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Estrangeirismos: in or out?

Para alguns, o uso de estrangeirismos faz parte do nosso cotidiano, já que estamos usando tão frequentemente outras línguas na forma oral ou na forma escrita. Além disso, a língua portuguesa se parece muito com o Brasil cosmopolita, pois nosso país abriga pessoas que já formaram gerações de diversas regiões do mundo – a nossa tão falada miscigenação. [...]

Algumas palavras ou expressões já foram “abrasileiradas”, como é o caso do verbo “deletar”. Outras são usadas do jeito original, como fast-food ou milk-shake, e outras ainda, que facilmente poderiam ser trocadas por uma similar nacional, mas insistem em permanecer como exceções à regra. Pensando sobre “invasões” culturais, além das linguísticas, o português não teria absorvido a palavra hambúrguer, se não tivesse se estabelecido entre nós a rede McDonald's.

Muitos autores acham que estrangeirismo não passa de modismo e que seu uso frequente pode muitas vezes ser atribuído a uma mera imitação de comportamentos linguístico-culturais, reveladora de uma postura acrítica e submissa, principalmente por parte dos jovens, no que se refere a culturas dominantes como a norte-americana. [...]

No entanto, como explicar o uso dessas palavras, expressões e construções vistas correntemente na internet, na publicidade, nos meios de comunicação, no esporte, na música, em serviços bancários? Esses empréstimos de outras línguas a cada dia penetram no português, oriundos das mais diversas procedências, para preencher vazios da nossa língua e, com isso, enriquecer o léxico [...].

Além disso, imaginem as seguintes cenas “traduzidas”: “Cheguei ao restaurante de comida rápida (fast-food), onde esperava pelo meu treinador pessoal (personal-trainer), pois havíamos marcado uma hora feliz (happy hour) para tomarmos um leite batido (milk-shake)”. Ou então: “Liguei o meu livro de anotações (notebook) para acessar o meu endereço eletrônico (e-mail), mas a entreteia (internet) estava com problemas neste sítio (site), então preferi usar o mensageiro (messenger), que era bem mais rápido”.

PAGANOTTO, Emery Marilis Mauro. Disponível em: <http://universidadebrasil.edu.br/portal/estrangeirismos-in-orout/> (adaptado).

Analise o trecho abaixo.

“Outras são usadas do jeito original, como fast-food ou milk-shake, e outras ainda, que facilmente poderiam ser trocadas por uma similar nacional, MAS insistemempermanecer como exceções à regra.”

O vocábulo destacado, “mas”, classifica-se como conjunção coordenativa adversativa e poderia ser substituído, sem prejuízo de sentido, por:

 

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Estrangeirismos: in or out?

Para alguns, o uso de estrangeirismos faz parte do nosso cotidiano, já que estamos usando tão frequentemente outras línguas na forma oral ou na forma escrita. Além disso, a língua portuguesa se parece muito com o Brasil cosmopolita, pois nosso país abriga pessoas que já formaram gerações de diversas regiões do mundo – a nossa tão falada miscigenação. [...]

Algumas palavras ou expressões já foram “abrasileiradas”, como é o caso do verbo “deletar”. Outras são usadas do jeito original, como fast-food ou milk-shake, e outras ainda, que facilmente poderiam ser trocadas por uma similar nacional, mas insistem em permanecer como exceções à regra. Pensando sobre “invasões” culturais, além das linguísticas, o português não teria absorvido a palavra hambúrguer, se não tivesse se estabelecido entre nós a rede McDonald's.

Muitos autores acham que estrangeirismo não passa de modismo e que seu uso frequente pode muitas vezes ser atribuído a uma mera imitação de comportamentos linguístico-culturais, reveladora de uma postura acrítica e submissa, principalmente por parte dos jovens, no que se refere a culturas dominantes como a norte-americana. [...]

No entanto, como explicar o uso dessas palavras, expressões e construções vistas correntemente na internet, na publicidade, nos meios de comunicação, no esporte, na música, em serviços bancários? Esses empréstimos de outras línguas a cada dia penetram no português, oriundos das mais diversas procedências, para preencher vazios da nossa língua e, com isso, enriquecer o léxico [...].

