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Foram encontradas 60 questões.

938468 Ano: 2009
Disciplina: Nutrição
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE

Para cada fruta há uma particularidade a ser considerada no processamento de obtenção de sua polpa congelada. Dentre os diversos parâmetros a serem analisados marque a opção correta.

 

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756937 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE

Sobre presunto, analise as afirmativas abaixo.

I. Presunto é um produto cárneo industrializado obtido dos cortes do membro posterior do suíno, desossado ou não, e submetido ao processo térmico adequado.

II. Os ingredientes obrigatórios para se produzir presunto são a carne de pernil suíno (ou cortes do membro posterior de outras espécies), sal, nitrito e/ou nitrato em forma se salmoura.

III. Os ingredientes obrigatórios para se produzir presunto são a carne de pernil suíno (ou cortes do membro posterior de outras espécies), sal em forma de salmoura, açúcar e condimentos.

Assinale a opção correta.

 

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MONOGAMIA - MONOTONIA?

Num livro recentemente publicado nos Estados Unidos, o psicólogo David Barash e a psiquiatra Judith Eve Lipton dedicam-se a destruir um mito laboriosamente erigido pela cultura humana: a monogamia. Escrito com enorme graça e fluência, The Myth of Monogamy: Fidelity and Infidelity in Animals and People (“O mito da monogamia: fidelidade e infidelidade em animais e pessoas”, ainda inédito no Brasil é uma bordoada erudita na propalada ideia de que homens e mulheres seriam naturalmente predispostos a viver juntos até que a morte os separe. Barash e Lipton mostram que são outras coisas — bem distantes de coloridas certidões de casamento e de funestos atestados de óbito — que costumam unir ou desunir casais.

Barash e Lipton afirmam que, entre humanos, a monogamia é um mingau fervido com muitas doses de preceitos religiosos, um bocado de pragmatismo econômico (como a necessidade de regular o direito à propriedade privada e um toque de ingredientes sociais (reconhecimento da prole). E — claro — um punhado de comodismo. “Não é todo mundo que está disposto a frequentar o instável e arriscado mercado de encontros”, explicam os autores. Mais: que, além desses fatores, monogamia existiria única e exclusivamente devido ao empenho isolado e contínuo de cada casal. “O mais poderoso mito que envolve a monogamia é aquele que diz que, ao encontrarmos o amor das nossas vidas, nos dedicaríamos inteiramente a ele”, afirma Barash. “A biologia mostra que há um lado irracional e animal no comportamento humano.”

A maioria das espécies animais, assim como muitos outros agrupamentos humanos e indivíduos em geral, não são monogâmicos nem inclinados nesta direção. Segundo Barash e Lipton, o fato de não ocorrer monogamia na natureza (e de os machos serem tão volúveis e vorazes em seus apetites sexuais) pode ser explicado por uma contabilidade evolutiva. Esperma é barato, óvulos são caros. Melhor dizendo: um macho normal de qualquer espécie produz milhares de espermatozóides todos os dias e está sempre à disposição para novos intercursos sexuais, ao passo que as fêmeas ovulam bem menos e — em caso de fecundação — têm que arcar com um grande número de responsabilidades, que os pesquisadores costumam qualificar com a expressão “investimento parental”. Isso explica, por exemplo, por que fêmeas da maioria das espécies são menos dadas a aventuras extraconjugais. É uma equação de tempo, energia e risco que os pais biológicos depreendem para que a gestação e o nascimento de suas crias ocorram sem maiores problemas.

O que nenhuma explicação científica parece dar conta é do componente fundamental de toda relação humana: o amor. Sentimentalismos (e biologia) à parte, é o amor que sedimenta o envolvimento entre dois humanos que se gostam. O amor pode até ser uma invenção cultural — assim como a própria monogamia entre muitas sociedades —, mas o homo sapiens é formado por um feixe de elementos culturais.

“A monogamia é o mais difícil dos arranjos maritais entre humanos”, escreveu a antropóloga americana Margaret Mead. A favor da fidelidade conjugal, o máximo que os cientistas conseguiram catalogar até o momento é o caso exemplar do parasita de peixe Diplozoon paradoxum: ele encontra uma larva virgem e se funde a ela. Permanecem juntos para sempre. Até que a morte os separe.

Adaptado de SARMATZ, Leandro. Superinteressante. novembro/2001- edição 110-p.71-73.

Assinale a alternativa em que o acento indicativo de crase é usado pela mesma razão que em “Sentimentalismos (e biologia) à parte...”.

 

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MONOGAMIA - MONOTONIA?

