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Foram encontradas 50 questões.

2441419 Ano: 2012
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: AOCP
Orgão: IBC
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Sobre conversões de tipos a partir de uma String na de programação Java, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).
I. Boolean.parseBoolean(String) tem como objetivo tentar converter uma String para um Boolean.
II. O método Byte.parseByte(String, double base) tenta converter uma String para um tipo Byte e tem como auxiliar a variável base do tipo double.
III. Não há método conversor de String para Short nesta linguagem de programação.
IV. Método Float.parseFloat(String, int base) tem como objetivo converter uma String para Float.
 

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2437006 Ano: 2012
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: AOCP
Orgão: IBC
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Preencha as lacunas e assinale a alternativa correta.
A , também conhecida como memória , é a parte do computador onde são armazenados . Essa memória é composta por unidades de acesso chamadas .
 

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2436703 Ano: 2012
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: AOCP
Orgão: IBC
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Sobre a cláusula finally da linguagem de programação Java, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).
I. A cláusula finally de um comando thread será executado somente com o fim da execução da seção de código contida no interior do método run.
II. A cláusula finally de um comando try fornece um mecanismos para a execução de uma seção de código seja ou não lançada uma exceção.
III. A cláusula finally do comando try fornece um mecanismo para a execução de uma estática de código seja ou não lançada uma exceção. Devemos lembrar que esse bloco de código somente é permitido caso esteja envolto com uma declaração static {}.
IV. Geralmente a cláusula finally é usada para limpar o estado interno ou para liberar recursos que não são objetos, tais como arquivos abertos armazenados em variáveis locais.
 

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Os legisladores e o Verbo Divino
Cláudio de Moura e Castro
Pensemos na seguinte situação. Três pessoas estão em uma sala, prontas para devorar uma travessa de comida(B). E eis que chegam mais três. Será preciso deitar água no feijão, para dividi-lo entre os comensais. Todos comem feijão aguado. Os mesmos três estão ouvindo um cantor, quando irrompem mais três na sala. Mas agora é diferente, ninguém ouve ou vê menos pela presença dos outros. Não há do que privar-se, pois ninguém “come” o som e a imagem dos outros. Se continuar a chegar gente, acabarão todos se acotovelando e cochichos atrapalharão o deleite da música. Mas quantos serão, a ponto de reduzir o prazer da cantoria?(E) Obviamente, isso dependerá do tamanho da sala, do formato, da acústica, do volume da voz e se há amplificação, entre outros fatores. Não há um número mágico.
Esse experimento abstrato pode ser comparado a uma sala de aula. Quando chegam mais alunos, não é como o caso do feijão aguado. Pelo contrário, é semelhante ao do cantor. Mais gente na sala não prejudica o aprendizado. E não é preciso muita imaginação para concluir que aulas maiores custam menos, economizando recursos, vantagem nada trivial. No primeiro ano de Harvard, muitas aulas são em anfiteatros, com todos os 400 alunos iniciantes. O curso de introdução à economia, em Berkeley, tinha 1200. Se essa fórmula fosse tão ruim, Harvard não seria a melhor universidade do mundo e Berkeley, a melhor pública. As salas do ensino médio coreano tinham mais de sessenta alunos. Mesmo assim, a Coreia já possuía um excelente sistema educativo. No Brasil, temos o exemplo dos cursinhos, operando com salas enormes. Para a maioria dos alunos, é o melhor ensino que jamais experimentarão.
A realidade é ainda mais turva. Pergunte-se ao público se prefere ouvir Caetano Veloso em uma sala com 100 espectadores ou um cantor menor, em uma sala com 35. Pergunte-se aos alunos se preferem um grande professor, em uma sala enorme, ou um medíocre, em uma salinha de 35 lugares. Em ambos os casos, a resposta é a mesma e óbvia. Para os puristas, se há muitos alunos, dilui-se a interação deles com o professor. É um argumento sério, sempre e quando tal interação for praticada. Mas isso é raríssimo, qualquer que seja o tamanho da sala. Tais perplexidades atraíram muitos estudos, na tentativa de determinar o impacto do tamanho da sala de aula(A) sobre o aprendizado. De fato, esse é um dos temas mais pesquisados, com medidas cuidadosas e grupos de controle. São centenas de pesquisas, tantas que não mais se justifica fazer outras. E o que nos dizem? Simplesmente, com a única exceção constituída pelos alunos pobres dos anos iniciais, não há nenhuma associação entre o tamanho da sala e o nível de aprendizado. Infere-se que os casos de interação aluno- professor são raríssimos(C). Desde que se possa ver e ouvir o mestre, pôr ou tirar alunos não afeta o rendimento. É leviano negar o que diz a avalanche de pesquisas. Entendamos, os resultados descrevem o coletivo das escolas.
Tais análises não avaliam métodos eficazes que requerem poucos alunos. Isso porque sua superioridade não pode ser medida se quem os adota está perdido em um mundão de escolas tradicionais. A própria definição de tamanho de sala vai se esfarelando. Imaginemos um colégio com professores excelentes dando aulas em salas com sessenta estudantes. Depois, grupos de dez alunos se reúnem com professores mais jovens para discutir os assuntos da aula. Além disso, os alunos fazem duas disciplinas a distância, uma delas com um tutor por 500 alunos e outra, totalmente informatizada (relação aluno/professor = infinito). Quantos professores por aluno há nessa escola? Desde que temos Ideb e Enem, o tema é irrelevante. Se o estudante aprendeu, pouco importa como funciona a sala de aula. Pois não é que o nosso Legislativo, com uma pauta atolada de problemas angustiantes, se mete a legislar sobre o número de alunos na sala de aula?(D) Pela proposta em discussão, no ensino médio, não será possível ultrapassar o número mágico de 35. Deve ser uma cifra que, em sua infinita magnificência, Deus revelou aos legisladores, pois de nenhuma pesquisa saiu.
Revista Veja, edição 2.299, p. 28.
Em “não será possível ultrapassar o número mágico de 35.”, a função sintática da oração destacada é a mesma encontrada em
 

