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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como oito segundos em fita de VHS devolveram voz à mulher com doença degenerativa após vinte e cinco anos
"Depois de tanto tempo, eu não conseguia mais me lembrar da minha voz. Quando ouvi novamente, senti vontade de chorar. É uma espécie de milagre", afirma Sarah Ezekiel.
Aos trinta e quatro anos, pouco depois do nascimento do segundo filho, ela recebeu o diagnóstico de esclerose lateral amiotrófica (ELA), doença degenerativa que compromete os neurônios motores. Em poucos meses, ela perdeu o uso das mãos e deixou de falar de maneira inteligível, passando a depender de cuidadores e de tecnologia para se comunicar. Durante mais de vinte anos, a única voz que os filhos conheceram foi a de uma máquina metálica e sem emoção.
A mudança veio quando a família encontrou uma fita VHS dos anos 1990, gravada em ambiente doméstico, na qual havia apenas oito segundos de fala de Sarah. Embora o som estivesse distorcido e abafado, ferramentas de inteligência artificial conseguiram isolar e reconstruir sua voz original, devolvendo-lhe entonação, identidade e emoção.
O impacto foi imediato. Sarah se emocionou ao ouvir a própria voz recriada, e os filhos relataram sentir-se mais próximos da mãe, que agora conseguia expressar estados de espírito e transmitir nuances de sua personalidade. A família descreve essa transformação como um ganho profundo, que reaproximou todos após anos de comunicação limitada.
Antes disso, Sarah viveu longos períodos de isolamento e depressão, até que, com o surgimento da tecnologia de rastreamento ocular, voltou a se expressar, a atuar em projetos de apoio a pessoas com deficiência e até a retomar a pintura. Com esforço, passou a transformar movimentos dos olhos em palavras, frases e obras de arte.
Especialistas observam que as vozes recriadas por inteligência artificial representam um avanço significativo em relação às antigas vozes padronizadas, porque preservam sotaques, ritmos e características individuais. Isso contribui para que cada paciente se reconheça em sua própria fala, reforçando a identidade e a ligação afetiva com familiares e amigos.
No Brasil, o Ministério da Saúde calcula que cerca de doze mil pessoas convivem com a ELA. Embora não exista cura, o Sistema Único de Saúde oferece medicamentos que retardam a progressão, além de fisioterapia, acompanhamento nutricional e cuidados paliativos. Entre os sintomas estão perda gradual da força, dificuldade para respirar e engolir, alterações na fala, engasgos frequentes, cãibras e perda de peso.
O caso de Sarah ilustra como a tecnologia ultrapassa barreiras impostas por doenças graves, devolvendo não apenas a capacidade de se comunicar, mas também a sensação de dignidade, identidade e pertencimento.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx29gz8pg8qo.ADAPTADO.
O caso de Sarah ilustra como a tecnologia ultrapassa barreiras impostas por doenças graves.

Sintaticamente, é correto afirmar que:
 

