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A Constituição Federal de 1988 estabeleceu o direito à
saúde como um direito fundamental de todos os
cidadãos e um dever do Estado, definindo as bases para
a organização do Sistema Único de Saúde (SUS). Além
disso, dispõe sobre a relevância pública das ações e
serviços de saúde, a participação complementar da
iniciativa privada e as diretrizes de descentralização,
integralidade e participação da comunidade. O texto
constitucional também regula a utilização de recursos
públicos, proíbe a exploração econômica de órgãos e
define competências do SUS em diversas áreas
estratégicas.
Com base nas disposições da Constituição Federal de 1988, assinale a alternativa que apresenta incorretamente os direitos relacionados à saúde.
Com base nas disposições da Constituição Federal de 1988, assinale a alternativa que apresenta incorretamente os direitos relacionados à saúde.
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A Política de Educação Permanente em Saúde (EPS),
instituída pela Portaria nº 278/2014, define a Educação
Permanente em Saúde (EPS) como um processo de
aprendizagem no ambiente de trabalho, em que o ato de
aprender e ensinar integra-se ao cotidiano das
organizações e às práticas profissionais. Fundamentada
na aprendizagem significativa, essa política busca
transformar as práticas dos trabalhadores da saúde,
promovendo uma mudança no modelo de educação em
saúde ao valorizar o aprendizado no contexto laboral e o
protagonismo dos profissionais.
Entre as diretrizes da Política de Educação Permanente em Saúde (EPS), estabelecidas pela Portaria nº 278/2014, está(ão):
I. Fomentar práticas educacionais em espaços coletivos de trabalho, fortalecendo o trabalho em equipes multiprofissionais.
II. Favorecer a autonomia dos sujeitos e a corresponsabilização nos processos de trabalho do Ministério da Saúde.
III. Incentivar a centralização das decisões, desconsiderando o trabalho em equipe e a gestão compartilhada entre os profissionais
É CORRETO o que se afirma em:
Entre as diretrizes da Política de Educação Permanente em Saúde (EPS), estabelecidas pela Portaria nº 278/2014, está(ão):
I. Fomentar práticas educacionais em espaços coletivos de trabalho, fortalecendo o trabalho em equipes multiprofissionais.
II. Favorecer a autonomia dos sujeitos e a corresponsabilização nos processos de trabalho do Ministério da Saúde.
III. Incentivar a centralização das decisões, desconsiderando o trabalho em equipe e a gestão compartilhada entre os profissionais
É CORRETO o que se afirma em:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Com celular e redes sociais, sofrimento e bullying
perseguem adolescentes por onde quer que vão
Nesta reportagem da série da BBC News Brasil dedicada
à saúde mental, o foco recai sobre o cuidado profissional
do sofrimento na adolescência, etapa marcada por
transformações profundas e determinantes para a
passagem à vida adulta.
O debate ganhou força após a estreia da série
Adolescência, da Netflix, que acompanha a história de
Jaime, de treze anos, acusado de esfaquear uma colega.
Fora da ficção, adolescentes buscam apoio terapêutico
por diversas razões, sendo o amor um tema recorrente,
conforme aponta a psicanalista Diana Lichtenstein
Corso, coautora de Adolescência em cartaz: psicanálise
e filmes para entendê-la. Segundo ela, o sentimento
deve ser levado a sério desde cedo, pois toda conquista
é vivida como uma grande aventura e cada ruptura como
uma catástrofe.
Conflitos nas amizades e dilemas éticos também são
frequentes, assim como a timidez, que o adolescente
enxerga como falha grave. Em uma era de
hiperexposição, qualquer recuo natural pode ser sentido
como incapacidade pessoal. Diana defende que se
debata a pressão para se mostrar nas redes, bem como
os padrões superficiais impostos nesse ambiente.
Nesse contexto, a escola desempenha papel central.
Longe de ser neutra, reproduz desigualdades sociais e,
ao mesmo tempo, oferece espaço de acolhimento.
Pressões acadêmicas e exclusões se somam a formas
de violência explícitas ou simbólicas. O psicanalista
Alexandre Patrício de Almeida sugere que docentes
recebam preparo para lidar com a saúde mental de
alunos e que também sejam cuidados, com espaços
regulares de escuta. Já o psicanalista Mário Corso alerta
que, diante da busca dos pais por instituições rigorosas e
competitivas, a escola deveria funcionar como escudo
contra cobranças excessivas, focando no presente do
aluno, reduzindo a ansiedade em torno de desempenho
e fortalecendo a socialização.
O cuidado clínico começa com a nomeação da dor.