Além disso, imaginem as seguintes cenas “traduzidas”: “Cheguei ao restaurante de comida rápida (fast-food), onde esperava pelo meu treinador pessoal (personal-trainer), pois havíamos marcado uma hora feliz (happy hour) para tomarmos um leite batido (milk-shake)”. Ou então: “Liguei o meu livro de anotações (notebook) para acessar o meu endereço eletrônico (e-mail), mas a entreteia (internet) estava com problemas neste sítio (site), então preferi usar o mensageiro (messenger), que era bem mais rápido”.

PAGANOTTO, Emery Marilis Mauro. Disponível em: <http://universidadebrasil.edu.br/portal/estrangeirismos-in-orout/> (adaptado).

Releia o trecho abaixo.

“Além disso, a língua portuguesa se parece muito com o Brasil cosmopolita, pois nosso país abriga pessoas que já formaram gerações de diversas regiões do mundo – a nossa tão falada miscigenação.”

No período acima transcrito, há dois elementos coesivos. Identifique a alternativa em que esses elementos estão corretamente identificados e devidamente relacionados aos significados que expressam:

 

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Estrangeirismos: in or out?

Para alguns, o uso de estrangeirismos faz parte do nosso cotidiano, já que estamos usando tão frequentemente outras línguas na forma oral ou na forma escrita. Além disso, a língua portuguesa se parece muito com o Brasil cosmopolita, pois nosso país abriga pessoas que já formaram gerações de diversas regiões do mundo – a nossa tão falada miscigenação. [...]

Algumas palavras ou expressões já foram “abrasileiradas”, como é o caso do verbo “deletar”. Outras são usadas do jeito original, como fast-food ou milk-shake, e outras ainda, que facilmente poderiam ser trocadas por uma similar nacional, mas insistem em permanecer como exceções à regra. Pensando sobre “invasões” culturais, além das linguísticas, o português não teria absorvido a palavra hambúrguer, se não tivesse se estabelecido entre nós a rede McDonald's.

Muitos autores acham que estrangeirismo não passa de modismo e que seu uso frequente pode muitas vezes ser atribuído a uma mera imitação de comportamentos linguístico-culturais, reveladora de uma postura acrítica e submissa, principalmente por parte dos jovens, no que se refere a culturas dominantes como a norte-americana. [...]

No entanto, como explicar o uso dessas palavras, expressões e construções vistas correntemente na internet, na publicidade, nos meios de comunicação, no esporte, na música, em serviços bancários? Esses empréstimos de outras línguas a cada dia penetram no português, oriundos das mais diversas procedências, para preencher vazios da nossa língua e, com isso, enriquecer o léxico [...].

Além disso, imaginem as seguintes cenas “traduzidas”: “Cheguei ao restaurante de comida rápida (fast-food), onde esperava pelo meu treinador pessoal (personal-trainer), pois havíamos marcado uma hora feliz (happy hour) para tomarmos um leite batido (milk-shake)”. Ou então: “Liguei o meu livro de anotações (notebook) para acessar o meu endereço eletrônico (e-mail), mas a entreteia (internet) estava com problemas neste sítio (site), então preferi usar o mensageiro (messenger), que era bem mais rápido”.

PAGANOTTO, Emery Marilis Mauro. Disponível em: <http://universidadebrasil.edu.br/portal/estrangeirismos-in-orout/> (adaptado).

Observe o trecho abaixo.

“Pensando sobre 'invasões' culturais, além das linguísticas, o português não teria absorvido a palavra hambúrguer, se não tivesse se estabelecido entre nós a rede McDonald's.”

Em“invasões”, as aspas foram usadas para:

 

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Estrangeirismos: in or out?

Para alguns, o uso de estrangeirismos faz parte do nosso cotidiano, já que estamos usando tão frequentemente outras línguas na forma oral ou na forma escrita. Além disso, a língua portuguesa se parece muito com o Brasil cosmopolita, pois nosso país abriga pessoas que já formaram gerações de diversas regiões do mundo – a nossa tão falada miscigenação. [...]

