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Foram encontradas 40 questões.

785574 Ano: 2012
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
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A Lei Federal nº 8.112/1990 (Lei dos Servidores Públicos Federais) em seu Título II trata do Provimento, Vacância, Remoção, Redistribuição e Substituição dos servidores públicos. Considerando-se a seção VI, do capítulo I, que fala a respeito da Posse e do Exercício, assinale a alternativa correta.
 

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740162 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
TEXTO 2
Absorver mudança ortográfica não será difícil, diz linguista
Luisa Alcântara e Silva
De acordo com o Ministério da Educação, só 0,5% do vocabulário brasileiro será alterado com o novo Acordo. Em Portugal e nos países que adotam a sua grafia - Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, Cabo Verde, Timor-Leste e São Tomé e Príncipe -, a reforma será maior: abrange 1,5% das palavras usadas. Por isso, quando começar a valer, o Acordo - que ainda não foi regulamentado em Portugal - terá um período de cinco anos de transição.
Para Carlos Alberto Faraco, doutor em linguística e professor da Universidade Federal do Paraná, os brasileiros não terão tanta dificuldade para absorver as novas regras. "Se você observar o comportamento das pessoas hoje, você vai ver que elas nem usam mais boa parte dessas coisas que vão desaparecer", afirma.
Norberto Lourenço Nogueira Junior, professor de português do ensino médio, complementa, comparando a reforma atual com a última, da década de 70: "A adaptação vai ser mais fácil. Na de 1971, houve muito mais mudanças". Ele acredita que a mudança na forma como o hífen é utilizado gerará muitas dúvidas. "O jeito é comprar um dicionário novo e conferir sempre como a palavra ficou."
De acordo com Faraco, unificando a ortografia, os brasileiros terão uma preocupação a menos. "Se você for à esquina agora e comprar um romance do Saramago, você vai ver que ele está escrito na grafia lusitana. Nós aceitamos isso. Quando um brasileiro vai fazer pós-graduação em Portugal, ele tem que produzir a sua tese de acordo com a ortografia lusitana. Os portugueses são inflexíveis", afirma.
Sobre as críticas de que o Acordo não unifica a língua portuguesa, pois existem palavras com significados diferentes nos países lusófonos - "putos" em Portugal, por exemplo, significa rapazes -, José Carlos de Azeredo, doutor em letras e professor da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, afirma que isso não é argumento. "O Acordo diz respeito à ortografia, não ao vocabulário de cada país", diz ele. Para Azeredo, "é impossível unificar o vocabulário".
(Texto publicado na Folha de São Paulo em 01 de janeiro
de 2009. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u485116.shtml> Acesso em: 30 dez. 2011)
Em relação à distribuição das ideias no texto 2, leia as assertivas abaixo.
I. O primeiro parágrafo apresenta o tema central do texto, o qual pode ser sintetizado na seguinte fórmula: a adaptação dos falantes à nova ortografia.
II. O segundo parágrafo revela a tese defendida explicitamente pela autora de que a nova ortografia não traz grandes dificuldades para os falantes.
III. O terceiro parágrafo ratifica o ponto de vista apresentado no segundo parágrafo, estabelecendo uma analogia com a reforma ortográfica de 1971.
IV. O quarto parágrafo explica que o novo acordo ortográfico terá maior impacto no cotidiano dos brasileiros que no dos portugueses.
V. O quinto parágrafo corrobora com o argumento de que o acordo ortográfico é uma unificação da escrita, e não uma uniformização da língua.
Estão corretas, apenas:
 

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740101 Ano: 2012
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
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Com base no que regulamenta o Decreto nº 5.622/2005, sobre o desenvolvimento da educação a distância, julgue as afirmativas como verdadeiras (V) ou falsas (F).
( ) A principal característica da modalidade educacional a distância é a dispensa de encontros presenciais.
( ) O ensino a distância poderá ser ofertado em diferentes níveis e modalidades educacionais, inclusive na Educação de Jovens e Adultos e na Educação Profissional.
( ) A educação especial não pode ser desenvolvida na modalidade da educação a distância.
( ) Os cursos e programas a distância, devido à peculiaridade dessa modalidade educacional, são projetados com duração diferenciada da prevista para os mesmos cursos na modalidade presencial.
( ) O desempenho do estudante no processo será avaliado, mediante o cumprimento das atividades programadas e a realização de exames presenciais, para promoção, conclusão de estudos e obtenção de certificados ou diplomas dos cursos a distância.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
 

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728625 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
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De modo geral, a palavra Didática pode ser entendida como uma intervenção planejada nas atividades de aprendizagem, mas, dependendo da tendência pedagógica, ela adquire significados distintos. Nesse sentido, assinale a alternativa que indica corretamente a relação entre a Didática e o tipo de tendência pedagógica.
 

