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Ocorre processo de coesão textual, por meio da hiperonímia, na seguinte alternativa:
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Leia o seguinte enunciado e assinale a alternativa em que todos os itens se encontram inteiramente corretos. Com a promulgação do Decreto Nº. 5.154/2004, a Educação Profissional passou a ser desenvolvida por meio de cursos e programas de
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Analise as proposições abaixo sobre a prática educativa.
I. A prática docente sobre o pensar certo envolve o movimento dinâmico, dialético entre o fazer e o pensar sobre o fazer.
II. A prática docente implica somente o saber-fazer.
III. Na formação permanente de professores, o momento fundamental é o da reflexão crítica sobre o pensar.
IV. Ensinar é transferir conhecimento.
São inteiramente verdadeiros os enunciados
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Os Parâmetros Curriculares Nacionais são
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Em uma das alternativas, cometeu-se um erro no emprego da forma verbal sublinhada. Assinale-a.
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A Orientação que se quer hoje, de que se fala hoje, é para este novo tempo, em que a Educação tem que saber lidar com o real, com as perspectivas dessa realidade, entremeando esses momentos, essa passagem do presente para o futuro coma construção do imaginário da escola, da educação e dos próprios alunos.
(Grinspun, 2006)
Na concepção dessa autora, a Orientação Educacional deve, hoje, entre outros propósitos, estar comprometida com
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RAÍZES DO BRASIL
Nas formas de vida coletiva podem assinalar-se dois princípios que se combatem e regulam diversamente as atividades dos homens. Esses dois princípios encarnam-se nos tipos do aventureiro e do trabalhador. Já nas sociedades rudimentares, manifestam-se eles, segundo sua predominância, na distinção fundamental entre os povos caçadores ou coletores e os povos lavradores. Para uns, o objeto final, a mira de todo esforço, o ponto de chegada, assume relevância tão capital que chega a dispensar, por secundários, por supérfluos, todos os processos intermediários. Seu ideal será colher o fruto sem plantar a árvore.
Esse tipo humano ignora as fronteiras. No fundo, tudo se apresenta a ele em generosa amplitude e, onde quer que se erija um obstáculo a seus propósitos ambiciosos, sabe transformar esse obstáculo em trampolim.
Vive dos espaços ilimitados, dos projetos vastos, dos horizontes distantes. O trabalhador, ao contrário, é aquele que enxerga primeiro a dificuldade a vencer, não o triunfo a alcançar. O esforço lento, pouco compensador e persistente, que, no entanto, mede todas as possibilidades de desperdício e sabe tirar o máximo proveito do insignificante, tem sentido nítido para ele. Seu campo visual é naturalmente restrito. A parte, maior que o todo.
Existe uma ética do trabalho, como existe uma ética da aventura. Assim, o indivíduo do tipo trabalhador só atribuirá valor moral positivo às ações que sente ânimo de praticar e, inversamente, terá por imorais e detestáveis as qualidades próprias do aventureiro: audácia, imprevidência, irresponsabilidade, instabilidade, vagabundagem, tudo, enfim, quanto se relacione com a concepção espaçosa do mundo, característica desse tipo.
Por outro lado, as energias e esforços que se dirigem a uma recompensa imediata são enaltecidos pelos aventureiros, as energias que visam à estabilidade, à paz, à segurança pessoal e aos esforços sem perspectivas de rápido proveito passam, ao contrário, por viciosos e desprezíveis para eles. Nada lhes parece mais estúpido e mesquinho do que o ideal do trabalhador.
(HOLANDA Sérgio Buarque de.Raízes do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1999.)
Para o autor do texto, o trabalhador NÃO se caracteriza por
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Às crianças e jovens com necessidades educativas especiais devem ter acesso às escolas regulares, que a elas devem se adequar [...]
O trecho acima é parte integrante do seguinte documento:
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RAÍZES DO BRASIL
Nas formas de vida coletiva podem assinalar-se dois princípios que se combatem e regulam diversamente as atividades dos homens. Esses dois princípios encarnam-se nos tipos do aventureiro e do trabalhador. Já nas sociedades rudimentares, manifestam-se eles, segundo sua predominância, na distinção fundamental entre os povos caçadores ou coletores e os povos lavradores. Para uns, o objeto final, a mira de todo esforço, o ponto de chegada, assume relevância tão capital que chega a dispensar, por secundários, por supérfluos, todos os processos intermediários. Seu ideal será colher o fruto sem plantar a árvore.
Esse tipo humano ignora as fronteiras. No fundo, tudo se apresenta a ele em generosa amplitude e, onde quer que se erija um obstáculo a seus propósitos ambiciosos, sabe transformar esse obstáculo em trampolim.
Vive dos espaços ilimitados, dos projetos vastos, dos horizontes distantes. O trabalhador, ao contrário, é aquele que enxerga primeiro a dificuldade a vencer, não o triunfo a alcançar. O esforço lento, pouco compensador e persistente, que, no entanto, mede todas as possibilidades de desperdício e sabe tirar o máximo proveito do insignificante, tem sentido nítido para ele. Seu campo visual é naturalmente restrito. A parte, maior que o todo.
Existe uma ética do trabalho, como existe uma ética da aventura. Assim, o indivíduo do tipo trabalhador só atribuirá valor moral positivo às ações que sente ânimo de praticar e, inversamente, terá por imorais e detestáveis as qualidades próprias do aventureiro: audácia, imprevidência, irresponsabilidade, instabilidade, vagabundagem, tudo, enfim, quanto se relacione com a concepção espaçosa do mundo, característica desse tipo.
Por outro lado, as energias e esforços que se dirigem a uma recompensa imediata são enaltecidos pelos aventureiros, as energias que visam à estabilidade, à paz, à segurança pessoal e aos esforços sem perspectivas de rápido proveito passam, ao contrário, por viciosos e desprezíveis para eles. Nada lhes parece mais estúpido e mesquinho do que o ideal do trabalhador.
(HOLANDA Sérgio Buarque de.Raízes do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1999.)
No desenvolvimento do texto, há predominância de
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Leia estas proposições sobre pensamento e linguagem, na visão de Lev Vygotsky.
I. O pensamento implica a verdade ou a falácia e exprime-se através da linguagem.
Il. O trajeto evolutivo do pensamento na infância vai do individual para o social.
III. A função primeira da linguagem é a função da comunicação, de partilha social e de influência sobre os outros.
IV. O pensamento e a palavra são talhados no mesmo modelo.
Estão totalmente corretas
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