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Foram encontradas 970 questões.

2430440 Ano: 2012
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: AOCP
Orgão: IBC
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Preencha as lacunas e assinale a alternativa correta.
“Uma nova e mais abrangente contribuição para a clínica fonoaudiológica na terapia da criança surda, diz respeito aos estudos que privilegiam a díade / ”.
 

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2430427 Ano: 2012
Disciplina: Geografia
Banca: AOCP
Orgão: IBC
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Sobre a divisão regional do Brasil em “complexos econômicos regionais”, criada pelo IBGE com base em critérios geoeconômicos, assinale a alternativa correta.
 

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2430420 Ano: 2012
Disciplina: Geografia
Banca: AOCP
Orgão: IBC
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Assinale a alternativa que melhor define o conceito de território geográfico.
 

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2430382 Ano: 2012
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: AOCP
Orgão: IBC
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Assinale a alternativa INCORRETA a respeito das nomenclaturas normalmente utilizadas para descrever a deglutição em neonatos.
 

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2430362 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: IBC
A questão refere-se ao texto 1
TEXTO 1
Tudo em javanês
J. R. Guzzo
O artigo 13 da Constituição em vigor determina que “a língua portuguesa é o idioma oficial da República Federativa do Brasil”. É um mandamento de utilidade duvidosa, considerando-se que todo mundo sempre soube que aqui se fala o português ─ até 1988, aliás, o Brasil não tinha nenhum “idioma oficial” estabelecido em lei, e jamais se notou problema algum por causa disso durante os 500 anos anteriores. Tudo bem: numa Constituição que tem 250 artigos e mais uma prodigiosa quantidade de “incisos” ─ só o artigo 5° tem 78 ─, umas palavras a mais ou a menos não vão machucar ninguém.
Mas, já que nossa lei mais importante determina que o português é a língua oficial do país, obrigatória nos atos públicos, no ensino, nas placas de trânsito e assim por diante, imagina-se que ela deveria ser falada e escrita corretamente(A), ou pelo menos de maneira compreensível, por todos os que tenham a responsabilidade de resolver alguma coisa. Eis aqui, porém, mais uma questão na qual se faz, na vida prática, justamente(B) o contrário do que a lei manda fazer.
O curioso é que esse tipo de postura comece justamente onde menos deveria começar ─ nas nossas altas cortes de Justiça. É o caso, como milhões de brasileiros estão sentindo justamente agora, e com direito a transmissão ao vivo, da linguagem utilizada pelos ministros do Supremo Tribunal Federal no julgamento do mensalão. Nunca, em toda a sua história, o STF viveu um momento de maior prestígio. Nunca tantos brasileiros viram com os próprios olhos o tribunal em ação. Nunca ele foi tão aplaudido por mostrar-se independente, capaz de condenar gente poderosa na máquina do governo e provar que não se assusta com ameaças ao tomar suas decisões.
Deveria ser uma oportunidade de ouro, assim, para a população entender como a Justiça pode de fato funcionar no Brasil. A chance foi desperdiçada. O STF realizou seu trabalho essencial, sem dúvida ─ mas os ministros fizeram tanta questão de falar “difícil” durante o julgamento que acabaram se tornando perfeitamente(D) incompreensíveis para quem os via e ouvia.
Os dez ministros do STF sabem muito bem que três quartos da população brasileira não são capazes de entender direito o que leem ─ que esperança poderiam ter, então, de que alguém conseguisse entender o que estavam dizendo? Falou-se, no julgamento, em “vértice axiológico”, “crivo probatório” e “exordial acusatória”. Ouviram-se as palavras “subsunção”, “vênia” e “colendo”. Apareceu o verbo ”infirmar”. Em certo momento, um dos ministros falou em “egrégio sodalício”. Que raio de língua seria essa?
Latim não é, mesmo porque os ministros não sabem falar latim. Não é nenhum idioma estrangeiro que se conheça. Também não é português. Os sons lembram vagamente(C) a língua falada no Brasil, e as palavras utilizadas estão nos dicionários do nosso idioma oficial. Mas, se nem o 1% mais instruído da população nacional entende algo desse patuá, o resultado prático é que o julgamento mais importante da história do STF acabou sendo feito numa linguagem desconhecida. Daria na mesma, no fundo, se tivessem falado em javanês ─ tanto que foi indispensável, para os meios de comunicação, armar uma espécie de serviço de tradução simultânea para as pessoas ficarem sabendo se o réu, afinal, estava sendo condenado ou absolvido.
O português tem cerca de 200 000 palavras ─ mais do que o suficiente, portanto, para Suas Excelências encontrarem termos de compreensão mais fácil. Decidiram fazer justo o contrário: não perderam uma única oportunidade de substituir toda e qualquer palavra clara por outra que ninguém entende. Para que isso? Uma sentença não fica mais justa porque é escrita nessa linguagem torturada. É óbvio que num congresso de física molecular, cirurgia neurológica ou prospecção de petróleo os participantes têm de usar termos técnicos em sua conversa; são até obrigados a isso, para trabalhar com eficiência. Juristas podem fazer exatamente(E) o mesmo, nos seus encontros profissionais. Mas magistrados exercem uma função pública ─ e isso exige que falem para o público, e não apenas para si mesmos.
Um dos mais antigos princípios do direito universal determina que ninguém pode alegar, em sua defesa, que desconhece a lei. Mas para conhecer a lei é indispensável que o cidadão entenda o que está escrito nela ─ e nossos juristas, com o seu linguajar, fazem o possível para torná-la incompreensível. Imaginam, com isso, que estão exibindo sua sabedoria para o mundo. Estão apenas mostrando sua recusa, ou incapacidade, de se expressar no idioma oficial do país.
Revista Veja. Edição 2296, ano 45 n.°47, 21 de novembro de 2012. p. 152.
Assinale a alternativa que NÃO apresenta a função correta da expressão em destaque.
 

