda de peso. Criança nascida a termo de mãe primípara, diagnosticada com o vírus da imunodeficiência humana (HIV), desde o segundo mês de gravidez. O tratamento antirretroviral (TARV) foi iniciado junto ao diagnóstico. Parto cesáreo, a família optou por amamentação exclusiva. O recém-nascido recebeu profilaxia com TARV, que foi descontinuado no terceiro dia de vida em razão de problemas sociais. A criança não recebeu mais cuidados com a exposição à infecção pelo HIV. Durante a anamnese, constatou-se que os marcos de desenvolvimento estavam nos padrões de normalidade. Apresentava-se tranquilo ao exame, totalmente consciente. Na avaliação neurológica, foi revelada espasticidade, hiperreflexia e fraqueza muscular no hemicorpo esquerdo. Ao ser realizada tomografia computadorizada (TC), evidenciou-se lesão em território da artéria cerebral média à direita, sugestionando infarto isquêmico agudo. A criança foi, então, diagnosticada com hemiparesia do lado esquerdo, em virtude de isquemia vascular cerebral, possivelmente decorrente da vasculite tuberculosa, sendo diagnosticada com infecção pelo HIV.
Com base nesse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Diversas técnicas da fisioterapia têm sido utilizadas para reabilitar indivíduos com hemiparesia. Entre as mais recentemente utilizadas, destaca-se a terapia de constrição com indução do movimento (TCIM). Essa técnica, que possui uma das maiores evidências científicas para ganho da funcionalidade de MS, consiste em manter o membro hemiparético contido de dez dias até quatro semanas e com tempo de estimulação diária de três a seis horas.
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Uma criança de 19 meses de vida, apresenta fraqueza no hemicorpo esquerdo há quatro dias, sendo encaminhada para hospital de referência em pediatria. Ao exame físico, os sinais vitais dela estavam normais: SpO2 = 98%, FC = 108 bpm, FR = 28 ipm. A mãe relata febre baixa intermitente e perda de peso. Criança nascida a termo de mãe primípara, diagnosticada com o vírus da imunodeficiência humana (HIV), desde o segundo mês de gravidez. O tratamento antirretroviral (TARV) foi iniciado junto ao diagnóstico. Parto cesáreo, a família optou por amamentação exclusiva. O recém-nascido recebeu profilaxia com TARV, que foi descontinuado no terceiro dia de vida em razão de problemas sociais. A criança não recebeu mais cuidados com a exposição à infecção pelo HIV. Durante a anamnese, constatou-se que os marcos de desenvolvimento estavam nos padrões de normalidade. Apresentava-se tranquilo ao exame, totalmente consciente. Na avaliação neurológica, foi revelada espasticidade, hiperreflexia e fraqueza muscular no hemicorpo esquerdo. Ao ser realizada tomografia computadorizada (TC), evidenciou-se lesão em território da artéria cerebral média à direita, sugestionando infarto isquêmico agudo. A criança foi, então, diagnosticada com hemiparesia do lado esquerdo, em virtude de isquemia vascular cerebral, possivelmente decorrente da vasculite tuberculosa, sendo diagnosticada com infecção pelo HIV.
Com base nesse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Crises epiléticas e a hemiparesia são, respectivamente, a manifestação clínica e a sequela mais comum no AVE infantil. Sabe-se, também, que o membro inferior (MI) tem mais dificuldade de recuperação do que o membro superior (MS).
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Uma criança de 19 meses de vida, apresenta fraqueza no hemicorpo esquerdo há quatro dias, sendo encaminhada para hospital de referência em pediatria. Ao exame físico, os sinais vitais dela estavam normais: SpO2 = 98%, FC = 108 bpm, FR = 28 ipm. A mãe relata febre baixa intermitente e perda de peso. Criança nascida a termo de mãe primípara, diagnosticada com o vírus da imunodeficiência humana (HIV), desde o segundo mês de gravidez. O tratamento antirretroviral (TARV) foi iniciado junto ao diagnóstico. Parto cesáreo, a família optou por amamentação exclusiva. O recém-nascido recebeu profilaxia com TARV, que foi descontinuado no terceiro dia de vida em razão de problemas sociais. A criança não recebeu mais cuidados com a exposição à infecção pelo HIV. Durante a anamnese, constatou-se que os marcos de desenvolvimento estavam nos padrões de normalidade. Apresentava-se tranquilo ao exame, totalmente consciente. Na avaliação neurológica, foi revelada espasticidade, hiperreflexia e fraqueza muscular no hemicorpo esquerdo. Ao ser realizada tomografia computadorizada (TC), evidenciou-se lesão em território da artéria cerebral média à direita, sugestionando infarto isquêmico agudo. A criança foi, então, diagnosticada com hemiparesia do lado esquerdo, em virtude de isquemia vascular cerebral, possivelmente decorrente da vasculite tuberculosa, sendo diagnosticada com infecção pelo HIV.
