Foram encontradas 919 questões.
Em reportagem recente, o canal de notícias G1 publicou uma pesquisa sobre educação remota, realizada pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação entre setembro de 2020 e julho de 2021. Entre várias informações, os pesquisadores destacam as maiores desafios enfrentados no período pandêmico, apontados pelos entrevistados. Observe o infográfico com os resultados:

De acordo com as informações coletadas e a realidade educacional historicamente construída em nosso país, é correto afirmar que
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Sobre o processo de alfabetização, Paulo Freire nos alerta que “não basta saber ler mecanicamente que ‘Eva viu a uva’. É necessário compreender qual a posição que Eva ocupa no seu contexto social, quem trabalha para produzir uvas e quem lucra com esse trabalho”. A premissa defendida por Freire e que é legitimada nas Diretrizes Curriculares Nacionais é que a transformação pela educação é
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Para Paulo Freire (1996), “ensinar exige a convicção de que a mudança é possível”. Nesse sentido, o professor deve
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O conselho de classe costuma ser um dos pontos altos do processo avaliativo nas escolas das redes formais de ensino. Segundo Carlos Henrique Carrilho Cruz, há diversas formas de organização do Conselho de Classe. Em uma delas percebemos as seguintes características:
• aumenta o espaço de participação, como construção conjunta;
• provoca mudanças na cultura docente da escola;
• gera tensões e conflitos;
• ensina a administrá-los como processos necessários ao crescimento do grupo como equipe de trabalho.
(CRUZ, Carlos Henrique Carrilho. 2011.)
Segundo o autor, o tipo de Conselho de Classe que possui predominantemente essas características é o
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A história desenvolvida abaixo exemplifica uma das situações recorrentes da Pedagogia do Exame, que, de acordo com Cipriano Luckesi, tem como consequência sociológica que

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O Parecer da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação 4/1998 destaca:
O reconhecimento de identidades pessoais é uma diretriz para a Educação Nacional, no sentido do reconhecimento das diversidades e peculiaridades básicas relativas ao gênero masculino e feminino, às variedades étnicas, de faixa etária e regionais e às variações sócio/econômicas, culturais e de condições psicológicas e físicas, presentes nos alunos de nosso país. Pesquisas têm apontado para discriminações e exclusões em múltiplos contextos e no interior das escolas, devidas ao racismo, ao sexismo e a preconceitos originados pelas situações socioeconômicas, regionais, culturais e étnicas. Estas situações inaceitáveis têm deixado graves marcas em nossa população infantil e adolescente, trazendo consequências destrutivas. Reverter este quadro é um dos aspectos mais relevantes desta diretriz.
(Parecer da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação nº 04 de 1998.)
Segundo Tomaz Tadeu da Silva, a reversão do quadro apresentado está contemplada na revisão do currículo, a partir da inclusão
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Um estudante de quinze anos diagnosticado com Síndrome de Down foi transferido de uma escola da Rede Particular de Ensino para a Rede Pública Municipal de Ensino. Algumas dúvidas surgiram na hora da matrícula, até que uma professora resolveu a situação lembrando a todos do Art. 4º. da Lei de Diretrizes e Bases da Educação, Lei 9.394, de 20 de novembro de 1996, que afirma que
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O multiculturalismo tem sido pauta constante nas discussões sobre as perspectivas curriculares nas escolas no ensino fundamental. Tomaz Tadeu da Silva (1999) nos alerta:
Tornou-se lugar comum destacar a diversidade das formas culturais do mundo contemporâneo. É um fato paradoxal, entretanto que essa suposta diversidade conviva com fenômenos igualmente surpreendentes de homogeneização cultural. Ao mesmo tempo em que se tornam visíveis manifestações e expressões culturais de grupos dominados, observa-se o predomínio de formas culturais produzidas e veiculadas pelos meios de comunicação de massa, nas quais aparecem de forma destacada as produções estadunidenses (...)
(SILVA, Tomaz Tadeu da, 1999.)
O autor destaca ainda que os currículos que se consideram multiculturais, além de abordar as dinâmicas das diversas classes sociais, precisam incluir em sua pauta outras dinâmicas, como
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Paulo Freire compartilha um fato de sua vida escolar na adolescência, relatando:
O professor trouxera de casa os nossos trabalhos escolares e, chamando-nos um a um, devolvia-os com o seu ajuizamento. Em certo momento me chama e, olhando ou re-olhando o meu texto, sem dizer palavra, balança a cabeça numa demonstração de respeito e de consideração. O gesto do professor valeu mais do que a própria nota dez que atribuiu à minha redação. O gesto do professor me trazia uma confiança ainda obviamente desconfiada de que era possível trabalhar e produzir. De que era possível confiar em mim, mas que seria tão errado confiar além dos limites quanto errado estava sendo não confiar. A melhor prova da importância daquele gesto é que dele falo agora como se tivesse sido testemunhado hoje. E faz, na verdade, muito tempo que ele ocorreu...
(FREIRE, Paulo. 1996.)
Ao assumir essa postura, o professor de Freire rompe com uma perspectiva de educação, amplamente criticada nas obras do autor. Trata-se da
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Em uma escola de uma rede pública de ensino, a direção, em parceria com os professores de Educação Musical, decidiu reagrupar, nas aulas de música, os alunos do sexto e do sétimo anos de acordo com um nivelamento, realizado pelos professores, sobre as habilidades dos estudantes com a flauta doce. Sendo assim, em uma mesma turma havia estudantes desses dois anos de escolaridade com habilidades aproximadas no instrumento musical. Ao ser questionada por um grupo de pais, a diretora esclareceu que sua decisão objetiva maior aproveitamento do potencial de cada aluno e foi baseada no Art. 24, IV, da Lei de Diretrizes e Bases da Educação, Lei 9.394, de 20 de novembro de 1996, que afirma que poderão organizar-se classes, ou turmas
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