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A endocardite infecciosa (EI) é uma condição incomum, mas que ameaça a vida, estando associada a significativa morbidade e mortalidade. Por mais de meio século, antibióticos foram administrados profilaticamente antes de procedimentos odontológicos invasivos, com o objetivo de redução ou eliminação da bacteremia para evitar EI em indivíduos de risco. Apesar da falta de estudos clínicos randomizados e de dados adequados para apoiar a eficácia da profilaxia antibiótica na prevenção da EI, essa prática persiste como padrão de atendimento. Tendo em vista a falta de eficácia comprovada e as preocupações quanto aos riscos da profilaxia com antibióticos (por exemplo, desenvolvimento de resistência a antibióticos), a American Heart Association (AHA), em 2007, e a Sociedade Europeia de Cardiologia, em 2009, publicaram diretrizes revisadas recomendando cessação da profilaxia com antibióticos antes de procedimentos odontológicos para pacientes com risco moderado de desenvolvimento de EI, mantendo a prática em pacientes de alto risco.
Garg P. et al. Infective Endocarditis Hospitalizations and Antibiotic Prophylaxis Rates Before and After the 2007 American Heart Association Guideline Revision. Circulation. 2019; 140:170–180. DOI: 10.1161/CIRCULATIONAHA.118.037657, com adaptações.
Garg et al. (2019) examinaram o impacto das diretrizes revisadas da AHA a respeito do uso de profilaxia antibiótica em indivíduos de risco alto ou moderado e se houve mudança na incidência de EI na província de Ontário, Canadá. Os resultados para pacientes com 65 anos de idade ou mais estão apresentados a seguir.
Profilaxia com antibióticos e hospitalizações por endocardite infecciosa (adultos com 65 anos de idade ou mais).

Os autores concluíram que os achados do estudo suportam a revisão das diretrizes da AHA de 2007, endossando a interrupção da profilaxia com antibióticos para pacientes com risco moderado e limitando seu uso àqueles com alto risco.
Com base nas informações do texto e na figura, bem como nas diretrizes da American Heart Association de 2007, julgue os itens a seguir.
Pelo exposto na figura, após a publicação das diretrizes da AHA, em 2007, houve queda progressiva até 2014 nas prescrições de profilaxia antibiótica para pacientes de alto risco, enquanto as internações em decorrência da EI aumentaram de maneira diretamente proporcional.
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A endocardite infecciosa (EI) é uma condição incomum, mas que ameaça a vida, estando associada a significativa morbidade e mortalidade. Por mais de meio século, antibióticos foram administrados profilaticamente antes de procedimentos odontológicos invasivos, com o objetivo de redução ou eliminação da bacteremia para evitar EI em indivíduos de risco. Apesar da falta de estudos clínicos randomizados e de dados adequados para apoiar a eficácia da profilaxia antibiótica na prevenção da EI, essa prática persiste como padrão de atendimento. Tendo em vista a falta de eficácia comprovada e as preocupações quanto aos riscos da profilaxia com antibióticos (por exemplo, desenvolvimento de resistência a antibióticos), a American Heart Association (AHA), em 2007, e a Sociedade Europeia de Cardiologia, em 2009, publicaram diretrizes revisadas recomendando cessação da profilaxia com antibióticos antes de procedimentos odontológicos para pacientes com risco moderado de desenvolvimento de EI, mantendo a prática em pacientes de alto risco.
Garg P. et al. Infective Endocarditis Hospitalizations and Antibiotic Prophylaxis Rates Before and After the 2007 American Heart Association Guideline Revision. Circulation. 2019; 140:170–180. DOI: 10.1161/CIRCULATIONAHA.118.037657, com adaptações.
Garg et al. (2019) examinaram o impacto das diretrizes revisadas da AHA a respeito do uso de profilaxia antibiótica em indivíduos de risco alto ou moderado e se houve mudança na incidência de EI na província de Ontário, Canadá. Os resultados para pacientes com 65 anos de idade ou mais estão apresentados a seguir.