Almeida explica que o processo terapêutico ajuda o
adolescente a reconhecer sentimentos e a refletir sobre
formas de enfrentamento, preferencialmente em
perspectiva coletiva que envolva família, escola e
comunidade. Ele ressalta a importância de fortalecer
estruturas como os CAPS Infanto-Juvenis do SUS.
Para a psicanalista Rosa Maria Marini, as narrativas dos
jovens — seja em diários, seja nas redes sociais —
oferecem acesso ao mundo interno, cabendo ao analista
ajudá-los a elaborar essas experiências. A adolescência
é um período de separação dos pais e de construção de
uma intimidade própria, como ressalta a psicanalista
Adela Stoppel de Gueller. Por isso, o sigilo e a confiança são fundamentais, tornando o psicanalista um
interlocutor adulto que não exerce o papel de autoridade
familiar.
Outro desafio é a influência digital. A psicanalista Diana
Lichtenstein Corso compara a formação da identidade a
uma colcha de retalhos construída a partir de múltiplas
referências sociais, culturais e familiares. A internet,
porém, multiplica essas referências e as troca de forma
incessante, produzindo instabilidade semelhante às
imagens de um caleidoscópio. Essa dinâmica
compromete a organização do pensamento e intensifica
fragilidades psíquicas.
Para Mário Corso, não é coincidência que o aumento de
sofrimento mental entre adolescentes acompanhe a
disseminação de smartphones e redes sociais. O
bullying, antes restrito ao espaço escolar, hoje invade a
vida do jovem a qualquer hora do dia. Nesse sentido, ele
considera positiva a lei que proíbe o uso de celulares em
escolas públicas e privadas do Brasil, embora reconheça
que o desafio permanece dentro de casa, já que muitos
pais também se tornaram dependentes dos aparelhos.
Assim, em meio a cobranças sociais, pressões
acadêmicas e influências digitais, a adolescência
revela-se um período de intensas vulnerabilidades, em
que o cuidado profissional, aliado ao apoio familiar,
escolar e comunitário, torna-se essencial para preservar
a saúde mental e oferecer aos jovens um caminho de
construção de identidade, dignidade e pertencimento.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckgr66y4gg1o.ADAPTADO.
Em relação ao uso da linguagem nesse trecho, é correto afirmar que ele se caracteriza pelo emprego de:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Com celular e redes sociais, sofrimento e bullying
perseguem adolescentes por onde quer que vão
Nesta reportagem da série da BBC News Brasil dedicada
à saúde mental, o foco recai sobre o cuidado profissional
do sofrimento na adolescência, etapa marcada por
transformações profundas e determinantes para a
passagem à vida adulta.
O debate ganhou força após a estreia da série
Adolescência, da Netflix, que acompanha a história de
Jaime, de treze anos, acusado de esfaquear uma colega.
Fora da ficção, adolescentes buscam apoio terapêutico
por diversas razões, sendo o amor um tema recorrente,
conforme aponta a psicanalista Diana Lichtenstein
Corso, coautora de Adolescência em cartaz: psicanálise
e filmes para entendê-la. Segundo ela, o sentimento
deve ser levado a sério desde cedo, pois toda conquista
é vivida como uma grande aventura e cada ruptura como
uma catástrofe.
Conflitos nas amizades e dilemas éticos também são
frequentes, assim como a timidez, que o adolescente
enxerga como falha grave. Em uma era de
hiperexposição, qualquer recuo natural pode ser sentido
como incapacidade pessoal. Diana defende que se
debata a pressão para se mostrar nas redes, bem como
os padrões superficiais impostos nesse ambiente.
Nesse contexto, a escola desempenha papel central.
Longe de ser neutra, reproduz desigualdades sociais e,
ao mesmo tempo, oferece espaço de acolhimento.
Pressões acadêmicas e exclusões se somam a formas
de violência explícitas ou simbólicas. O psicanalista
Alexandre Patrício de Almeida sugere que docentes
recebam preparo para lidar com a saúde mental de
alunos e que também sejam cuidados, com espaços
regulares de escuta. Já o psicanalista Mário Corso alerta
que, diante da busca dos pais por instituições rigorosas e
competitivas, a escola deveria funcionar como escudo
contra cobranças excessivas, focando no presente do
aluno, reduzindo a ansiedade em torno de desempenho
e fortalecendo a socialização.
O cuidado clínico começa com a nomeação da dor.
Almeida explica que o processo terapêutico ajuda o
adolescente a reconhecer sentimentos e a refletir sobre
formas de enfrentamento, preferencialmente em
perspectiva coletiva que envolva família, escola e
comunidade. Ele ressalta a importância de fortalecer
estruturas como os CAPS Infanto-Juvenis do SUS.
