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From duplicate dogs to modern mammoths, cloning has come a long way since Dolly the sheep took her first tentative steps.
By David Cox22nd March 2022
On 5 July 1996, a sheep was born who would go on to inspire entire industries, provide scientists with a new way of helping endangered species, and change medical science in ways that were barely conceivable at the time.
But this was no ordinary sheep. Her very entry to the world was groundbreaking – she was cloned using cells taken from another sheep's mammary gland as part of an experiment conducted by the Roslin Institute in Midlothian, Scotland. They named her Dolly after the singer Dolly Parton.
At that point, scientists had been dabbling with cloning – the process of creating a genetically identical copy of another living being – since the 1950s, when British biologist John Gurdon found a way to clone African clawed frogs. Despite many attempts, repeating the feat in larger mammals had proven an elusive and near-impossible task.
"The cloning of Dolly the sheep showed the world that it was possible to essentially reprogramme all the DNA in the nucleus of an adult cell, so it started behaving like an embryonic cell again, giving rise to a new animal," says Robin Lovell-Badge, who heads the Stem Cell Biology and Developmental Genetics Laboratory at the Francis Crick Institute in London.
https://www.bbc.com/future/article/20220322-why-dont-we-hear-about-cloning-anymore
(Extracted on 03/27/22)
Read these parts of sentences extracted from the text and mark the option that IS NOT a case of gerund in English.
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While some knowledge of morphology is required in order to divide syllables in English, no one needs to have it for this purpose, since syllable division is not common in English. Not even word processors are programmed to do that! The important thing is to know how many syllables a word has, and where the stress falls. And that is a much easier task to accomplish.
In Portuguese, the number of syllables a word has usually equals the number of vowels letters; that is, we practically pronounce all the letters we write. In English, the number of syllables equals the number of vowels sounds, because we don’t pronounce all letters we write.
(GODOY, Sonia, et al. English pronunciation for Brazilians: the sounds of American English. São Paulo: Disal, 2006, p.30).
Choose the WRONG option according to the text:
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Leia o texto seguinte para responder às questões 23 e 24.
Mais e melhores neurônios
A boa ciência experimental obriga pesquisadores a rever teorias e noções que antes pareciam consensuais. No momento, a neurobiologia passa por uma dessas revisões, com a derrocada do antigo princípio de que células cerebrais (neurônios) não poderiam ser repostas pelo organismo adulto. Nessa visão ultrapassada do cérebro, o envelhecimento do órgão equivaleria necessariamente a decadência, na forma de perda progressiva de suas células.
O cérebro não apenas produz novos neurônios como surgem agora indicações de que tanto o aprendizado quanto o exercício físico podem estimular essa forma de regeneração, conhecida como neurogênese.
Transcorreram duas décadas entre a descoberta da neurogênese em camundongos e a do mesmo fenômeno em seres humanos. O tema atrai enorme atenção por conta de seu potencial de tratar doenças degenerativas e lesões no cérebro de idosos, como o mal de Alzheimer e derrames.
Dois grupos norte-americanos se debruçaram sobre essa forma de regeneração, obtendo resultados diferenciados, mas não inconciliáveis. Uma equipe, da Universidade Princeton, verificou que a reposição aumenta quando camundongos são submetidos a tarefas de aprendizado intenso. Outra, do Instituto Salk, constatou resultado semelhante com exercícios físicos continuados.
As pesquisas estão na edição de março da "Nature Neuroscience". Um terceiro artigo na publicação especula que os dois tipos de estímulo para a neurogênese - aprendizado e exercício - podem se complementar, como ocorre na exploração de um novo ambiente. Nessa situação, o animal se movimenta muito para reconhecer o terreno e, ao mesmo tempo, tem de memorizá-lo. Numa palavra, aprender.
A ciência aprende com seus experimentos mais engenhosos e a humanidade, com a ciência. Não só a sobreviver, mas a viver mais, e melhor.
Folha de São Paulo, editorial
Considerando a dimensão discursiva da linguagem, pode-se afirmar que, no texto Mais e melhores neurônios, predomina a função:
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- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “se”
- MorfologiaConjunçõesClassificação das ConjunçõesConjunções Subordinativas
Leia o texto a seguir para responder às questões de 19 a 21.