Profilaxia com antibióticos e hospitalizações por endocardite infecciosa (adultos com 65 anos de idade ou mais).

Os autores concluíram que os achados do estudo suportam a revisão das diretrizes da AHA de 2007, endossando a interrupção da profilaxia com antibióticos para pacientes com risco moderado e limitando seu uso àqueles com alto risco.
Com base nas informações do texto e na figura, bem como nas diretrizes da American Heart Association de 2007, julgue os itens a seguir.
A saúde bucal e a higiene diária são importantes na redução da incidência de bacteremia nas atividades diárias, mas não são imprescindíveis como a profilaxia antibiótica para reduzir o risco de EI em procedimentos odontológicos.
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A endocardite infecciosa (EI) é uma condição incomum, mas que ameaça a vida, estando associada a significativa morbidade e mortalidade. Por mais de meio século, antibióticos foram administrados profilaticamente antes de procedimentos odontológicos invasivos, com o objetivo de redução ou eliminação da bacteremia para evitar EI em indivíduos de risco. Apesar da falta de estudos clínicos randomizados e de dados adequados para apoiar a eficácia da profilaxia antibiótica na prevenção da EI, essa prática persiste como padrão de atendimento. Tendo em vista a falta de eficácia comprovada e as preocupações quanto aos riscos da profilaxia com antibióticos (por exemplo, desenvolvimento de resistência a antibióticos), a American Heart Association (AHA), em 2007, e a Sociedade Europeia de Cardiologia, em 2009, publicaram diretrizes revisadas recomendando cessação da profilaxia com antibióticos antes de procedimentos odontológicos para pacientes com risco moderado de desenvolvimento de EI, mantendo a prática em pacientes de alto risco.
Garg P. et al. Infective Endocarditis Hospitalizations and Antibiotic Prophylaxis Rates Before and After the 2007 American Heart Association Guideline Revision. Circulation. 2019; 140:170–180. DOI: 10.1161/CIRCULATIONAHA.118.037657, com adaptações.
Garg et al. (2019) examinaram o impacto das diretrizes revisadas da AHA a respeito do uso de profilaxia antibiótica em indivíduos de risco alto ou moderado e se houve mudança na incidência de EI na província de Ontário, Canadá. Os resultados para pacientes com 65 anos de idade ou mais estão apresentados a seguir.
Profilaxia com antibióticos e hospitalizações por endocardite infecciosa (adultos com 65 anos de idade ou mais).

Os autores concluíram que os achados do estudo suportam a revisão das diretrizes da AHA de 2007, endossando a interrupção da profilaxia com antibióticos para pacientes com risco moderado e limitando seu uso àqueles com alto risco.
Com base nas informações do texto e na figura, bem como nas diretrizes da American Heart Association de 2007, julgue os itens a seguir.
A profilaxia antibiótica pode impedir um número expressivo de EI em pessoas de alto risco submetidas a um procedimento odontológico.
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A endocardite infecciosa (EI) é uma condição incomum, mas que ameaça a vida, estando associada a significativa morbidade e mortalidade. Por mais de meio século, antibióticos foram administrados profilaticamente antes de procedimentos odontológicos invasivos, com o objetivo de redução ou eliminação da bacteremia para evitar EI em indivíduos de risco. Apesar da falta de estudos clínicos randomizados e de dados adequados para apoiar a eficácia da profilaxia antibiótica na prevenção da EI, essa prática persiste como padrão de atendimento. Tendo em vista a falta de eficácia comprovada e as preocupações quanto aos riscos da profilaxia com antibióticos (por exemplo, desenvolvimento de resistência a antibióticos), a American Heart Association (AHA), em 2007, e a Sociedade Europeia de Cardiologia, em 2009, publicaram diretrizes revisadas recomendando cessação da profilaxia com antibióticos antes de procedimentos odontológicos para pacientes com risco moderado de desenvolvimento de EI, mantendo a prática em pacientes de alto risco.
