Foram encontradas 459 questões.
Um Designer de uma editora, para a confecção de capa de livro, propôs a aplicação de uma camada de verniz UV e impressão a seco. Para esse tipo de procedimento, é adequado o papel:
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A solução tampão tem a capacidade de resistir a variações de pH quando se adicionam pequenas quantidades tanto de ácido como de base. Os tampões são muito importantes em sistemas químicos e biológicos. O pH varia muito, no corpo humano, de um fluido para outro; por exemplo, o pH do sangue é cerca de 7,4, enquanto o suco gástrico é cerca de 1,5. Esses valores são cruciais para o bom funcionamento de enzimas e o balanço da pressão osmótica. Dentre as soluções a seguir, todas podem atuar como sistemas-tampão, EXCETO:
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2466471
Ano: 2013
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: IF-PB
Orgão: IF-PB
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: IF-PB
Orgão: IF-PB
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- Orçamento PúblicoAspectos Gerais do Orçamento PúblicoConceito e Natureza Jurídica do Orçamento Público
O orçamento público se constitui em ferramenta de planejamento por meio da qual o gestor público estabelece o nível dinâmico de bem-estar da coletividade, tudo à luz da legislação e apoiado, essencialmente, na Constituição Federal. Em relação ao orçamento público, é incorreto afirmar:
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Celular e reza
(...)
No cenário em que o profano se tornou sagrado, quem não usa celular posiciona-se como ateu. Na ausência de um aparelho de último tipo, a ovelha desgarrada pode ser vista como o próprio “pobre de espírito”.
No contexto de danação e desespero coletivos, em que a sensação de desamparo e abandono é a forma da psique geral, as corporações telefônicas funcionam como igrejas prometendo “acesso” absoluto, enquanto o acesso é, ele mesmo, elevado a absoluto e, portanto, deificado. As empresas de telefonia lutam por clientes como as igrejas por crentes. O que ambas têm em comum é a promessa teológica da transcendência: estar em todo lugar por meio de uma conexão absoluta que será vendida a preço de um dízimo, o chip pré ou pós pago.
A “ligação” total, a conexão infinita, a promessa de que com nossos celulares não estaremos sós, mas ligados no “ACESSO” total, feitos “Deus”, dá a sensação de que fomos salvos do abandono mortífero que experimentamos nestes tempos melancólicos. Longe de um sentido para a vida, os desesperados vão em busca de ofertas baratas de “ligação”, a redenção de toda dor. Que as bugigangas telefônicas promovam tão facilmente a aniquilação da subjetividade, aquilo que antigamente chamávamos de “alma”, é o que importa se quisermos ver o lado negativo e diabólico dessa nova forma de religião.
O celular é tão religioso que em seu ser está a ligação (re-ligare é a velha palavra latina que ajuda o bom leitor) e, ao mesmo tempo, a sacralização que significa também separação: quem carrega um celular é totalmente encontrável, mas também intocável, o que vemos no gesto de concentração no aparelho por parte do usuário, sobretudo quando ele está com outras pessoas em situações concretas e prefere permanecer “ligado” no celular. O celular promete a autossuficiência mágica de um indivíduo absoluto, ou seja, em estado de “deus”.
A nova religião implica outro gesto aparentemente novo que mostra o nexo entre arcaico e moderno. Dedos nas teclas são como dedos nas contas: a reza religiosa já previa a reza digital. Celulares lembram terços de contas usados pelas beatas nas intermináveis novenas de antigamente. A compulsão entre uma Ave-Maria e um SMS, entre um Pai Nosso e um “chat”, dão-nos a noção de ritual digital. A ligação é a “re-ligação”. Que os celulares apareçam substituindo as velas como na celebração da escolha do novo Papa é uma imagem que explica tudo isso.
Jovens e adultos, todos com seus celulares, digitando em telas como quem pratica alguma forma de mágica, são os novos adeptos da religião digital. Steve Jobs foi um de seus principais santos, aquele que ensinou sua catequese a uma geração de devotos. A aliança entre o tecnológico e a estética do “imaterial” característica dos gadgets da igreja Apple fazem de Jobs o “Deus do Design” em um mundo que prefere o milagre da aparência a qualquer outro.
