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Uma das medidas mais importantes e utilizadas na análise de alimentos é a determinação de umidade. Considerando os métodos que podem ser utilizados nesse tipo de determinação, analise as afirmativas a seguir.
I. O método por secagem em estufa, o mais utilizado em alimentos, não é adequado para determinação de umidade em amostras com alto teor de substâncias voláteis, como condimentos, por provocar a volatilização dessas substâncias, o que será computado como perda de água.
II. Para determinar a umidade de produtos com alto conteúdo de açúcares por secagem em estufas, as amostras desses produtos devem ser secas em estufas a vácuo em temperaturas que não excedam 70°C.
III. O método químico de Karl Fischer, baseado na redução de iodo pelo dióxido de enxofre na presença de água, é geralmente aplicado para produtos com baixo teor de umidade. Também é utilizado em produtos com alto teor de açúcares ou lipídeos.
IV. Os métodos de determinação de umidade por ressonância nuclear magnética, condutividade elétrica e constante dielétrica oferecem medidas muito rápidas e precisas, porém necessitam de equipamentos caros e sofisticados.
Está CORRETO o que se afirma em:
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Para realizar a sanitização de hortaliças antes do processamento, o técnico em alimentos de uma indústria de processamento de vegetais precisa preparar uma solução de água clorada, a partir de uma solução de hipoclorito de sódio concentrada a 100.000ppm. O volume da solução de hipoclorito de sódio concentrada, necessário para preparar 10L de água clorada a 150ppm, é de:
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Quanto ao emprego de baixas temperaturas nos métodos de conservação dos alimentos pelo frio e suas implicações, assinale a alternativa CORRETA.
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As fermentações láctica, acética e alcoólica estão entre as fermentações mais importantes para a área de alimentos. Considerando esses processos fermentativos, seus produtos e suas características, analise as afirmativas a seguir:
I. Iogurte, picles e salame são exemplos de alimentos nos quais ocorre fermentação láctica.
II. Na elaboração de pão, uma das principais funções da fermentação alcoólica é produzir dióxido de carbono.
III. Cerveja e vinho são exemplos de bebidas obtidas por fermentação alcoólica.
IV. A fermentação acética é muita utilizada nas indústrias de alimentos para a produção de vinagre. Nesse processo, as bactérias acéticas oxidam o álcool a ácido acético.
Está CORRETO o que se afirma em:
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Os derivados lácteos podem apresentar alguns defeitos, decorrentes de falhas ocorridas durante o preparo ou processamento, que podem estar relacionadas à qualidade da matéria-prima, às contaminações, à quantidade de insumos, à temperatura de incubação, dentre outros fatores. Associe as duas colunas, relacionando os possíveis defeitos apresentados por derivados lácteos às suas respectivas medidas preventivas.
A. Doce de leite arenoso.
B. Queijo com sabor amargo.
C. Massa rendada (olhaduras) em queijos.
D. Ricota com flocos flácidos.
E. Iogurte com separação de soro.
( ) Dosagem adequada de fermento, cloreto de cálcio e coalho.
( ) Correção da acidez do soro.
( ) Utilização de glicose ou de açúcar invertido.
( ) Temperatura de pasteurização em torno de 90°C / Resfriamento após se completar o período de incubação.
( ) Processamento em condições higiênico-sanitárias adequadas.
A sequência CORRETA é:
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TEXTO II

Comparando-se o Texto II com o Texto I, só NÃO se pode afirmar que:
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A elaboração de queijos, em geral, envolve várias etapas de processamento. Os termos a seguir correspondem a algumas dessas etapas, as quais podem ser ordenadas, sequencialmente, conforme o fluxograma geral de obtenção de queijos, representado pela figura abaixo.