Para a psicanalista Rosa Maria Marini, as narrativas dos
jovens — seja em diários, seja nas redes sociais —
oferecem acesso ao mundo interno, cabendo ao analista
ajudá-los a elaborar essas experiências. A adolescência
é um período de separação dos pais e de construção de
uma intimidade própria, como ressalta a psicanalista
Adela Stoppel de Gueller. Por isso, o sigilo e a confiança são fundamentais, tornando o psicanalista um
interlocutor adulto que não exerce o papel de autoridade
familiar.
Outro desafio é a influência digital. A psicanalista Diana
Lichtenstein Corso compara a formação da identidade a
uma colcha de retalhos construída a partir de múltiplas
referências sociais, culturais e familiares. A internet,
porém, multiplica essas referências e as troca de forma
incessante, produzindo instabilidade semelhante às
imagens de um caleidoscópio. Essa dinâmica
compromete a organização do pensamento e intensifica
fragilidades psíquicas.
Para Mário Corso, não é coincidência que o aumento de
sofrimento mental entre adolescentes acompanhe a
disseminação de smartphones e redes sociais. O
bullying, antes restrito ao espaço escolar, hoje invade a
vida do jovem a qualquer hora do dia. Nesse sentido, ele
considera positiva a lei que proíbe o uso de celulares em
escolas públicas e privadas do Brasil, embora reconheça
que o desafio permanece dentro de casa, já que muitos
pais também se tornaram dependentes dos aparelhos.
Assim, em meio a cobranças sociais, pressões
acadêmicas e influências digitais, a adolescência
revela-se um período de intensas vulnerabilidades, em
que o cuidado profissional, aliado ao apoio familiar,
escolar e comunitário, torna-se essencial para preservar
a saúde mental e oferecer aos jovens um caminho de
construção de identidade, dignidade e pertencimento.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckgr66y4gg1o.ADAPTADO.
Assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.
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Com celular e redes sociais, sofrimento e bullying
perseguem adolescentes por onde quer que vão
Nesta reportagem da série da BBC News Brasil dedicada
à saúde mental, o foco recai sobre o cuidado profissional
do sofrimento na adolescência, etapa marcada por
transformações profundas e determinantes para a
passagem à vida adulta.
O debate ganhou força após a estreia da série
Adolescência, da Netflix, que acompanha a história de
Jaime, de treze anos, acusado de esfaquear uma colega.
Fora da ficção, adolescentes buscam apoio terapêutico
por diversas razões, sendo o amor um tema recorrente,
conforme aponta a psicanalista Diana Lichtenstein
Corso, coautora de Adolescência em cartaz: psicanálise
e filmes para entendê-la. Segundo ela, o sentimento
deve ser levado a sério desde cedo, pois toda conquista
é vivida como uma grande aventura e cada ruptura como
uma catástrofe.
Conflitos nas amizades e dilemas éticos também são
frequentes, assim como a timidez, que o adolescente
enxerga como falha grave. Em uma era de
hiperexposição, qualquer recuo natural pode ser sentido
como incapacidade pessoal. Diana defende que se
debata a pressão para se mostrar nas redes, bem como
os padrões superficiais impostos nesse ambiente.
Nesse contexto, a escola desempenha papel central.
Longe de ser neutra, reproduz desigualdades sociais e,
ao mesmo tempo, oferece espaço de acolhimento.
Pressões acadêmicas e exclusões se somam a formas
de violência explícitas ou simbólicas. O psicanalista
Alexandre Patrício de Almeida sugere que docentes
recebam preparo para lidar com a saúde mental de
alunos e que também sejam cuidados, com espaços
regulares de escuta. Já o psicanalista Mário Corso alerta
que, diante da busca dos pais por instituições rigorosas e
competitivas, a escola deveria funcionar como escudo
contra cobranças excessivas, focando no presente do
aluno, reduzindo a ansiedade em torno de desempenho
e fortalecendo a socialização.
O cuidado clínico começa com a nomeação da dor.
Almeida explica que o processo terapêutico ajuda o
adolescente a reconhecer sentimentos e a refletir sobre
formas de enfrentamento, preferencialmente em
perspectiva coletiva que envolva família, escola e
comunidade. Ele ressalta a importância de fortalecer
estruturas como os CAPS Infanto-Juvenis do SUS.
Para a psicanalista Rosa Maria Marini, as narrativas dos
jovens — seja em diários, seja nas redes sociais —
oferecem acesso ao mundo interno, cabendo ao analista
ajudá-los a elaborar essas experiências. A adolescência
é um período de separação dos pais e de construção de
uma intimidade própria, como ressalta a psicanalista
Adela Stoppel de Gueller. Por isso, o sigilo e a confiança são fundamentais, tornando o psicanalista um
interlocutor adulto que não exerce o papel de autoridade
familiar.
