Uma paciente de 10 anos de idade, obesa, destra dominante,
sofreu queda de bicicleta com consequente trauma e fratura
do terço distal do rádio e luxação da articulação radioulnar
distal. Foi submetida à redução e fixação cruenta da fratura
para osteossíntese com placa e parafusos e fios de Kirschner,
conforme imagem. Ficou imobilizada por seis semanas com
gesso em posição de supinação máxima. Após a retirada da
imobilização gessada, foi encaminhada para fisioterapia, pois
exibia uma hiperalgesia e distonia, não sendo capaz de
sustentar absolutamente nenhum peso na extremidade
superior direita, e o punho e a mão encontravam-se lustrosos,
inchados e vermelhos. Observava-se, ainda, importante
restrição da amplitude de movimento para os movimentos de
pronação da radioulnar e da flexão-
extensão do punho. Dor
classificada em 9/10 pela escala analógica visual, e a
paciente e não tolerava a aplicação de crioterapia no local.
Com base nesse caso clínico e tendo em vista os
conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Para recuperar a mobilidade intra-articular da
radioulnar distal do punho da mão e dos dedos, o
fisioterapeuta deve aplicar técnicas de terapia manual
mantidas de grau III ou oscilatórias grau IV para o
distensionamento capsular.
Uma paciente de 10 anos de idade, obesa, destra dominante,
sofreu queda de bicicleta com consequente trauma e fratura
do terço distal do rádio e luxação da articulação radioulnar
distal. Foi submetida à redução e fixação cruenta da fratura
para osteossíntese com placa e parafusos e fios de Kirschner,
conforme imagem. Ficou imobilizada por seis semanas com
gesso em posição de supinação máxima. Após a retirada da
imobilização gessada, foi encaminhada para fisioterapia, pois
exibia uma hiperalgesia e distonia, não sendo capaz de
sustentar absolutamente nenhum peso na extremidade
superior direita, e o punho e a mão encontravam-se lustrosos,
inchados e vermelhos. Observava-se, ainda, importante
restrição da amplitude de movimento para os movimentos de
pronação da radioulnar e da flexão-
extensão do punho. Dor
classificada em 9/10 pela escala analógica visual, e a
paciente e não tolerava a aplicação de crioterapia no local.
Com base nesse caso clínico e tendo em vista os
conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
A placa e os parafusos fixados no rádio estabilizam a
articulação radioulnar para os movimentos de
pronossupinação.
Uma paciente de 10 anos de idade, obesa, destra dominante,
sofreu queda de bicicleta com consequente trauma e fratura
do terço distal do rádio e luxação da articulação radioulnar
distal. Foi submetida à redução e fixação cruenta da fratura
para osteossíntese com placa e parafusos e fios de Kirschner,
conforme imagem. Ficou imobilizada por seis semanas com
gesso em posição de supinação máxima. Após a retirada da
imobilização gessada, foi encaminhada para fisioterapia, pois
exibia uma hiperalgesia e distonia, não sendo capaz de
sustentar absolutamente nenhum peso na extremidade
superior direita, e o punho e a mão encontravam-se lustrosos,
inchados e vermelhos. Observava-se, ainda, importante
restrição da amplitude de movimento para os movimentos de
pronação da radioulnar e da flexão-
extensão do punho. Dor
classificada em 9/10 pela escala analógica visual, e a
paciente e não tolerava a aplicação de crioterapia no local.
Com base nesse caso clínico e tendo em vista os
conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
No plano eletroterapêutico para tratamento do sintoma
álgico, o fisioterapeuta pode aplicar estimulação elétrica
em nível sensorial sobre os nervos sensoriais periféricos
que inervam o punho e mão.
Uma paciente de 10 anos de idade, obesa, destra dominante,
sofreu queda de bicicleta com consequente trauma e fratura
do terço distal do rádio e luxação da articulação radioulnar
distal. Foi submetida à redução e fixação cruenta da fratura
para osteossíntese com placa e parafusos e fios de Kirschner,
conforme imagem. Ficou imobilizada por seis semanas com
gesso em posição de supinação máxima. Após a retirada da
imobilização gessada, foi encaminhada para fisioterapia, pois
exibia uma hiperalgesia e distonia, não sendo capaz de
sustentar absolutamente nenhum peso na extremidade
superior direita, e o punho e a mão encontravam-se lustrosos,
inchados e vermelhos. Observava-se, ainda, importante
restrição da amplitude de movimento para os movimentos de
pronação da radioulnar e da flexão-
extensão do punho. Dor
classificada em 9/10 pela escala analógica visual, e a
paciente e não tolerava a aplicação de crioterapia no local.