Fofoca: uma obra sem autor
O próprio som da palavra dá a ela um certo ar de frivolidade. Fofoca, mexerico, coisa sem importância. Difamação é crime, mas fofoca é só uma brincadeira. O que seria da vida sem um bom diz-que-me-diz-que, não?
Não. Dispenso fofocas e fofoqueiros. Quando alguém se aproxima de mim, segura no meu braço e olha para o lado antes de começar a falar, já sei que vem aí uma lama que não me diz respeito. [...]
A fofoca nasce da boca de quem? Ninguém sabe. Ouviu-se falar. É uma afirmação sem fonte, uma suspeita sem indício, uma leviandade órfã de pai e mãe. Quem fabrica uma fofoca quer ter a sensação de poder. Poder o quê? Poder divulgar algo seu, ver seu “trabalho” passado adiante, provocando reações, mobilizando pessoas. Quem dera o criador da fofoca pudesse contribuir para a sociedade com um quadro, um projeto de arquitetura, um plano educacional, mas sem talento para tanto, ele gera boatos.
Quem faz intrigas sobre a vida alheia quer ter algo de sua autoria, uma obra que se alastre e cresça, que se torne pública e que seja muito comentada. Algo que lhe dê continuidade. É por isso que fofocar é uma tentação. Porque nos dá, por poucos minutos, a sensação de ser portador de uma informação valiosa que está sendo gentilmente dividida com os outros. [...] Fofocas podem provocar lesões emocionais. Por mais inocente ou absurda, sempre deixa um rastro de desconfiança. Onde há fumaça há fogo, acreditam todos, o que transforma toda fofoca numa verdade em potencial. Não há fofoca que compense. Se for mesmo verdade, é uma bala perdida. Se for mentira, é um tiro pelas costas.
MEDEIROS, Martha. Almas gêmeas, 20 set. 1999. Disponível em:
https://armazemdetexto.blogspot.com/2017/12/texto-fofoca-uma-obra-sem-autor-martha.html
Acesso em abril de 2022.
Na Língua Portuguesa, a partícula “se” apresenta várias funções morfossintáticas e vários significados. No trecho: “Se for mesmo verdade, é uma bala perdida. Se for mentira, é um tiro pelas costas.”, tal partícula desempenha a função de:
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Leia o texto a seguir para responder às questões de 19 a 21.
Fofoca: uma obra sem autor
O próprio som da palavra dá a ela um certo ar de frivolidade. Fofoca, mexerico, coisa sem importância. Difamação é crime, mas fofoca é só uma brincadeira. O que seria da vida sem um bom diz-que-me-diz-que, não?
Não. Dispenso fofocas e fofoqueiros. Quando alguém se aproxima de mim, segura no meu braço e olha para o lado antes de começar a falar, já sei que vem aí uma lama que não me diz respeito. [...]
A fofoca nasce da boca de quem? Ninguém sabe. Ouviu-se falar. É uma afirmação sem fonte, uma suspeita sem indício, uma leviandade órfã de pai e mãe. Quem fabrica uma fofoca quer ter a sensação de poder. Poder o quê? Poder divulgar algo seu, ver seu “trabalho” passado adiante, provocando reações, mobilizando pessoas. Quem dera o criador da fofoca pudesse contribuir para a sociedade com um quadro, um projeto de arquitetura, um plano educacional, mas sem talento para tanto, ele gera boatos.
Quem faz intrigas sobre a vida alheia quer ter algo de sua autoria, uma obra que se alastre e cresça, que se torne pública e que seja muito comentada. Algo que lhe dê continuidade. É por isso que fofocar é uma tentação. Porque nos dá, por poucos minutos, a sensação de ser portador de uma informação valiosa que está sendo gentilmente dividida com os outros. [...] Fofocas podem provocar lesões emocionais. Por mais inocente ou absurda, sempre deixa um rastro de desconfiança. Onde há fumaça há fogo, acreditam todos, o que transforma toda fofoca numa verdade em potencial. Não há fofoca que compense. Se for mesmo verdade, é uma bala perdida. Se for mentira, é um tiro pelas costas.