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Os legisladores e o Verbo Divino
Cláudio de Moura e Castro
1.§ Pensemos na seguinte situação. Três pessoas estão em uma sala, prontas para devorar uma travessa de comida. E eis(C) que chegam mais três. Será preciso deitar água no feijão, para dividi-lo entre os comensais. Todos comem feijão aguado. Os mesmos(C) três estão ouvindo um cantor, quando irrompem mais três na sala. Mas agora é diferente, ninguém ouve ou vê menos pela presença dos outros. Não há do que privar-se, pois ninguém “come” o som e a imagem dos outros. Se continuar a chegar gente, acabarão todos se acotovelando e cochichos atrapalharão o deleite da música. Mas quantos serão, a ponto de reduzir o prazer da cantoria? Obviamente, isso dependerá do tamanho da sala, do formato, da acústica, do volume da voz e se há amplificação, entre outros fatores. Não há um número mágico.
2.§ Esse experimento abstrato pode ser comparado a uma sala de aula. Quando chegam mais alunos, não é como o caso do feijão aguado. Pelo contrário, é semelhante ao do cantor. Mais gente na sala não prejudica o aprendizado. E não é preciso muita imaginação para concluir que aulas maiores custam menos, economizando recursos, vantagem nada trivial. No primeiro ano de Harvard, muitas aulas são em anfiteatros, com todos os 400 alunos iniciantes. O curso de introdução à economia, em Berkeley, tinha 1200. Se essa fórmula fosse tão ruim, Harvard não seria a melhor universidade do mundo e Berkeley, a melhor pública. As salas do ensino médio coreano tinham mais de sessenta alunos. Mesmo assim(B), a Coreia já possuía um excelente sistema educativo. No Brasil, temos o exemplo dos cursinhos, operando com salas enormes. Para a maioria dos alunos, é o melhor ensino que jamais experimentarão.
3.§ A realidade é ainda mais turva. Pergunte-se ao público se prefere ouvir Caetano Veloso em uma sala com 100 espectadores ou um cantor menor, em uma sala com 35. Pergunte-se aos alunos se preferem um grande professor, em uma sala enorme, ou um medíocre, em uma salinha de 35 lugares. Em ambos os casos, a resposta é a mesma e óbvia. Para os puristas, se há muitos alunos, dilui-se a interação deles com o professor. É um argumento sério, sempre e quando tal interação for praticada. Mas isso é raríssimo, qualquer que seja(B) o tamanho da sala. Tais perplexidades atraíram muitos estudos, na tentativa de determinar o impacto do tamanho da sala de aula sobre o aprendizado. De fato, esse é um dos temas mais pesquisados, com medidas cuidadosas e grupos de controle. São centenas de pesquisas, tantas que não mais se justifica fazer outras. E o que nos dizem? Simplesmente, com a única exceção constituída pelos alunos pobres dos anos iniciais, não há nenhuma associação entre o tamanho da sala e o nível de aprendizado. Infere-se que os casos de interação aluno- professor são raríssimos(E). Desde que(A) se possa ver e ouvir o mestre, pôr ou tirar alunos não afeta o rendimento. É leviano(D) negar o que diz a avalanche de pesquisas. Entendamos, os resultados descrevem o coletivo das escolas.
4.§ Tais(C) análises não avaliam métodos eficazes que requerem poucos alunos. Isso porque sua superioridade não pode ser medida se quem os adota está perdido em um mundão de escolas tradicionais. A própria definição de tamanho de sala vai se esfarelando. Imaginemos um colégio com professores excelentes dando aulas em salas com sessenta estudantes. Depois, grupos de dez alunos se reúnem com professores mais jovens para discutir os assuntos da aula. Além disso, os alunos fazem duas disciplinas a distância, uma delas com um tutor por 500 alunos e outra, totalmente informatizada (relação aluno/professor = infinito). Quantos professores por aluno há nessa escola? Desde que(A) temos Ideb e Enem, o tema é irrelevante(D). Se o estudante aprendeu, pouco importa como funciona a sala de aula. Pois não é que o nosso Legislativo, com uma pauta atolada de problemas angustiantes, se mete a legislar sobre o número de alunos na sala de aula? Pela proposta em discussão, no ensino médio, não será possível ultrapassar o número mágico de 35. Deve ser uma cifra que, em sua infinita magnificência, Deus revelou aos legisladores, pois de nenhuma pesquisa saiu.
Revista Veja, edição 2.299, p. 28.
Assinale a alternativa correta quanto ao que se afirma a seguir.
 