Outro desafio é a influência digital. A psicanalista Diana
Lichtenstein Corso compara a formação da identidade a
uma colcha de retalhos construída a partir de múltiplas
referências sociais, culturais e familiares. A internet,
porém, multiplica essas referências e as troca de forma
incessante, produzindo instabilidade semelhante às
imagens de um caleidoscópio. Essa dinâmica
compromete a organização do pensamento e intensifica
fragilidades psíquicas.
Para Mário Corso, não é coincidência que o aumento de
sofrimento mental entre adolescentes acompanhe a
disseminação de smartphones e redes sociais. O
bullying, antes restrito ao espaço escolar, hoje invade a
vida do jovem a qualquer hora do dia. Nesse sentido, ele
considera positiva a lei que proíbe o uso de celulares em
escolas públicas e privadas do Brasil, embora reconheça
que o desafio permanece dentro de casa, já que muitos
pais também se tornaram dependentes dos aparelhos.
Assim, em meio a cobranças sociais, pressões
acadêmicas e influências digitais, a adolescência
revela-se um período de intensas vulnerabilidades, em
que o cuidado profissional, aliado ao apoio familiar,
escolar e comunitário, torna-se essencial para preservar
a saúde mental e oferecer aos jovens um caminho de
construção de identidade, dignidade e pertencimento.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckgr66y4gg1o.ADAPTADO.
De acordo com a regência verbal, o verbo destacado na frase classifica-se como:
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Com celular e redes sociais, sofrimento e bullying
perseguem adolescentes por onde quer que vão
Nesta reportagem da série da BBC News Brasil dedicada
à saúde mental, o foco recai sobre o cuidado profissional
do sofrimento na adolescência, etapa marcada por
transformações profundas e determinantes para a
passagem à vida adulta.
O debate ganhou força após a estreia da série
Adolescência, da Netflix, que acompanha a história de
Jaime, de treze anos, acusado de esfaquear uma colega.
Fora da ficção, adolescentes buscam apoio terapêutico
por diversas razões, sendo o amor um tema recorrente,
conforme aponta a psicanalista Diana Lichtenstein
Corso, coautora de Adolescência em cartaz: psicanálise
e filmes para entendê-la. Segundo ela, o sentimento
deve ser levado a sério desde cedo, pois toda conquista
é vivida como uma grande aventura e cada ruptura como
uma catástrofe.
Conflitos nas amizades e dilemas éticos também são
frequentes, assim como a timidez, que o adolescente
enxerga como falha grave. Em uma era de
hiperexposição, qualquer recuo natural pode ser sentido
como incapacidade pessoal. Diana defende que se
debata a pressão para se mostrar nas redes, bem como
os padrões superficiais impostos nesse ambiente.
Nesse contexto, a escola desempenha papel central.
Longe de ser neutra, reproduz desigualdades sociais e,
ao mesmo tempo, oferece espaço de acolhimento.
Pressões acadêmicas e exclusões se somam a formas
de violência explícitas ou simbólicas. O psicanalista
Alexandre Patrício de Almeida sugere que docentes
recebam preparo para lidar com a saúde mental de
alunos e que também sejam cuidados, com espaços
regulares de escuta. Já o psicanalista Mário Corso alerta
que, diante da busca dos pais por instituições rigorosas e
competitivas, a escola deveria funcionar como escudo
contra cobranças excessivas, focando no presente do
aluno, reduzindo a ansiedade em torno de desempenho
e fortalecendo a socialização.
O cuidado clínico começa com a nomeação da dor.
Almeida explica que o processo terapêutico ajuda o
adolescente a reconhecer sentimentos e a refletir sobre
formas de enfrentamento, preferencialmente em
perspectiva coletiva que envolva família, escola e
comunidade. Ele ressalta a importância de fortalecer
estruturas como os CAPS Infanto-Juvenis do SUS.
Para a psicanalista Rosa Maria Marini, as narrativas dos
jovens — seja em diários, seja nas redes sociais —
oferecem acesso ao mundo interno, cabendo ao analista
ajudá-los a elaborar essas experiências. A adolescência
é um período de separação dos pais e de construção de
uma intimidade própria, como ressalta a psicanalista
Adela Stoppel de Gueller. Por isso, o sigilo e a confiança são fundamentais, tornando o psicanalista um
interlocutor adulto que não exerce o papel de autoridade
familiar.