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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como oito segundos em fita de VHS devolveram voz à mulher com doença degenerativa após vinte e cinco anos
"Depois de tanto tempo, eu não conseguia mais me lembrar da minha voz. Quando ouvi novamente, senti vontade de chorar. É uma espécie de milagre", afirma Sarah Ezekiel.
Aos trinta e quatro anos, pouco depois do nascimento do segundo filho, ela recebeu o diagnóstico de esclerose lateral amiotrófica (ELA), doença degenerativa que compromete os neurônios motores. Em poucos meses, ela perdeu o uso das mãos e deixou de falar de maneira inteligível, passando a depender de cuidadores e de tecnologia para se comunicar. Durante mais de vinte anos, a única voz que os filhos conheceram foi a de uma máquina metálica e sem emoção.
A mudança veio quando a família encontrou uma fita VHS dos anos 1990, gravada em ambiente doméstico, na qual havia apenas oito segundos de fala de Sarah. Embora o som estivesse distorcido e abafado, ferramentas de inteligência artificial conseguiram isolar e reconstruir sua voz original, devolvendo-lhe entonação, identidade e emoção.
O impacto foi imediato. Sarah se emocionou ao ouvir a própria voz recriada, e os filhos relataram sentir-se mais próximos da mãe, que agora conseguia expressar estados de espírito e transmitir nuances de sua personalidade. A família descreve essa transformação como um ganho profundo, que reaproximou todos após anos de comunicação limitada.
Antes disso, Sarah viveu longos períodos de isolamento e depressão, até que, com o surgimento da tecnologia de rastreamento ocular, voltou a se expressar, a atuar em projetos de apoio a pessoas com deficiência e até a retomar a pintura. Com esforço, passou a transformar movimentos dos olhos em palavras, frases e obras de arte.
Especialistas observam que as vozes recriadas por inteligência artificial representam um avanço significativo em relação às antigas vozes padronizadas, porque preservam sotaques, ritmos e características individuais. Isso contribui para que cada paciente se reconheça em sua própria fala, reforçando a identidade e a ligação afetiva com familiares e amigos.
No Brasil, o Ministério da Saúde calcula que cerca de doze mil pessoas convivem com a ELA. Embora não exista cura, o Sistema Único de Saúde oferece medicamentos que retardam a progressão, além de fisioterapia, acompanhamento nutricional e cuidados paliativos. Entre os sintomas estão perda gradual da força, dificuldade para respirar e engolir, alterações na fala, engasgos frequentes, cãibras e perda de peso.
O caso de Sarah ilustra como a tecnologia ultrapassa barreiras impostas por doenças graves, devolvendo não apenas a capacidade de se comunicar, mas também a sensação de dignidade, identidade e pertencimento.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx29gz8pg8qo.ADAPTADO.
A família descreve essa transformação como um ganho profundo, "que" reaproximou todos após anos de comunicação limitada.

Em relação à classe gramatical, o vocábulo destacado denomina-se, nesta frase:
 

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Como oito segundos em fita de VHS devolveram voz à mulher com doença degenerativa após vinte e cinco anos
"Depois de tanto tempo, eu não conseguia mais me lembrar da minha voz. Quando ouvi novamente, senti vontade de chorar. É uma espécie de milagre", afirma Sarah Ezekiel.
Aos trinta e quatro anos, pouco depois do nascimento do segundo filho, ela recebeu o diagnóstico de esclerose lateral amiotrófica (ELA), doença degenerativa que compromete os neurônios motores. Em poucos meses, ela perdeu o uso das mãos e deixou de falar de maneira inteligível, passando a depender de cuidadores e de tecnologia para se comunicar. Durante mais de vinte anos, a única voz que os filhos conheceram foi a de uma máquina metálica e sem emoção.
A mudança veio quando a família encontrou uma fita VHS dos anos 1990, gravada em ambiente doméstico, na qual havia apenas oito segundos de fala de Sarah. Embora o som estivesse distorcido e abafado, ferramentas de inteligência artificial conseguiram isolar e reconstruir sua voz original, devolvendo-lhe entonação, identidade e emoção.
O impacto foi imediato. Sarah se emocionou ao ouvir a própria voz recriada, e os filhos relataram sentir-se mais próximos da mãe, que agora conseguia expressar estados de espírito e transmitir nuances de sua personalidade. A família descreve essa transformação como um ganho profundo, que reaproximou todos após anos de comunicação limitada.
Antes disso, Sarah viveu longos períodos de isolamento e depressão, até que, com o surgimento da tecnologia de rastreamento ocular, voltou a se expressar, a atuar em projetos de apoio a pessoas com deficiência e até a retomar a pintura. Com esforço, passou a transformar movimentos dos olhos em palavras, frases e obras de arte.
Especialistas observam que as vozes recriadas por inteligência artificial representam um avanço significativo em relação às antigas vozes padronizadas, porque preservam sotaques, ritmos e características individuais. Isso contribui para que cada paciente se reconheça em sua própria fala, reforçando a identidade e a ligação afetiva com familiares e amigos.
No Brasil, o Ministério da Saúde calcula que cerca de doze mil pessoas convivem com a ELA. Embora não exista cura, o Sistema Único de Saúde oferece medicamentos que retardam a progressão, além de fisioterapia, acompanhamento nutricional e cuidados paliativos. Entre os sintomas estão perda gradual da força, dificuldade para respirar e engolir, alterações na fala, engasgos frequentes, cãibras e perda de peso.
O caso de Sarah ilustra como a tecnologia ultrapassa barreiras impostas por doenças graves, devolvendo não apenas a capacidade de se comunicar, mas também a sensação de dignidade, identidade e pertencimento.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx29gz8pg8qo.ADAPTADO.
Antes disso, Sarah viveu longos períodos de "isolamento" e depressão.