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727165 Ano: 2012
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
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O currículo do Ensino Médio é organizado em áreas de conhecimento. Assinale a alternativa que apresenta a organização correta.
 

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706175 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
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Alguns procedimentos devem ser observados pelo professor ao elaborar questões para verificação da aprendizagem. Quanto a esses procedimentos, analise as sentenças a seguir.
I. Nas avaliações, deve-se solicitar aos estudantes de forma simples e direta o que eles deverão manifestar que tenham aprendido.
II. Nas avaliações, deve-se elaborar questões em um nível mais complexo do que foi ensinado.
III. Nas avaliações, deve-se lançar uma questão introduzindo outro assunto no contexto.
IV. Nas avaliações, deve-se facilitar a compreensão dos enunciados.
V. Nas avaliações, devem-se utilizar armadilhas nos enunciados das questões.
Estão corretas, apenas:
 

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685871 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
TEXTO 1
O trabalho histórico
A origem do termo que já esteve associado ao suplício, mas que também pode ser fonte de alegrias.
Deonísio da Silva*
A palavra “trabalho” veio do latim tripalium, tripálio, uma técnica de sofrimento obtida com três paus fincados no chão, aos quais era afixado o condenado, quando não empalado num deles até morrer. “Empalar” é espetar pelo ânus, algo comum na Antiguidade, ante o qual (1) a crucifixão romana foi um avanço.
A etimologia latina formou-se a partir do prefixo tri-, três, e palus, pau, estaca, poste, mourão. No plano mítico, este étimo foi abandonado, porém na Vulgata, como é conhecida a tradução da Bíblia, do hebraico para o latim, feita pela equipe de São Jerônimo, que (2) serviu de base às traduções portuguesas durante séculos até que tivéssemos acesso a traduções vindas diretamente dos originais hebraico e grego.
Quem (3) trouxe a condenação de Adão e Eva ao trabalho, do latim para o português, traduziu labor por trabalho, um de seus sinônimos. São Jerônimo descartou tripalium e optou por labor. Traduzir é escolher. Sua escolha evitou os vínculos de tortura, implícitos no étimo descartado, mas manteve os de sofrimento no étimo escolhido.
A ideia do trabalho como sofrimento não estava presente na etimologia latina, uma vez que o verbo trabalhar era laborare;(I) e trabalho, labor.
No italiano predominou este (4) sentido, de que são amostras as palavras lavorare e lavoro. No francês travail, ao contrário, a vertente é a mesma do português. Mas para trabalhador(II) a língua francesa preferiu ouvrier, do étimo latino operarius, do verbo operare, formado a partir de operis, genitivo de opus, obra, cujo plural é ópera(III).
No latim vulgar, porém(IV), operare transformou-se em operire. Em inglês, trabalho é work, e no alemão, Werk, procedendo ambos do grego érgon, ação, presente no português em outras palavras, como em ergoterapia, tratamento pelo trabalho.
Felizmente, a etimologia ensina de onde vieram as palavras, mas não determina que elas tenham hoje o significado que tiveram no passado. O trabalho pode ser inesgotável fonte de alegrias!(V) Segundo Friedrich Engels, teve papel fundamental na transformação do macaco em homem, mas aí(5) os erros de tradução do filósofo alemão são igualmente numerosos.
*Escritor e doutor em Letras pela USP
(Texto adaptado. Disponível em: <www.revistalinguaportuguesa.com.br>. Acesso em: 26. Dez. 2011)
A pontuação é um recurso sintático-semântico de fundamental importância para a organização do texto. A respeito dos sinais utilizados e de sua função, analise as proposições abaixo.
I. O ponto-e-vírgula (segunda linha do quarto parágrafo) poderia ser substituído pela vírgula, estando ambos de acordo com a norma padrão.
II. O fragmento “para trabalhador” (segunda linha do quinto parágrafo) deveria estar entre vírgulas, por se tratar de um adjunto adverbial deslocado.
III. A quantidade de vírgulas na última linha do quinto parágrafo é excessiva, dificultando a organização e compreensão do texto.
IV. A conjunção “porém” (primeira linha do sexto parágrafo) encontra-se entre vírgulas por estar deslocada de sua posição no período.
V. A exclamação (segunda linha do último parágrafo) é inadequada, pois o veículo de comunicação do texto exige um tom objetivo e impessoal.
Estão corretas, apenas:
 

