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Considerando que a tradução de uma língua para outra envolve a adequação de aspectos socioculturais das línguas envolvidas, observe o trecho abaixo:
Nothing seems to be good to Thomas today. It seems he got up on the wrong side of the bed.
O sentido desse trecho, ao ser traduzido para o português, está mantido em:
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Considere as definições para algumas estratégias de leitura, descritas no TKT Essentials Course, produzido pelo Conselho Britânico:
Skimming: reading for gist.
Scanning: reading for specific information.
Intensive reading: analysing the language in a text closely.
Reading for detail: analysing the text very closely in order to understand its meaning.
Extensive reading: reading for pleasure/interest.
O gênero textual NÃO tem relação com a estratégia de leitura apresentada em:
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É INCORRETO afirmar que o ESP (English for Specific Purposes)
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A questão refere-se ao texto a seguir. Leia-o atentamente, antes de marcar a resposta correta.
A nova maneira de organização social, praticada pela sociedade líquido-moderna de consumidores, provoca quase nenhuma dissidência, resistência ou revolta, graças ao expediente de apresentar o novo compromisso (o de escolher) como sendo a liberdade de escolha. Seria possível dizer que o mais considerado, criticado e insultado oráculo de Jean-Jacques Rousseau – o de que “as pessoas devem ser forçadas a ser livres” – tornou-se realidade, depois de séculos, embora não na forma em que tanto os ardentes seguidores como os críticos severos de Rousseau esperavam que fosse implementado.
Com muita frequência, a “localidade” a que os indivíduos permanecem leais e obedientes não entra mais em suas vidas e se confronta com eles na forma de uma negação de sua autonomia individual, ou de um sacrifício obrigatório. Em vez disso, apresenta-se na forma de festivais de convívio e pertença comunais, divertidos, prazerosos, realizados em ocasiões como a Copa do Mundo de futebol. Submeter-se à “totalidade” não é mais um dever adotado com relutância, incomodidade e muitas vezes oneroso, mas um “patriotenimento”, uma folia procurada com avidez e eminentemente festiva.
Carnavais tendem a ser interrupções na rotina diária, breves intervalos animados entre sucessivos episódios de cotidianidade enfadonha, pausas em que a hierarquia mundana de valores é temporariamente invertida, os aspectos mais angustiantes da realidade são suspensos por um breve período e os tipos de conduta proibidos ou considerados vergonhosos na vida “normal” são ostensivamente praticados e exibidos.
A função (e o poder sedutor) dos carnavais líquido-modernos está no ressuscitamento momentâneo do convívio que entrou em colapso. Tais carnavais são sessões espíritas para as pessoas se reunirem, darem as mãos e invocarem do outro mundo o fantasma da falecida comunidade.
(BAUMAN, Zygmunt. Vida para consumo: a transformação de pessoas em mercadoria. Rio de Janeiro: Zahar, 2008. Adaptado.)
Todas as palavras seguintes extraídas do texto atendem a uma mesma regra de acentuação, com EXCEÇÃO de
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Relacione os métodos e as abordagens de ensino de língua inglesa à forma como cada um deles lida com o ensino de gramática.
1. Grammar-Translation Method
2. Total Physical Response
3. Oral Approach
4. Audiolingual Method
5. Direct Method
6. Communicative Language Teaching
( ) A gramática é ensinada dedutivamente, através do estudo de regras gramaticais, e praticada através de exercícios de tradução.
( ) A gramática é ensinada indutivamente, a partir de demonstrações de uso efetivo da língua em sala de aula e não de explicações e de análises de regras.
( ) A gramática é apresentada de maneira indutiva e contextualizada na forma de generalizações ou de regras subjacentes às expressões funcionais ou às estruturas trabalhadas.
( ) A gramática é ensinada a partir da repetição de padrões e da automatização de hábitos. Regras apenas serão explicadas após a prática da repetição das estruturas gramaticais em variados contextos. Prioriza-se a analogia em detrimento da análise e a indução em detrimento da dedução.
( ) A gramática é percebida como padrões de sentenças subjacentes à língua falada. Formas gramaticais simples devem ser ensinadas antes de formas complexas, e só depois que os estudantes já tiverem uma base gramatical estabelecida é que o ensino de leitura e escrita é introduzido.
A sequência correta é:
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A questão refere-se ao texto a seguir. Leia-o, atentamente, antes de marcar a resposta correta.
Uns craseiam, outros ganham fama
Ferreira Gullar
Foi em 1955 que ganhei um exemplar do livro "Tudo sobre a Crase". Tomei o ônibus que me levaria à Revista Manchete, comecei a ler o livro e, antes de descer, já havia sacado um aforismo: "A crase não foi feita para humilhar ninguém".
