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Na concepção da Pedagogia Progressivista, tomando por base Libâneo (1994), a aprendizagem ocorre por meio da
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Em 2006, por meio do Decreto nº. 5.840/06, foi instituído, no âmbito federal, o Programa Nacional de Integração da Educação Profissional com a Educação Básica na Modalidade de Educação de Jovens e Adultos – PROEJA. Sobre esse programa, é correto afirmar que
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TEXTO 2
Absorver mudança ortográfica não será difícil, diz linguista
Luisa Alcântara e Silva
De acordo com o Ministério da Educação, só 0,5% do vocabulário brasileiro será alterado com o novo Acordo. Em Portugal e nos países que adotam a sua grafia - Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, Cabo Verde, Timor-Leste e São Tomé e Príncipe -, a reforma será maior: abrange 1,5% das palavras usadas. Por isso, quando começar a valer, o Acordo - que ainda não foi regulamentado em Portugal - terá um período de cinco anos de transição.
Para Carlos Alberto Faraco, doutor em linguística e professor da Universidade Federal do Paraná, os brasileiros não terão tanta dificuldade para absorver as novas regras. "Se você observar o comportamento das pessoas hoje, você vai ver que elas nem usam mais boa parte dessas coisas que vão desaparecer", afirma.
Norberto Lourenço Nogueira Junior, professor de português do ensino médio, complementa, comparando a reforma atual com a última, da década de 70: "A adaptação vai ser mais fácil. Na de 1971, houve muito mais mudanças". Ele acredita que a mudança na forma como o hífen é utilizado gerará muitas dúvidas. "O jeito é comprar um dicionário novo e conferir sempre como a palavra ficou."
De acordo com Faraco, unificando a ortografia, os brasileiros terão uma preocupação a menos. "Se você for à esquina agora e comprar um romance do Saramago, você vai ver que ele está escrito na grafia lusitana. Nós aceitamos isso. Quando um brasileiro vai fazer pós-graduação em Portugal, ele tem que produzir a sua tese de acordo com a ortografia lusitana. Os portugueses são inflexíveis", afirma.
Sobre as críticas de que o Acordo não unifica a língua portuguesa, pois existem palavras com significados diferentes nos países lusófonos - "putos" em Portugal, por exemplo, significa rapazes -, José Carlos de Azeredo, doutor em letras e professor da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, afirma que isso não é argumento. "O Acordo diz respeito à ortografia, não ao vocabulário de cada país", diz ele. Para Azeredo, "é impossível unificar o vocabulário".
(Texto publicado na Folha de São Paulo em 01 de janeiro
de 2009. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u485116.shtml> Acesso em: 30 dez. 2011)
O professor Nogueira afirmou que as mudanças no uso do hífen trarão mais dúvidas aos falantes do Português. Marque a alternativa em que todas as palavras estejam escritas conforme o Novo Acordo Ortográfico.
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A Lei Federal nº 10.098/2000, que trata da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, conceitua barreiras como “qualquer entrave ou obstáculo que limite ou impeça o acesso, a liberdade de movimento e a circulação com segurança das pessoas” (art 2º, inciso II). Para a referida Lei, compete ao Poder Público promover a supressão de barreiras urbanísticas, arquitetônicas de transporte e de comunicação. Sobre esse tema, assinale a afirmativa correta.
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TEXTO 2
Absorver mudança ortográfica não será difícil, diz linguista
Luisa Alcântara e Silva
De acordo com o Ministério da Educação, só 0,5% do vocabulário brasileiro será alterado com o novo Acordo. Em Portugal e nos países que adotam a sua grafia - Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, Cabo Verde, Timor-Leste e São Tomé e Príncipe -, a reforma será maior: abrange 1,5% das palavras usadas. Por isso, quando começar a valer, o Acordo - que ainda não foi regulamentado em Portugal - terá um período de cinco anos de transição.
Para Carlos Alberto Faraco, doutor em linguística e professor da Universidade Federal do Paraná, os brasileiros não terão tanta dificuldade para absorver as novas regras. "Se você observar o comportamento das pessoas hoje, você vai ver que elas nem usam mais boa parte dessas coisas que vão desaparecer", afirma.
Norberto Lourenço Nogueira Junior, professor de português do ensino médio, complementa, comparando a reforma atual com a última, da década de 70: "A adaptação vai ser mais fácil. Na de 1971, houve muito mais mudanças". Ele acredita que a mudança na forma como o hífen é utilizado gerará muitas dúvidas. "O jeito é comprar um dicionário novo e conferir sempre como a palavra ficou."
