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Foram encontradas 40 questões.

793808 Ano: 2012
Disciplina: Psicologia
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
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Qual teoria foi elaborada por Kurt Lewin na década de 1930, no Massachusetts Institute of Technology (MIT)?
 

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740162 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
TEXTO 2
Absorver mudança ortográfica não será difícil, diz linguista
Luisa Alcântara e Silva
De acordo com o Ministério da Educação, só 0,5% do vocabulário brasileiro será alterado com o novo Acordo. Em Portugal e nos países que adotam a sua grafia - Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, Cabo Verde, Timor-Leste e São Tomé e Príncipe -, a reforma será maior: abrange 1,5% das palavras usadas. Por isso, quando começar a valer, o Acordo - que ainda não foi regulamentado em Portugal - terá um período de cinco anos de transição.
Para Carlos Alberto Faraco, doutor em linguística e professor da Universidade Federal do Paraná, os brasileiros não terão tanta dificuldade para absorver as novas regras. "Se você observar o comportamento das pessoas hoje, você vai ver que elas nem usam mais boa parte dessas coisas que vão desaparecer", afirma.
Norberto Lourenço Nogueira Junior, professor de português do ensino médio, complementa, comparando a reforma atual com a última, da década de 70: "A adaptação vai ser mais fácil. Na de 1971, houve muito mais mudanças". Ele acredita que a mudança na forma como o hífen é utilizado gerará muitas dúvidas. "O jeito é comprar um dicionário novo e conferir sempre como a palavra ficou."
De acordo com Faraco, unificando a ortografia, os brasileiros terão uma preocupação a menos. "Se você for à esquina agora e comprar um romance do Saramago, você vai ver que ele está escrito na grafia lusitana. Nós aceitamos isso. Quando um brasileiro vai fazer pós-graduação em Portugal, ele tem que produzir a sua tese de acordo com a ortografia lusitana. Os portugueses são inflexíveis", afirma.
Sobre as críticas de que o Acordo não unifica a língua portuguesa, pois existem palavras com significados diferentes nos países lusófonos - "putos" em Portugal, por exemplo, significa rapazes -, José Carlos de Azeredo, doutor em letras e professor da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, afirma que isso não é argumento. "O Acordo diz respeito à ortografia, não ao vocabulário de cada país", diz ele. Para Azeredo, "é impossível unificar o vocabulário".
(Texto publicado na Folha de São Paulo em 01 de janeiro
de 2009. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u485116.shtml> Acesso em: 30 dez. 2011)
Em relação à distribuição das ideias no texto 2, leia as assertivas abaixo.
I. O primeiro parágrafo apresenta o tema central do texto, o qual pode ser sintetizado na seguinte fórmula: a adaptação dos falantes à nova ortografia.
II. O segundo parágrafo revela a tese defendida explicitamente pela autora de que a nova ortografia não traz grandes dificuldades para os falantes.
III. O terceiro parágrafo ratifica o ponto de vista apresentado no segundo parágrafo, estabelecendo uma analogia com a reforma ortográfica de 1971.
IV. O quarto parágrafo explica que o novo acordo ortográfico terá maior impacto no cotidiano dos brasileiros que no dos portugueses.
V. O quinto parágrafo corrobora com o argumento de que o acordo ortográfico é uma unificação da escrita, e não uma uniformização da língua.
Estão corretas, apenas:
 

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728907 Ano: 2012
Disciplina: Psicologia
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
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Quanto à avaliação de desempenho, com foco em competências, é certo afirmar que:
 

