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Em sua obra "Construção do conhecimento em sala de aula", Vasconcelos (2005) ressalta que uma metodologia na perspectiva dialética baseia-se numa concepção de homem e de conhecimento, em que se entende o homem como um ser ativo e de relações.
Considerando as ideias do autor, responda à questão.
Ao abordar as formas de trabalho em sala de aula, o autor aponta para algumas perspectivas do professor.
As perspectivas do professor abordadas pelo autor são:
I. Problematização
II. Historicização
III. Dialética da travessia
IV. Abordagem
II. Historicização
III. Dialética da travessia
IV. Abordagem
Estão corretas apenas as afirmativas
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Considere as transações ocorridas com mercadorias, em 20X3, na empresa Dois Irmãos Ltda:
| 1) Compras para Revenda | R$ 355.000,00 |
| 2) Receita de Vendas | R$ 603.000,00 |
| 3) Estoque Final | R$ 49.000,00 |
| 4) Devoluções de Compras | R$ 31.500,00 |
| 5) Estoque Inicial | R$ 37.200,00 |
| 6) Devoluções de Vendas | R$ 39.000,00 |
Com base nos dados acima, é correto afirmar que o custo das mercadorias vendidas e o valor, em reais, das mercadorias disponíveis para venda no período foram, respectivamente, de
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Sobre o amadurecimento teórico- político nos anos 1980, Barroco (2003) disserta sobre alguns marcos conceituais e históricos, desse processo, que partem do compromisso político com as classes trabalhadoras ao compromisso com valores éticos, políticos e emancipatórios. São eles:
I. o "III Congresso Brasileiro de Assistentes Sociais", em 1979, é o marco decisivo do posicionamento ético- político da categoria com os setores populares.
II. a influência de Gramsci, nos anos 1980, permitiu uma reinterpretação das possibilidades de ruptura.
III. a formação profissional passa a contar com um currículo orientado para uma formação crítica e comprometida com as classes subalternas.
IV. o amadurecimento intelectual se objetiva através da superação dos equívocos das primeiras aproximações do chamado marxismo vulgar.
Estão corretas as afirmativas
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2495535
Ano: 2014
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Analise as assertivas abaixo em relação aos créditos adicionais.
I. Os créditos suplementares e especiais serão autorizados por lei e abertos por decretos do executivo.
II. Os créditos extraordinários poderão ser abertos por medida provisória pelo Poder Executivo, o qual deverá dar imediato conhecimento ao Poder Legislativo.
III. A abertura dos créditos suplementares e adicionais depende sempre da autorização prévia do Poder Legislativo e eles devem indicar os recursos correspondentes.
IV. Os créditos orçamentários destinam-se para reforço de dotação orçamentária com vigência apenas no exercício em que forem abertos.
Estão corretas as afirmativas
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Segundo a Legislação Educacional, a educação de jovens e adultos será destinada àqueles que não tiveram acesso ou continuidade de estudos no ensino fundamental e médio na idade própria. Desta forma, os sistemas de ensino assegurarão gratuitamente aos jovens e aos adultos, que não puderam efetuar os estudos na idade regular, oportunidades educacionais apropriadas, consideradas as características do alunado, seus interesses, condições de vida e de trabalho, mediante cursos e exames. Participante do Programa Mulheres Mil, o Instituto Federal detectou que muitas mulheres desejam ter uma certificação profissional, cursando o ensino técnico, porém nem todas tinham o certificado de conclusão do ensino fundamental.
Para se submeter a exames supletivos referentes ao ensino fundamental todas as candidatas deverão ter idade acima de:
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A Educação Superior abrange os seguintes cursos e programas:
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A respeito de classes abstratas do Java, assinale a afirmativa INCORRETA.
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Para atingir o “estado de anestesia”, são necessários alguns fatores como inconsciência, analgesia ou ausência de dor, relaxamento muscular e ausência de respostas reflexos diante de estímulo nociceptivo.
Considerando-se o agente anestésico e sua via de administração, é correto afirmar que
I. O agente da analgesia inalatória é administrado e eliminado pela via inalatória, que sofre biotransformação na mesma proporção que os injetáveis, que apresenta planos de anestesia facilmente controlados e que tem indução e recuperação rápidas.
II. Os anestésicos intravenosos apresentam efeitos e período hábil dependente de fatores hemodinâmicos e físico-químicos, sendo que os fármacos altamente solúveis nos lipídios são rapidamente captados por todos os tecidos.
III. O tiopental, o etomidato e o propofol são fármacos utilizados como anestésicos intravenosos, enquanto que o halotano e o óxido nitroso são anestésicos gerais inalatórios.
Estão corretas as afirmativas
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No que concerne ao uso da tipografia voltada para crianças existem recomendações específicas que devem ser consideradas na elaboração de projetos gráficos. Neste âmbito, é correto afirmar que:
( ) Em tipos para crianças, caracteres com similaridade aparente (como I, l, i e j) devem ser claramente diferenciáveis, o que é mais fácil com letras serifadas do que com letras sem serifas.
( ) O comprimento da linha deve ser percebido num só olhar, sendo recomendado que tenha em torno de 250 toques por linha.
( ) A quebra de linha deve ocorrer de acordo com o sentido das frases.
( ) Os espaços entre as palavras devem ser maiores do que na tipografia normal e a deve ser entrelinha maior que o espaço entre palavras.
( ) Os espaços entre as palavras devem ser maiores do que na tipografia normal e a deve ser entrelinha igual ao espaço entre palavras.
( ) Em relação às proporções dos caracteres, as ascendentes devem ser suficientemente grandes para evitar a confusão na leitura, promovendo a distinção entre caracteres.