De acordo com Faraco, unificando a ortografia, os brasileiros terão uma preocupação a menos. "Se você for à esquina agora e comprar um romance do Saramago, você vai ver que ele está escrito na grafia lusitana. Nós aceitamos isso. Quando um brasileiro vai fazer pós-graduação em Portugal, ele tem que produzir a sua tese de acordo com a ortografia lusitana. Os portugueses são inflexíveis", afirma.
Sobre as críticas de que o Acordo não unifica a língua portuguesa, pois existem palavras com significados diferentes nos países lusófonos - "putos" em Portugal, por exemplo, significa rapazes -, José Carlos de Azeredo, doutor em letras e professor da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, afirma que isso não é argumento. "O Acordo diz respeito à ortografia, não ao vocabulário de cada país", diz ele. Para Azeredo, "é impossível unificar o vocabulário".
(Texto publicado na Folha de São Paulo em 01 de janeiro
de 2009. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u485116.shtml> Acesso em: 30 dez. 2011)
Todo texto é constitutivamente heterogêneo, sendo permeado pelo diálogo com outras vozes e discursos. A respeito das relações dialógicas observadas no texto 2, assinale a alternativa correta.
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O Decreto nº 5154/2004 trata da Educação Profissional e, segundo esse Decreto, uma das formas de articulação da Educação Profissional Técnica de Nível Médio com o Ensino Médio é o Ensino Integrado. Este é oferecido SOMENTE a quem
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- ECAGeralDireitos Fundamentais (art. 7º ao 69)Do Direito à Profissionalização e à Proteção no Trabalho (Art. 60 a 69)
Julgue verdadeiras (V) ou falsas (F) as assertivas com relação à Lei Federal nº 8.069/90, Estatuto da Criança e do Adolescente, segundo o Capítulo V, do Título II.
( ) A formação técnico-profissional garante ao adolescente horário peculiar para o exercício das atividades, de forma que estas sejam compatíveis com o desenvolvimento do indivíduo.
( ) O aprendiz, sendo maior de catorze anos, tem assegurada a bolsa aprendizagem, não devendo prestar trabalho noturno ou em lugares que não permitam o acesso à escola.
( ) A remuneração que o adolescente, de programa sócio-educativo de órgão governamental ou não, adquire por trabalho feito é proibida, porque demonstra caráter não educativo.
( ) O adolescente em curso profissionalizante merece respeito à condição de pessoa em desenvolvimento, devendo, portanto, ter capacitação profissional para o mercado de trabalho.
( ) As exigências pedagógicas, referentes ao desenvolvimento pessoal e social do educando, devem ser maiores ou iguais quando relacionadas ao aspecto produtivo, desde que sejam respeitados seus devidos horários.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
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Na constituição do currículo do Ensino Médio, há componentes curriculares obrigatórios decorrentes da LDB e outros que são tratados como obrigatórios em decorrência de leis específicas. Nessa perspectiva, em qual alternativa todos os componentes são obrigatórios e normatizados por leis específicas?
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O Artigo 13 da Lei Federal nº 9.394/1996 (LDB) diz respeito às incumbências docentes. Sobre as incumbências dos docentes, nos termos da Lei, observe os itens a seguir.
I. Participar da gestão administrativa do estabelecimento de ensino.
II. Contribuir com a elaboração da proposta pedagógica do estabelecimento de ensino.
III. Participar das atividades de articulação da escola com as famílias e as comunidades.
IV. Cumprir plano de trabalho, elaborado pela Coordenação Pedagógica, segundo a proposta pedagógica do estabelecimento de ensino.
V. Criar formas de recuperação da aprendizagem para os alunos de menor rendimento.
Estão corretos, apenas:
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De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio, o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) deverá, gradualmente, fazer parte do Sistema de Avaliação da Educação Básica (SAEB). Quanto às funções adotadas por esse exame, observe os itens abaixo.
I. Avaliação sistêmica.
II. Avaliação certificadora.
III. Avaliação classificatória.
IV. Avaliação paralela.
V. Avaliação formativa.
II. Avaliação certificadora.
III. Avaliação classificatória.
IV. Avaliação paralela.
V. Avaliação formativa.
Estão corretos, apenas:
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