Foram encontradas 60 questões.
No que se refere a acidente do trabalho, procedimentos e classificação, estabelecidos pela NBR 14280, analise as questões abaixo:
I. No período destinado a refeição ou descanso, ou por ocasião da satisfação de outras necessidades fisiológicas, no local de trabalho ou durante este, o empregado é considerado no exercício do trabalho.
II. Na identificação das causas do acidente é importante evitar a aplicação de raciocínio imediato, ou seja, ater-se simplesmente a causas que levaram diretamente à ocorrência do acidente. Fatores complementares de identificação das causas de acidentes devem também ser levados em consideração.
III. O fator pessoal de insegurança é causa relativa ao comportamento humano que pode levar à ocorrência do acidente ou à prática do ato inseguro.
IV. A incapacidade permanente total é causada por lesões que, não provocando a morte, impossibilitam o acidentado, permanentemente, de trabalhar ou da qual decorre a perda total do uso ou a perda propriamente dita, entre outras, as de um olho e uma das mãos ou um olho e um pé.
Está correto o que se afirma
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É uma análise inicial qualitativa, desenvolvida na fase de projeto e desenvolvimento de qualquer processo, produto ou sistema, possuindo especial importância na investigação de sistemas novos de alta inovação e/ou pouco conhecidos, ou seja, quando a experiência em riscos na sua operação é carente ou deficiente. É muito útil como ferramenta de revisão geral de segurança em sistemas já operacionais.
O texto refere-se a:
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Como se sabe, a vírgula determina uma pausa breve no discurso, separando elementos de uma oração ou orações entre si em uma mesma frase. Assim sendo, assinale dentre as alternativas abaixo, a que apresenta INADEQUADAMENTE o uso da vírgula.
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Elaborado com o intuito de se documentar os agentes nocivos existentes no ambiente de trabalho e concluir se estes podem gerar insalubridade para os trabalhadores expostos, trata-se do:
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Leia o texto que segue, escrito por Julia Michaels, retirado do sítio www.revistagalileu.globo.com, em 18/09/2013. Em seguida, responda à questão.
Nossa nova língua portuguesa
Logo que comecei a trabalhar como editora, reparei que a diferença entre a língua falada e a língua escrita é maior em português do que em inglês, meu idioma nativo. Um estrangeiro pode passar anos sem topar com uma ênclise. De repente, abre um livro e paft! As pessoas não se sentam; sentam-se. Uma porta não se fecha; fecha-se. O ex-presidente Jânio Quadros uma vez falou "fi-lo porque qui-lo". Tradução: fiz porque quis - e foi por causa da ênclise falada que a frase entrou na história. Enquanto os vizinhos hispânicos mantêm seus verbos reflexivos falados certinhos, os brasileiros ao falar deixam cair toda espécie de pronome. Escrever, porém, trata-se de outra história. É quase como se fosse um outro idioma.
O português é muito mais aberto do que línguas como o espanhol e o francês. Não existe aqui um forte sentimento nacional pela preservação linguística. Enquanto em espanhol se utiliza Sida, aqui se fala de Aids, a sigla em inglês. Outro dia li "bêbado como um gambá" numa tradução e corri para ver como estava a frase no inglês original, pensando que o tradutor a tivesse erroneamente traduzido ao pé da letra, pois existe a expressão "drunk as a skunk". Mas essa aliteração, que nada tem a ver com o comportamento do fedorento animal, não estava no texto original! Concluí que a expressão deve ser um empréstimo que veio há tempos de minha terra natal, talvez por meio de algum filme.
Neste momento histórico de globalização e acesso máximo à informação, as pessoas no mundo inteiro prezam acima de tudo a comunicação, de maneira eficiente. Daí surgem as abreviações-gíria como "vc" (você) "rs" (risos), "pq" (por que) e "tranks" (tranquilo). No meu trabalho, vejo o impacto da crescente massificação da comunicação escrita. Os livros que chegam aqui dos EUA estão escritos cada vez mais como se o autor estivesse falando em voz alta com seus leitores: "Tenho certeza de que a esta altura você está se perguntando...", para ficar em apenas um exemplo. Até os franceses, tão mais formais no trato do que os brasileiros, estão mudando. No seu novo livro sobre as ligações entre a mitologia grega e o desenvolvimento pessoal, o filósofo Luc Ferry utiliza o "tu", e não o "vous", quando dirige a palavra àquele que vira as páginas.