1. Maturação.
2. Adição do coalho / coagulação.
3. Dessoramento / prensagem. 6. Corte / cocção / agitação da coalhada.
4. Adição do cultivo iniciador / fermentação.
5. Pasteurização / resfriamento.
6. Corte / cocção / agitação da coalhada.
A sequência CORRETA para o processo geral de elaboração de queijos é:
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Para garantir que os resultados de uma avaliação sensorial de alimentos sejam confiáveis, muitas variáveis devem ser controladas, entre as quais estão as condições de realização dos testes sensoriais, o preparo e a apresentação das amostras e as características que dizem respeito aos julgadores. Considerando os requisitos para uma avaliação sensorial, analise as afirmativas abaixo:
I. Os testes sensoriais devem ser conduzidos apenas no laboratório de análise sensorial,uma vez que, nesse ambiente, é possível prevenir interações entre os julgadores e distrações durante as análises.
II. Nas etapas de avaliações sensoriais, são permitidos apenas julgamentos realizados individualmente. Por esse motivo, existem, na área de testes, as cabines individuais.
III. De maneira geral, as avaliações sensoriais não devem ocorrer em horário muito próximo ao das principais refeições.
IV. Os recipientes utilizados para servir as amostras devem ser preferencialmente de vidro ou porcelana vitrificada, sendo também permitido o uso de recipientes descartáveis, desde que não transfiram sabor ou aroma, quando em contato com as amostras.
V. Para julgadores treinados, o teste sensorial poderá prover um número maior de amostras por sessão, comparado ao teste com julgadores não treinados.
Está CORRETO o que se afirma apenas em:
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TEXTO I
Concertos de leitura
Penso que, de tudo o que as escolas podem fazer com as crianças e os jovens, não há nada de importância maior que o ensino do prazer da leitura. Todos falam na importância de alfabetizar, saber transformar símbolos gráficos em palavras. Concordo. Mas isso não basta. É preciso que o ato de ler dê prazer. As escolas produzem, anualmente, milhares de pessoas com habilidade de ler mas que, vida afora, não vão ler um livro sequer. Acredito piamente no dito do evangelho: "No princípio está a Palavra…". É pela palavra que se entra no mundo humano. (...)
As razões por que as pessoas não gostam de ler, eu as descobri acidentalmente muitos anos atrás. Uma aluna foi à minha sala e me disse: "Encontrei um poema lindo!". Em seguida disse a primeira linha. Fiquei contente porque era um de meus favoritos. Aí ela resolveu lê-lo inteiro. Foi o horror. Foi nesse momento que compreendi. Imagine uma valsa de Chopin, por exemplo a vulgarmente chamada "do minuto". Peço que o pianista Alexander Brailowiski a execute. Os dedos correm rápidos sobre as teclas, deslizando, subindo, descendo. É uma brincadeira, um riso. Aí eu pego a mesma partitura e peço que um pianeiro a execute. As notas são as mesmas. Mas a valsa fica um horror: tropeções, notas erradas, arritmias, confusões. O que a gente deseja é que ele pare. Pois a leitura é igual à música. Para que a leitura dê prazer é preciso que quem lê domine a técnica de ler. A leitura não dá prazer quando o leitor é igual ao pianeiro: sabem juntar as letras, dizer o que significam — mas não têm o domínio da técnica. O pianista dominou a técnica do piano quando não precisa pensar nos dedos e nas notas: ele só pensa na música. O leitor dominou a técnica da leitura quando não precisa pensar em letras e palavras: só pensa nos mundos que saem delas; quando ler é o mesmo que viajar. E o feitiço da leitura continua me espantando. Faz uns anos um amigo rico me convidou para passar uns dias no apartamento dele em Cabo Frio. Aceitei alegre, mas ele logo me advertiu: "Vão também cinco adolescentes…". Senti um calafrio. E tratei de me precaver. Fui a uma casa de armas, isto é, uma livraria, escolhi uma arma adequada, uma versão simplificada da Odisséia, de Homero, comprei-a e viajei, pronto para o combate. Primeiro dia, praia, almoço, modorra, sesta. Depois da sesta, aquela situação de não saber o que fazer. Foi então que eu, valendo-me do fato de que eles não me conheciam, e falando com a autoridade de um sargento, disse: "Ei, vocês aí. Venham até a sala que eu quero lhes mostrar uma coisa!". Eles obedeceram sem protestar. Aí, comecei a leitura. Não demorou muito. Todos eles estavam em transe. Daí para a frente foi aquela delícia, eles atrás de mim pedindo que continuasse a leitura. Ensina-se, nas escolas, muita coisa que a gente nunca vai usar, depois, na vida inteira. Fui obrigado a aprender muita coisa que não era necessária, que eu poderia ter aprendido depois, quando e se a ocasião e sua necessidade o exigisse. É como ensinar a arte de velejar a quem mora no alto das montanhas…Nunca usei seno ou logaritmo, nunca tive oportunidade de usar meus conhecimentos sobre as causas da Guerra dos Cem Anos, nunca tive de empregar os saberes da genética para determinar a prole resultante do cruzamento de coelhos brancos com coelhos pretos, nunca houve ocasião que eu me valesse dos saberes sobre sulfetos. Mas aquela experiência infantil, a professora nos lendo literatura, isso mudou minha vida. Ao ler — acho que ela nem sabia disso — ela estava me dando a chave de abrir o mundo. Há concertos de música. Por que não concertos de leitura? Imagino uma situação impensável: o adolescente se prepara para sair com a namorada, e a mãe lhe pergunta: "Aonde é que você vai?". E ele responde: "Vou a um concerto de leitura. Hoje, no teatro, vai ser lido o conto A terceira margem do rio, de Guimarães Rosa. Por que é que você não vai também com o pai?". Aí, pai e mãe, envergonhados, desligam o Jornal Nacional e vão se aprontar…
(Adaptado de: ALVES, R. Entre a ciência e a sapiência: o dilema da educação. São Paulo: Editorial
Loyola, 1996.)
Sobre a função da escola no desenvolvimento do prazer de ler, o Texto I assim se posiciona:
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No fluxograma geral de processamento de salame, representado na Figura a seguir, os números 1, 2, 3 e 4 correspondem, respectivamente, às etapas de:

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