Algumas palavras ou expressões já foram “abrasileiradas”, como é o caso do verbo “deletar”. Outras são usadas do jeito original, como fast-food ou milk-shake, e outras ainda, que facilmente poderiam ser trocadas por uma similar nacional, mas insistem em permanecer como exceções à regra. Pensando sobre “invasões” culturais, além das linguísticas, o português não teria absorvido a palavra hambúrguer, se não tivesse se estabelecido entre nós a rede McDonald's.

Muitos autores acham que estrangeirismo não passa de modismo e que seu uso frequente pode muitas vezes ser atribuído a uma mera imitação de comportamentos linguístico-culturais, reveladora de uma postura acrítica e submissa, principalmente por parte dos jovens, no que se refere a culturas dominantes como a norte-americana. [...]

No entanto, como explicar o uso dessas palavras, expressões e construções vistas correntemente na internet, na publicidade, nos meios de comunicação, no esporte, na música, em serviços bancários? Esses empréstimos de outras línguas a cada dia penetram no português, oriundos das mais diversas procedências, para preencher vazios da nossa língua e, com isso, enriquecer o léxico [...].

Além disso, imaginem as seguintes cenas “traduzidas”: “Cheguei ao restaurante de comida rápida (fast-food), onde esperava pelo meu treinador pessoal (personal-trainer), pois havíamos marcado uma hora feliz (happy hour) para tomarmos um leite batido (milk-shake)”. Ou então: “Liguei o meu livro de anotações (notebook) para acessar o meu endereço eletrônico (e-mail), mas a entreteia (internet) estava com problemas neste sítio (site), então preferi usar o mensageiro (messenger), que era bem mais rápido”.

PAGANOTTO, Emery Marilis Mauro. Disponível em: <http://universidadebrasil.edu.br/portal/estrangeirismos-in-orout/> (adaptado).

Observe os trechos abaixo.

I. “Cheguei ao restaurante de comida rápida (fastfood), onde esperava pelo meu treinador pessoal (personal trainer), pois havíamos marcado uma hora feliz (happy hour) para tomarmos um leite batido (milk-shake)”.

II. “Liguei o meu livro de anotações (notebook) para acessar o meu endereço eletrônico (e-mail), mas a entreteia (internet) estava com problemas neste sítio (site), então preferi usar o mensageiro (messenger), que era bem mais rápido”.

Entre as traduções sugeridas para os estrangeirismos, identifique a única que pode ser considerada aceitável do ponto de vista comunicativo:

 

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Estrangeirismos: in or out?

Para alguns, o uso de estrangeirismos faz parte do nosso cotidiano, já que estamos usando tão frequentemente outras línguas na forma oral ou na forma escrita. Além disso, a língua portuguesa se parece muito com o Brasil cosmopolita, pois nosso país abriga pessoas que já formaram gerações de diversas regiões do mundo – a nossa tão falada miscigenação. [...]

Algumas palavras ou expressões já foram “abrasileiradas”, como é o caso do verbo “deletar”. Outras são usadas do jeito original, como fast-food ou milk-shake, e outras ainda, que facilmente poderiam ser trocadas por uma similar nacional, mas insistem em permanecer como exceções à regra. Pensando sobre “invasões” culturais, além das linguísticas, o português não teria absorvido a palavra hambúrguer, se não tivesse se estabelecido entre nós a rede McDonald's.

Muitos autores acham que estrangeirismo não passa de modismo e que seu uso frequente pode muitas vezes ser atribuído a uma mera imitação de comportamentos linguístico-culturais, reveladora de uma postura acrítica e submissa, principalmente por parte dos jovens, no que se refere a culturas dominantes como a norte-americana. [...]

No entanto, como explicar o uso dessas palavras, expressões e construções vistas correntemente na internet, na publicidade, nos meios de comunicação, no esporte, na música, em serviços bancários? Esses empréstimos de outras línguas a cada dia penetram no português, oriundos das mais diversas procedências, para preencher vazios da nossa língua e, com isso, enriquecer o léxico [...].