Em português, esse tipo de abordagem soa muito crua. Fica difícil saber se é melhor escrever "como eu te disse há pouco", "como eu lhe disse há pouco" ou "como eu disse há pouco".
Alguns podem pensar que é o inglês que está influenciando as estruturas do português escrito, tornando-o (ih!) mais fácil para ler, mas eu discordo. Sim, foram meus compatriotas os pioneiros na democratização de linguagem, séculos atrás. Um dos fundadores do Estado americano, Benjamin Franklin, até escreveu um livro de ditados populares (foi ele quem observou que, no caso de peixes e hóspedes, ambos fedem em três dias). Mas a meu ver é a própria democratização brasileira que leva à abertura linguística. Ao passo que as pessoas sobem na pirâmide política, social e econômica do País, precisamos e procuramos maior acessibilidade ao mundo da palavra escrita.
Quem produz e vende livros quer comercializar o maior número possível deles, e não restringir a leitura aos poucos eruditos, que, como o Jânio, poderiam explicar seus hábitos assim: "Bebo porque é líquido. Se fosse sólido, comê-lo-ia". Hoje o público tem mais a cara da minha podóloga, que acaba de comprar uma casa pela Caixa Econômica: "Quero ler um livro que minha filha está lendo; não consigo pronunciar direito o nome. É algo assim: Cre-pús-cu-lo".
No último parágrafo do texto, a palavra “eruditos” pode ser substituída, sem alteração de sentido, por
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Para monitorar o ambiente de trabalho, uma empresa de produtos químicos que realiza operações com ácido clorídrico, de valor teto de 4,0 ppm, utilizou bomba com tubos colorimétricos de avaliações de concentrações instantâneas, obtendo:
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Leia a notícia abaixo:
MPF denuncia servidores por desvio de dinheiro público
O Ministério Público Federal ajuizou ação civil pública contra três servidores públicos federais de um determinado órgão público federal e um empresário, por ato de improbidade administrativa. A ação, divulgada no dia 3 de fevereiro de 2013 pelo Ministério Público Federal, aponta desvio de dinheiro público e pede a indisponibilidade de bens e o afastamento dos servidores públicos federais dos cargos que ocupam.
De acordo com o MPF, a empresa envolvida na denúncia venceu licitação, em outubro do ano passado, para a venda de lubrificantes, óleos e graxas para a frota de veículos para o órgão federal. Dois servidores teriam autorizado empenho no valor de R$ 75.123,00 e a chefe do Departamento de Compras teria mantido contato com a empresa para a emissão de notas fiscais referentes aos materiais, os quais não foram entregues. Para o Ministério Público Federal, houve dano ao erário e enriquecimento ilícito dos envolvidos. Do total pago, R$ 32 mil teriam sido devolvidos ao chefe do Departamento de Compras do órgão federal, conforme aponta a ação.
Analisando o texto acima, qual é a penalidade prevista na Lei n. 8.112/90 para os delitos cometidos pelos três servidores públicos federais?
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No layout de uma empresa, uma lixadeira pneumática está colocada a 1 metro de distância de um trabalhador, gerando um ruído de 93 dB (A) em sua zona auditiva. Após mudanças no layout do local de trabalho, a distância entre o trabalhador e a lixadeira passou a ser de 4 metros. Não levando em conta outras fontes, paredes e reflexões sonoras, e considerando log 4 = 0,6 e o log 1/4 = -0,6, qual o novo nível de pressão sonora que chega à zona auditiva do trabalhador?
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O PCMSO deve incluir, entre outros, a realização obrigatória dos exames médicos. A avaliação clínica referida na NR 7 deverá obedecer aos prazos e à periodicidade. Para os trabalhadores menores de 18 (dezoito) anos e maiores de 45 (quarenta e cinco) anos de idade, o exame médico periódico será feito:
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Para prevenir sobrecarga psíquica, muscular estática de pescoço, ombros, dorso e membros superiores, as empresas devem permitir a fruição de pausas de descanso e intervalos para repouso e alimentação aos trabalhadores. As pausas deverão ser concedidas:
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