Com base nesse caso clínico e tendo em vista os
conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Essa paciente apresenta sinais clínicos de distrofia
simpático reflexa.
Uma paciente de 10 anos de idade, obesa, destra dominante,
sofreu queda de bicicleta com consequente trauma e fratura
do terço distal do rádio e luxação da articulação radioulnar
distal. Foi submetida à redução e fixação cruenta da fratura
para osteossíntese com placa e parafusos e fios de Kirschner,
conforme imagem. Ficou imobilizada por seis semanas com
gesso em posição de supinação máxima. Após a retirada da
imobilização gessada, foi encaminhada para fisioterapia, pois
exibia uma hiperalgesia e distonia, não sendo capaz de
sustentar absolutamente nenhum peso na extremidade
superior direita, e o punho e a mão encontravam-se lustrosos,
inchados e vermelhos. Observava-se, ainda, importante
restrição da amplitude de movimento para os movimentos de
pronação da radioulnar e da flexão-
extensão do punho. Dor
classificada em 9/10 pela escala analógica visual, e a
paciente e não tolerava a aplicação de crioterapia no local.
Com base nesse caso clínico e tendo em vista os
conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
A lesão óssea em questão é classificada como fratura de
Monteggia.
Um paciente de 49 anos de idade, entregador de cartas, relata que, há dois anos, iniciou, de maneira insidiosa, com sintoma de dor na porção central de tendões calcâneos, rigidez matinal e limitação funcional. Teve vários episódios de afastamento do trabalho para repouso como tratamento. Atualmente, a dor está mais exacerbada, ele queixa-se de aumento de volume no corpo dos tendões calcâneos, maior sensação de rigidez e impossibilitado de andar mais de 1 km ou subir e descer rampas ou ladeiras.
A respeito desse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
O uso de strapping tape é imprescindível como ferramenta fisioterápica para esse caso, pois irá minimizar a dor com base no respectivo estímulo tátil-cutâneo.
Um paciente de 49 anos de idade, entregador de cartas, relata que, há dois anos, iniciou, de maneira insidiosa, com sintoma de dor na porção central de tendões calcâneos, rigidez matinal e limitação funcional. Teve vários episódios de afastamento do trabalho para repouso como tratamento. Atualmente, a dor está mais exacerbada, ele queixa-se de aumento de volume no corpo dos tendões calcâneos, maior sensação de rigidez e impossibilitado de andar mais de 1 km ou subir e descer rampas ou ladeiras.
A respeito desse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
A massagem transversa profunda não tem se mostrado efetiva no tratamento de pacientes com tendinopatia calcânea crônica.
Um paciente de 49 anos de idade, entregador de cartas, relata que, há dois anos, iniciou, de maneira insidiosa, com sintoma de dor na porção central de tendões calcâneos, rigidez matinal e limitação funcional. Teve vários episódios de afastamento do trabalho para repouso como tratamento. Atualmente, a dor está mais exacerbada, ele queixa-se de aumento de volume no corpo dos tendões calcâneos, maior sensação de rigidez e impossibilitado de andar mais de 1 km ou subir e descer rampas ou ladeiras.
A respeito desse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Atualmente, o padrão ouro recomendado para o tratamento da tendinopatia crônica do tendão calcâneo é o exercício excêntrico do tríceps sural de alta intensidade.
Um paciente de 49 anos de idade, entregador de cartas, relata que, há dois anos, iniciou, de maneira insidiosa, com sintoma de dor na porção central de tendões calcâneos, rigidez matinal e limitação funcional. Teve vários episódios de afastamento do trabalho para repouso como tratamento. Atualmente, a dor está mais exacerbada, ele queixa-se de aumento de volume no corpo dos tendões calcâneos, maior sensação de rigidez e impossibilitado de andar mais de 1 km ou subir e descer rampas ou ladeiras.
A respeito desse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
O fisioterapeuta deve utilizar o questionário de autoavaliação VISA-A como medida confiável e válida para dor e função do terço médio do tendão calcâneo.
Um paciente de 49 anos de idade, entregador de cartas, relata que, há dois anos, iniciou, de maneira insidiosa, com sintoma de dor na porção central de tendões calcâneos, rigidez matinal e limitação funcional. Teve vários episódios de afastamento do trabalho para repouso como tratamento. Atualmente, a dor está mais exacerbada, ele queixa-se de aumento de volume no corpo dos tendões calcâneos, maior sensação de rigidez e impossibilitado de andar mais de 1 km ou subir e descer rampas ou ladeiras.
A respeito desse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
O desfecho clínico de dor deve ser analisado isoladamente dos demais sintomas por meio de escala analógica visual, pois a queixa principal do paciente é o sintoma álgico.