Esse primeiro aforismo desencadeou uma série de outros, que publiquei, meses depois, no suplemento literário do Diário de Notícias. A verdade é que, já na semana seguinte à publicação, os estudantes universitários de Curitiba, que estavam em greve, puseram uma faixa no refeitório com o meu aforismo. Mas, numa entrevista a um jornal do Recife, um crítico literário o atribuiu a Paulo Mendes Campos.
Não gostei, mas não dei muita importância, pois, no final das contas o que importa são meus poemas, que até agora ninguém atribuiu a outro poeta.
A vida seguiu até que alguém, escrevendo sobre erros gramaticais, citou o aforismo como sendo de Otto Lara. Comecei a ficar grilado, mas me tranquilizei, lembrando que o Otto deve ter me citado e o cara não guardou meu nome. Mas não demorou muito e a autoria do mesmo aforismo foi atribuída a Machado de Assis e, em seguida, a Rubem Braga.
Este, porém, já a par da confusão que se armara, decidiu esclarecer as coisas: publicou uma crônica afirmando que o verdadeiro autor do aforismo, agora tão citado, era o poeta Ferreira Gullar. Fiquei felicíssimo.
Já estava tranquilo, certo de que finalmente me tornara autor do aforismo, quando, faz uns três domingos, surge um artigo afirmando que "Carlos Drummond escreveu: 'A crase não foi feita para humilhar ninguém'". Minha esperança é que, no futuro, alguém mal informado atribua a mim, ainda que por equívoco, a autoria do aforismo que é meu.
(Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq3107201123.htm>. Acesso em: 09 maio. 2017.)
“Tomei o ônibus que me levaria à Revista Manchete, comecei a ler o livro e, antes de descer, já havia sacado um aforismo.” (1º parágrafo)
O valor semântico que se estabelece entre as frases desse período é de
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Acerca do aproveitamento de diferentes materiais no ensino de inglês, é INCORRETO afirmar que
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A questão refere-se ao texto a seguir. Leia-o, atentamente, antes de marcar a resposta correta.
Uns craseiam, outros ganham fama
Ferreira Gullar
Foi em 1955 que ganhei um exemplar do livro "Tudo sobre a Crase". Tomei o ônibus que me levaria à Revista Manchete, comecei a ler o livro e, antes de descer, já havia sacado um aforismo: "A crase não foi feita para humilhar ninguém".
Esse primeiro aforismo desencadeou uma série de outros, que publiquei, meses depois, no suplemento literário do Diário de Notícias. A verdade é que, já na semana seguinte à publicação, os estudantes universitários de Curitiba, que estavam em greve, puseram uma faixa no refeitório com o meu aforismo. Mas, numa entrevista a um jornal do Recife, um crítico literário o atribuiu a Paulo Mendes Campos.
Não gostei, mas não dei muita importância, pois, no final das contas o que importa são meus poemas, que até agora ninguém atribuiu a outro poeta.
A vida seguiu até que alguém, escrevendo sobre erros gramaticais, citou o aforismo como sendo de Otto Lara. Comecei a ficar grilado, mas me tranquilizei, lembrando que o Otto deve ter me citado e o cara não guardou meu nome. Mas não demorou muito e a autoria do mesmo aforismo foi atribuída a Machado de Assis e, em seguida, a Rubem Braga.
Este, porém, já a par da confusão que se armara, decidiu esclarecer as coisas: publicou uma crônica afirmando que o verdadeiro autor do aforismo, agora tão citado, era o poeta Ferreira Gullar. Fiquei felicíssimo.
Já estava tranquilo, certo de que finalmente me tornara autor do aforismo, quando, faz uns três domingos, surge um artigo afirmando que "Carlos Drummond escreveu: 'A crase não foi feita para humilhar ninguém'". Minha esperança é que, no futuro, alguém mal informado atribua a mim, ainda que por equívoco, a autoria do aforismo que é meu.
(Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq3107201123.htm>. Acesso em: 09 maio. 2017.)
A história narrada na crônica resume-se em descrever
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Acerca de termos e aspectos pertencentes à Morfologia da língua inglesa, é correto afirmar que
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De acordo com Dr. Brian Tomlinson, especialista em desenvolvimento de materiais para ensino e aprendizado de línguas,
“(…) They (the coursebooks) didn’t manage to connect with the learners’ lives.(…) they didn’t match the psychological and sociological realities of particular groups of learners. Often, though, it was the fault of the coursebooks because they didn’t sufficiently take into account the resources of the learner as a human being. (…)” (TOMLINSON, 2003, p.163)
Partindo desta premissa, o Dr. Tomlinson sugere medidas para a Humanização do Livro Didático. Uma das medidas que o(a) professor(a) pode tomar a fim de humanizar o livro didático de língua estrangeira é propor a
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