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O uso da ventilação mecânica não-invasiva com pressão positiva (VMNI) para o tratamento de pacientes com insuficiência respiratória aguda ou crônica agudizada foi, certamente, um dos maiores avanços da ventilação mecânica nas últimas duas décadas.
SCHETTINO G. P. P; REIS M. A. S. et al. Ventilação Mecânica NãoInvasiva com Pressão Positiva. In: Revista Brasileira de Terapia Intensiva v. 19, n. 2, 2007.
Um paciente de 70 anos de idade, medindo 1,78 m, deu entrada no pronto-socorro do hospital com crise hipertensiva, evoluindo para edema agudo de pulmão. Na admissão, o fisioterapeuta observou: paciente orientado e com esforço respiratório, com frequência cardíaca = 130 bpm, pressão arterial = 170 mmHg x 100 mmHg, frequência respiratória = 35 irpm, SpO2 = 88%, usando oxigênio por máscara facial com reservatório a 10 L/min e queixa de falta de ar. A gasometria arterial era: pH = 7,28; PaCO2 = 58; PaO2 = 62; HCO3 = 26; BE = 2; SaO2 = 88%.
Em relação a esse caso clínico e aos conhecimentos correlatos julgue os itens a seguir.
O paciente desse caso clínico preenche critérios para iniciar tratamento com ventilação não invasiva.
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Uma paciente de 70 anos de idade, ex-tabagista e hipertensa, vem apresentando, há um mês, cansaço aos pequenos esforços, taquicardia, edema em membros inferiores e turgência jugular. Ao ser atendida no pronto atendimento de um hospital geral, relatou intensa dispneia e tosse improdutiva. Foi diagnosticado edema pulmonar por insuficiência cardíaca grau II, segundo a New York Heart Association (NYHA), com fração de ejeção de 43%. Medicada, vem sendo acompanhada na unidade básica de saúde da respectiva referência, mas o quadro clínico ainda se mantém. Encaminhada a um centro de reabilitação, iniciou um programa de reabilitação cardiovascular. No teste ergométrico, a frequência cardíaca máxima da paciente foi de 120 batimentos por minuto.
Em relação a esse caso clínico e considerando os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Como a paciente realizou o teste ergométrico, a intensidade de treinamento deve ser: 50% a 70% x FC reserva + FC rep.
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Uma paciente de 70 anos de idade, ex-tabagista e hipertensa, vem apresentando, há um mês, cansaço aos pequenos esforços, taquicardia, edema em membros inferiores e turgência jugular. Ao ser atendida no pronto atendimento de um hospital geral, relatou intensa dispneia e tosse improdutiva. Foi diagnosticado edema pulmonar por insuficiência cardíaca grau II, segundo a New York Heart Association (NYHA), com fração de ejeção de 43%. Medicada, vem sendo acompanhada na unidade básica de saúde da respectiva referência, mas o quadro clínico ainda se mantém. Encaminhada a um centro de reabilitação, iniciou um programa de reabilitação cardiovascular. No teste ergométrico, a frequência cardíaca máxima da paciente foi de 120 batimentos por minuto.
Em relação a esse caso clínico e considerando os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
As características desse quadro clínico enquadram a paciente na fase II do programa de reabilitação.
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Uma paciente de 70 anos de idade, ex-tabagista e hipertensa, vem apresentando, há um mês, cansaço aos pequenos esforços, taquicardia, edema em membros inferiores e turgência jugular. Ao ser atendida no pronto atendimento de um hospital geral, relatou intensa dispneia e tosse improdutiva. Foi diagnosticado edema pulmonar por insuficiência cardíaca grau II, segundo a New York Heart Association (NYHA), com fração de ejeção de 43%. Medicada, vem sendo acompanhada na unidade básica de saúde da respectiva referência, mas o quadro clínico ainda se mantém. Encaminhada a um centro de reabilitação, iniciou um programa de reabilitação cardiovascular. No teste ergométrico, a frequência cardíaca máxima da paciente foi de 120 batimentos por minuto.
