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Foram encontradas 970 questões.

2431169 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: IBC
A proposta do Atendimento Educacional Especializado – AEE inclui, ao aluno com deficiência visual, o atendimento de orientação e mobilidade. O professor especializado deve proporcionar a esse aluno o conhecimento dos espaços da escola e ainda condições para que ele se locomova com independência e segurança. Em relação as assunto, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.
I. Na sala de aula, deve ser apresentado todos os espaços: onde está a porta, a janela, as fileiras de carteiras; qual o seu lugar; onde está a mesa do professor etc.
II. No refeitório, mostrar como estão dispostas as cadeiras e as mesas, de que tipo são esses móveis (bancos inteiriços, cadeiras, banquinhos, mesas individuais, coletivas); onde fica o balcão para servir a comida; onde estão a lixeira e outros objetos neste ambiente.
III. Para facilitar a compreensão e reforçar a construção mental desses espaços pela criança cega, o professor poderá realizar junto com ela maquetes ou mapas táteis.
IV. Quando é disponibilizado ao aluno com deficiência visual maquetes e mapas táteis, não é necessário que ele explore os espaços da escola antes de iniciar o trabalho de Orientação e Mobilidade.
 

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2431058 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: IBC
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Assinale a alternativa INCORRETA acerca da organização do espaço escolar.
 

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2431049 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: AOCP
Orgão: IBC
Diversas técnicas orientais têm embasamento nos conceitos da Medicina Tradicional Chinesa (MTC).
A respeito dessa informação, assinale a alternativa correta.
 

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2431043 Ano: 2012
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: AOCP
Orgão: IBC

O inciso primeiro do artigo 37 da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 afirma que os cargos, empregos e funções públicas na administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios são acessíveis a brasileiros

 

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2431034 Ano: 2012
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: AOCP
Orgão: IBC
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Assinale a alternativa que apresenta as fontes de recursos do patrimônio líquido mais conhecidas.
 

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2431012 Ano: 2012
Disciplina: Biologia
Banca: AOCP
Orgão: IBC
No que se refere à coluna vertebral do esqueleto humano, é correto afirmar que
 

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De acordo com a Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990 que trata do Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis da União, ao entrar em exercício, o servidor nomeado para cargo de provimento efetivo ficará sujeito a estágio probatório por período de 24 (vinte e quatro) meses, durante o qual a sua aptidão e capacidade serão objeto de avaliação para o desempenho do cargo, observados os seguinte fatores:
 

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2430942 Ano: 2012
Disciplina: Braille
Banca: AOCP
Orgão: IBC
Na diagramação de Códigos, Estatutos e Leis é necessário observar alguns critérios. Sobre esses critérios, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).
I. Título e Capítulo: centralizados, entre linhas em branco e começando sempre em página nova, desprezando-se o espaço que tenha restado na página anterior.
II. Título e Capítulo: na margem, sem deixar espaço de linha em branco entre um capítulo e outro, na sequência do texto.
III. Seção: centralizada, entre linhas em branco, na sequência do texto.
IV. Artigo: começar na margem e seguir na terceira cela da linha seguinte. Pular uma linha ao passar de um artigo para o outro.
 

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2430940 Ano: 2012
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: AOCP
Orgão: IBC

De acordo com a Constituição Federal do Brasil, é correto afirmar que o alistamento eleitoral e o voto são facultativos para

 