Outro desafio é a influência digital. A psicanalista Diana
Lichtenstein Corso compara a formação da identidade a
uma colcha de retalhos construída a partir de múltiplas
referências sociais, culturais e familiares. A internet,
porém, multiplica essas referências e as troca de forma
incessante, produzindo instabilidade semelhante às
imagens de um caleidoscópio. Essa dinâmica
compromete a organização do pensamento e intensifica
fragilidades psíquicas.
Para Mário Corso, não é coincidência que o aumento de
sofrimento mental entre adolescentes acompanhe a
disseminação de smartphones e redes sociais. O
bullying, antes restrito ao espaço escolar, hoje invade a
vida do jovem a qualquer hora do dia. Nesse sentido, ele
considera positiva a lei que proíbe o uso de celulares em
escolas públicas e privadas do Brasil, embora reconheça
que o desafio permanece dentro de casa, já que muitos
pais também se tornaram dependentes dos aparelhos.
Assim, em meio a cobranças sociais, pressões
acadêmicas e influências digitais, a adolescência
revela-se um período de intensas vulnerabilidades, em
que o cuidado profissional, aliado ao apoio familiar,
escolar e comunitário, torna-se essencial para preservar
a saúde mental e oferecer aos jovens um caminho de
construção de identidade, dignidade e pertencimento.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckgr66y4gg1o.ADAPTADO.
Assinale a alternativa em que o vocábulo destacado corresponde a um advérbio simples de tempo que expressa atualidade.
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Com celular e redes sociais, sofrimento e bullying
perseguem adolescentes por onde quer que vão
Nesta reportagem da série da BBC News Brasil dedicada
à saúde mental, o foco recai sobre o cuidado profissional
do sofrimento na adolescência, etapa marcada por
transformações profundas e determinantes para a
passagem à vida adulta.
O debate ganhou força após a estreia da série
Adolescência, da Netflix, que acompanha a história de
Jaime, de treze anos, acusado de esfaquear uma colega.
Fora da ficção, adolescentes buscam apoio terapêutico
por diversas razões, sendo o amor um tema recorrente,
conforme aponta a psicanalista Diana Lichtenstein
Corso, coautora de Adolescência em cartaz: psicanálise
e filmes para entendê-la. Segundo ela, o sentimento
deve ser levado a sério desde cedo, pois toda conquista
é vivida como uma grande aventura e cada ruptura como
uma catástrofe.
Conflitos nas amizades e dilemas éticos também são
frequentes, assim como a timidez, que o adolescente
enxerga como falha grave. Em uma era de
hiperexposição, qualquer recuo natural pode ser sentido
como incapacidade pessoal. Diana defende que se
debata a pressão para se mostrar nas redes, bem como
os padrões superficiais impostos nesse ambiente.
Nesse contexto, a escola desempenha papel central.
Longe de ser neutra, reproduz desigualdades sociais e,
ao mesmo tempo, oferece espaço de acolhimento.
Pressões acadêmicas e exclusões se somam a formas
de violência explícitas ou simbólicas. O psicanalista
Alexandre Patrício de Almeida sugere que docentes
recebam preparo para lidar com a saúde mental de
alunos e que também sejam cuidados, com espaços
regulares de escuta. Já o psicanalista Mário Corso alerta
que, diante da busca dos pais por instituições rigorosas e
competitivas, a escola deveria funcionar como escudo
contra cobranças excessivas, focando no presente do
aluno, reduzindo a ansiedade em torno de desempenho
e fortalecendo a socialização.
O cuidado clínico começa com a nomeação da dor.
Almeida explica que o processo terapêutico ajuda o
adolescente a reconhecer sentimentos e a refletir sobre
formas de enfrentamento, preferencialmente em
perspectiva coletiva que envolva família, escola e
comunidade. Ele ressalta a importância de fortalecer
estruturas como os CAPS Infanto-Juvenis do SUS.
Para a psicanalista Rosa Maria Marini, as narrativas dos
jovens — seja em diários, seja nas redes sociais —
oferecem acesso ao mundo interno, cabendo ao analista
ajudá-los a elaborar essas experiências. A adolescência
é um período de separação dos pais e de construção de
uma intimidade própria, como ressalta a psicanalista
Adela Stoppel de Gueller. Por isso, o sigilo e a confiança são fundamentais, tornando o psicanalista um
interlocutor adulto que não exerce o papel de autoridade
familiar.
Outro desafio é a influência digital. A psicanalista Diana
Lichtenstein Corso compara a formação da identidade a
uma colcha de retalhos construída a partir de múltiplas
referências sociais, culturais e familiares. A internet,
porém, multiplica essas referências e as troca de forma
incessante, produzindo instabilidade semelhante às
imagens de um caleidoscópio. Essa dinâmica
compromete a organização do pensamento e intensifica
fragilidades psíquicas.