Num livro recentemente publicado nos Estados Unidos, o psicólogo David Barash e a psiquiatra Judith Eve Lipton dedicam-se a destruir um mito laboriosamente erigido pela cultura humana: a monogamia. Escrito com enorme graça e fluência, The Myth of Monogamy: Fidelity and Infidelity in Animals and People (“O mito da monogamia: fidelidade e infidelidade em animais e pessoas”, ainda inédito no Brasil) é uma bordoada erudita na propalada ideia de que homens(b) e mulheres seriam naturalmente predispostos a viver juntos até que a morte os(b) separe. Barash e Lipton mostram que são outras coisas — bem distantes de coloridas certidões de casamento e de funestos atestados de óbito — que costumam unir ou desunir casais.

Barash e Lipton afirmam que, entre humanos, a monogamia é um mingau fervido com muitas doses de preceitos religiosos, um bocado de pragmatismo econômico (como a necessidade de regular o direito à propriedade privada) e um toque de ingredientes sociais (reconhecimento da prole). E — claro — um punhado de comodismo. “Não é todo mundo que está disposto a frequentar o instável e arriscado mercado de encontros”, explicam os autores. Mais: que, além desses fatores, monogamia existiria única e exclusivamente devido ao empenho isolado e contínuo de cada casal. “O mais poderoso mito(d) que envolve a monogamia é aquele que diz que, ao encontrarmos o amor das nossas vidas, nos dedicaríamos inteiramente a ele(d)”, afirma Barash. “A biologia mostra que há um lado irracional e animal no comportamento humano.”

A maioria das espécies animais, assim como muitos outros agrupamentos humanos e indivíduos em geral, não são monogâmicos nem inclinados nesta direção. Segundo Barash e Lipton, o fato de não ocorrer monogamia na natureza (e de os machos serem tão volúveis e vorazes em seus apetites sexuais) pode ser explicado por uma contabilidade evolutiva. Esperma é barato, óvulos são caros. Melhor dizendo: um macho normal de qualquer espécie produz milhares de espermatozóides todos os dias e está sempre à disposição para novos intercursos sexuais, ao passo que as fêmeas ovulam bem menos e — em caso de fecundação — têm que arcar com um grande número de responsabilidades, que os pesquisadores costumam qualificar com a expressão “investimento parental(e)”. Isso(e) explica, por exemplo, por que fêmeas da maioria das espécies são menos dadas a aventuras extraconjugais. É uma equação de tempo, energia e risco que os pais biológicos depreendem para que a gestação e o nascimento de suas crias ocorram sem maiores problemas.

O que nenhuma explicação científica parece dar conta é do componente fundamental de toda relação humana: o amor. Sentimentalismos (e biologia) à parte, é o amor que(c) sedimenta o envolvimento(d) entre dois humanos que se gostam. O amor pode até ser uma invenção cultural — assim como a própria monogamia entre muitas sociedades —, mas o homo sapiens é formado por um feixe de elementos culturais.

“A monogamia é o mais difícil dos arranjos maritais entre humanos”, escreveu a antropóloga americana Margaret Mead. A favor da fidelidade conjugal, o máximo que os cientistas conseguiram catalogar até o momento é o caso exemplar do parasita de peixe(a) Diplozoon paradoxum: ele(a) encontra uma larva virgem e se funde a ela. Permanecem juntos para sempre. Até que a morte os separe.

Adaptado de SARMATZ, Leandro. Superinteressante. novembro/2001- edição 110-p.71-73.

Assinale a alternativa cujos termos são usados no texto para apontar para a mesma entidade.

 

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754556 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE

Uma das formas utilizadas para conservar alimentos se dá através do uso de tratamento térmico. Em relação a isso analise as afirmativas abaixo:

I. A destruição dos microrganismos pelo calor se deve a coagulação de suas proteínas e especialmente à inativação das enzimas necessárias para seu metabolismo. O tratamento térmico a escolher para destruir a célula vegetativa e esporos depende da classe do microrganismo que se vai destruir (sua temperatura ótima, sua faixa de crescimento); de outros métodos de conservação que se vai empregar (para amenizar ou acentuar a temperatura aplicada); dos efeitos do calor sobre o alimento (não deverá destruir todo seu conteúdo protéico, enfraquecer o alimento).

II. De modo geral, a aplicação de tratamento térmico na conservação de alimentos está condicionada ao grau adequado de temperatura e ao tempo de sua exposição e às diferentes características dos produtos a serem tratados.

III. Apesar da vantajosa ação do tratamento térmico sobre os microrganismos, o produto alimentar tratado pelo calor pode sofrer alteração no seu valor nutricional, sem modificar a sua natureza histológica, física e química.

Assinale a opção correta.

 

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691623 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE

As diretrizes propostas pelas Boas Práticas de Fabricação são definidas como para:

 

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639808 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE

Em relação às vantagens e desvantagens da carne nos vários tipos de desossa, analise as afirmativas abaixo.