A sequência correta, de cima para baixo, é
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Será que o jeitinho brasileiro tem jeito?

O "jeito" ou "jeitinho" pode se referir a soluções que driblam normas, ou que criam artifícios de validade ética duvidável. O jeitinho pode ser também definido como "molejo, jogo de cintura, habilidade de se dar bem em uma situação complicada". Muitos consideram o jeitinho uma verdadeira qualidade do brasileiro, a qual demonstra criatividade e improvisação ao driblar normas e convenções sociais para encontrar alguma solução. Só que, ironicamente, ao resolver um problema, sempre cria outro.
Sob a impunidade do jeitinho, pequenos e grandes delitos se misturam numa linha tênue, como se pudessem ser justificados de alguma forma. Coisas que alguns pensam ser pequenas, como a não devolução do troco, a ocupação do lugar reservado para idosos e deficientes, o ato de furar fila, a famosa “taxinha de urgência”, "agrado por fora” ou "taxa de desembaraço", como já ouvi certa vez, até a compra do voto político, contribuem para a constante evolução da abominável corrupção. Então, será que o jeitinho brasileiro pode ser considerado como uma forma de corrupção? Muitas das vezes, nossa visão de corrupção está fundamentada exclusivamente nos políticos, e não em nosso cotidiano, onde perpassam nossas relações sociais. Dessa maneira, eu diria que o jeitinho se confunde com corrupção e é transgressão, porque ela desiguala o que deveria ser obrigatoriamente tratado com igualdade.
Vale ressaltar que hoje em dia o jeitinho não é mais um modo de agir exclusivo dos oprimidos, pois tem levado executivos estrangeiros que atuam em empresas no Brasil para as salas de treinamento. Não que eles queiram se adaptar a essa realidade. O que eles querem mesmo é entender e tentar driblar essa “malemolência” dos negócios no Brasil. Para esses profissionais, a melhor tradução para esse “jeitinho” é a falta de planejamento, o que significa conviver e trabalhar dentro da precariedade de muitos serviços públicos e sem uma infraestrutura condizente com o potencial do país. Empresários europeus, japoneses e norte-americanos relatam estupefatos que precisam, antes de fazer negócio, firmar laços de camaradagem, tornarem-se amigos do empresário brasileiro como condição sine qua non, para a realização do negócio, pois isso apressa as negociações.
Quer dizer, percebemos que o problema não está na pessoa, mas nos processos que a envolvem. Se o problema fosse com 1 ou 1 dúzia de indivíduos, poderíamos afirmar que seria um problema isolado, mas, quando um percentual alto é adepto do jeitinho, é sinal de que é preciso analisar o que permite esse desvio de comportamento. Só se dá um jeitinho quando existem brechas na lei ou falta de rigor na aplicação destas. Esse ato de se “ajeitar-às-coisas para-se-dar-bem" simplesmente passa por cima de outros indivíduos e traz prejuízos à coletividade. É claro que ninguém quer obter desvantagens, mas não podemos concordar que prevaleça a atuação do egoísmo e do individualismo. E o mais grave de tudo: justificar tudo como “criatividade brasileira” e ainda aplaudir como sendo a cultura do nosso país. Desde 35 quando malandragem é cultura?
As premissas que garantem a popularidade do jeitinho é que todos procuram levar vantagem em tudo o que fazem no seu dia-a-dia e que, portanto, para não ser trapaceado, deve-se fazer o mesmo. Pensemos nos efeitos que esse círculo vicioso tem sobre nós, nossas finanças e nossas vidas. A impressão que nos dá é a de que determinados modelos de transgressões são aceitáveis e tornaram-se normais. Alguns devem lembrar de um comercial antigo no qual o ex-jogador de futebol Gérson aparece empunhando um cigarro e dizendo: "Este é pra você que gosta de levar vantagem em tudo, certo?", dando origem à famosa Lei de Gérson. Assim, parece que jeitinho se tornou norma de convivência na sociedade. Em outras palavras, a cultura de que “malandro é malandro e mané é mané”; isso não é motivo para orgulho, muito menos deve incorporar-se à nossa cultura.
E por fim, para não nos desanimarmos completamente, lembremos, então, de casos que demonstram que nem tudo está perdido. Destaco a história do funcionário da Infraero que devolveu uma maleta com alguns milhares de dólares para o seu dono. Esse fato mostra e comprova que há brasileiros honestos. Pena que a maioria destes “Homens” não estão no poder!
Então existe saída? Sim, existem saídas. Precisamos ser e ensinarmos nossos filhos a serem cidadãos honrados e respeitadores das leis. É preciso uma reflexão individual de como estamos construindo o que mais criticamos e acreditarmos na possibilidade de iniciarmos uma reconstrução da ética individual e nacional. Que tal começarmos a pensar nisso já para a próxima eleição? Não levemos para as urnas o “jeitinho brasileiro” e não votemos no “menos pior”. Não adianta continuar a levar a vida de sempre, fingir que está tudo bem e repetir para si que político é tudo igual e não tem como mudar. Conscientize-se de que o problema também é seu! E meu também! É nosso! Tudo ficará mais fácil, é claro, quando a habilidade de solucionar problemas do jeitinho brasileiro seja direcionada de forma positiva e seja verdadeiramente uma virtude.
Sine qua non: Expressão latina que indica uma cláusula ou condição sem a qual não se fará certa coisa.
Disponível em: <elo.com.br/portal/colunistas/christianelima/ver/229708/sera-que-o-jeitinho-brasileiro-tem-jeito-.html> Acesso em: 10 mar. 2014.
Antes do título, há uma imagem que, por seu conteúdo, reforça a temática do texto que a segue.
Aliando-se o conteúdo da imagem ao texto escrito, depreende-se que
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