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Foram encontradas 608 questões.

2480263 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Um valor cultural que o professor precisa administrar no momento da avaliação é o conceito de prova desenvolvido pelos alunos ao longo dos anos, conceito esse sintetizado nas palavras de Ronca (1991):
“Só se estuda se tiver prova.
Só se estuda para a prova.
Só se estuda se cair na prova.
Só se estuda o que cair na prova. “
A habilidade de elaborar bem uma prova é
 

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2480247 Ano: 2014
Disciplina: Serviço Social
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Cada vez mais é imperativo ao assistente social formular projetos que materializarão o trabalho a ser desenvolvido. Isso exige identificar aquilo que requer a intervenção profissional e reconhecer de que forma essa intervenção irá responder às necessidades sociais. Assim, para que o assistente social possa ter o projeto de trabalho como estratégia de reconhecimento profissional, é necessário sua materialização (COUTO, 2009). A alternativa que corresponde a essa ideia é:
 

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2480203 Ano: 2014
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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“A Contabilidade permite o estudo e o controle dos fatos decorrentes da gestão do patrimônio das entidades, bem como permite aos seus usuários a obtenção dessas informações de natureza econômicas e financeiras da entidade”.
A afirmativa indica, respectivamente,
 

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2480182 Ano: 2014
Disciplina: Libras
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas nas frases relacionadas à formação de Tradutores Intérpretes de Língua de Sinais no Brasil.
( ) Na década de 1990, surgem tentativas de dar uma formação mais especifica para estes profissionais, principalmente por iniciativa da Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos(FENEIS).
( ) O intérprete de Língua de Sinais precisa atualizar seus conhecimentos sempre, especialmente em LIBRAS e em assuntos que serão interpretados. Já em Língua Portuguesa, por ser sua primeira língua, não há essa necessidade.
( ) Apenas em 2008, a Universidade Federal de Santa Catarina passa a oferecer Curso de Graduação Letras/Libras Bacharelado voltado á formação de Tradutores Intérpretes de Língua de Sinais.
( ) O ProLibras - Programa Nacional de Proficiência para Tradução e Interpretação de LIBRAS/Língua Portuguesa surge a partir de 2006 através do Decreto 5.626 e visa formar profissionais para atender as demandas das políticas inclusivas.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
 

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2480171 Ano: 2014
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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As Normas Regulamentadoras - NR do Ministério do Trabalho e Emprego, estabelecem a a obrigatoriedade de elaboração e implementação de alguns programas específicos, sempre com objetivo de garantir a saúde do trabalhador.

Que programa NÃO é exigido pelas Normas Regulamentadoras?

 

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2479980 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
A respeito da competência docente em relação ao ato de avaliar, Vasco Moretto (2005) analisa as características de um professor competente, destacando, entre outras,
I. o conhecimento do conteúdo específico da sua disciplina.
II. a administração das emoções, estabelecendo limites e fazendo sempre uso de imposições.
III. a utilização constante do método dialético no processo de interação.
IV. a escolha de estratégias adequadas para os alunos considerando características psicossociais e cognitivas.
Estão corretas as afirmativas
 

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2479912 Ano: 2014
Disciplina: Comunicação Social
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Sobre o relacionamento de um assessor de imprensa com a mídia, que alternativa NÃO se encaixa nas diretrizes a serem seguidas por esse profissional?
 

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2479857 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
De acordo com o pensamento de Ferreira(2005) sobre a ênfase no projeto pedagógico, um novo desafio para a legitimidade da função supervisora existe três ideias- força que dinamizam a discussão atual sobre o currículo. Ao nos referimos a estas ideias afirmamos que são a ideia de
I. autonomia da escola.
II. projeto pedagógico.
III. trabalho coletivo.
IV. construção de um planejamento participativo.
Estão corretas as afirmativas
 

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2479838 Ano: 2014
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Analise a tabela abaixo que contém um programa em Unidade Lógica e Aritmética (ULA).
Enunciado 2742458-1
Tabela 1 – Programa em ULA.
Qual resultado será impresso na tela?
 

