Foram encontradas 40 questões.
Disciplina: Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei 13.146/2015
Banca: FUNDATEC
Orgão: IF-RS
- Direitos Fundamentais no Estatuto da Pessoa com Deficiência
- Direito à Saúde da Pessoa com Deficiência
( ) Para a identificação de deficiências ocultas, instituiu-se o cordão de fita com desenho de girassóis; para o exercício dos direitos previstos na lei, seu uso é obrigatório.
( ) A Lei confere máxima prioridade ao atendimento médico de emergência para pessoas com deficiência, sobrepondo-se, inclusive, aos protocolos médicos.
( ) Uma das inovações trazidas pela Lei foi assegurar que a deficiência não afeta a capacidade civil plena da pessoa.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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- UniãoExecutivoDecreto 1.171/1994: Código de Ética do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal
I. O servidor não pode agir com objetivo alheio ao interesse público, mesmo que não esteja cometendo qualquer violação expressa à lei e observando formalidades legais.
PORQUE
II. É seu dever abster-se, de forma absoluta, de exercer sua função, poder ou autoridade com finalidade estranha ao interesse público.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
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Pequenos Encontros
Por Adriana Antunes
Sento para escrever esta crônica semanal. Algumas ideias na cabeça se sacodem de um
canto ___ outro. Escuto o canto dos pássaros logo após a chuva. Diante de mim, alguns livros.
Penso em quem me lê, em meus pacientes, nos dias de sol e mar. Não pensar é um desafio.
Meus olhos tocam em Albert Camus, em 1942 ele escreveu O mito de Sísifo, em plena Segunda
Guerra Mundial, quando a Europa estava prestes a ruir diante da ocupação nazista. Quase no
final do livro ele diz que a vida é absurda e vazia de sentido. Então, nas últimas linhas, se lê:
“A luta (...) é suficiente para preencher um coração humano. É preciso imaginar Sísifo feliz”.
Sísifo era um sujeito cujo castigo interminável era rolar uma pedra morro acima e toda
vez que chegava lá em cima, ela descia e ele precisava começar tudo de novo. Eis a repetição.
Rolamos, como ele, nossas pedras todos os dias. Há lutas das quais não podemos fugir. Somos
convocados a fazer a nossa parte.
Passamos boa parte de nosso tempo carregando fardos de todos os tipos, pesos e
tamanhos. É o trabalho, as contas, a falta de dinheiro, os sonhos protelados, e há também
nossas memórias, lembranças, mágoas, dores. Subimos e descemos nossos morros internos,
às vezes sem conseguir enxergar um fim, cruzando o tédio das horas.
Aos poucos vamos nos dando conta de que somos escravos de nós mesmos. Escravos das
nossas obrigações, nossas angústias. Escolhemos determinadas “pedras” para carregar e por
mais que saibamos que podemos, em algum momento, deixar de fazer isso, parece que não
conseguimos. Parece que o ato de se apegar ao que nos faz mal é mais forte do que
experimentar um desconhecido mais leve. Afinal, quem seremos sem nossas dores?
É preciso ter paciência. Inclusive diante daquilo que não sabemos .... o fazemos. Quando
nos movemos rápido demais, perdemos a capacidade de observar quem somos. É claro que é
difícil ser paciente. Mas há momentos que só conseguiremos suportar se fizermos ___ pazes
com a dificuldade. Não temos controle algum sobre nada.
Precisamos aprender a seguir ___ parte mais lenta que temos. Fazer uma pausa,
levar-se para passear, mesmo que se esteja no meio de uma demanda imensa de trabalho ou
exigências. Rasgar o tempo em dois e criar um entretempo. Ouvir um pouco de música, ficar
em silêncio, observar os passarinhos, regar algumas plantas, tomar um café.
A vida não é fácil. Tem perdas, tristezas, momentos de desesperança. Mas é preciso tentar
ser feliz, assim, nos pequenos encontros, nos encantamentos que a vida apresenta, para que
nosso coração possa tomar as decisões mais sinceras.
