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Uma paciente de 58 anos de idade foi admitida no pronto-socorro com quadro de infecção respiratória pós-aspiração. A paciente já apresentava diagnóstico de esclerose lateral amiotrófica (ELA), estabelecido há quatro anos, e utiliza, nos últimos dois anos, suporte ventilatório não invasivo (dispositivo de suporte à vida, Bilevel em modo S/T, sendo IPAP = 14 cmH2O e EPAP = 6 cmH2O) apenas durante o sono. O exame de imagem pós- admissão evidenciou a aspiração comprometendo o lobo inferior do pulmão direito.

A respeito da posição de drenagem postural para esse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

Considerando-se que a paciente está estável hemodinamicamente, a postura de drenagem ideal para região pulmonar comprometida seria decúbito semiassentado a 45º de elevação de cabeceira.

 

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A espirometria de incentivo foi desenvolvida na década de 1970 por Bartlett com o objetivo de incentivar a inspiração máxima sustentada. A manobra ideal para reinsuflar alvéolos colapsados deve incluir: aumento do volume pulmonar, pausa pós-inspiratória e fluxo inspiratório com velocidade baixa.

BRITTO, R.R; BRANT, T.C.S; PARREIRA, V.F. Cap. 9. Espirometria de Incentivo. In: Recursos Manuais e Instrumentais em Fisioterapia Respiratória. [S.l.]: Manole, 2009, com adaptações.

Acerca dos espirômetros de incentivo, julgue os itens a seguir.

O trabalho respiratório imposto pelos espirômetros de incentivo a fluxo está vinculado ao peso e ao tamanho da esfera a ser levantada, ao formato e ao diâmetro do cilindro e à relação entre esses fatores.

 

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A espirometria de incentivo foi desenvolvida na década de 1970 por Bartlett com o objetivo de incentivar a inspiração máxima sustentada. A manobra ideal para reinsuflar alvéolos colapsados deve incluir: aumento do volume pulmonar, pausa pós-inspiratória e fluxo inspiratório com velocidade baixa.

BRITTO, R.R; BRANT, T.C.S; PARREIRA, V.F. Cap. 9. Espirometria de Incentivo. In: Recursos Manuais e Instrumentais em Fisioterapia Respiratória. [S.l.]: Manole, 2009, com adaptações.

Acerca dos espirômetros de incentivo, julgue os itens a seguir.

Quando os espirômetros de incentivos são utilizados corretamente, aumenta-se a pressão transpulmonar decorrente do aumento da pressão alveolar.

 

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A espirometria de incentivo foi desenvolvida na década de 1970 por Bartlett com o objetivo de incentivar a inspiração máxima sustentada. A manobra ideal para reinsuflar alvéolos colapsados deve incluir: aumento do volume pulmonar, pausa pós-inspiratória e fluxo inspiratório com velocidade baixa.

BRITTO, R.R; BRANT, T.C.S; PARREIRA, V.F. Cap. 9. Espirometria de Incentivo. In: Recursos Manuais e Instrumentais em Fisioterapia Respiratória. [S.l.]: Manole, 2009, com adaptações.

Acerca dos espirômetros de incentivo, julgue os itens a seguir.

O uso está contraindicado para pacientes maiores de 4 anos de idade e para os pacientes cooperativos, incapazes de compreender as instruções.

 

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A espirometria de incentivo foi desenvolvida na década de 1970 por Bartlett com o objetivo de incentivar a inspiração máxima sustentada. A manobra ideal para reinsuflar alvéolos colapsados deve incluir: aumento do volume pulmonar, pausa pós-inspiratória e fluxo inspiratório com velocidade baixa.

BRITTO, R.R; BRANT, T.C.S; PARREIRA, V.F. Cap. 9. Espirometria de Incentivo. In: Recursos Manuais e Instrumentais em Fisioterapia Respiratória. [S.l.]: Manole, 2009, com adaptações.

Acerca dos espirômetros de incentivo, julgue os itens a seguir.

A recomendação do volume a ser atingido no espirômetro a volume deve ser de duas a três vezes o volume corrente do paciente.

 

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A espirometria de incentivo foi desenvolvida na década de 1970 por Bartlett com o objetivo de incentivar a inspiração máxima sustentada. A manobra ideal para reinsuflar alvéolos colapsados deve incluir: aumento do volume pulmonar, pausa pós-inspiratória e fluxo inspiratório com velocidade baixa.

BRITTO, R.R; BRANT, T.C.S; PARREIRA, V.F. Cap. 9. Espirometria de Incentivo. In: Recursos Manuais e Instrumentais em Fisioterapia Respiratória. [S.l.]: Manole, 2009, com adaptações.

Acerca dos espirômetros de incentivo, julgue os itens a seguir.

Durante a realização da manobra ideal do espirômetro de incentivo, espera-se atingir vias aéreas de pequena secção transversa, assim como o exercício de inspiração máxima sustentada.

 

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O uso da ventilação mecânica não-invasiva com pressão positiva (VMNI) para o tratamento de pacientes com insuficiência respiratória aguda ou crônica agudizada foi, certamente, um dos maiores avanços da ventilação mecânica nas últimas duas décadas.

