Magna Concursos

Foram encontradas 213 questões.

1550842 Ano: 2009
Disciplina: Arquivologia
Banca: IF-SC
Orgão: IF-SC

Nas instituições públicas, predomina um modelo de sistema de organização de arquivos em que o documento público é controlado desde sua produção. É conhecido como a teoria das três idades em que se distinguem três etapas quanto aos documentos. Classifique cada conceituação abaixo como falsa (F) ou verdadeira (V):

( ) Permanente: os documentos passam a ter valor cultural e científico. São os arquivos permanentes ou históricos.
( ) Temporário: os documentos apresentam interesse e são objeto de consultas, embora os assuntos neles contidos já tenham sido solucionados ou as respostas, obtidas.
( ) Corrente: Os documentos circulam pelos canais decisórios, buscando soluções ou respostas.

A Seqüência CORRETA é:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1547526 Ano: 2009
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: IF-SC
Orgão: IF-SC
Provas:

O Samba é um pacote que transforma o servidor Linux em um servidor de arquivos. Relacione os parâmetros do arquivo de configuração do Samba(smb.conf) que estão na primeira coluna com sua respectiva descrição na segunda coluna:

(1) domain logons ( ) Lista de endereços IP ou de rede que poderão ter acesso ao servidor Samba
(2) os level ( ) Opção de servidor se Grupo de Trabalho ou Domínio
(3) hosts allow ( ) Lista de endereços IP ou de rede que não poderão ter acesso ao servidor Samba
(4) workgroup ( ) Habilita o servidor Samba como servidor de logon de domínio

(5) hosts deny ( ) Determina a precedência do servidor Samba em eleições de Master Browser

Assinale a alternativa CORRETA que contêm a seqüência correta de cima para baixo:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1547384 Ano: 2009
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: IF-SC
Orgão: IF-SC
Provas:

De acordo com a Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000 (Lei de Responsabilidade Fiscal), a despesa total com pessoal, em cada período de apuração, não poderá exceder aos seguintes percentuais da receita corrente líquida, na União, nos Estados e nos Municípios, respectivamente:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1543724 Ano: 2009
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: IF-SC
Orgão: IF-SC

Sobre o Decreto Nº 5840, de 13 de julho de 2006, NÃO É CORRETO afirmar:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1542928 Ano: 2009
Disciplina: Redação Oficial
Banca: IF-SC
Orgão: IF-SC

Todas as características abaixo devem ser buscadas na elaboração de documentos oficiais, EXCETO:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Enunciado 1541278-1

Quanto ao documento acima, marque a única afirmação CORRETA:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1539512 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Eletrônica
Banca: IF-SC
Orgão: IF-SC

A respeito de controle de processos discretos, NÃO É CORRETO afirmar que:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

A proibição da língua brasileira

MATÉRIA PUBLICADA na Ilustrada de 18 de junho dava conta de que uma nota da Anatel, de agosto de 2002, sobre um programa radiofônico da FM Educativa, de Campo Grande (MS), transmitido na língua nheengatu, levantava a questão da sua legalidade em face de uma lei de 1963 que proíbe veiculações radiofônicas em língua estrangeira. A dúvida da Anatel põe em questão a legalidade da língua ainda falada por brasileiros de várias regiões do país e em suas variantes residuais ainda falada por milhões de brasileiros, especialmente crianças e iletrados, que só aparentemente falam o português oficial dos decretos.

O nheengatu, também conhecido como “língua geral”, a língua que se quer proibir, é a verdadeira língua nacional brasileira. O nheengatu foi desenvolvido pelos jesuítas nos séculos 16 e 17, com base no vocabulário e na pronúncia tupi, que era a língua das tribos da costa, tendo como referência a gramática da língua portuguesa, enriquecida com palavras portuguesas e espanholas. A língua geral foi usada correntemente pelos brasileiros de origem ibérica, como língua de conversação cotidiana, até o século 18, quando foi proibida pelo rei de Portugal. Mesmo assim continuou sendo falada.