(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/adriana-antunes/noticia/2025/02/pequenosencontros-cm79d6fcx007n013c3sutqi64.html - texto adaptado especialmente para esta prova).
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Pequenos Encontros
Por Adriana Antunes
Sento para escrever esta crônica semanal. Algumas ideias na cabeça se sacodem de um
canto ___ outro. Escuto o canto dos pássaros logo após a chuva. Diante de mim, alguns livros.
Penso em quem me lê, em meus pacientes, nos dias de sol e mar. Não pensar é um desafio.
Meus olhos tocam em Albert Camus, em 1942 ele escreveu O mito de Sísifo, em plena Segunda
Guerra Mundial, quando a Europa estava prestes a ruir diante da ocupação nazista. Quase no
final do livro ele diz que a vida é absurda e vazia de sentido. Então, nas últimas linhas, se lê:
“A luta (...) é suficiente para preencher um coração humano. É preciso imaginar Sísifo feliz”.
Sísifo era um sujeito cujo castigo interminável era rolar uma pedra morro acima e toda
vez que chegava lá em cima, ela descia e ele precisava começar tudo de novo. Eis a repetição.
Rolamos, como ele, nossas pedras todos os dias. Há lutas das quais não podemos fugir. Somos
convocados a fazer a nossa parte.
Passamos boa parte de nosso tempo carregando fardos de todos os tipos, pesos e
tamanhos. É o trabalho, as contas, a falta de dinheiro, os sonhos protelados, e há também
nossas memórias, lembranças, mágoas, dores. Subimos e descemos nossos morros internos,
às vezes sem conseguir enxergar um fim, cruzando o tédio das horas.
Aos poucos vamos nos dando conta de que somos escravos de nós mesmos. Escravos das
nossas obrigações, nossas angústias. Escolhemos determinadas “pedras” para carregar e por
mais que saibamos que podemos, em algum momento, deixar de fazer isso, parece que não
conseguimos. Parece que o ato de se apegar ao que nos faz mal é mais forte do que
experimentar um desconhecido mais leve. Afinal, quem seremos sem nossas dores?
É preciso ter paciência. Inclusive diante daquilo que não sabemos .... o fazemos. Quando
nos movemos rápido demais, perdemos a capacidade de observar quem somos. É claro que é
difícil ser paciente. Mas há momentos que só conseguiremos suportar se fizermos ___ pazes
com a dificuldade. Não temos controle algum sobre nada.
Precisamos aprender a seguir ___ parte mais lenta que temos. Fazer uma pausa,
levar-se para passear, mesmo que se esteja no meio de uma demanda imensa de trabalho ou
exigências. Rasgar o tempo em dois e criar um entretempo. Ouvir um pouco de música, ficar
em silêncio, observar os passarinhos, regar algumas plantas, tomar um café.
A vida não é fácil. Tem perdas, tristezas, momentos de desesperança. Mas é preciso tentar
ser feliz, assim, nos pequenos encontros, nos encantamentos que a vida apresenta, para que
nosso coração possa tomar as decisões mais sinceras.
(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/adriana-antunes/noticia/2025/02/pequenosencontros-cm79d6fcx007n013c3sutqi64.html - texto adaptado especialmente para esta prova).
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Pequenos Encontros
Por Adriana Antunes
Sento para escrever esta crônica semanal. Algumas ideias na cabeça se sacodem de um
canto ___ outro. Escuto o canto dos pássaros logo após a chuva. Diante de mim, alguns livros.
Penso em quem me lê, em meus pacientes, nos dias de sol e mar. Não pensar é um desafio.
Meus olhos tocam em Albert Camus, em 1942 ele escreveu O mito de Sísifo, em plena Segunda
Guerra Mundial, quando a Europa estava prestes a ruir diante da ocupação nazista. Quase no
final do livro ele diz que a vida é absurda e vazia de sentido. Então, nas últimas linhas, se lê:
“A luta (...) é suficiente para preencher um coração humano. É preciso imaginar Sísifo feliz”.