Garg P. et al. Infective Endocarditis Hospitalizations and Antibiotic Prophylaxis Rates Before and After the 2007 American Heart Association Guideline Revision. Circulation. 2019; 140:170–180. DOI: 10.1161/CIRCULATIONAHA.118.037657, com adaptações.
Garg et al. (2019) examinaram o impacto das diretrizes revisadas da AHA a respeito do uso de profilaxia antibiótica em indivíduos de risco alto ou moderado e se houve mudança na incidência de EI na província de Ontário, Canadá. Os resultados para pacientes com 65 anos de idade ou mais estão apresentados a seguir.
Profilaxia com antibióticos e hospitalizações por endocardite infecciosa (adultos com 65 anos de idade ou mais).

Os autores concluíram que os achados do estudo suportam a revisão das diretrizes da AHA de 2007, endossando a interrupção da profilaxia com antibióticos para pacientes com risco moderado e limitando seu uso àqueles com alto risco.
Com base nas informações do texto e na figura, bem como nas diretrizes da American Heart Association de 2007, julgue os itens a seguir.
A EI tem mais probabilidade de resultar da exposição frequente a bacteremias associadas às atividades diárias do que da bacteremia causada por um procedimento odontológico.
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A endocardite infecciosa (EI) é uma condição incomum, mas que ameaça a vida, estando associada a significativa morbidade e mortalidade. Por mais de meio século, antibióticos foram administrados profilaticamente antes de procedimentos odontológicos invasivos, com o objetivo de redução ou eliminação da bacteremia para evitar EI em indivíduos de risco. Apesar da falta de estudos clínicos randomizados e de dados adequados para apoiar a eficácia da profilaxia antibiótica na prevenção da EI, essa prática persiste como padrão de atendimento. Tendo em vista a falta de eficácia comprovada e as preocupações quanto aos riscos da profilaxia com antibióticos (por exemplo, desenvolvimento de resistência a antibióticos), a American Heart Association (AHA), em 2007, e a Sociedade Europeia de Cardiologia, em 2009, publicaram diretrizes revisadas recomendando cessação da profilaxia com antibióticos antes de procedimentos odontológicos para pacientes com risco moderado de desenvolvimento de EI, mantendo a prática em pacientes de alto risco.
Garg P. et al. Infective Endocarditis Hospitalizations and Antibiotic Prophylaxis Rates Before and After the 2007 American Heart Association Guideline Revision. Circulation. 2019; 140:170–180. DOI: 10.1161/CIRCULATIONAHA.118.037657, com adaptações.
Garg et al. (2019) examinaram o impacto das diretrizes revisadas da AHA a respeito do uso de profilaxia antibiótica em indivíduos de risco alto ou moderado e se houve mudança na incidência de EI na província de Ontário, Canadá. Os resultados para pacientes com 65 anos de idade ou mais estão apresentados a seguir.
Profilaxia com antibióticos e hospitalizações por endocardite infecciosa (adultos com 65 anos de idade ou mais).

Os autores concluíram que os achados do estudo suportam a revisão das diretrizes da AHA de 2007, endossando a interrupção da profilaxia com antibióticos para pacientes com risco moderado e limitando seu uso àqueles com alto risco.
Com base nas informações do texto e na figura, bem como nas diretrizes da American Heart Association de 2007, julgue os itens a seguir.
Para pacientes com risco moderado, a prescrição de profilaxia antibiótica caiu quase pela metade entre 2007 e 2014, enquanto as hospitalizações em decorrência da EI não aumentaram expressivamente.