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2479720 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Será que o jeitinho brasileiro tem jeito?
Enunciado 2740945-1
O "jeito" ou "jeitinho" pode se referir a soluções que driblam normas, ou que criam artifícios de validade ética duvidável. O jeitinho pode ser também definido como "molejo, jogo de cintura, habilidade de se dar bem em uma situação complicada". Muitos consideram o jeitinho uma verdadeira qualidade do brasileiro, a qual demonstra criatividade e improvisação ao driblar normas e convenções sociais para encontrar alguma solução. Só que, ironicamente, ao resolver um problema, sempre cria outro.
Sob a impunidade do jeitinho, pequenos e grandes delitos se misturam numa linha tênue, como se pudessem ser justificados de alguma forma. Coisas que alguns pensam ser pequenas, como a não devolução do troco, a ocupação do lugar reservado para idosos e deficientes, o ato de furar fila, a famosa “taxinha de urgência”, "agrado por fora” ou "taxa de desembaraço", como já ouvi certa vez, até a compra do voto político, contribuem para a constante evolução da abominável corrupção. Então, será que o jeitinho brasileiro pode ser considerado como uma forma de corrupção? Muitas das vezes, nossa visão de corrupção está fundamentada exclusivamente nos políticos, e não em nosso cotidiano, onde perpassam nossas relações sociais. Dessa maneira, eu diria que o jeitinho se confunde com corrupção e é transgressão, porque ela desiguala o que deveria ser obrigatoriamente tratado com igualdade.
Vale ressaltar que hoje em dia o jeitinho não é mais um modo de agir exclusivo dos oprimidos, pois tem levado executivos estrangeiros que atuam em empresas no Brasil para as salas de treinamento. Não que eles queiram se adaptar a essa realidade. O que eles querem mesmo é entender e tentar driblar essa “malemolência” dos negócios no Brasil. Para esses profissionais, a melhor tradução para esse “jeitinho” é a falta de planejamento, o que significa conviver e trabalhar dentro da precariedade de muitos serviços públicos e sem uma infraestrutura condizente com o potencial do país. Empresários europeus, japoneses e norte-americanos relatam estupefatos que precisam, antes de fazer negócio, firmar laços de camaradagem, tornarem-se amigos do empresário brasileiro como condição sine qua non, para a realização do negócio, pois isso apressa as negociações.
Quer dizer, percebemos que o problema não está na pessoa, mas nos processos que a envolvem. Se o problema fosse com 1 ou 1 dúzia de indivíduos, poderíamos afirmar que seria um problema isolado, mas, quando um percentual alto é adepto do jeitinho, é sinal de que é preciso analisar o que permite esse desvio de comportamento. Só se dá um jeitinho quando existem brechas na lei ou falta de rigor na aplicação destas. Esse ato de se “ajeitar-às-coisas para-se-dar-bem" simplesmente passa por cima de outros indivíduos e traz prejuízos à coletividade. É claro que ninguém quer obter desvantagens, mas não podemos concordar que prevaleça a atuação do egoísmo e do individualismo. E o mais grave de tudo: justificar tudo como “criatividade brasileira” e ainda aplaudir como sendo a cultura do nosso país. Desde 35 quando malandragem é cultura?
As premissas que garantem a popularidade do jeitinho é que todos procuram levar vantagem em tudo o que fazem no seu dia-a-dia e que, portanto, para não ser trapaceado, deve-se fazer o mesmo. Pensemos nos efeitos que esse círculo vicioso tem sobre nós, nossas finanças e nossas vidas. A impressão que nos dá é a de que determinados modelos de transgressões são aceitáveis e tornaram-se normais. Alguns devem lembrar de um comercial antigo no qual o ex-jogador de futebol Gérson aparece empunhando um cigarro e dizendo: "Este é pra você que gosta de levar vantagem em tudo, certo?", dando origem à famosa Lei de Gérson. Assim, parece que jeitinho se tornou norma de convivência na sociedade. Em outras palavras, a cultura de que “malandro é malandro e mané é mané”; isso não é motivo para orgulho, muito menos deve incorporar-se à nossa cultura.
E por fim, para não nos desanimarmos completamente, lembremos, então, de casos que demonstram que nem tudo está perdido. Destaco a história do funcionário da Infraero que devolveu uma maleta com alguns milhares de dólares para o seu dono. Esse fato mostra e comprova que há brasileiros honestos. Pena que a maioria destes “Homens” não estão no poder!
Então existe saída? Sim, existem saídas. Precisamos ser e ensinarmos nossos filhos a serem cidadãos honrados e respeitadores das leis. É preciso uma reflexão individual de como estamos construindo o que mais criticamos e acreditarmos na possibilidade de iniciarmos uma reconstrução da ética individual e nacional. Que tal começarmos a pensar nisso já para a próxima eleição? Não levemos para as urnas o “jeitinho brasileiro” e não votemos no “menos pior”. Não adianta continuar a levar a vida de sempre, fingir que está tudo bem e repetir para si que político é tudo igual e não tem como mudar. Conscientize-se de que o problema também é seu! E meu também! É nosso! Tudo ficará mais fácil, é claro, quando a habilidade de solucionar problemas do jeitinho brasileiro seja direcionada de forma positiva e seja verdadeiramente uma virtude.
Sine qua non: Expressão latina que indica uma cláusula ou condição sem a qual não se fará certa coisa.
Disponível em: <elo.com.br/portal/colunistas/christianelima/ver/229708/sera-que-o-jeitinho-brasileiro-tem-jeito-.html> Acesso em: 10 mar. 2014.
Observe o seguinte trecho:
Alguns devem lembrar de um comercial antigo no qual o ex-jogador de futebol Gérson aparece empunhando um cigarro e dizendo: “Este é pra você que gosta de levar vantagem em tudo, cerrrto?”, dando origem à famosa Lei de Gérson.
O período entre aspas está em discurso direto. Se esse mesmo período fosse passado para o discurso indireto, qual seria, dentre as propostas a seguir, a forma correta?
 

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