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2430938 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: IBC
A questão refere-se ao texto 1
TEXTO 1
Tudo em javanês
J. R. Guzzo
O artigo 13 da Constituição em vigor determina que “a língua portuguesa é o idioma oficial da República Federativa do Brasil”. É um mandamento de utilidade duvidosa, considerando-se que todo mundo sempre soube que aqui se fala o português ─ até 1988, aliás, o Brasil não tinha nenhum “idioma oficial” estabelecido em lei, e jamais se notou problema algum por causa disso durante os 500 anos anteriores. Tudo bem: numa Constituição que tem 250 artigos e mais uma prodigiosa quantidade de “incisos” ─ só o artigo 5° tem 78 ─, umas palavras a mais ou a menos não vão machucar ninguém.
Mas, já que nossa lei mais importante determina que o português é a língua oficial do país, obrigatória nos atos públicos, no ensino, nas placas de trânsito e assim por diante, imagina-se que ela deveria ser falada e escrita corretamente, ou pelo menos de maneira compreensível, por todos os que tenham a responsabilidade de resolver alguma coisa. Eis aqui, porém, mais uma questão na qual se faz, na vida prática, justamente o contrário do que a lei manda fazer.
O curioso é que esse tipo de postura comece justamente onde menos deveria começar ─ nas nossas altas cortes de Justiça. É o caso, como milhões de brasileiros estão sentindo justamente agora, e com direito a transmissão ao vivo, da linguagem utilizada pelos ministros do Supremo Tribunal Federal no julgamento do mensalão. Nunca, em toda a sua história, o STF viveu um momento de maior prestígio. Nunca tantos brasileiros viram com os próprios olhos o tribunal em ação. Nunca ele foi tão aplaudido por mostrar-se independente, capaz de condenar gente poderosa na máquina do governo e provar que não se assusta com ameaças ao tomar suas decisões.
Deveria ser uma oportunidade de ouro, assim, para a população entender como a Justiça pode de fato funcionar no Brasil. A chance foi desperdiçada. O STF realizou seu trabalho essencial, sem dúvida ─ mas os ministros fizeram tanta questão de falar “difícil” durante o julgamento que acabaram se tornando perfeitamente incompreensíveis para quem os via e ouvia.
Os dez ministros do STF sabem muito bem que três quartos da população brasileira não são capazes de entender direito o que leem ─ que esperança poderiam ter, então, de que alguém conseguisse entender o que estavam dizendo? Falou-se, no julgamento, em “vértice axiológico”, “crivo probatório” e “exordial acusatória”. Ouviram-se as palavras “subsunção”, “vênia” e “colendo”. Apareceu o verbo ”infirmar”. Em certo momento, um dos ministros falou em “egrégio sodalício”. Que raio de língua seria essa?
Latim não é, mesmo porque os ministros não sabem falar latim. Não é nenhum idioma estrangeiro que se conheça. Também não é português. Os sons lembram vagamente a língua falada no Brasil, e as palavras utilizadas estão nos dicionários do nosso idioma oficial. Mas, se nem o 1% mais instruído da população nacional entende algo desse patuá, o resultado prático é que o julgamento mais importante da história do STF acabou sendo feito numa linguagem desconhecida. Daria na mesma, no fundo, se tivessem falado em javanês ─ tanto que foi indispensável, para os meios de comunicação, armar uma espécie de serviço de tradução simultânea para as pessoas ficarem sabendo se o réu, afinal, estava sendo condenado ou absolvido.
O português tem cerca de 200 000 palavras ─ mais do que o suficiente, portanto, para Suas Excelências encontrarem termos de compreensão mais fácil. Decidiram fazer justo o contrário: não perderam uma única oportunidade de substituir toda e qualquer palavra clara por outra que ninguém entende. Para que isso? Uma sentença não fica mais justa porque é escrita nessa linguagem torturada. É óbvio que num congresso de física molecular, cirurgia neurológica ou prospecção de petróleo os participantes têm de usar termos técnicos em sua conversa; são até obrigados a isso, para trabalhar com eficiência. Juristas podem fazer exatamente o mesmo, nos seus encontros profissionais. Mas magistrados exercem uma função pública ─ e isso exige que falem para o público, e não apenas para si mesmos.
Um dos mais antigos princípios do direito universal determina que ninguém pode alegar, em sua defesa, que desconhece a lei. Mas para conhecer a lei é indispensável que o cidadão entenda o que está escrito nela ─ e nossos juristas, com o seu linguajar, fazem o possível para torná-la incompreensível. Imaginam, com isso, que estão exibindo sua sabedoria para o mundo. Estão apenas mostrando sua recusa, ou incapacidade, de se expressar no idioma oficial do país.
Revista Veja. Edição 2296, ano 45 n.°47, 21 de novembro de 2012. p. 152.
A expressão “Suas Excelências” é um exemplo de
 

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