Com base nesse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Acidente vascular encefálico (AVE) em crianças é evento raro, mas está tomando proporções cada vez mais importantes, em razão da gravidade de suas complicações e dos diversos diagnósticos diferenciais. Entre as causas mais comuns do AVE isquêmico infantil estão: a hipertensão arterial sistêmica e a obesidade, comorbidades que antes não eram vistas, mas que estão cada vez mais frequentes no público infantil.
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A osteogênese imperfeita (OI) é definida como um conjunto de alterações heterogêneas que se caracterizam por suscetibilidade a fraturas ósseas de severidade variável, causadas por deficiência no colágeno tipo 1. A OI impõe limitações funcionais importantes em crianças e adolescentes, mas o padrão cognitivo é preservado. Antes era dividida em quatro níveis (1, 2, 3 e 4) e, atualmente, foram acrescentados o quinto nível, o sexto nível, sétimo nível, e o oitavo nível.
Acerca da osteogênese imperfeita e dos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Entre os objetivos específicos da intervenção fisioterapêutica, pode-se relacionar, entre outros, alcançar os marcos motores do desenvolvimento, promover o alinhamento biomecânico, detectar ou tratar precocemente as deformidades de coluna, reduzir o tônus muscular e favorecer o equilíbrio corporal.
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A osteogênese imperfeita (OI) é definida como um conjunto de alterações heterogêneas que se caracterizam por suscetibilidade a fraturas ósseas de severidade variável, causadas por deficiência no colágeno tipo 1. A OI impõe limitações funcionais importantes em crianças e adolescentes, mas o padrão cognitivo é preservado. Antes era dividida em quatro níveis (1, 2, 3 e 4) e, atualmente, foram acrescentados o quinto nível, o sexto nível, sétimo nível, e o oitavo nível.
Acerca da osteogênese imperfeita e dos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
A medida da função motora grossa (GMFM) e o inventário de avaliação pediátrica de incapacidade (PEDI) já foram validados e são instrumentos confiáveis para avaliação e acompanhamento de crianças com OI.
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A osteogênese imperfeita (OI) é definida como um conjunto de alterações heterogêneas que se caracterizam por suscetibilidade a fraturas ósseas de severidade variável, causadas por deficiência no colágeno tipo 1. A OI impõe limitações funcionais importantes em crianças e adolescentes, mas o padrão cognitivo é preservado. Antes era dividida em quatro níveis (1, 2, 3 e 4) e, atualmente, foram acrescentados o quinto nível, o sexto nível, sétimo nível, e o oitavo nível.
Acerca da osteogênese imperfeita e dos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
As principais alterações no componente estruturas e funções do corpo na OI, conforme a Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF), são: transferências de postura, marcha e atividades de vida diária.
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A osteogênese imperfeita (OI) é definida como um conjunto de alterações heterogêneas que se caracterizam por suscetibilidade a fraturas ósseas de severidade variável, causadas por deficiência no colágeno tipo 1. A OI impõe limitações funcionais importantes em crianças e adolescentes, mas o padrão cognitivo é preservado. Antes era dividida em quatro níveis (1, 2, 3 e 4) e, atualmente, foram acrescentados o quinto nível, o sexto nível, sétimo nível, e o oitavo nível.
Acerca da osteogênese imperfeita e dos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
A classificação da OI utiliza-se de achados clínicos e radiológicos. O tipo 1 é considerado o mais frequente e mais leve, com fragilidade óssea leve. O tipo 2 é o letal, em que há óbito, ainda, na gestação, natimorto ou óbito neonatal. O tipo 3 apresenta grave osteoporose e deformidades ósseas progressivas e o tipo 4 baixa estatura e deformidades de ossos longos; o tipo 5 severidade moderada, com deslocamento da cabeça do rádio; o tipo 6 baixa estatura moderada e lamelas ósseas como escamas de peixe; tipo 7, baixa estatura leve e úmeros e fêmures curtos; o tipo 8 um prognóstico grave/letal, baixa estatura grave e fragilidade óssea extrema.
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