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2435623 Ano: 2012
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: AOCP
Orgão: IBC
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Sobre objetos do tipo Exceções (Exception) na linguagem de programação Java, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).
I. Todas as Exceções em Java são objetos.
II. Qualquer classe projetada para objetos que podem ser lançados devem estender a classe Throwable ou uma de suas subclasses.
III. A classe Throwable contém uma String que pode ser usada para descrever a exceção.
IV. Por convenção, a maioria dos novos tipos de exceção estende Exception.
 

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2435519 Ano: 2012
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: AOCP
Orgão: IBC
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Sobre valores literais válidos aceitos em um campo do tipo boolean, valores tantos para o estado true ou false no SGBD PostgreSQL 8.0.0, assinale a alternativa INCORRETA.
 

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2434578 Ano: 2012
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: AOCP
Orgão: IBC
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Qual das alternativas a seguir NÃO apresenta uma das camadas do modelo OSI?
 

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2434323 Ano: 2012
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: AOCP
Orgão: IBC
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Preencha as lacunas e assinale a alternativa correta.
Os são utilizados para permitir a comunicação entre o computador e o . Através desses dispositivos a UCP e a memória principal podem se comunicar, tanto com quanto com memórias secundárias, a fim de realizar qualquer tipo de .
 

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2434148 Ano: 2012
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: AOCP
Orgão: IBC
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Sobre asserções (assert) na linguagem de programação Java, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).
I. Uma asserção é usada para verificar uma invariante, uma condição que deve ser sempre verdadeira está sendo executada desta maneira.
II. Tendo uma asserção constatada como falsa, então uma exceção será lançada.
III. A sintaxe de uma asserção é: assert expraval [: expr-detalhe]; - onde expr-aval é uma expressão boolean ou Boolean e expr-detalhe é uma expressão opcional que será passada para o construtor de AssertionError para ajudar a descrever oproblema.
IV. Asserções são normalmente usadas para assegurar que coisas que “não podem acontecer” sejam notificadas quando elas acontecem.
 

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