SCHETTINO G. P. P; REIS M. A. S. et al. Ventilação Mecânica NãoInvasiva com Pressão Positiva. In: Revista Brasileira de Terapia Intensiva v. 19, n. 2, 2007.

Um paciente de 70 anos de idade, medindo 1,78 m, deu entrada no pronto-socorro do hospital com crise hipertensiva, evoluindo para edema agudo de pulmão. Na admissão, o fisioterapeuta observou: paciente orientado e com esforço respiratório, com frequência cardíaca = 130 bpm, pressão arterial = 170 mmHg x 100 mmHg, frequência respiratória = 35 irpm, SpO2 = 88%, usando oxigênio por máscara facial com reservatório a 10 L/min e queixa de falta de ar. A gasometria arterial era: pH = 7,28; PaCO2 = 58; PaO2 = 62; HCO3 = 26; BE = 2; SaO2 = 88%.

Em relação a esse caso clínico e aos conhecimentos correlatos julgue os itens a seguir.

Os dados vitais desse caso clínico, juntamente com a gasometria arterial, revelam contraindicação absoluta para realização de VMNI.

 

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O uso da ventilação mecânica não-invasiva com pressão positiva (VMNI) para o tratamento de pacientes com insuficiência respiratória aguda ou crônica agudizada foi, certamente, um dos maiores avanços da ventilação mecânica nas últimas duas décadas.

SCHETTINO G. P. P; REIS M. A. S. et al. Ventilação Mecânica NãoInvasiva com Pressão Positiva. In: Revista Brasileira de Terapia Intensiva v. 19, n. 2, 2007.

Um paciente de 70 anos de idade, medindo 1,78 m, deu entrada no pronto-socorro do hospital com crise hipertensiva, evoluindo para edema agudo de pulmão. Na admissão, o fisioterapeuta observou: paciente orientado e com esforço respiratório, com frequência cardíaca = 130 bpm, pressão arterial = 170 mmHg x 100 mmHg, frequência respiratória = 35 irpm, SpO2 = 88%, usando oxigênio por máscara facial com reservatório a 10 L/min e queixa de falta de ar. A gasometria arterial era: pH = 7,28; PaCO2 = 58; PaO2 = 62; HCO3 = 26; BE = 2; SaO2 = 88%.

Em relação a esse caso clínico e aos conhecimentos correlatos julgue os itens a seguir.

A gasometria desse caso clínico é característica de hiperventilação, mostrando uma acidose respiratória com hipoxemia.

 

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O uso da ventilação mecânica não-invasiva com pressão positiva (VMNI) para o tratamento de pacientes com insuficiência respiratória aguda ou crônica agudizada foi, certamente, um dos maiores avanços da ventilação mecânica nas últimas duas décadas.

SCHETTINO G. P. P; REIS M. A. S. et al. Ventilação Mecânica NãoInvasiva com Pressão Positiva. In: Revista Brasileira de Terapia Intensiva v. 19, n. 2, 2007.

Um paciente de 70 anos de idade, medindo 1,78 m, deu entrada no pronto-socorro do hospital com crise hipertensiva, evoluindo para edema agudo de pulmão. Na admissão, o fisioterapeuta observou: paciente orientado e com esforço respiratório, com frequência cardíaca = 130 bpm, pressão arterial = 170 mmHg x 100 mmHg, frequência respiratória = 35 irpm, SpO2 = 88%, usando oxigênio por máscara facial com reservatório a 10 L/min e queixa de falta de ar. A gasometria arterial era: pH = 7,28; PaCO2 = 58; PaO2 = 62; HCO3 = 26; BE = 2; SaO2 = 88%.

Em relação a esse caso clínico e aos conhecimentos correlatos julgue os itens a seguir.

Espera-se que o paciente desse caso clínico melhore a oxigenação e reduza a hipercapnia.

 

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O uso da ventilação mecânica não-invasiva com pressão positiva (VMNI) para o tratamento de pacientes com insuficiência respiratória aguda ou crônica agudizada foi, certamente, um dos maiores avanços da ventilação mecânica nas últimas duas décadas.

SCHETTINO G. P. P; REIS M. A. S. et al. Ventilação Mecânica NãoInvasiva com Pressão Positiva. In: Revista Brasileira de Terapia Intensiva v. 19, n. 2, 2007.

Um paciente de 70 anos de idade, medindo 1,78 m, deu entrada no pronto-socorro do hospital com crise hipertensiva, evoluindo para edema agudo de pulmão. Na admissão, o fisioterapeuta observou: paciente orientado e com esforço respiratório, com frequência cardíaca = 130 bpm, pressão arterial = 170 mmHg x 100 mmHg, frequência respiratória = 35 irpm, SpO2 = 88%, usando oxigênio por máscara facial com reservatório a 10 L/min e queixa de falta de ar. A gasometria arterial era: pH = 7,28; PaCO2 = 58; PaO2 = 62; HCO3 = 26; BE = 2; SaO2 = 88%.

Em relação a esse caso clínico e aos conhecimentos correlatos julgue os itens a seguir.

Um dos efeitos esperados com a ventilação não invasiva nesse paciente é promover o recrutamento alveolar aumentando a PaCO2.

 

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