Sísifo era um sujeito cujo castigo interminável era rolar uma pedra morro acima e toda
vez que chegava lá em cima, ela descia e ele precisava começar tudo de novo. Eis a repetição.
Rolamos, como ele, nossas pedras todos os dias. Há lutas das quais não podemos fugir. Somos
convocados a fazer a nossa parte.
Passamos boa parte de nosso tempo carregando fardos de todos os tipos, pesos e
tamanhos. É o trabalho, as contas, a falta de dinheiro, os sonhos protelados, e há também
nossas memórias, lembranças, mágoas, dores. Subimos e descemos nossos morros internos,
às vezes sem conseguir enxergar um fim, cruzando o tédio das horas.
Aos poucos vamos nos dando conta de que somos escravos de nós mesmos. Escravos das
nossas obrigações, nossas angústias. Escolhemos determinadas “pedras” para carregar e por
mais que saibamos que podemos, em algum momento, deixar de fazer isso, parece que não
conseguimos. Parece que o ato de se apegar ao que nos faz mal é mais forte do que
experimentar um desconhecido mais leve. Afinal, quem seremos sem nossas dores?
É preciso ter paciência. Inclusive diante daquilo que não sabemos .... o fazemos. Quando
nos movemos rápido demais, perdemos a capacidade de observar quem somos. É claro que é
difícil ser paciente. Mas há momentos que só conseguiremos suportar se fizermos ___ pazes
com a dificuldade. Não temos controle algum sobre nada.
Precisamos aprender a seguir ___ parte mais lenta que temos. Fazer uma pausa,
levar-se para passear, mesmo que se esteja no meio de uma demanda imensa de trabalho ou
exigências. Rasgar o tempo em dois e criar um entretempo. Ouvir um pouco de música, ficar
em silêncio, observar os passarinhos, regar algumas plantas, tomar um café.
A vida não é fácil. Tem perdas, tristezas, momentos de desesperança. Mas é preciso tentar
ser feliz, assim, nos pequenos encontros, nos encantamentos que a vida apresenta, para que
nosso coração possa tomar as decisões mais sinceras.
(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/adriana-antunes/noticia/2025/02/pequenosencontros-cm79d6fcx007n013c3sutqi64.html - texto adaptado especialmente para esta prova).
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Por Adriana Antunes
Sento para escrever esta crônica semanal. Algumas ideias na cabeça se sacodem de um
canto ___ outro. Escuto o canto dos pássaros logo após a chuva. Diante de mim, alguns livros.
Penso em quem me lê, em meus pacientes, nos dias de sol e mar. Não pensar é um desafio.
Meus olhos tocam em Albert Camus, em 1942 ele escreveu O mito de Sísifo, em plena Segunda
Guerra Mundial, quando a Europa estava prestes a ruir diante da ocupação nazista. Quase no
final do livro ele diz que a vida é absurda e vazia de sentido. Então, nas últimas linhas, se lê:
“A luta (...) é suficiente para preencher um coração humano. É preciso imaginar Sísifo feliz”.
Sísifo era um sujeito cujo castigo interminável era rolar uma pedra morro acima e toda
vez que chegava lá em cima, ela descia e ele precisava começar tudo de novo. Eis a repetição.
Rolamos, como ele, nossas pedras todos os dias. Há lutas das quais não podemos fugir. Somos
convocados a fazer a nossa parte.
Passamos boa parte de nosso tempo carregando fardos de todos os tipos, pesos e
tamanhos. É o trabalho, as contas, a falta de dinheiro, os sonhos protelados, e há também
nossas memórias, lembranças, mágoas, dores. Subimos e descemos nossos morros internos,
às vezes sem conseguir enxergar um fim, cruzando o tédio das horas.
Aos poucos vamos nos dando conta de que somos escravos de nós mesmos. Escravos das
nossas obrigações, nossas angústias. Escolhemos determinadas “pedras” para carregar e por
mais que saibamos que podemos, em algum momento, deixar de fazer isso, parece que não
conseguimos. Parece que o ato de se apegar ao que nos faz mal é mais forte do que
experimentar um desconhecido mais leve. Afinal, quem seremos sem nossas dores?