MEDEIROS, Martha. Almas gêmeas, 20 set. 1999. Disponível em:
https://armazemdetexto.blogspot.com/2017/12/texto-fofoca-uma-obra-sem-autor-martha.html
Acesso em abril de 2022.
No trecho: “Porque nos dá, por poucos minutos, a sensação de ser portador de uma informação valiosa que está sendo gentilmente dividida com os outros.”, a vírgula ocorre porque:
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No plano da linguagem, o ensino dos diversos gêneros textuais que socialmente circulam entre nós não somente amplia sobremaneira a competência linguística e discursiva dos alunos, mas também aponta-lhes inúmeras formas de participação social que eles, como cidadãos, podem ter, fazendo uso da linguagem. Entre tais gêneros destacam-se a reportagem, a carta aberta, o texto publicitário, o abaixo-assinado e o manifesto. Sobre eles, assinale a alternativa INCORRETA.
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- SintaxeTermos Integrantes da OraçãoComplementos Verbais
- SintaxeTermos Integrantes da OraçãoComplemento Nominal
- MorfologiaVerbosVozes VerbaisVoz Passiva
Analise as afirmativas a seguir:
I. “Choveram queixas depois que a prefeitura aumentou o IPTU em Cachoeiro de Itapemirim.” Neste período a oração não tem sujeito, porque o verbo “chover” é impessoal.
II. “As observações referentes às redações estão anotadas na margem”. O termo “às redações” desempenha a função sintática de complemento nominal do adjetivo “referentes”.
III. “Você não precisava contratar um seguro de casa e um de saúde.” Neste período o termo “de casa” desempenha a função sintática de adjunto adverbial, enquanto o termo “de saúde” funciona como um adjunto adnominal da palavra “seguro”.
IV. “Lápis, cadernos, borrachas, canetas, todos esses objetos, atraem a atenção das crianças nas papelarias”. O termo “todos esses objetos” trata-se de um aposto explicativo.
V. “O lavrador foi substituído por uma máquina.” O período em questão está na voz passiva analítica e o termo “por uma máquina” é o agente da passiva.
Está(ão) CORRETA(S):
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- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de LinguagemAnacoluto
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de LinguagemAnáfora (Figura de Linguagem)
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de LinguagemParanomásia
Considere cada um dos excertos a seguir:
Texto 1
Fomos ver o rio. E pouco andamos, porque já estava entrando pelas estrebarias. O marizeiro que ficava embaixo, a correnteza corria por cima dele.
Era um mar d’água roncando.
REGO, Jose Lins do. Menino de Engenho. Rio de Janeiro: José Olympio, 1994 (Fragmento)
Texto 2
E se o oceano incendiar
E se cair neve no sertão
E se o urubu cocorocar
E se o Botafogo for campeão
E se o meu dinheiro não faltar
E se o delegado for gentil
E se tiver bife no jantar
E se o carnaval cair em abril
[...]
HIME, Francis e CHICO BUARQUE. E se. Disponível em: https://www.letras.mus.br/chico-buarque/45129/html
Acesso em março de 2022.
Texto 3
Deus! Ó Deus! onde estás que não respondes?
Em que mundo, em qu’estrela tu t’escondes
Embuçado nos céus?
Há dois mil anos te mandei meu grito,
Que embalde desde então corre o infinito...
Onde estás, Senhor Deus?
ALVES, Castro. Obra completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1986. (Fragmento)
Texto 4
Gera, degenera
Gera
Degenera
Já era
Regenera
Gera.
ANTUNES, Arnaldo e SCANDURRA, Edgard.
Disponível em: https://www.letras.com.br/arnaldo-antunes/gera-degenera/html. Acesso em março de 2022.
A alternativa que identifica CORRETAMENTE os recursos estilísticos utilizados em cada um dos textos é:
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- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de ModoIndicativo
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de TempoEmprego dos Tempos Verbais
Leia:
O beijo no escuro
Tudo aconteceu, concluiu ela depois, porque era uma executiva dedicada, que não hesitava em ficar até altas horas da noite no escritório. Não era a única, naturalmente. Muitos faziam o mesmo, e isso também foi importante no incidente que viria a mudar a sua vida.
Era muito tarde quando ela, finalmente, encerrou o trabalho. Com um suspiro, desligou o computador, arrumou-se um pouco, apagou as luzes, saiu e dirigiu-se devagar para o elevador. Não tinha motivos para pressa. Recém-descasada, ninguém a esperava no apartamento.
