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- Fundamentos de Sistemas OperacionaisSistemas Multiusuário/Multiprogramáveis
- Gerenciamento de ProcessosEstados dos Processos
Sobre estados de processos em um sistema operacional multiprogramável / multitarefa, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).
I. Um processo neste tipo de sistema operacional não é executado todo o tempo pelo processador. Durante sua existência, ele passa por uma série de estados.
II. Um processo é dito no estado de execução quando está sendo processado pela UCP.
III. Um processo está no estado de pronto quando aguarda algum determinado evento externo ou por algum recurso para poder prosseguir seu processamento.
IV. Basicamente, existem três estados em que um processo pode se encontrar neste sistema: Execução (running), Pronto (ready) e Espera (wait).
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Sobre redes Wireless, assinale a alternativa INCORRETA.
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Sobre o padrão de rede Fast Ethernet, assinale a alternativa INCORRETA.
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Sobre Tipos seriais no SGBD Postgresql 8.0.0, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).
I. Neste SGBD tipos seriais são composto somente de forma manual pelos administradores, isso faz-se através de functions combinadas com trigers.
II. Tipos de dados serial e bigserial não são tipos verdadeiros, mas meramente uma notação conveniente para definir colunas identificadoras únicas (semelhante ao AUTO_INCREMENTO de outros SGBDs).
III. Na implementação corrente especificar
CREATE TABLE nome_da_tabela (
nome_da_coluna SERIAL
);
equivale a especificar:
CREATE SEQUENCE nome_da_tabela_nome_da_coluna_seq;
CREATE TABLE nome_da_tabela (
nome_da_coluna integer DEFAULT nextval(‘nome_da_tabela_nome_da_coluna_seq’) NOT NULL
);
CREATE TABLE nome_da_tabela (
nome_da_coluna SERIAL
);
equivale a especificar:
CREATE SEQUENCE nome_da_tabela_nome_da_coluna_seq;
CREATE TABLE nome_da_tabela (
nome_da_coluna integer DEFAULT nextval(‘nome_da_tabela_nome_da_coluna_seq’) NOT NULL
);
IV. Na maior parte das vezes, ao criar um campo serial, devemos botar restrições como UNIQUE ou PRIMARY KEY.
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- Transmissão de DadosCaracterísticas de TransmissãoTaxa de Transferência de Dados
- Transmissão de DadosComutação de Células, Circuitos e Pacotes
- Transmissão de DadosDomínios de Colisão e Broadcast
Preencha as lacunas e assinale a alternativa correta.
O permite definir o tamanho máximo dos que são transmitidos através da . Usar pacotes menores pode melhorar sutilmente o desempenho em conexões via modem ou em redes baseadas em hubs burras, onde exista um grande volume de . Mas em situações normais, reduzir o só atrapalha.
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Os legisladores e o Verbo Divino
Cláudio de Moura e Castro
Pensemos na seguinte situação. Três pessoas estão em uma sala, prontas para devorar uma travessa de comida. E eis que chegam mais três. Será preciso deitar água no feijão, para dividi-lo entre os comensais. Todos comem feijão aguado. Os mesmos três estão ouvindo um cantor, quando irrompem mais três na sala. Mas agora é diferente, ninguém ouve ou vê menos pela presença dos outros. Não há do que privar-se, pois ninguém “come” o som e a imagem dos outros. Se continuar a chegar gente, acabarão todos se acotovelando e cochichos atrapalharão o deleite da música. Mas quantos serão, a ponto de reduzir o prazer da cantoria? Obviamente, isso dependerá do tamanho da sala, do formato, da acústica, do volume da voz e se há amplificação, entre outros fatores. Não há um número mágico.