I. A carne mecanicamente separada é um produto extraordinariamente perecível devido ao desenvolvimento microbiano e oxidação dos lipídeos.

II. O processo de desossa convencional de carne apresenta como vantagens um maior rendimento, maior uniformidade na cor do produto obtido, e maior facilidade para se sincronizar as linhas de abate, desossa e manufatura.

III. Dentre as desvantagens do processo de desossa a quente de carne estão a necessidade de maior controle de higiene e da temperatura, uma menor facilidade para cortar, recortar e empacotar sob vácuo.

Assinale a opção correta.

 

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MONOGAMIA - MONOTONIA?

Num livro recentemente publicado nos Estados Unidos, o psicólogo David Barash e a psiquiatra Judith Eve Lipton dedicam-se a destruir um mito laboriosamente erigido pela cultura humana: a monogamia. Escrito com enorme graça e fluência, The Myth of Monogamy: Fidelity and Infidelity in Animals and People (“O mito da monogamia: fidelidade e infidelidade em animais e pessoas”, ainda inédito no Brasil é uma bordoada erudita na propalada ideia de que homens e mulheres seriam naturalmente predispostos a viver juntos até que a morte os separe. Barash e Lipton mostram que são outras coisas — bem distantes de coloridas certidões de casamento e de funestos atestados de óbito — que costumam unir ou desunir casais.

Barash e Lipton afirmam que, entre humanos, a monogamia é um mingau fervido com muitas doses de preceitos religiosos, um bocado de pragmatismo econômico (como a necessidade de regular o direito à propriedade privada e um toque de ingredientes sociais (reconhecimento da prole). E — claro — um punhado de comodismo. “Não é todo mundo que está disposto a frequentar o instável e arriscado mercado de encontros”, explicam os autores. Mais: que, além desses fatores, monogamia existiria única e exclusivamente devido ao empenho isolado e contínuo de cada casal. “O mais poderoso mito que envolve a monogamia é aquele que diz que, ao encontrarmos o amor das nossas vidas, nos dedicaríamos inteiramente a ele”, afirma Barash. “A biologia mostra que há um lado irracional e animal no comportamento humano.”

A maioria das espécies animais, assim como muitos outros agrupamentos humanos e indivíduos em geral, não são monogâmicos nem inclinados nesta direção. Segundo Barash e Lipton, o fato de não ocorrer monogamia na natureza (e de os machos serem tão volúveis e vorazes em seus apetites sexuais) pode ser explicado por uma contabilidade evolutiva. Esperma é barato, óvulos são caros. Melhor dizendo: um macho normal de qualquer espécie produz milhares de espermatozóides todos os dias e está sempre à disposição para novos intercursos sexuais, ao passo que as fêmeas ovulam bem menos e — em caso de fecundação — têm que arcar com um grande número de responsabilidades, que os pesquisadores costumam qualificar com a expressão “investimento parental”. Isso explica, por exemplo, por que fêmeas da maioria das espécies são menos dadas a aventuras extraconjugais. É uma equação de tempo, energia e risco que os pais biológicos depreendem para que a gestação e o nascimento de suas crias ocorram sem maiores problemas.

O que nenhuma explicação científica parece dar conta é do componente fundamental de toda relação humana: o amor. Sentimentalismos (e biologia) à parte, é o amor que sedimenta o envolvimento entre dois humanos que se gostam. O amor pode até ser uma invenção cultural — assim como a própria monogamia entre muitas sociedades —, mas o homo sapiens é formado por um feixe de elementos culturais.

“A monogamia é o mais difícil dos arranjos maritais entre humanos”, escreveu a antropóloga americana Margaret Mead. A favor da fidelidade conjugal, o máximo que os cientistas conseguiram catalogar até o momento é o caso exemplar do parasita de peixe Diplozoon paradoxum: ele encontra uma larva virgem e se funde a ela. Permanecem juntos para sempre. Até que a morte os separe.

Adaptado de SARMATZ, Leandro. Superinteressante. novembro/2001- edição 110-p.71-73.

Assinale a alternativa em que todas as palavras formam o plural do mesmo modo que “volúveis".

 

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483136 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE

Nos últimos anos a desossa não ficou restrita apenas aos matadouros frigoríficos ou aos açougues mas, atualmente, a mesma já se tornou uma prática relativamente comum às grandes redes de supermercado, onde as meias carcaças chegam em cortes como quarto traseiro e quarto dianteiro e, em salas apropriadas, são desossadas. Nesse contexto, marque a opção correta sobre os tipos de desossa.

 

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241751 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE

O sal é um componente básico de todas as misturas de cura, sendo o único absolutamente necessário. Em relação às funções do sal nos produtos cárneos, marque a opção correta.

 

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