O sinônimo que melhor representa o termo destacado é:
 

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Como oito segundos em fita de VHS devolveram voz à mulher com doença degenerativa após vinte e cinco anos
"Depois de tanto tempo, eu não conseguia mais me lembrar da minha voz. Quando ouvi novamente, senti vontade de chorar. É uma espécie de milagre", afirma Sarah Ezekiel.
Aos trinta e quatro anos, pouco depois do nascimento do segundo filho, ela recebeu o diagnóstico de esclerose lateral amiotrófica (ELA), doença degenerativa que compromete os neurônios motores. Em poucos meses, ela perdeu o uso das mãos e deixou de falar de maneira inteligível, passando a depender de cuidadores e de tecnologia para se comunicar. Durante mais de vinte anos, a única voz que os filhos conheceram foi a de uma máquina metálica e sem emoção.
A mudança veio quando a família encontrou uma fita VHS dos anos 1990, gravada em ambiente doméstico, na qual havia apenas oito segundos de fala de Sarah. Embora o som estivesse distorcido e abafado, ferramentas de inteligência artificial conseguiram isolar e reconstruir sua voz original, devolvendo-lhe entonação, identidade e emoção.
O impacto foi imediato. Sarah se emocionou ao ouvir a própria voz recriada, e os filhos relataram sentir-se mais próximos da mãe, que agora conseguia expressar estados de espírito e transmitir nuances de sua personalidade. A família descreve essa transformação como um ganho profundo, que reaproximou todos após anos de comunicação limitada.
Antes disso, Sarah viveu longos períodos de isolamento e depressão, até que, com o surgimento da tecnologia de rastreamento ocular, voltou a se expressar, a atuar em projetos de apoio a pessoas com deficiência e até a retomar a pintura. Com esforço, passou a transformar movimentos dos olhos em palavras, frases e obras de arte.
Especialistas observam que as vozes recriadas por inteligência artificial representam um avanço significativo em relação às antigas vozes padronizadas, porque preservam sotaques, ritmos e características individuais. Isso contribui para que cada paciente se reconheça em sua própria fala, reforçando a identidade e a ligação afetiva com familiares e amigos.
No Brasil, o Ministério da Saúde calcula que cerca de doze mil pessoas convivem com a ELA. Embora não exista cura, o Sistema Único de Saúde oferece medicamentos que retardam a progressão, além de fisioterapia, acompanhamento nutricional e cuidados paliativos. Entre os sintomas estão perda gradual da força, dificuldade para respirar e engolir, alterações na fala, engasgos frequentes, cãibras e perda de peso.
O caso de Sarah ilustra como a tecnologia ultrapassa barreiras impostas por doenças graves, devolvendo não apenas a capacidade de se comunicar, mas também a sensação de dignidade, identidade e pertencimento.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx29gz8pg8qo.ADAPTADO.
Aos trinta e quatro anos, pouco depois do nascimento do segundo filho, ela recebeu o diagnóstico de esclerose lateral amiotrófica, doença degenerativa que "compromete" os neurônios motores.

Conjugando o verbo destacado no futuro do pretérito do indicativo, tem-se:
 