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685871 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
TEXTO 1
O trabalho histórico
A origem do termo que já esteve associado ao suplício, mas que também pode ser fonte de alegrias.
Deonísio da Silva*
A palavra “trabalho” veio do latim tripalium, tripálio, uma técnica de sofrimento obtida com três paus fincados no chão, aos quais era afixado o condenado, quando não empalado num deles até morrer. “Empalar” é espetar pelo ânus, algo comum na Antiguidade, ante o qual (1) a crucifixão romana foi um avanço.
A etimologia latina formou-se a partir do prefixo tri-, três, e palus, pau, estaca, poste, mourão. No plano mítico, este étimo foi abandonado, porém na Vulgata, como é conhecida a tradução da Bíblia, do hebraico para o latim, feita pela equipe de São Jerônimo, que (2) serviu de base às traduções portuguesas durante séculos até que tivéssemos acesso a traduções vindas diretamente dos originais hebraico e grego.
Quem (3) trouxe a condenação de Adão e Eva ao trabalho, do latim para o português, traduziu labor por trabalho, um de seus sinônimos. São Jerônimo descartou tripalium e optou por labor. Traduzir é escolher. Sua escolha evitou os vínculos de tortura, implícitos no étimo descartado, mas manteve os de sofrimento no étimo escolhido.
A ideia do trabalho como sofrimento não estava presente na etimologia latina, uma vez que o verbo trabalhar era laborare;(I) e trabalho, labor.
No italiano predominou este (4) sentido, de que são amostras as palavras lavorare e lavoro. No francês travail, ao contrário, a vertente é a mesma do português. Mas para trabalhador(II) a língua francesa preferiu ouvrier, do étimo latino operarius, do verbo operare, formado a partir de operis, genitivo de opus, obra, cujo plural é ópera(III).
No latim vulgar, porém(IV), operare transformou-se em operire. Em inglês, trabalho é work, e no alemão, Werk, procedendo ambos do grego érgon, ação, presente no português em outras palavras, como em ergoterapia, tratamento pelo trabalho.
Felizmente, a etimologia ensina de onde vieram as palavras, mas não determina que elas tenham hoje o significado que tiveram no passado. O trabalho pode ser inesgotável fonte de alegrias!(V) Segundo Friedrich Engels, teve papel fundamental na transformação do macaco em homem, mas aí(5) os erros de tradução do filósofo alemão são igualmente numerosos.
*Escritor e doutor em Letras pela USP
(Texto adaptado. Disponível em: <www.revistalinguaportuguesa.com.br>. Acesso em: 26. Dez. 2011)
A pontuação é um recurso sintático-semântico de fundamental importância para a organização do texto. A respeito dos sinais utilizados e de sua função, analise as proposições abaixo.
I. O ponto-e-vírgula (segunda linha do quarto parágrafo) poderia ser substituído pela vírgula, estando ambos de acordo com a norma padrão.
II. O fragmento “para trabalhador” (segunda linha do quinto parágrafo) deveria estar entre vírgulas, por se tratar de um adjunto adverbial deslocado.
III. A quantidade de vírgulas na última linha do quinto parágrafo é excessiva, dificultando a organização e compreensão do texto.
IV. A conjunção “porém” (primeira linha do sexto parágrafo) encontra-se entre vírgulas por estar deslocada de sua posição no período.
V. A exclamação (segunda linha do último parágrafo) é inadequada, pois o veículo de comunicação do texto exige um tom objetivo e impessoal.
Estão corretas, apenas:
 

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678814 Ano: 2012
Disciplina: Psicologia
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
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Para o processo de interpretação dos dados obtidos no Teste de Rorschach, é preciso que as respostas sobre as manchas, dadas pelo examinando, sejam classificadas por três vezes. Qual das alternativas abaixo, corresponde a essa ordem de classificação?
 

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667115 Ano: 2012
Disciplina: Psicologia
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
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É comum associarmos ao psicólogo a imagem do “testólogo”, que, na verdade, foi o papel que exerceu na primeira metade do século XX. Hoje a testagem pode ser um passo importante no processo de avaliação. Qual das alternativas abaixo refere-se ao objetivo da psicometria?
 

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633960 Ano: 2012
Disciplina: Psicologia
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
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As pesquisas e teorias de Kurt Lewin contribuíram para a autonomia da Psicologia Social como ciência, ao mesmo tempo em que lançaram e criaram as bases para os estudos e conceituações sobre a dinâmica de grupo. Assinale a alternativa que apresenta o conceito de psicogrupo, estabelecido por Lewin.
 