Esse experimento abstrato pode ser comparado a uma sala de aula. Quando chegam mais alunos, não é como o caso do feijão aguado. Pelo contrário, é semelhante ao do cantor. Mais gente na sala não prejudica o aprendizado. E não é preciso muita imaginação para concluir que aulas maiores custam menos, economizando recursos, vantagem nada trivial. No primeiro ano de Harvard, muitas aulas são em anfiteatros, com todos os 400 alunos iniciantes. O curso de introdução à economia, em Berkeley, tinha 1200. Se essa fórmula fosse tão ruim, Harvard não seria a melhor universidade do mundo e Berkeley, a melhor pública. As salas do ensino médio coreano tinham mais de sessenta alunos. Mesmo assim, a Coreia já possuía um excelente sistema educativo. No Brasil, temos o exemplo dos cursinhos, operando com salas enormes. Para a maioria dos alunos, é o melhor ensino que jamais experimentarão.
A realidade é ainda mais turva. Pergunte-se ao público se prefere ouvir Caetano Veloso em uma sala com 100 espectadores ou um cantor menor, em uma sala com 35. Pergunte-se aos alunos se preferem um grande professor, em uma sala enorme, ou um medíocre, em uma salinha de 35 lugares. Em ambos os casos, a resposta é a mesma e óbvia. Para os puristas, se há muitos alunos, dilui-se a interação deles com o professor. É um argumento sério, sempre e quando tal interação for praticada. Mas isso é raríssimo, qualquer que seja o tamanho da sala. Tais perplexidades atraíram muitos estudos, na tentativa de determinar o impacto do tamanho da sala de aula sobre o aprendizado. De fato, esse é um dos temas mais pesquisados, com medidas cuidadosas e grupos de controle. São centenas de pesquisas, tantas que não mais se justifica fazer outras. E o que nos dizem? Simplesmente, com a única exceção constituída pelos alunos pobres dos anos iniciais, não há nenhuma associação entre o tamanho da sala e o nível de aprendizado. Infere-se que os casos de interação aluno- professor são raríssimos. Desde que se possa ver e ouvir o mestre, pôr ou tirar alunos não afeta o rendimento. É leviano negar o que diz a avalanche de pesquisas. Entendamos, os resultados descrevem o coletivo das escolas.
Tais análises não avaliam métodos eficazes que requerem poucos alunos. Isso porque sua superioridade não pode ser medida se quem os adota está perdido em um mundão de escolas tradicionais. A própria definição de tamanho de sala vai se esfarelando. Imaginemos um colégio com professores excelentes dando aulas em salas com sessenta estudantes. Depois, grupos de dez alunos se reúnem com professores mais jovens para discutir os assuntos da aula. Além disso, os alunos fazem duas disciplinas a distância, uma delas com um tutor por 500 alunos e outra, totalmente informatizada (relação aluno/professor = infinito). Quantos professores por aluno há nessa escola? Desde que temos Ideb e Enem, o tema é irrelevante. Se o estudante aprendeu, pouco importa como funciona a sala de aula. Pois não é que o nosso Legislativo, com uma pauta atolada de problemas angustiantes, se mete a legislar sobre o número de alunos na sala de aula? Pela proposta em discussão, no ensino médio, não será possível ultrapassar o número mágico de 35. Deve ser uma cifra que, em sua infinita magnificência, Deus revelou aos legisladores, pois de nenhuma pesquisa saiu.
Revista Veja, edição 2.299, p. 28.
“...Harvard não seria a melhor universidade do mundo e Berkeley, a melhor pública.”
No fragmento acima, temos um exemplo de figura de
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Sobre tipos compostos no SGBD PostgreSQL 8.0.0, assinale a alternativa INCORRETA.
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Sobre declarações do tipo Genérico na linguagem de programação Java, assinale a alternativa INCORRETA.
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Assinale a alternativa que NÃO apresenta um tipo de entrada válida para o tipo date, isso no SGBD PostgresSQL 8.0.0.
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2441944
Ano: 2012
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: AOCP
Orgão: IBC
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: AOCP
Orgão: IBC
Provas:
Sobre Unidade Central de Processamento, assinale a alternativa INCORRETA.
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