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Como oito segundos em fita de VHS devolveram voz à mulher com doença degenerativa após vinte e cinco anos
"Depois de tanto tempo, eu não conseguia mais me lembrar da minha voz. Quando ouvi novamente, senti vontade de chorar. É uma espécie de milagre", afirma Sarah Ezekiel.
Aos trinta e quatro anos, pouco depois do nascimento do segundo filho, ela recebeu o diagnóstico de esclerose lateral amiotrófica (ELA), doença degenerativa que compromete os neurônios motores. Em poucos meses, ela perdeu o uso das mãos e deixou de falar de maneira inteligível, passando a depender de cuidadores e de tecnologia para se comunicar. Durante mais de vinte anos, a única voz que os filhos conheceram foi a de uma máquina metálica e sem emoção.
A mudança veio quando a família encontrou uma fita VHS dos anos 1990, gravada em ambiente doméstico, na qual havia apenas oito segundos de fala de Sarah. Embora o som estivesse distorcido e abafado, ferramentas de inteligência artificial conseguiram isolar e reconstruir sua voz original, devolvendo-lhe entonação, identidade e emoção.
O impacto foi imediato. Sarah se emocionou ao ouvir a própria voz recriada, e os filhos relataram sentir-se mais próximos da mãe, que agora conseguia expressar estados de espírito e transmitir nuances de sua personalidade. A família descreve essa transformação como um ganho profundo, que reaproximou todos após anos de comunicação limitada.
Antes disso, Sarah viveu longos períodos de isolamento e depressão, até que, com o surgimento da tecnologia de rastreamento ocular, voltou a se expressar, a atuar em projetos de apoio a pessoas com deficiência e até a retomar a pintura. Com esforço, passou a transformar movimentos dos olhos em palavras, frases e obras de arte.
Especialistas observam que as vozes recriadas por inteligência artificial representam um avanço significativo em relação às antigas vozes padronizadas, porque preservam sotaques, ritmos e características individuais. Isso contribui para que cada paciente se reconheça em sua própria fala, reforçando a identidade e a ligação afetiva com familiares e amigos.
No Brasil, o Ministério da Saúde calcula que cerca de doze mil pessoas convivem com a ELA. Embora não exista cura, o Sistema Único de Saúde oferece medicamentos que retardam a progressão, além de fisioterapia, acompanhamento nutricional e cuidados paliativos. Entre os sintomas estão perda gradual da força, dificuldade para respirar e engolir, alterações na fala, engasgos frequentes, cãibras e perda de peso.
O caso de Sarah ilustra como a tecnologia ultrapassa barreiras impostas por doenças graves, devolvendo não apenas a capacidade de se comunicar, mas também a sensação de dignidade, identidade e pertencimento.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx29gz8pg8qo.ADAPTADO.
Embora não exista cura, o Sistema Único de Saúde oferece medicamentos que retardam a progressão, além de fisioterapia, acompanhamento nutricional e cuidados paliativos.

Assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.
 

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4003972 Ano: 2025
Disciplina: Enfermagem
Banca: IDCAP
Orgão: HEMOBA
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A administração de enemas ou enteroclismas é um procedimento comum na prática do técnico de enfermagem, indicado para alívio da constipação ou para preparo intestinal. A técnica correta é essencial para garantir a eficácia do procedimento e evitar complicações como o desconforto excessivo e a perfuração intestinal. Acerca da técnica de administração de um enema de grande volume, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__) O posicionamento do paciente em decúbito lateral esquerdo (posição de Sims) é recomendado, pois esta posição favorece o fluxo da solução para o cólon sigmoide e descendente, acompanhando a anatomia intestinal.
(__) A sonda retal deve ser lubrificada e inserida no reto do paciente adulto por uma profundidade de, no máximo, 5 centímetros, em direção à cicatriz umbilical, para evitar trauma na mucosa.
(__) A altura do recipiente da solução em relação ao ânus do paciente deve ser de aproximadamente 45 centímetros para enemas de grande volume, a fim de garantir um fluxo por gravidade que seja eficaz, mas não excessivamente rápido.
(__) Caso o paciente refira cólica intensa durante a infusão, o técnico de enfermagem deve pinçar a extensão do equipo por alguns instantes e orientar o paciente a respirar lenta e profundamente até que o desconforto diminua, para então reiniciar o fluxo lentamente.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Questão Anulada