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685404 Ano: 2012
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
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De acordo com as Leis nº 10.639/2003 e nº 11.645/2008, o ensino da História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena deverá ser implementado em estabelecimentos de Ensino Fundamental, Médio, oficiais e particulares, em caráter obrigatório. Sobre esse conteúdo, é correto afirmar que
 

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667362 Ano: 2012
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
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A professora Maria, ao ser questionada pela coordenação do curso onde é lotada, a respeito da presença de estudantes com necessidades especiais nas classes em que ministra suas aulas, afirmou que um dos estudantes, de nome Jorge, apresenta uma necessidade no campo socioeconômico, de caráter nutricional. Diante da situação, assinale a alternativa que indica o julgamento correto quanto à resposta da professora, de acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica.
 

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1185724 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
TEXTO 1
O trabalho histórico
A origem do termo que já esteve associado ao suplício, mas que também pode ser fonte de alegrias.
Deonísio da Silva*
A palavra “trabalho” veio do latim tripalium, tripálio, uma técnica de sofrimento obtida com três paus fincados no chão, aos quais era afixado o condenado, quando não empalado num deles até morrer. “Empalar” é espetar pelo ânus, algo comum na Antiguidade, ante o qual (1) a crucifixão romana foi um avanço.
A etimologia latina formou-se a partir do prefixo tri-, três, e palus, pau, estaca, poste, mourão. No plano mítico, este étimo foi abandonado, porém na Vulgata, como é conhecida a tradução da Bíblia, do hebraico para o latim, feita pela equipe de São Jerônimo, que (2) serviu de base às traduções portuguesas durante séculos até que tivéssemos acesso a traduções vindas diretamente dos originais hebraico e grego.
Quem (3) trouxe a condenação de Adão e Eva ao trabalho, do latim para o português, traduziu labor por trabalho, um de seus sinônimos. São Jerônimo descartou tripalium e optou por labor. Traduzir é escolher. Sua escolha evitou os vínculos de tortura, implícitos no étimo descartado, mas manteve os de sofrimento no étimo escolhido.
A ideia do trabalho como sofrimento não estava presente na etimologia latina, uma vez que o verbo trabalhar era laborare; e trabalho, labor.
No italiano predominou este (4) sentido, de que são amostras as palavras lavorare e lavoro. No francês travail, ao contrário, a vertente é a mesma do português. Mas para trabalhador a língua francesa preferiu ouvrier, do étimo latino operarius, do verbo operare, formado a partir de operis, genitivo de opus, obra, cujo plural é ópera.
No latim vulgar, porém, operare transformou-se em operire. Em inglês, trabalho é work, e no alemão, Werk, procedendo ambos do grego érgon, ação, presente no português em outras palavras, como em ergoterapia, tratamento pelo trabalho.
Felizmente, a etimologia ensina de onde vieram as palavras, mas não determina que elas tenham hoje o significado que tiveram no passado. O trabalho pode ser inesgotável fonte de alegrias! Segundo Friedrich Engels, teve papel fundamental na transformação do macaco em homem, mas aí(5) os erros de tradução do filósofo alemão são igualmente numerosos.
*Escritor e doutor em Letras pela USP
(Texto adaptado. Disponível em: <www.revistalinguaportuguesa.com.br>. Acesso em: 26. Dez. 2011)
Os enunciados abaixo tecem comentários sobre aspectos semânticos e estilísticos apresentados no texto 1.
Observe-os.
I. A substituição de “trabalho” por outro termo sinônimo não traz alterações semânticas significativas.
II. O étimo de “trabalho” nas línguas germânicas tem conotação similar ao das línguas neolatinas.
III. As sequências tipológicas predominantes são as expositivas com orações coordenadas e verbos no presente.
IV. As sequências descritivas predominam no texto, haja vista a diversidade de verbetes que compõem o texto.
V. O advérbio “felizmente” (último parágrafo) faz uma avaliação apreciativa sobre o conteúdo do enunciado.
Estão corretos, apenas:
Questão Anulada

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