Da língua geral ficou como remanescente o dialeto caipira, tema de dicionário e objeto de estudos lingüísticos até recentes. Sobraram pronúncias da língua tupi, reduções e adaptações da língua portuguesa. Um jesuíta, no século 16, já observara que os índios da costa tinham grande dificuldade para pronunciar letras como o “l” e o “r”. Especialmente na finalização de palavras como “quintal” e “animal”; ou verbos como “falar”, “dizer” e “fugir”. Essas letras foram simplesmente suprimidas e as palavras transformadas em “quintá”, “animá”, “falá”, “dizê”, “fugi”

Dificuldades também havia para pronunciar as consoantes dobradas. Daí que, no dialeto caipira, “orelha” tenha se tomado “oreia” (uma consoante em vez de três; quatro vogais em vez de três), “coalho” seja “coaio”, “colher” tenha virado “cuié”, “os olhos” sejam “o zóio”... E no Nordeste ainda se ouve a suave “fulô” no lugar da menos suave “flor”. Uma abundância de vogais em detrimento das consoantes, até mesmo com a introdução de vogais onde não existiam. Exatamente o contrário da evolução da sonoridade da língua em Portugal, em que predominam os ásperos sons das consoantes. No Brasil, a língua portuguesa ficou mais doce e mais lenta, mais descansada, justamente pela enorme influência das sonoridades da língua geral, o nheengatu.

“Somos um povo bilíngüe, e o reconhecimento desse bilingüismo seria fundamental no trabalho dos educadores.”

Nossa língua cotidiana está algo distanciada da língua portuguesa, que é a oficial e, num certo sentido, é uma língua importada. Não raro viajamos entre toponímicos tupis. Na cidade de São Paulo, transito regularmente entre o Butantã e Carapicuíba e o Embu, aonde levo meus alunos, periodicamente, para uma aula de rua. Ou os levo ao Museu Paulista, no Ipiranga, para outra aula, ou à Mooca, para observações etnográficas sobre uma festa italiana. Faço tudo isso dentro da língua tupi. Como posso ir do rio Guaíba à Paraíba ou ao Pará ou ao Piauí sem achar que estou falando uma língua estrangeira, que ela não é.

Em escolas rurais de povoados do Mato Grosso, do Pará e do Maranhão, observei um fato curioso. Uma vez que as crianças escrevem como falam, não é raro que acrescentem de preferência um “r” às palavras oxítonas, a letra usada como acento agudo: “ater”, em vez de “até”; “Joser”, em vez de “José”. Algo que tem sua curiosa legitimidade no modo como se escrevia oficialmente o português até meados do século 19, letras fazendo as vezes de acentos e sinais. A própria língua falada, no confronto com a escrita, oferece às crianças inteligentes a chave de adaptação de uma à outra: se elas dizem “falá” e vêem que a palavra escrita é “falar”, logo entendem que o “r” é aí acento, e não letra para ser pronunciada.

É comovente a reação dos jovens quando descobrem que são falantes do que resta de uma língua que já foi a língua do povo brasileiro e que conhecem um grande número de sons e palavras tupi. O que lhes dizem ser erro e ignorância é, na verdade, história social, valorosa sobrevivência da nossa verdadeira língua brasileira. Se não fosse assim, seria impossível rir daquela história de dois mineiros que resolveram temperar a prosa com café. E foram para a cozinha. Agua fervida, coador pronto, um pergunta para o outro: “Pó pô o pó?”. E o outro responde, firme: “Pó pô!”.

De fato, somos um povo bilíngüe, e o reconhecimento desse bilingüismo seria fundamental no trabalho dos educadores, em particular para enriquecer a compreensão da língua portuguesa, última flor do Lácio, inculta e bela, mais bela ainda porque invadida por esse outro lado da nossa identidade social, que teimamos em desconhecer.

José de Souza Martins, 64, é professor titular do Departamento de Sociologia da USP

De acordo com o texto, marque a única afirmação CORRETA:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1539242 Ano: 2009
Disciplina: Comunicação Social
Banca: IF-SC
Orgão: IF-SC
Provas:

As placas de som mais comuns apresentam conectores dispostos como na figura a seguir. Elas são, normalmente, identificadas por símbolos em baixo-relevo e/ou através de cores:

Enunciado 1539242-1

No que diz respeito à identificação por cor, qual a função associada à cor rosa, ao verde-claro e ao azul-claro, respectivamente:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1537991 Ano: 2009
Disciplina: Administração Geral
Banca: IF-SC
Orgão: IF-SC
Provas:

“Num mundo em que as mudanças ocorrem de forma imprevisível e turbulenta, a tarefa do líder não deve ser apenas controlar a situação, mas principalmente mobilizar recursos para que a organização possa sobreviver“ MACÊDO et al. (2007, p. 120). Sobre liderança é INCORRETO afirmar:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas