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Um valor cultural que o professor precisa administrar no momento da avaliação é o conceito de prova desenvolvido pelos alunos ao longo dos anos, conceito esse sintetizado nas palavras de Ronca (1991):
“Só se estuda se tiver prova.
Só se estuda para a prova.
Só se estuda se cair na prova.
Só se estuda o que cair na prova. “
Só se estuda para a prova.
Só se estuda se cair na prova.
Só se estuda o que cair na prova. “
A habilidade de elaborar bem uma prova é
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Cada vez mais é imperativo ao assistente social formular projetos que materializarão o trabalho a ser desenvolvido. Isso exige identificar aquilo que requer a intervenção profissional e reconhecer de que forma essa intervenção irá responder às necessidades sociais. Assim, para que o assistente social possa ter o projeto de trabalho como estratégia de reconhecimento profissional, é necessário sua materialização (COUTO, 2009). A alternativa que corresponde a essa ideia é:
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“A Contabilidade permite o estudo e o controle dos fatos decorrentes da gestão do patrimônio das entidades, bem como permite aos seus usuários a obtenção dessas informações de natureza econômicas e financeiras da entidade”.
A afirmativa indica, respectivamente,
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Marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas nas frases relacionadas à formação de Tradutores Intérpretes de Língua de Sinais no Brasil.
( ) Na década de 1990, surgem tentativas de dar uma formação mais especifica para estes profissionais, principalmente por iniciativa da Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos(FENEIS).
( ) O intérprete de Língua de Sinais precisa atualizar seus conhecimentos sempre, especialmente em LIBRAS e em assuntos que serão interpretados. Já em Língua Portuguesa, por ser sua primeira língua, não há essa necessidade.
( ) Apenas em 2008, a Universidade Federal de Santa Catarina passa a oferecer Curso de Graduação Letras/Libras Bacharelado voltado á formação de Tradutores Intérpretes de Língua de Sinais.
( ) O ProLibras - Programa Nacional de Proficiência para Tradução e Interpretação de LIBRAS/Língua Portuguesa surge a partir de 2006 através do Decreto 5.626 e visa formar profissionais para atender as demandas das políticas inclusivas.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
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2480171
Ano: 2014
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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As Normas Regulamentadoras - NR do Ministério do Trabalho e Emprego, estabelecem a a obrigatoriedade de elaboração e implementação de alguns programas específicos, sempre com objetivo de garantir a saúde do trabalhador.
Que programa NÃO é exigido pelas Normas Regulamentadoras?
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A respeito da competência docente em relação ao ato de avaliar, Vasco Moretto (2005) analisa as características de um professor competente, destacando, entre outras,
I. o conhecimento do conteúdo específico da sua disciplina.
II. a administração das emoções, estabelecendo limites e fazendo sempre uso de imposições.
III. a utilização constante do método dialético no processo de interação.
IV. a escolha de estratégias adequadas para os alunos considerando características psicossociais e cognitivas.
II. a administração das emoções, estabelecendo limites e fazendo sempre uso de imposições.
III. a utilização constante do método dialético no processo de interação.
IV. a escolha de estratégias adequadas para os alunos considerando características psicossociais e cognitivas.
Estão corretas as afirmativas
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Sobre o relacionamento de um assessor de imprensa com a mídia, que alternativa NÃO se encaixa nas diretrizes a serem seguidas por esse profissional?
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De acordo com o pensamento de Ferreira(2005) sobre a ênfase no projeto pedagógico, um novo desafio para a legitimidade da função supervisora existe três ideias- força que dinamizam a discussão atual sobre o currículo. Ao nos referimos a estas ideias afirmamos que são a ideia de
I. autonomia da escola.
II. projeto pedagógico.
III. trabalho coletivo.
IV. construção de um planejamento participativo.
II. projeto pedagógico.
III. trabalho coletivo.
IV. construção de um planejamento participativo.
Estão corretas as afirmativas
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Analise a tabela abaixo que contém um programa em Unidade Lógica e Aritmética (ULA).

Tabela 1 – Programa em ULA.
Qual resultado será impresso na tela?
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Será que o jeitinho brasileiro tem jeito?

O "jeito" ou "jeitinho" pode se referir a soluções que driblam normas, ou que criam artifícios de validade ética duvidável. O jeitinho pode ser também definido como "molejo, jogo de cintura, habilidade de se dar bem em uma situação complicada". Muitos consideram o jeitinho uma verdadeira qualidade do brasileiro, a qual demonstra criatividade e improvisação ao driblar normas e convenções sociais para encontrar alguma solução. Só que, ironicamente, ao resolver um problema, sempre cria outro.
Sob a impunidade do jeitinho, pequenos e grandes delitos se misturam numa linha tênue, como se pudessem ser justificados de alguma forma. Coisas que alguns pensam ser pequenas, como a não devolução do troco, a ocupação do lugar reservado para idosos e deficientes, o ato de furar fila, a famosa “taxinha de urgência”, "agrado por fora” ou "taxa de desembaraço", como já ouvi certa vez, até a compra do voto político, contribuem para a constante evolução da abominável corrupção. Então, será que o jeitinho brasileiro pode ser considerado como uma forma de corrupção? Muitas das vezes, nossa visão de corrupção está fundamentada exclusivamente nos políticos, e não em nosso cotidiano, onde perpassam nossas relações sociais. Dessa maneira, eu diria que o jeitinho se confunde com corrupção e é transgressão, porque ela desiguala o que deveria ser obrigatoriamente tratado com igualdade.
Vale ressaltar que hoje em dia o jeitinho não é mais um modo de agir exclusivo dos oprimidos, pois tem levado executivos estrangeiros que atuam em empresas no Brasil para as salas de treinamento. Não que eles queiram se adaptar a essa realidade. O que eles querem mesmo é entender e tentar driblar essa “malemolência” dos negócios no Brasil. Para esses profissionais, a melhor tradução para esse “jeitinho” é a falta de planejamento, o que significa conviver e trabalhar dentro da precariedade de muitos serviços públicos e sem uma infraestrutura condizente com o potencial do país. Empresários europeus, japoneses e norte-americanos relatam estupefatos que precisam, antes de fazer negócio, firmar laços de camaradagem, tornarem-se amigos do empresário brasileiro como condição sine qua non, para a realização do negócio, pois isso apressa as negociações.
Quer dizer, percebemos que o problema não está na pessoa, mas nos processos que a envolvem. Se o problema fosse com 1 ou 1 dúzia de indivíduos, poderíamos afirmar que seria um problema isolado, mas, quando um percentual alto é adepto do jeitinho, é sinal de que é preciso analisar o que permite esse desvio de comportamento. Só se dá um jeitinho quando existem brechas na lei ou falta de rigor na aplicação destas. Esse ato de se “ajeitar-às-coisas para-se-dar-bem" simplesmente passa por cima de outros indivíduos e traz prejuízos à coletividade. É claro que ninguém quer obter desvantagens, mas não podemos concordar que prevaleça a atuação do egoísmo e do individualismo. E o mais grave de tudo: justificar tudo como “criatividade brasileira” e ainda aplaudir como sendo a cultura do nosso país. Desde 35 quando malandragem é cultura?
As premissas que garantem a popularidade do jeitinho é que todos procuram levar vantagem em tudo o que fazem no seu dia-a-dia e que, portanto, para não ser trapaceado, deve-se fazer o mesmo. Pensemos nos efeitos que esse círculo vicioso tem sobre nós, nossas finanças e nossas vidas. A impressão que nos dá é a de que determinados modelos de transgressões são aceitáveis e tornaram-se normais. Alguns devem lembrar de um comercial antigo no qual o ex-jogador de futebol Gérson aparece empunhando um cigarro e dizendo: "Este é pra você que gosta de levar vantagem em tudo, certo?", dando origem à famosa Lei de Gérson. Assim, parece que jeitinho se tornou norma de convivência na sociedade. Em outras palavras, a cultura de que “malandro é malandro e mané é mané”; isso não é motivo para orgulho, muito menos deve incorporar-se à nossa cultura.
E por fim, para não nos desanimarmos completamente, lembremos, então, de casos que demonstram que nem tudo está perdido. Destaco a história do funcionário da Infraero que devolveu uma maleta com alguns milhares de dólares para o seu dono. Esse fato mostra e comprova que há brasileiros honestos. Pena que a maioria destes “Homens” não estão no poder!
Então existe saída? Sim, existem saídas. Precisamos ser e ensinarmos nossos filhos a serem cidadãos honrados e respeitadores das leis. É preciso uma reflexão individual de como estamos construindo o que mais criticamos e acreditarmos na possibilidade de iniciarmos uma reconstrução da ética individual e nacional. Que tal começarmos a pensar nisso já para a próxima eleição? Não levemos para as urnas o “jeitinho brasileiro” e não votemos no “menos pior”. Não adianta continuar a levar a vida de sempre, fingir que está tudo bem e repetir para si que político é tudo igual e não tem como mudar. Conscientize-se de que o problema também é seu! E meu também! É nosso! Tudo ficará mais fácil, é claro, quando a habilidade de solucionar problemas do jeitinho brasileiro seja direcionada de forma positiva e seja verdadeiramente uma virtude.
Sine qua non: Expressão latina que indica uma cláusula ou condição sem a qual não se fará certa coisa.
Disponível em: <elo.com.br/portal/colunistas/christianelima/ver/229708/sera-que-o-jeitinho-brasileiro-tem-jeito-.html> Acesso em: 10 mar. 2014.
Observe o seguinte trecho:
Alguns devem lembrar de um comercial antigo no qual o ex-jogador de futebol Gérson aparece empunhando um cigarro e dizendo: “Este é pra você que gosta de levar vantagem em tudo, cerrrto?”, dando origem à famosa Lei de Gérson.
O período entre aspas está em discurso direto. Se esse mesmo período fosse passado para o discurso indireto, qual seria, dentre as propostas a seguir, a forma correta?
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