É preciso ter paciência. Inclusive diante daquilo que não sabemos .... o fazemos. Quando
nos movemos rápido demais, perdemos a capacidade de observar quem somos. É claro que é
difícil ser paciente. Mas há momentos que só conseguiremos suportar se fizermos ___ pazes
com a dificuldade. Não temos controle algum sobre nada.
Precisamos aprender a seguir ___ parte mais lenta que temos. Fazer uma pausa,
levar-se para passear, mesmo que se esteja no meio de uma demanda imensa de trabalho ou
exigências. Rasgar o tempo em dois e criar um entretempo. Ouvir um pouco de música, ficar
em silêncio, observar os passarinhos, regar algumas plantas, tomar um café.
A vida não é fácil. Tem perdas, tristezas, momentos de desesperança. Mas é preciso tentar
ser feliz, assim, nos pequenos encontros, nos encantamentos que a vida apresenta, para que
nosso coração possa tomar as decisões mais sinceras.
(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/adriana-antunes/noticia/2025/02/pequenosencontros-cm79d6fcx007n013c3sutqi64.html - texto adaptado especialmente para esta prova).
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Sento para escrever esta crônica semanal. Algumas ideias na cabeça se sacodem de um
canto ___ outro. Escuto o canto dos pássaros logo após a chuva. Diante de mim, alguns livros.
Penso em quem me lê, em meus pacientes, nos dias de sol e mar. Não pensar é um desafio.
Meus olhos tocam em Albert Camus, em 1942 ele escreveu O mito de Sísifo, em plena Segunda
Guerra Mundial, quando a Europa estava prestes a ruir diante da ocupação nazista. Quase no
final do livro ele diz que a vida é absurda e vazia de sentido. Então, nas últimas linhas, se lê:
“A luta (...) é suficiente para preencher um coração humano. É preciso imaginar Sísifo feliz”.
Sísifo era um sujeito cujo castigo interminável era rolar uma pedra morro acima e toda
vez que chegava lá em cima, ela descia e ele precisava começar tudo de novo. Eis a repetição.
Rolamos, como ele, nossas pedras todos os dias. Há lutas das quais não podemos fugir. Somos
convocados a fazer a nossa parte.
Passamos boa parte de nosso tempo carregando fardos de todos os tipos, pesos e
tamanhos. É o trabalho, as contas, a falta de dinheiro, os sonhos protelados, e há também
nossas memórias, lembranças, mágoas, dores. Subimos e descemos nossos morros internos,
às vezes sem conseguir enxergar um fim, cruzando o tédio das horas.
Aos poucos vamos nos dando conta de que somos escravos de nós mesmos. Escravos das
nossas obrigações, nossas angústias. Escolhemos determinadas “pedras” para carregar e por
mais que saibamos que podemos, em algum momento, deixar de fazer isso, parece que não
conseguimos. Parece que o ato de se apegar ao que nos faz mal é mais forte do que
experimentar um desconhecido mais leve. Afinal, quem seremos sem nossas dores?
É preciso ter paciência. Inclusive diante daquilo que não sabemos .... o fazemos. Quando
nos movemos rápido demais, perdemos a capacidade de observar quem somos. É claro que é
difícil ser paciente. Mas há momentos que só conseguiremos suportar se fizermos ___ pazes
com a dificuldade. Não temos controle algum sobre nada.
Precisamos aprender a seguir ___ parte mais lenta que temos. Fazer uma pausa,
levar-se para passear, mesmo que se esteja no meio de uma demanda imensa de trabalho ou
exigências. Rasgar o tempo em dois e criar um entretempo. Ouvir um pouco de música, ficar
em silêncio, observar os passarinhos, regar algumas plantas, tomar um café.
A vida não é fácil. Tem perdas, tristezas, momentos de desesperança. Mas é preciso tentar
ser feliz, assim, nos pequenos encontros, nos encantamentos que a vida apresenta, para que
nosso coração possa tomar as decisões mais sinceras.
