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A Lei nº 11.091, de 12 de janeiro de 2005, dispõe sobre a estruturação do Plano de Carreira dos Cargos Técnico- Administrativos em Educação, no âmbito das Instituições Federais de Ensino vinculadas ao Ministério da Educação, e dá outras providências. Nesse sentido, em relação a esta legislação, não é correto afirmar:
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- Direitos e Garantias FundamentaisDireitos PolíticosSufrágio, Voto, Plebiscito, Referendo e Iniciativa Popular
É considerado instrumento parlamentar de participação social junto à Câmara de Vereadores, exceto:
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Em relação às normas aplicáveis aos servidores públicos federais, previstas na Lei Federal nº 8.112/90, somente se pode afirmar:
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Em relação à prestação dos serviços públicos, não se pode afirmar:
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Acerca dos princípios e dos poderes da Administração, assinale a única opção incorreta.
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Para o liberalismo, o Estado Mínimo é fundamental para a sociedade porque
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Dos períodos seguintes, apenas um está com sentido denotativo. Indique-o.
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Escrever, argumentar, seduzir
Todos nós, mortais, temos a impressão de que os escritores nascem sabendo escrever bem: seus textos saltam prontos da imaginação privilegiada para as páginas impressas de um livro. Por mais que eles insistam em afirmar que escrever significa mais transpiração que inspiração, que o processo é um eterno “pisar em grilos”, exigindo rigorosa disciplina, ficamos com a sensação de que isso tudo só vale para os que não nasceram escritores. Para poetas e prosadores natos, basta preencher as folhas brancas com palavras, frases, parágrafos que, magicamente, materializam-se em histórias, personagens, espaços, paisagens, mundos cativantes. Nada de releituras, emendas, trocas de palavras, eliminação de excessos, inclusão de trechos, correção de deslizes.
Ledo engano. A atividade da escrita é um processo trabalhoso, exigindo de seu empreendedor bem mais que talento. Independentemente de sua finalidade, escrever requer observação, conhecimentos, vivência, pesquisa, planejamento, consciência das formas de circulação, muita paciência e, consequentemente, leituras, releituras, construção e reconstrução. Com os grandes escritores, podemos identificar parte dos esforços exigidos por essa atividade, surpreendendo alguns momentos em que eles demonstram a forte e ambígua relação que mantém com seus textos, expondo a maneira como administram os detalhes que envolvem a escritura e, também, após a publicação, o interesse pelas formas de recepção. E essas exposições entreabrem uma fresta para que os demais “escreventes” conheçam alguns percursos e percalços do escrever, do dar acabamento a um texto, das formas de vê-lo correr mundo.
(Beth Brait, Revista Língua Portuguesa, n. 25, 2007)
No trecho “Por mais que eles insistam em afirmar que escrever significa mais transpiração que inspiração, que o processo é um eterno “pisar em grilos”, exigindo rigorosa disciplina, ficamos com a sensação de que isso tudo só vale para os que não nasceram escritores”, a expressão por mais que pode ser substituída sem alterar o seu sentido por
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A questão refere-se ao texto seguinte.
“Antigamente, antes das democracias, quando não havia público para os escritores, o homem de letras(I) se tornava quase sempre o cortesão(II) dos poderosos, um ornamento gracioso de aristocratas ou de burgueses; hoje, porém, ele já se pode tornar independente pela possibilidade de viver do apoio e da compreensão dos leitores(IV). Permanece, no entanto, o perigo de outra forma de escravidão: o de se vender o escritor às exigências mais vulgares do grande público.”(III)
Álvaro Lins
Dadas as afirmativas sobre o texto,
I. A expressão homem de letras foi empregada em sentido pejorativo.
II. O termo cortesão tem sentido de adulador.
III. Em “o de se vender [...] grande público”, o autor quer dizer que o escritor pode prostituir-se intelectualmente.
IV. A locução substantiva compreensão dos leitores equivale a “o homem de letras é compreendido pelos leitores”.
verifica-se que
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Leia atentamente o texto abaixo para responder a questão.
Você em Portugal, diz ele [Jô Soares], é um tratamento respeitoso, de cerimônia. Na França é completamente diferente: você chama o motorista de vous (que corresponde ao senhor, em português). O tu (que seria você) é dado somente para as pessoas com quem tem intimidade, não tem nada a ver com classe social. Você vai engraxar o sapato, chama o engraxate de vous; vai numa loja e chama a balconista de vous; no Brasil ele é tratado de você. Lá, se você tem intimidade, trata de tu, ou você. Quando não tem intimidade, chama de senhor, de vous. No Brasil é diferente. O tratamento você [sic] é aplicado como se fosse uma forma de respeito, mas na realidade estabelece diferenças de classes sociais. A gente chama o motorista de você, mas o médico é tratado de senhor, então fica preconceituoso. E programa de televisão que entrevista um engraxate e logo depois um ministro, como o meu, não pode chamar o engraxate de senhor, porque vai ficar ridículo, porque o tratamento padrão com ele é você, e não pode tratar o ministro de senhor, logo depois. Ficaria muito ruim, seria uma diferença de classe social. (Jô Soares, Tramontina, 1996, p.183-4)
De acordo com o texto, assinale a opção incorreta.
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