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De acordo com o artigo 3º do Decreto nº 6.949, de 25/8/2009, são princípios gerais da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, EXCETO
 

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2430346 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: IBC
Sobre a utilização da bengala longa ou de Hoover, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.
I. Para saber o comprimento ideal da bengala deve-se tomar como referência a medida que vai da ponta do osso externo ou boca do estômago até o solo.
II Deve-se proporcionar às crianças vivências com objetos como carrinhos de supermercado, carrinho de boneca, brinquedos de haste com rodinhas e com guidão para empurrar, andadores, raquetões dentre outros, a fim de facilitar a manipulação da bengala longa.
III. A presença de objetos à frente do corpo proporcionará uma efetiva e eficiente manipulação da bengala longa e também contribuirá para uma melhor compreensão do seu uso.
IV. A utilização da bengala longa permiti à pessoa com deficiência visual locomover-se com segurança, eficiência e independência somente em ambientes desconhecidos.
 

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2430330 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: IBC
A questão refere-se ao texto 3
Texto 3
Dimenstein critica leitura apressada
Nathália Carvalho
A escolha de Juca Ferreira para ser secretário municipal da Cultura de São Paulo causou debate nesta semana e, ao publicar o texto “Haddad precisa importar um baiano?”, o jornalista da Folha, Gilberto Dimenstein, recebeu críticas e foi chamado de xenófobo.
Dimenstein explica que a postura de alguns internautas trata-se de dificuldade de interpretação e, ou, leitura apressada. “As pessoas não leem tudo. Isso já acontece no impresso, imagina no online. Olham apenas o título e leem o que querem, e não o que está escrito”. [...]
As críticas à coluna foram impulsionadas, também, por um texto publicado pelo deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ). Em relação à postura do parlamentar, Dimenstein afirma que “se fosse uma prova de interpretação, certamente o deputado não passaria”. “Ele é uma pessoa de caráter e creio que não fez de má fé. Mas acredito que ele não leu a coluna até o final”, diz o colunista.
Em resposta, Wyllys disse que “é uma saída fácil de Dimenstein para não assumir que seu texto contraditório flertava, sim, com o sentimento de xenofobia mal disfarçado”. “Ainda que eu e outros tivéssemos lido apenas o título – o que não aconteceu – este, por si, já justificava todos os questionamentos. A palavra “baiano” não foi parar no título por acaso. A língua não é neutra (o jornalismo menos)”, explicou.
Dimenstein conta ser importante para os jornalistas saberem lidar com a repercussão negativa de alguma opinião. “É importante que o colunista não tenha medo de críticas e estimule o debate”. Além disso, ele afirma ser interessante passar por isso pois quando trata-se de um erro é preciso pedir desculpas, mas quando a situação é o contrário, a conversa cresce no sentido de mostrar qual é a posição do profissional. “Aprofunda o tema e ajuda as pessoas a pensarem de maneiras diferentes”, contou.
Disponível em <http://www.osantooficio.com/page/2/>. Acesso em 30 jan 2012.
Assinale o que se pode inferir a respeito do texto 3.
 

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2430316 Ano: 2012
Disciplina: Biologia
Banca: AOCP
Orgão: IBC
Um desequilíbrio acelerado em um ciclo biogeoquímico tem acarretado várias consequências para o ambiente do planeta como um todo. Entre as consequências mais comuns do desequilíbrio deste ciclo podemos citar o aumento da temperatura média do planeta cujos impactos já são sentidos em diversos pontos do globo.
Trata-se do ciclo do
 

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2430309 Ano: 2012
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: AOCP
Orgão: IBC
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Assinale a alternativa correta a respeito da queixa auditiva mais determinante que pode levar ao encaminhamento para a avaliação do processamento auditivo da criança.
 

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