Para Mário Corso, não é coincidência que o aumento de
sofrimento mental entre adolescentes acompanhe a
disseminação de smartphones e redes sociais. O
bullying, antes restrito ao espaço escolar, hoje invade a
vida do jovem a qualquer hora do dia. Nesse sentido, ele
considera positiva a lei que proíbe o uso de celulares em
escolas públicas e privadas do Brasil, embora reconheça
que o desafio permanece dentro de casa, já que muitos
pais também se tornaram dependentes dos aparelhos.
Assim, em meio a cobranças sociais, pressões
acadêmicas e influências digitais, a adolescência
revela-se um período de intensas vulnerabilidades, em
que o cuidado profissional, aliado ao apoio familiar,
escolar e comunitário, torna-se essencial para preservar
a saúde mental e oferecer aos jovens um caminho de
construção de identidade, dignidade e pertencimento.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckgr66y4gg1o.ADAPTADO.
Sintaticamente, o termo destacado trata-se de:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Com celular e redes sociais, sofrimento e bullying
perseguem adolescentes por onde quer que vão
Nesta reportagem da série da BBC News Brasil dedicada
à saúde mental, o foco recai sobre o cuidado profissional
do sofrimento na adolescência, etapa marcada por
transformações profundas e determinantes para a
passagem à vida adulta.
O debate ganhou força após a estreia da série
Adolescência, da Netflix, que acompanha a história de
Jaime, de treze anos, acusado de esfaquear uma colega.
Fora da ficção, adolescentes buscam apoio terapêutico
por diversas razões, sendo o amor um tema recorrente,
conforme aponta a psicanalista Diana Lichtenstein
Corso, coautora de Adolescência em cartaz: psicanálise
e filmes para entendê-la. Segundo ela, o sentimento
deve ser levado a sério desde cedo, pois toda conquista
é vivida como uma grande aventura e cada ruptura como
uma catástrofe.
Conflitos nas amizades e dilemas éticos também são
frequentes, assim como a timidez, que o adolescente
enxerga como falha grave. Em uma era de
hiperexposição, qualquer recuo natural pode ser sentido
como incapacidade pessoal. Diana defende que se
debata a pressão para se mostrar nas redes, bem como
os padrões superficiais impostos nesse ambiente.
Nesse contexto, a escola desempenha papel central.
Longe de ser neutra, reproduz desigualdades sociais e,
ao mesmo tempo, oferece espaço de acolhimento.
Pressões acadêmicas e exclusões se somam a formas
de violência explícitas ou simbólicas. O psicanalista
Alexandre Patrício de Almeida sugere que docentes
recebam preparo para lidar com a saúde mental de
alunos e que também sejam cuidados, com espaços
regulares de escuta. Já o psicanalista Mário Corso alerta
que, diante da busca dos pais por instituições rigorosas e
competitivas, a escola deveria funcionar como escudo
contra cobranças excessivas, focando no presente do
aluno, reduzindo a ansiedade em torno de desempenho
e fortalecendo a socialização.
O cuidado clínico começa com a nomeação da dor.
Almeida explica que o processo terapêutico ajuda o
adolescente a reconhecer sentimentos e a refletir sobre
formas de enfrentamento, preferencialmente em
perspectiva coletiva que envolva família, escola e
comunidade. Ele ressalta a importância de fortalecer
estruturas como os CAPS Infanto-Juvenis do SUS.
Para a psicanalista Rosa Maria Marini, as narrativas dos
jovens — seja em diários, seja nas redes sociais —
oferecem acesso ao mundo interno, cabendo ao analista
ajudá-los a elaborar essas experiências. A adolescência
é um período de separação dos pais e de construção de
uma intimidade própria, como ressalta a psicanalista
Adela Stoppel de Gueller. Por isso, o sigilo e a confiança são fundamentais, tornando o psicanalista um
interlocutor adulto que não exerce o papel de autoridade
familiar.
Outro desafio é a influência digital. A psicanalista Diana
Lichtenstein Corso compara a formação da identidade a
uma colcha de retalhos construída a partir de múltiplas
referências sociais, culturais e familiares. A internet,
porém, multiplica essas referências e as troca de forma
incessante, produzindo instabilidade semelhante às
imagens de um caleidoscópio. Essa dinâmica
compromete a organização do pensamento e intensifica
fragilidades psíquicas.
Para Mário Corso, não é coincidência que o aumento de
sofrimento mental entre adolescentes acompanhe a
disseminação de smartphones e redes sociais. O
bullying, antes restrito ao espaço escolar, hoje invade a
vida do jovem a qualquer hora do dia. Nesse sentido, ele
considera positiva a lei que proíbe o uso de celulares em
escolas públicas e privadas do Brasil, embora reconheça
que o desafio permanece dentro de casa, já que muitos
pais também se tornaram dependentes dos aparelhos.