Além disso, imaginem as seguintes cenas “traduzidas”: “Cheguei ao restaurante de comida rápida (fast-food), onde esperava pelo meu treinador pessoal (personal-trainer), pois havíamos marcado uma hora feliz (happy hour) para tomarmos um leite batido (milk-shake)”. Ou então: “Liguei o meu livro de anotações (notebook) para acessar o meu endereço eletrônico (e-mail), mas a entreteia (internet) estava com problemas neste sítio (site), então preferi usar o mensageiro (messenger), que era bem mais rápido”.

PAGANOTTO, Emery Marilis Mauro. Disponível em: <http://universidadebrasil.edu.br/portal/estrangeirismos-in-orout/> (adaptado).

Segundo a autora, a maior dificuldade na luta contra os estrangeirismos está relacionada:

 

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Algumas palavras ou expressões já foram “abrasileiradas”, como é o caso do verbo “deletar”. Outras são usadas do jeito original, como fast-food ou milk-shake, e outras ainda, que facilmente poderiam ser trocadas por uma similar nacional, mas insistem em permanecer como exceções à regra. Pensando sobre “invasões” culturais, além das linguísticas, o português não teria absorvido a palavra hambúrguer, se não tivesse se estabelecido entre nós a rede McDonald's.

Muitos autores acham que estrangeirismo não passa de modismo e que seu uso frequente pode muitas vezes ser atribuído a uma mera imitação de comportamentos linguístico-culturais, reveladora de uma postura acrítica e submissa, principalmente por parte dos jovens, no que se refere a culturas dominantes como a norte-americana. [...]

No entanto, como explicar o uso dessas palavras, expressões e construções vistas correntemente na internet, na publicidade, nos meios de comunicação, no esporte, na música, em serviços bancários? Esses empréstimos de outras línguas a cada dia penetram no português, oriundos das mais diversas procedências, para preencher vazios da nossa língua e, com isso, enriquecer o léxico [...].

Além disso, imaginem as seguintes cenas “traduzidas”: “Cheguei ao restaurante de comida rápida (fast-food), onde esperava pelo meu treinador pessoal (personal-trainer), pois havíamos marcado uma hora feliz (happy hour) para tomarmos um leite batido (milk-shake)”. Ou então: “Liguei o meu livro de anotações (notebook) para acessar o meu endereço eletrônico (e-mail), mas a entreteia (internet) estava com problemas neste sítio (site), então preferi usar o mensageiro (messenger), que era bem mais rápido”.

PAGANOTTO, Emery Marilis Mauro. Disponível em: <http://universidadebrasil.edu.br/portal/estrangeirismos-in-orout/> (adaptado).

No texto, pode-se observar a ocorrência de polifonia, que se constitui a partir de uma diversidade de vozes controversas no interior de um texto. Assinale a alternativa que contém exemplo desse aspecto linguístico:

 

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Para alguns, o uso de estrangeirismos faz parte do nosso cotidiano, já que estamos usando tão frequentemente outras línguas na forma oral ou na forma escrita. Além disso, a língua portuguesa se parece muito com o Brasil cosmopolita, pois nosso país abriga pessoas que já formaram gerações de diversas regiões do mundo – a nossa tão falada miscigenação. [...]

Algumas palavras ou expressões já foram “abrasileiradas”, como é o caso do verbo “deletar”. Outras são usadas do jeito original, como fast-food ou milk-shake, e outras ainda, que facilmente poderiam ser trocadas por uma similar nacional, mas insistem em permanecer como exceções à regra. Pensando sobre “invasões” culturais, além das linguísticas, o português não teria absorvido a palavra hambúrguer, se não tivesse se estabelecido entre nós a rede McDonald's.

Muitos autores acham que estrangeirismo não passa de modismo e que seu uso frequente pode muitas vezes ser atribuído a uma mera imitação de comportamentos linguístico-culturais, reveladora de uma postura acrítica e submissa, principalmente por parte dos jovens, no que se refere a culturas dominantes como a norte-americana. [...]