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1185724 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
TEXTO 1
O trabalho histórico
A origem do termo que já esteve associado ao suplício, mas que também pode ser fonte de alegrias.
Deonísio da Silva*
A palavra “trabalho” veio do latim tripalium, tripálio, uma técnica de sofrimento obtida com três paus fincados no chão, aos quais era afixado o condenado, quando não empalado num deles até morrer. “Empalar” é espetar pelo ânus, algo comum na Antiguidade, ante o qual (1) a crucifixão romana foi um avanço.
A etimologia latina formou-se a partir do prefixo tri-, três, e palus, pau, estaca, poste, mourão. No plano mítico, este étimo foi abandonado, porém na Vulgata, como é conhecida a tradução da Bíblia, do hebraico para o latim, feita pela equipe de São Jerônimo, que (2) serviu de base às traduções portuguesas durante séculos até que tivéssemos acesso a traduções vindas diretamente dos originais hebraico e grego.
Quem (3) trouxe a condenação de Adão e Eva ao trabalho, do latim para o português, traduziu labor por trabalho, um de seus sinônimos. São Jerônimo descartou tripalium e optou por labor. Traduzir é escolher. Sua escolha evitou os vínculos de tortura, implícitos no étimo descartado, mas manteve os de sofrimento no étimo escolhido.
A ideia do trabalho como sofrimento não estava presente na etimologia latina, uma vez que o verbo trabalhar era laborare; e trabalho, labor.
No italiano predominou este (4) sentido, de que são amostras as palavras lavorare e lavoro. No francês travail, ao contrário, a vertente é a mesma do português. Mas para trabalhador a língua francesa preferiu ouvrier, do étimo latino operarius, do verbo operare, formado a partir de operis, genitivo de opus, obra, cujo plural é ópera.
No latim vulgar, porém, operare transformou-se em operire. Em inglês, trabalho é work, e no alemão, Werk, procedendo ambos do grego érgon, ação, presente no português em outras palavras, como em ergoterapia, tratamento pelo trabalho.
Felizmente, a etimologia ensina de onde vieram as palavras, mas não determina que elas tenham hoje o significado que tiveram no passado. O trabalho pode ser inesgotável fonte de alegrias! Segundo Friedrich Engels, teve papel fundamental na transformação do macaco em homem, mas aí(5) os erros de tradução do filósofo alemão são igualmente numerosos.
*Escritor e doutor em Letras pela USP
(Texto adaptado. Disponível em: <www.revistalinguaportuguesa.com.br>. Acesso em: 26. Dez. 2011)
Os enunciados abaixo tecem comentários sobre aspectos semânticos e estilísticos apresentados no texto 1.
Observe-os.
I. A substituição de “trabalho” por outro termo sinônimo não traz alterações semânticas significativas.
II. O étimo de “trabalho” nas línguas germânicas tem conotação similar ao das línguas neolatinas.
III. As sequências tipológicas predominantes são as expositivas com orações coordenadas e verbos no presente.
IV. As sequências descritivas predominam no texto, haja vista a diversidade de verbetes que compõem o texto.
V. O advérbio “felizmente” (último parágrafo) faz uma avaliação apreciativa sobre o conteúdo do enunciado.
Estão corretos, apenas:
Questão Anulada

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1184394 Ano: 2012
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
Provas:
A resolução de Nº 012/2005, do Conselho Federal de Psicologia, estabelece as diretrizes éticas dos serviços de atendimento psicológicos mediados pelo uso do computador, através da internet. Qual a principal restrição do Conselho Federal de Psicologia quanto ao trabalho do psicólogo na internet?
Questão Desatualizada

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1183795 Ano: 2012
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
Provas:
De acordo com o manual de elaboração de documentos decorrentes de avaliações psicológicas, fica instituído pela resolução Nº 007/2003 do Conselho Federal de Psicologia (CFP) que
Questão Desatualizada

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