Assim, em meio a cobranças sociais, pressões
acadêmicas e influências digitais, a adolescência
revela-se um período de intensas vulnerabilidades, em
que o cuidado profissional, aliado ao apoio familiar,
escolar e comunitário, torna-se essencial para preservar
a saúde mental e oferecer aos jovens um caminho de
construção de identidade, dignidade e pertencimento.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckgr66y4gg1o.ADAPTADO.
Com base no texto, assinale a alternativa correta quanto à tipologia e ao gênero textual.
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Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Com celular e redes sociais, sofrimento e bullying
perseguem adolescentes por onde quer que vão
Nesta reportagem da série da BBC News Brasil dedicada
à saúde mental, o foco recai sobre o cuidado profissional
do sofrimento na adolescência, etapa marcada por
transformações profundas e determinantes para a
passagem à vida adulta.
O debate ganhou força após a estreia da série
Adolescência, da Netflix, que acompanha a história de
Jaime, de treze anos, acusado de esfaquear uma colega.
Fora da ficção, adolescentes buscam apoio terapêutico
por diversas razões, sendo o amor um tema recorrente,
conforme aponta a psicanalista Diana Lichtenstein
Corso, coautora de Adolescência em cartaz: psicanálise
e filmes para entendê-la. Segundo ela, o sentimento
deve ser levado a sério desde cedo, pois toda conquista
é vivida como uma grande aventura e cada ruptura como
uma catástrofe.
Conflitos nas amizades e dilemas éticos também são
frequentes, assim como a timidez, que o adolescente
enxerga como falha grave. Em uma era de
hiperexposição, qualquer recuo natural pode ser sentido
como incapacidade pessoal. Diana defende que se
debata a pressão para se mostrar nas redes, bem como
os padrões superficiais impostos nesse ambiente.
Nesse contexto, a escola desempenha papel central.
Longe de ser neutra, reproduz desigualdades sociais e,
ao mesmo tempo, oferece espaço de acolhimento.
Pressões acadêmicas e exclusões se somam a formas
de violência explícitas ou simbólicas. O psicanalista
Alexandre Patrício de Almeida sugere que docentes
recebam preparo para lidar com a saúde mental de
alunos e que também sejam cuidados, com espaços
regulares de escuta. Já o psicanalista Mário Corso alerta
que, diante da busca dos pais por instituições rigorosas e
competitivas, a escola deveria funcionar como escudo
contra cobranças excessivas, focando no presente do
aluno, reduzindo a ansiedade em torno de desempenho
e fortalecendo a socialização.
O cuidado clínico começa com a nomeação da dor.
Almeida explica que o processo terapêutico ajuda o
adolescente a reconhecer sentimentos e a refletir sobre
formas de enfrentamento, preferencialmente em
perspectiva coletiva que envolva família, escola e
comunidade. Ele ressalta a importância de fortalecer
estruturas como os CAPS Infanto-Juvenis do SUS.
Para a psicanalista Rosa Maria Marini, as narrativas dos
jovens — seja em diários, seja nas redes sociais —
oferecem acesso ao mundo interno, cabendo ao analista
ajudá-los a elaborar essas experiências. A adolescência
é um período de separação dos pais e de construção de
uma intimidade própria, como ressalta a psicanalista
Adela Stoppel de Gueller. Por isso, o sigilo e a confiança são fundamentais, tornando o psicanalista um
interlocutor adulto que não exerce o papel de autoridade
familiar.
Outro desafio é a influência digital. A psicanalista Diana
Lichtenstein Corso compara a formação da identidade a
uma colcha de retalhos construída a partir de múltiplas
referências sociais, culturais e familiares. A internet,
porém, multiplica essas referências e as troca de forma
incessante, produzindo instabilidade semelhante às
imagens de um caleidoscópio. Essa dinâmica
compromete a organização do pensamento e intensifica
fragilidades psíquicas.
Para Mário Corso, não é coincidência que o aumento de
sofrimento mental entre adolescentes acompanhe a
disseminação de smartphones e redes sociais. O
bullying, antes restrito ao espaço escolar, hoje invade a
vida do jovem a qualquer hora do dia. Nesse sentido, ele
considera positiva a lei que proíbe o uso de celulares em
escolas públicas e privadas do Brasil, embora reconheça
que o desafio permanece dentro de casa, já que muitos
pais também se tornaram dependentes dos aparelhos.