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Um paciente de 74 anos de idade compareceu para tratamento odontológico. É comerciante, apresenta pressão arterial = 140 mmHg x 90 mmHg, mantida sem medicamentos, glicemia em jejum = 120 mg/dL, IMC = 24 e faz atividades físicas de média intensidade três vezes por semana. anamnese, relatou ter parado de fumar há 20 anos. O exame bucal revelou índice de placa visível = 56%, presença de cálculo dental em alguns pontos, índice de sangramento à sondagem = 42% e presença de bolsas periodontais com sangramento em 34% dos dentes presentes, a maioria acompanhada por recessão gengival. O pior sítio indicava perda de inserção interproximal de 5,5 mm e perda óssea de 50%. Parte das superfícies radiculares expostas mostrava-se desmineralizada ou com cáries radiculares. Apresentava ausência apenas do dente 16, perdido ainda adolescente em decorrência de cárie dentária, substituído por um implante dentário. Questionado a respeito dos hábitos de higiene bucal e alimentares, revelou escovar os dentes duas vezes ao dia com creme dental fluoretado, passar fio dental à noite e não consumir muitos carboidratos fermentáveis, embora tomasse café adoçado, várias vezes ao dia, seguido de bala de hortelã, hábito que desenvolveu após a cessação do tabagismo.
Acerca desse caso clínico e considerando os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
O controle do biofilme supragengival é essencial para a manutenção, em longo prazo, dos resultados obtidos após o tratamento periodontal, bem como para controle da ocorrência de cárie radicular. O paciente em questão deverá receber orientações individualizadas e motivação para realização da higiene bucal, além de consultas periódicas para reforço.
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Um paciente de 74 anos de idade compareceu para tratamento odontológico. É comerciante, apresenta pressão arterial = 140 mmHg x 90 mmHg, mantida sem medicamentos, glicemia em jejum = 120 mg/dL, IMC = 24 e faz atividades físicas de média intensidade três vezes por semana. anamnese, relatou ter parado de fumar há 20 anos. O exame bucal revelou índice de placa visível = 56%, presença de cálculo dental em alguns pontos, índice de sangramento à sondagem = 42% e presença de bolsas periodontais com sangramento em 34% dos dentes presentes, a maioria acompanhada por recessão gengival. O pior sítio indicava perda de inserção interproximal de 5,5 mm e perda óssea de 50%. Parte das superfícies radiculares expostas mostrava-se desmineralizada ou com cáries radiculares. Apresentava ausência apenas do dente 16, perdido ainda adolescente em decorrência de cárie dentária, substituído por um implante dentário. Questionado a respeito dos hábitos de higiene bucal e alimentares, revelou escovar os dentes duas vezes ao dia com creme dental fluoretado, passar fio dental à noite e não consumir muitos carboidratos fermentáveis, embora tomasse café adoçado, várias vezes ao dia, seguido de bala de hortelã, hábito que desenvolveu após a cessação do tabagismo.
Acerca desse caso clínico e considerando os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
No plano integrado de tratamento desse paciente, é importante que raspagem e alisamento radicular meticulosos sejam realizados previamente à abordagem não restauradora das cáries radiculares, a fim de remover placa, cálculo e estrutura dentária desmineralizada, favorecendo o acesso dos fluoretos à superfície radicular.
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Um paciente de 74 anos de idade compareceu para tratamento odontológico. É comerciante, apresenta pressão arterial = 140 mmHg x 90 mmHg, mantida sem medicamentos, glicemia em jejum = 120 mg/dL, IMC = 24 e faz atividades físicas de média intensidade três vezes por semana. anamnese, relatou ter parado de fumar há 20 anos. O exame bucal revelou índice de placa visível = 56%, presença de cálculo dental em alguns pontos, índice de sangramento à sondagem = 42% e presença de bolsas periodontais com sangramento em 34% dos dentes presentes, a maioria acompanhada por recessão gengival. O pior sítio indicava perda de inserção interproximal de 5,5 mm e perda óssea de 50%. Parte das superfícies radiculares expostas mostrava-se desmineralizada ou com cáries radiculares. Apresentava ausência apenas do dente 16, perdido ainda adolescente em decorrência de cárie dentária, substituído por um implante dentário. Questionado a respeito dos hábitos de higiene bucal e alimentares, revelou escovar os dentes duas vezes ao dia com creme dental fluoretado, passar fio dental à noite e não consumir muitos carboidratos fermentáveis, embora tomasse café adoçado, várias vezes ao dia, seguido de bala de hortelã, hábito que desenvolveu após a cessação do tabagismo.