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4003971 Ano: 2025
Disciplina: Enfermagem
Banca: IDCAP
Orgão: HEMOBA
Provas:
Diante de um adulto em colapso súbito, a identificação de uma parada cardiorrespiratória exige o início imediato de compressões torácicas de alta qualidade, mesmo antes da chegada do desfibrilador. A técnica correta é vital para a manutenção da circulação sanguínea. Analise as seguintes afirmações sobre os princípios desta manobra e registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__) A posição correta das mãos para a compressão é no centro do tórax, sobre a metade inferior do esterno, evitando a compressão sobre o apêndice xifoide.
(__) A frequência das compressões deve ser mantida em um ritmo de, no mínimo, 80 e, no máximo, 100 compressões por minuto.
(__) A profundidade das compressões em um adulto deve ser de, no mínimo, 5 centímetros, mas não excedendo 6 centímetros, para evitar lesões torácicas.
(__) É fundamental permitir o retorno completo do tórax à sua posição de repouso após cada compressão, para que o coração possa se encher adequadamente de sangue.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Questão Anulada

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4003970 Ano: 2025
Disciplina: Enfermagem
Banca: IDCAP
Orgão: HEMOBA
Provas:
Um técnico de enfermagem precisa instalar uma sonda nasogástrica (SNG) para alimentação em um paciente adulto, consciente e colaborativo. A correta mensuração do comprimento da sonda a ser introduzida é um passo crítico para garantir seu posicionamento no estômago e evitar a inserção no trato respiratório ou o posicionamento inadequado. Dado o contexto, analise as afirmativas a seguir:

I. A técnica de mensuração mais comum consiste em medir a distância da ponta do nariz ao lobo da orelha e, deste ponto, até o apêndice xifoide do esterno.
II. Para confirmar o posicionamento da sonda após a inserção, o método mais seguro e definitivo é a ausculta do ruído característico após a injeção de ar na sonda com uma seringa.
III. Durante a passagem da sonda pela orofaringe, o técnico deve solicitar ao paciente que realize movimentos de deglutição para facilitar a progressão da sonda para o esôfago e fechar a epiglote.

Está correto o que se afirma em:
Questão Anulada

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4003969 Ano: 2025
Disciplina: Enfermagem
Banca: IDCAP
Orgão: HEMOBA
Provas:
O técnico de enfermagem, ao atuar no alojamento conjunto, tem um papel fundamental na orientação da puérpera sobre os cuidados com o recém-nascido e a identificação de sinais de alerta. A "icterícia neonatal" é uma condição comum, mas que exige vigilância, pois níveis elevados de bilirrubina podem ser neurotóxicos. A avaliação clínica da icterícia é realizada pela observação da progressão cefalocaudal da coloração amarelada da pele. Acerca da avaliação e dos cuidados relacionados à icterícia neonatal, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__) A icterícia que surge nas primeiras 24 horas de vida é considerada fisiológica e benigna, geralmente associada à amamentação, não necessitando de comunicação imediata ao enfermeiro.
(__) A avaliação clínica da icterícia é realizada pela digitopressão da pele (zonas de Kramer), devendo ser feita, preferencialmente, sob luz natural para evitar a alteração na percepção das cores.
(__) A orientação para a mãe colocar o recém-nascido em "banho de sol" é a principal medida terapêutica para a redução de níveis moderados de bilirrubina, substituindo a fototerapia em muitos casos.
(__) Durante a fototerapia, o técnico de enfermagem deve garantir que o recém-nascido esteja despido, com os olhos e a genitália devidamente protegidos, e realizar a mudança de decúbito a cada 2-3 horas para expor toda a superfície corporal à luz.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Questão Anulada

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O tratamento da hemofilia evoluiu significativamente, com a profilaxia sendo o padrão-ouro para prevenir sangramentos e suas sequelas. Acerca dos diferentes regimes de tratamento, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__) O tratamento sob demanda consiste na infusão do concentrado de fator de coagulação apenas após o início de um episódio de sangramento.
(__) A profilaxia primária é iniciada antes ou logo após o primeiro sangramento articular, geralmente antes dos 2 anos de idade, com o objetivo de prevenir a artropatia hemofílica.
(__) A profilaxia secundária é iniciada em pacientes que já apresentam artropatia hemofílica estabelecida, visando prevenir novos sangramentos e a progressão da lesão articular.
(__) Uma vez iniciado o regime de profilaxia, ele nunca pode ser interrompido ou ter sua dose ajustada, mesmo que o paciente atinja a idade adulta e tenha um fenótipo de sangramento mais leve.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Questão Anulada

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