Assim, em meio a cobranças sociais, pressões
acadêmicas e influências digitais, a adolescência
revela-se um período de intensas vulnerabilidades, em
que o cuidado profissional, aliado ao apoio familiar,
escolar e comunitário, torna-se essencial para preservar
a saúde mental e oferecer aos jovens um caminho de
construção de identidade, dignidade e pertencimento.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckgr66y4gg1o.ADAPTADO.
De acordo com o texto base, assinale a alternativa correta.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Com celular e redes sociais, sofrimento e bullying
perseguem adolescentes por onde quer que vão
Nesta reportagem da série da BBC News Brasil dedicada
à saúde mental, o foco recai sobre o cuidado profissional
do sofrimento na adolescência, etapa marcada por
transformações profundas e determinantes para a
passagem à vida adulta.
O debate ganhou força após a estreia da série
Adolescência, da Netflix, que acompanha a história de
Jaime, de treze anos, acusado de esfaquear uma colega.
Fora da ficção, adolescentes buscam apoio terapêutico
por diversas razões, sendo o amor um tema recorrente,
conforme aponta a psicanalista Diana Lichtenstein
Corso, coautora de Adolescência em cartaz: psicanálise
e filmes para entendê-la. Segundo ela, o sentimento
deve ser levado a sério desde cedo, pois toda conquista
é vivida como uma grande aventura e cada ruptura como
uma catástrofe.
Conflitos nas amizades e dilemas éticos também são
frequentes, assim como a timidez, que o adolescente
enxerga como falha grave. Em uma era de
hiperexposição, qualquer recuo natural pode ser sentido
como incapacidade pessoal. Diana defende que se
debata a pressão para se mostrar nas redes, bem como
os padrões superficiais impostos nesse ambiente.
Nesse contexto, a escola desempenha papel central.
Longe de ser neutra, reproduz desigualdades sociais e,
ao mesmo tempo, oferece espaço de acolhimento.
Pressões acadêmicas e exclusões se somam a formas
de violência explícitas ou simbólicas. O psicanalista
Alexandre Patrício de Almeida sugere que docentes
recebam preparo para lidar com a saúde mental de
alunos e que também sejam cuidados, com espaços
regulares de escuta. Já o psicanalista Mário Corso alerta
que, diante da busca dos pais por instituições rigorosas e
competitivas, a escola deveria funcionar como escudo
contra cobranças excessivas, focando no presente do
aluno, reduzindo a ansiedade em torno de desempenho
e fortalecendo a socialização.
O cuidado clínico começa com a nomeação da dor.
Almeida explica que o processo terapêutico ajuda o
adolescente a reconhecer sentimentos e a refletir sobre
formas de enfrentamento, preferencialmente em
perspectiva coletiva que envolva família, escola e
comunidade. Ele ressalta a importância de fortalecer
estruturas como os CAPS Infanto-Juvenis do SUS.
Para a psicanalista Rosa Maria Marini, as narrativas dos
jovens — seja em diários, seja nas redes sociais —
oferecem acesso ao mundo interno, cabendo ao analista
ajudá-los a elaborar essas experiências. A adolescência
é um período de separação dos pais e de construção de
uma intimidade própria, como ressalta a psicanalista
Adela Stoppel de Gueller. Por isso, o sigilo e a confiança são fundamentais, tornando o psicanalista um
interlocutor adulto que não exerce o papel de autoridade
familiar.
Outro desafio é a influência digital. A psicanalista Diana
Lichtenstein Corso compara a formação da identidade a
uma colcha de retalhos construída a partir de múltiplas
referências sociais, culturais e familiares. A internet,
porém, multiplica essas referências e as troca de forma
incessante, produzindo instabilidade semelhante às
imagens de um caleidoscópio. Essa dinâmica
compromete a organização do pensamento e intensifica
fragilidades psíquicas.
Para Mário Corso, não é coincidência que o aumento de
sofrimento mental entre adolescentes acompanhe a
disseminação de smartphones e redes sociais. O
bullying, antes restrito ao espaço escolar, hoje invade a
vida do jovem a qualquer hora do dia. Nesse sentido, ele
considera positiva a lei que proíbe o uso de celulares em
escolas públicas e privadas do Brasil, embora reconheça
que o desafio permanece dentro de casa, já que muitos
pais também se tornaram dependentes dos aparelhos.
Assim, em meio a cobranças sociais, pressões
acadêmicas e influências digitais, a adolescência
revela-se um período de intensas vulnerabilidades, em
que o cuidado profissional, aliado ao apoio familiar,
escolar e comunitário, torna-se essencial para preservar
a saúde mental e oferecer aos jovens um caminho de
construção de identidade, dignidade e pertencimento.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckgr66y4gg1o.ADAPTADO.
O verbo destacado na frase encontra-se conjugado no:
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