No entanto, como explicar o uso dessas palavras, expressões e construções vistas correntemente na internet, na publicidade, nos meios de comunicação, no esporte, na música, em serviços bancários? Esses empréstimos de outras línguas a cada dia penetram no português, oriundos das mais diversas procedências, para preencher vazios da nossa língua e, com isso, enriquecer o léxico [...].

Além disso, imaginem as seguintes cenas “traduzidas”: “Cheguei ao restaurante de comida rápida (fast-food), onde esperava pelo meu treinador pessoal (personal-trainer), pois havíamos marcado uma hora feliz (happy hour) para tomarmos um leite batido (milk-shake)”. Ou então: “Liguei o meu livro de anotações (notebook) para acessar o meu endereço eletrônico (e-mail), mas a entreteia (internet) estava com problemas neste sítio (site), então preferi usar o mensageiro (messenger), que era bem mais rápido”.

PAGANOTTO, Emery Marilis Mauro. Disponível em: <http://universidadebrasil.edu.br/portal/estrangeirismos-in-orout/> (adaptado).

A respeito do título do texto, pode-se dizer que:

 

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Para alguns, o uso de estrangeirismos faz parte do nosso cotidiano, já que estamos usando tão frequentemente outras línguas na forma oral ou na forma escrita. Além disso, a língua portuguesa se parece muito com o Brasil cosmopolita, pois nosso país abriga pessoas que já formaram gerações de diversas regiões do mundo – a nossa tão falada miscigenação. [...]

Algumas palavras ou expressões já foram “abrasileiradas”, como é o caso do verbo “deletar”. Outras são usadas do jeito original, como fast-food ou milk-shake, e outras ainda, que facilmente poderiam ser trocadas por uma similar nacional, mas insistem em permanecer como exceções à regra. Pensando sobre “invasões” culturais, além das linguísticas, o português não teria absorvido a palavra hambúrguer, se não tivesse se estabelecido entre nós a rede McDonald's.

Muitos autores acham que estrangeirismo não passa de modismo e que seu uso frequente pode muitas vezes ser atribuído a uma mera imitação de comportamentos linguístico-culturais, reveladora de uma postura acrítica e submissa, principalmente por parte dos jovens, no que se refere a culturas dominantes como a norte-americana. [...]

No entanto, como explicar o uso dessas palavras, expressões e construções vistas correntemente na internet, na publicidade, nos meios de comunicação, no esporte, na música, em serviços bancários? Esses empréstimos de outras línguas a cada dia penetram no português, oriundos das mais diversas procedências, para preencher vazios da nossa língua e, com isso, enriquecer o léxico [...].

Além disso, imaginem as seguintes cenas “traduzidas”: “Cheguei ao restaurante de comida rápida (fast-food), onde esperava pelo meu treinador pessoal (personal-trainer), pois havíamos marcado uma hora feliz (happy hour) para tomarmos um leite batido (milk-shake)”. Ou então: “Liguei o meu livro de anotações (notebook) para acessar o meu endereço eletrônico (e-mail), mas a entreteia (internet) estava com problemas neste sítio (site), então preferi usar o mensageiro (messenger), que era bem mais rápido”.

PAGANOTTO, Emery Marilis Mauro. Disponível em: <http://universidadebrasil.edu.br/portal/estrangeirismos-in-orout/> (adaptado).

A partir da leitura do texto, pode-se afirmar que a autora apresenta uma posição:

 

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Além do vencimento, um servidor pode dispor de algumas outras vantagens pecuniárias. Dentre elas é possível destacar:

Questão Anulada

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Um servidor do Instituto Federal de Rondônia sofreu um acidente que alterou sua mobilidade física, e o deixou impossibilitado de realizar as atividades de seu cargo. Após passar pela perícia médica, foi constatado que ele ainda estaria apto para permanecer na instituição, desde que seu cargo e suas atividades fossem ajustadas para sua nova condição. De acordo com a Lei nº 8.112 pode-se dizer que o servidor deveria ser:

Questão Anulada

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