(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/adriana-antunes/noticia/2025/02/pequenosencontros-cm79d6fcx007n013c3sutqi64.html - texto adaptado especialmente para esta prova).
Leia a tirinha a seguir e analise as assertivas subsequentes a respeito de sua relação com o texto-base da prova:

I. Tanto o texto quanto a tirinha empregam o elemento “pedra” a fim de estabelecer uma reflexão.
II. O bichinho de jardim, personagem da tirinha, consegue dar um basta ao seu ciclo de obrigações, o que a autora do texto chama de ser “escravo de si mesmo”.
III. O conselho final da autora sobre a busca da felicidade não é mencionado, de forma explícita, na tirinha como o é no texto.
Quais estão corretas?
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canto ___ outro. Escuto o canto dos pássaros logo após a chuva. Diante de mim, alguns livros.
Penso em quem me lê, em meus pacientes, nos dias de sol e mar. Não pensar é um desafio.
Meus olhos tocam em Albert Camus, em 1942 ele escreveu O mito de Sísifo, em plena Segunda
Guerra Mundial, quando a Europa estava prestes a ruir diante da ocupação nazista. Quase no
final do livro ele diz que a vida é absurda e vazia de sentido. Então, nas últimas linhas, se lê:
“A luta (...) é suficiente para preencher um coração humano. É preciso imaginar Sísifo feliz”.
Sísifo era um sujeito cujo castigo interminável era rolar uma pedra morro acima e toda
vez que chegava lá em cima, ela descia e ele precisava começar tudo de novo. Eis a repetição.
Rolamos, como ele, nossas pedras todos os dias. Há lutas das quais não podemos fugir. Somos
convocados a fazer a nossa parte.
Passamos boa parte de nosso tempo carregando fardos de todos os tipos, pesos e
tamanhos. É o trabalho, as contas, a falta de dinheiro, os sonhos protelados, e há também
nossas memórias, lembranças, mágoas, dores. Subimos e descemos nossos morros internos,
às vezes sem conseguir enxergar um fim, cruzando o tédio das horas.
Aos poucos vamos nos dando conta de que somos escravos de nós mesmos. Escravos das
nossas obrigações, nossas angústias. Escolhemos determinadas “pedras” para carregar e por
mais que saibamos que podemos, em algum momento, deixar de fazer isso, parece que não
conseguimos. Parece que o ato de se apegar ao que nos faz mal é mais forte do que
experimentar um desconhecido mais leve. Afinal, quem seremos sem nossas dores?
É preciso ter paciência. Inclusive diante daquilo que não sabemos .... o fazemos. Quando
nos movemos rápido demais, perdemos a capacidade de observar quem somos. É claro que é
difícil ser paciente. Mas há momentos que só conseguiremos suportar se fizermos ___ pazes
com a dificuldade. Não temos controle algum sobre nada.
Precisamos aprender a seguir ___ parte mais lenta que temos. Fazer uma pausa,
levar-se para passear, mesmo que se esteja no meio de uma demanda imensa de trabalho ou
exigências. Rasgar o tempo em dois e criar um entretempo. Ouvir um pouco de música, ficar
em silêncio, observar os passarinhos, regar algumas plantas, tomar um café.
A vida não é fácil. Tem perdas, tristezas, momentos de desesperança. Mas é preciso tentar
ser feliz, assim, nos pequenos encontros, nos encantamentos que a vida apresenta, para que
nosso coração possa tomar as decisões mais sinceras.
(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/adriana-antunes/noticia/2025/02/pequenosencontros-cm79d6fcx007n013c3sutqi64.html - texto adaptado especialmente para esta prova).
I. A autora pretende nos fazer crer que, ao se sentar para escrever o texto, não estava pensando objetivamente em apenas uma temática.
II. A reflexão da autora sobre os fardos que carregamos na vida surge em comparação a uma informação de um livro para o qual ela olha.
III. Para a autora, as pessoas acham mais fácil se apegar ao que não traz sofrimento do que àquilo que traz.
Quais estão corretas?
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