Acerca desse caso clínico e considerando os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Para a remineralização das lesões ativas, uma boa opção terapêutica é a aplicação de diamino fluoreto de prata, que, embora apresente como efeito colateral a pigmentação da dentina, interrompe a progressão das lesões radiculares e tem baixo custo.
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Um paciente de 74 anos de idade compareceu para tratamento odontológico. É comerciante, apresenta pressão arterial = 140 mmHg x 90 mmHg, mantida sem medicamentos, glicemia em jejum = 120 mg/dL, IMC = 24 e faz atividades físicas de média intensidade três vezes por semana. anamnese, relatou ter parado de fumar há 20 anos. O exame bucal revelou índice de placa visível = 56%, presença de cálculo dental em alguns pontos, índice de sangramento à sondagem = 42% e presença de bolsas periodontais com sangramento em 34% dos dentes presentes, a maioria acompanhada por recessão gengival. O pior sítio indicava perda de inserção interproximal de 5,5 mm e perda óssea de 50%. Parte das superfícies radiculares expostas mostrava-se desmineralizada ou com cáries radiculares. Apresentava ausência apenas do dente 16, perdido ainda adolescente em decorrência de cárie dentária, substituído por um implante dentário. Questionado a respeito dos hábitos de higiene bucal e alimentares, revelou escovar os dentes duas vezes ao dia com creme dental fluoretado, passar fio dental à noite e não consumir muitos carboidratos fermentáveis, embora tomasse café adoçado, várias vezes ao dia, seguido de bala de hortelã, hábito que desenvolveu após a cessação do tabagismo.
Acerca desse caso clínico e considerando os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Em termos de controle de fatores de risco para a cárie radicular no paciente em questão, o mais importante é controlar a microbiota associada, em especial o Streptococcus mutans. Para tanto, aplicações de gel de clorexidina a 2% devem ser utilizadas.
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Um paciente de 74 anos de idade compareceu para tratamento odontológico. É comerciante, apresenta pressão arterial = 140 mmHg x 90 mmHg, mantida sem medicamentos, glicemia em jejum = 120 mg/dL, IMC = 24 e faz atividades físicas de média intensidade três vezes por semana. anamnese, relatou ter parado de fumar há 20 anos. O exame bucal revelou índice de placa visível = 56%, presença de cálculo dental em alguns pontos, índice de sangramento à sondagem = 42% e presença de bolsas periodontais com sangramento em 34% dos dentes presentes, a maioria acompanhada por recessão gengival. O pior sítio indicava perda de inserção interproximal de 5,5 mm e perda óssea de 50%. Parte das superfícies radiculares expostas mostrava-se desmineralizada ou com cáries radiculares. Apresentava ausência apenas do dente 16, perdido ainda adolescente em decorrência de cárie dentária, substituído por um implante dentário. Questionado a respeito dos hábitos de higiene bucal e alimentares, revelou escovar os dentes duas vezes ao dia com creme dental fluoretado, passar fio dental à noite e não consumir muitos carboidratos fermentáveis, embora tomasse café adoçado, várias vezes ao dia, seguido de bala de hortelã, hábito que desenvolveu após a cessação do tabagismo.
Acerca desse caso clínico e considerando os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
As lesões ativas de cárie radicular que não puderem ser higienizadas adequadamente pelo paciente deverão ser restauradas preferencialmente com técnica convencional (preparo cavitário e resina composta).
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