O elevador chegou. Seis pessoas estavam lá dentro, seis executivos como ela, os seis com suas pastas, os seis com ar fatigado. Nenhum deles era conhecido. Ela entrou, a porta se fechou, a descida começou - e aí veio o blecaute. Completo: a lâmpada de segurança do elevador não funcionava. E ninguém tinha isqueiros ou fósforos. [...] Depois fez-se silêncio, o pesado e tenso silêncio comum nesses momentos.
E foi nesse silêncio, nessa escuridão, que alguém a beijou. Foi surpreendente; tão surpreendente que ela não reagiu. Mas não só por causa da surpresa. Por causa do beijo, também: um beijo tão ardente, tão apaixonado, que ela chegou a estremecer. Jamais alguém a beijara assim, jamais. [...]
SCLIAR, Moacyr. O imaginário cotidiano. São Paulo: Global, 2001. p.49-50. (Fragmento)
A respeito dos verbos destacados no texto O beijo no escuro, faz-se as seguintes afirmações:
I. Os verbos destacados no texto transcrito estão conjugados, predominantemente, no pretérito perfeito e no pretérito imperfeito do indicativo, porque os acontecimentos relatados ocorreram no passado, em um momento anterior àquele em que a história está sendo narrada.
II. O pretérito imperfeito do indicativo é usado para fazer referência às ações ou fatos que, na história narrada, não se concluem, que se prolongam por algum tempo, no passado. O pretérito perfeito do indicativo, por seu turno, indica ações ou fatos iniciados e concluídos no passado.
III. No último parágrafo do texto em análise, a ação nomeada pelo verbo beijar está conjugada, no primeiro período, no pretérito perfeito do indicativo, pois se refere a um episódio específico vivido pela personagem no passado. Já no último período, aparece conjugada no pretérito mais-que-perfeito do indicativo, porque indica um fato ocorrido no passado, anterior a outro fato também passado, ou seja, os beijos anteriores a esse, recebido no elevador.
IV. “Muitos faziam o mesmo, e isso também foi importante no incidente que viria a mudar a sua vida.” Nesse período, a ação nomeada pelo verbo fazer, conjugado no pretérito imperfeito do indicativo, nesse contexto, indica uma ação recorrente. O uso do pretérito perfeito do indicativo do verbo ser (foi), é explicado pela necessidade de o narrador, nesse caso, manifestar-se sobre um fato que se iniciou e foi concluído no passado. A forma viria, conjugada no futuro do pretérito do indicativo, refere-se a um fato futuro com relação a um fato passado.
Está(ão) CORRETA(S):
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O bem e o mal do estrangeirismo
O terror dos puristas da língua em Portugal é um youtuber nascido e criado no Engenho Novo,
bairro da Zona Norte do Rio de Janeiro: Luccas Neto. Dono do canal infantil Luccas Toon, com
36,9 milhões de seguidores no YouTube, o carioca também é um hit entre crianças
portuguesas. tal ponto que, em novembro do ano passado, o jornal lisboeta Diário de
Notícias publicou uma matéria em tom xenofóbico, reclamando que os miúdos de lá estão cada
vez mais falar “brasileiro” de tanto assistir Luccas e outros influenciadores daqui.
“Dizem ‘grama’ em vez de relva, autocarro é ‘ônibus’, rebuçado é ‘bala’, riscas são ‘listras’ e leite
está na ‘geladeira’ em vez de no frigorífico”, alertou o jornal. “Os educadores notam-no
sobretudo depois do confinamento - conta de muitas horas de exposição conteúdos
feitos por youtubers brasileiros.” Pais e educadores portugueses estão preocupados. Mas talvez
não devessem levar o caso tão sério. Afinal, mais do que o jeitinho de falar de sua antiga
colônia, os lusos usam e abusam de palavras do francês e do inglês - e aí sem mesma
vergonha.
Disponível em: <https://super.abril.com.br/sociedade/o-bem-e-o-mal-do-estrangeirismo/>. Acesso em 04 abr. 2022.
Assinale a alternativa INCORRETA acerca dos processos de referenciação presentes no texto.
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