Em relação a esse caso clínico e considerando os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
A zona-alvo da frequência cardíaca para o treinamento dessa paciente é 150 bpm, ou seja, a frequência cardíaca máxima esperada para idade.
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Uma paciente de 70 anos de idade, ex-tabagista e hipertensa, vem apresentando, há um mês, cansaço aos pequenos esforços, taquicardia, edema em membros inferiores e turgência jugular. Ao ser atendida no pronto atendimento de um hospital geral, relatou intensa dispneia e tosse improdutiva. Foi diagnosticado edema pulmonar por insuficiência cardíaca grau II, segundo a New York Heart Association (NYHA), com fração de ejeção de 43%. Medicada, vem sendo acompanhada na unidade básica de saúde da respectiva referência, mas o quadro clínico ainda se mantém. Encaminhada a um centro de reabilitação, iniciou um programa de reabilitação cardiovascular. No teste ergométrico, a frequência cardíaca máxima da paciente foi de 120 batimentos por minuto.
Em relação a esse caso clínico e considerando os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Essa paciente deve ser incluída na fase III da reabilitação cardíaca no centro de reabilitação, pois já foi medicada, ou seja, pode iniciar atividade física sem supervisão.
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As cardiopatias congênitas são secundárias a malformações cardíacas no período embrionário e, com bases nas alterações da estrutura anatômica, podem ser classificadas em simples ou complexas. Frequentemente, acarretam alterações na hemodinâmica do organismo e isso pode provocar repercussões negativas comprometendo a sobrevida da criança.
Acerca das alterações hemodinâmicas esperadas dessas cardiopatias, julgue os itens a seguir.
Na comunicação interatrial, observa-se shunt da esquerda para direita, pois a pressão no átrio esquerdo é maior.
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As cardiopatias congênitas são secundárias a malformações cardíacas no período embrionário e, com bases nas alterações da estrutura anatômica, podem ser classificadas em simples ou complexas. Frequentemente, acarretam alterações na hemodinâmica do organismo e isso pode provocar repercussões negativas comprometendo a sobrevida da criança.
Acerca das alterações hemodinâmicas esperadas dessas cardiopatias, julgue os itens a seguir.
A fisioterapia na vigência de hipertensão pulmonar objetiva ofertar oxigênio satisfatoriamente e evitar níveis elevados de PaCO2.
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As cardiopatias congênitas são secundárias a malformações cardíacas no período embrionário e, com bases nas alterações da estrutura anatômica, podem ser classificadas em simples ou complexas. Frequentemente, acarretam alterações na hemodinâmica do organismo e isso pode provocar repercussões negativas comprometendo a sobrevida da criança.
Acerca das alterações hemodinâmicas esperadas dessas cardiopatias, julgue os itens a seguir.
Durante a estenose pulmonar, a maior resistência ao fluxo provoca adaptação cardíaca: hipertrofia VD concêntrica, sobrecarga sistólica de VD.
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As cardiopatias congênitas são secundárias a malformações cardíacas no período embrionário e, com bases nas alterações da estrutura anatômica, podem ser classificadas em simples ou complexas. Frequentemente, acarretam alterações na hemodinâmica do organismo e isso pode provocar repercussões negativas comprometendo a sobrevida da criança.
Acerca das alterações hemodinâmicas esperadas dessas cardiopatias, julgue os itens a seguir.
Comunicação interventricular provoca a passagem de sangue arterial do ventrículo esquerdo para o ventrículo direito e para a artéria pulmonar, especialmente durante a sístole. Logo, há aumento do fluxo sanguíneo para pequena circulação e hipervolemia pulmonar.
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As cardiopatias congênitas são secundárias a malformações cardíacas no período embrionário e, com bases nas alterações da estrutura anatômica, podem ser classificadas em simples ou complexas. Frequentemente, acarretam alterações na hemodinâmica do organismo e isso pode provocar repercussões negativas comprometendo a sobrevida da criança.
Acerca das alterações hemodinâmicas esperadas dessas cardiopatias, julgue os itens a seguir.
A tetralogia de Fallot representa um tipo de alteração vascular que dificulta a oxigenação no cérebro, mas não na periferia, por isso é considerada uma síndrome não cianótica.
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