Disponível em: http://revistacult.uol.com.br/home/2013/06/celular-e-reza/ (texto adaptado). Acesso em 24 out. 2013.
O propósito comunicativo do Texto é:
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Celular e reza
(...)
No cenário em que o profano se tornou sagrado, quem não usa celular posiciona-se como ateu. Na ausência de um aparelho de último tipo, a ovelha desgarrada pode ser vista como o próprio “pobre de espírito”.
No contexto de danação e desespero coletivos, em que a sensação de desamparo e abandono é a forma da psique geral, as corporações telefônicas funcionam como igrejas prometendo “acesso” absoluto, enquanto o acesso é, ele mesmo, elevado a absoluto e, portanto, deificado. As empresas de telefonia lutam por clientes como as igrejas por crentes. O que ambas têm em comum é a promessa teológica da transcendência: estar em todo lugar por meio de uma conexão absoluta que será vendida a preço de um dízimo, o chip pré ou pós pago.
A “ligação” total, a conexão infinita, a promessa de que com nossos celulares não estaremos sós, mas ligados no “ACESSO” total, feitos “Deus”, dá a sensação de que fomos salvos do abandono mortífero que experimentamos nestes tempos melancólicos. Longe de um sentido para a vida, os desesperados vão em busca de ofertas baratas de “ligação”, a redenção de toda dor. Que as bugigangas telefônicas promovam tão facilmente a aniquilação da subjetividade, aquilo que antigamente chamávamos de “alma”, é o que importa se quisermos ver o lado negativo e diabólico dessa nova forma de religião.
O celular é tão religioso que em seu ser está a ligação (re-ligare é a velha palavra latina que ajuda o bom leitor) e, ao mesmo tempo, a sacralização que significa também separação: quem carrega um celular é totalmente encontrável, mas também intocável, o que vemos no gesto de concentração no aparelho por parte do usuário, sobretudo quando ele está com outras pessoas em situações concretas e prefere permanecer “ligado” no celular. O celular promete a autossuficiência mágica de um indivíduo absoluto, ou seja, em estado de “deus”.
A nova religião implica outro gesto aparentemente novo que mostra o nexo entre arcaico e moderno. Dedos nas teclas são como dedos nas contas: a reza religiosa já previa a reza digital. Celulares lembram terços de contas usados pelas beatas nas intermináveis novenas de antigamente. A compulsão entre uma Ave-Maria e um SMS, entre um Pai Nosso e um “chat”, dão-nos a noção de ritual digital. A ligação é a “re-ligação”. Que os celulares apareçam substituindo as velas como na celebração da escolha do novo Papa é uma imagem que explica tudo isso.
Jovens e adultos, todos com seus celulares, digitando em telas como quem pratica alguma forma de mágica, são os novos adeptos da religião digital. Steve Jobs foi um de seus principais santos, aquele que ensinou sua catequese a uma geração de devotos. A aliança entre o tecnológico e a estética do “imaterial” característica dos gadgets da igreja Apple fazem de Jobs o “Deus do Design” em um mundo que prefere o milagre da aparência a qualquer outro.
Disponível em: http://revistacult.uol.com.br/home/2013/06/celular-e-reza/ (texto adaptado). Acesso em 24 out. 2013.
Todos os pares de palavras abaixo representam oposições que estruturam o texto, a partir da relação entre elementos próprios da religião e da telefonia, EXCETO:
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Brasil vive fetiche por tecnologia na educação
Não há pessimista capaz de achar ruim o fato de a educação brasileira, num período de dez anos, ter virado uma pauta importante de conversa, do motorista de táxi ao parlamentar. Antes disso, era papo de intelectual.
A notícia não muito boa é que muitos vícios e mazelas da velha educação parecem ter sido transmitidos para uma nova geração de jovens criativos e, sobretudo, bem intencionados. Basta frequentar eventos de aceleradoras ou incubadoras de negócios para constatar que há uma enxurrada de aplicativos e gadgets desenvolvidos por estudantes que procuram “transformar” a sala de aula e a maneira com que a educação encara os desafios deste mundo. De perto, essa é uma possibilidade remota pelo que é apresentado por eles.
É importante notar: a educação jamais será transformada por pensadores. Esse é o amargo legado que as conservadoras faculdades de Pedagogia deixaram às políticas públicas brasileiras, nos últimos 50 anos, exumando os cadáveres dos pensadores do passado. O universo da educação precisava mesmo dessa invasão bárbara de engenheiros, jornalistas, médicos e outros tantos.
O que tem faltado aos novos empreendedores de start-ups e criadores de aplicativos é um olhar sistêmico sobre o tema e a troca de conhecimento com quem está na linha de frente, ou seja, o professor e o diretor da escola. Aliás, essa é uma geração que trabalha em rede, mas tem muita dificuldade em escutar o colega ao lado. [...]
Os aplicativos, sites e outras novidades tecnológicas têm de estar alinhados com ações de alguma dessas frentes para tornar real o impacto de transformação. Eles não têm valor por si só. Para não ser injusto, há boas novidades nas áreas do ensino adaptativo e do uso de games, que apresentam esse potencial.
Criar protótipos e arriscar são partes importantes do universo da criação. Mas, quando escuto a justificativa de algum desses empreendedores , sinto que a educação a qual eles se referem não é a mesma que eu conheço. Há pouco trabalho de pesquisa sobre estrutura e conjuntura do cenário e muitas abordagens sobre o tema parecem ingênuas.
O país vive um momento de fetiche e deslumbramento pela tecnologia na educação. Meu único receio é que nesse deleite esqueçamos o principal: o currículo conteudista ainda está vivo e passa bem. [...]
Disponível em: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,brasil-vive-fetiche-por-tecnologia-na-educacao,1067996,0.htm. Acesso: 20 nov. 2013.
O termo “fetiche”, utilizado no título para se referir ao comportamento dos brasileiros em relação à tecnologia na educação,
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No que concerne à Inteligência Emocional, analise as proposições abaixo:
I – Inteligência Emocional é a habilidade de compreensão e de percepção das emoções, visando ao seu controle, considerando que, além de prejudicar o desenvolvimento da organização, a ausência de Inteligência Emocional pode acarretar danos à saúde das pessoas.
II – A Inteligência Emocional é uma competência que pode fazer diferença para os profissionais de Secretariado Executivo, pois influi na qualidade dos relacionamentos, no equilíbrio das emoções e na capacidade para lidar com conflitos.
III – São habilidades da Inteligência Emocional: autoconsciência, capacidade de gerenciar as emoções, automotivação, empatia e habilidades sociais.
IV – O principal objetivo da Inteligência Emocional é aperfeiçoar o conhecimento e o uso adequado das emoções. Para que isso ocorra de maneira eficiente, são necessários dois atributos fundamentais: ‘empatia’ e ‘resiliência’.
V – Os profissionais cuja Inteligência Emocional é desenvolvida são autoconfiantes; estão sempre motivados; não desistem dos objetivos traçados, mesmo diante das dificuldades; e controlam sua ansiedade, propiciando relações positivas no ambiente de trabalho.
É CORRETO o que se afirma em:
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Analise as seguintes proposições a respeito de Arquitetura Orientada a Serviços e Web Services:
I – Um Serviço Web (ou Web Service) é um serviço oferecido pela Internet que obedece a um conjunto de padrões que lhe permitirá ser descoberto e acessado pela Internet por aplicações de clientes que também adotam esses padrões.
II – SOAP é um documento em formato XML que descreve a interface de um Web Service.
III – A arquitetura SOA possibilita que novas aplicações sejam criadas a partir da combinação de funcionalidades chamadas de serviços.
IV – A especificação que define o registro de serviços para Web Services é denominada WS-BPEL.
Estão CORRETAS:
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Considere os textos abaixo:
I - 
II – A Constituição Federal Brasileira vigente, em seu artigo 205, assim estabelece: “A educação, direito de todos e dever do estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando o pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.”
Com base na relação estabelecida entre o texto da Constituição e a charge, é CORRETO afirmar:
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Existem alguns dispositivos que possibilitam o aprimoramento da Segurança da Informação nas redes em que são instalados. O é um dispositivo que inspeciona todo e qualquer pacote que entra ou sai de determinada rede de computadores, permitindo que alguns passem e bloqueando outros. Outro dispositivo é o , que executa uma inspeção profunda dos pacotes gerando alertas quando detecta algum tráfego potencialmente mal intencionado.
As palavras que completam, respectivamente, as lacunas são
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