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Foram encontradas 608 questões.

2479660 Ano: 2014
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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No Windows Server 2008, podemos adicionar, a partir da linha de comando (CLI), um computador ao domínio.
Qual é o nome desse comando?
 

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Será que o jeitinho brasileiro tem jeito?
Enunciado 2740049-1
O "jeito" ou "jeitinho" pode se referir a soluções que driblam normas, ou que criam artifícios de validade ética duvidável. O jeitinho pode ser também definido como "molejo, jogo de cintura, habilidade de se dar bem em uma situação complicada". Muitos consideram o jeitinho uma verdadeira qualidade do brasileiro, a qual demonstra criatividade e improvisação ao driblar normas e convenções sociais para encontrar alguma solução. Só que, ironicamente, ao resolver um problema, sempre cria outro.
Sob a impunidade do jeitinho, pequenos e grandes delitos se misturam numa linha tênue, como se pudessem ser justificados de alguma forma. Coisas que alguns pensam ser pequenas, como a não devolução do troco, a ocupação do lugar reservado para idosos e deficientes, o ato de furar fila, a famosa “taxinha de urgência”, "agrado por fora” ou "taxa de desembaraço", como já ouvi certa vez, até a compra do voto político, contribuem para a constante evolução da abominável corrupção. Então, será que o jeitinho brasileiro pode ser considerado como uma forma de corrupção? Muitas das vezes, nossa visão de corrupção está fundamentada exclusivamente nos políticos, e não em nosso cotidiano, onde perpassam nossas relações sociais. Dessa maneira, eu diria que o jeitinho se confunde com corrupção e é transgressão, porque ela desiguala o que deveria ser obrigatoriamente tratado com igualdade.
Vale ressaltar que hoje em dia o jeitinho não é mais um modo de agir exclusivo dos oprimidos, pois tem levado executivos estrangeiros que atuam em empresas no Brasil para as salas de treinamento. Não que eles queiram se adaptar a essa realidade. O que eles querem mesmo é entender e tentar driblar essa “malemolência” dos negócios no Brasil. Para esses profissionais, a melhor tradução para esse “jeitinho” é a falta de planejamento, o que significa conviver e trabalhar dentro da precariedade de muitos serviços públicos e sem uma infraestrutura condizente com o potencial do país. Empresários europeus, japoneses e norte-americanos relatam estupefatos que precisam, antes de fazer negócio, firmar laços de camaradagem, tornarem-se amigos do empresário brasileiro como condição sine qua non, para a realização do negócio, pois isso apressa as negociações.
Quer dizer, percebemos que o problema não está na pessoa, mas nos processos que a envolvem. Se o problema fosse com 1 ou 1 dúzia de indivíduos, poderíamos afirmar que seria um problema isolado, mas, quando um percentual alto é adepto do jeitinho, é sinal de que é preciso analisar o que permite esse desvio de comportamento. Só se dá um jeitinho quando existem brechas na lei ou falta de rigor na aplicação destas. Esse ato de se “ajeitar-às-coisas para-se-dar-bem" simplesmente passa por cima de outros indivíduos e traz prejuízos(I) à coletividade. É claro que ninguém quer obter desvantagens, mas não podemos concordar que prevaleça a atuação do egoísmo e do individualismo. E o mais grave de tudo: justificar tudo como “criatividade brasileira” e ainda aplaudir como sendo a cultura do nosso país. Desde 35 quando malandragem é cultura?
As premissas que garantem a popularidade do jeitinho é que todos procuram levar vantagem em tudo o que fazem no seu dia-a-dia e que, portanto, para não ser trapaceado, deve-se fazer o mesmo. Pensemos nos efeitos que esse círculo vicioso tem sobre nós, nossas finanças e nossas vidas. A impressão que nos dá é a de que determinados modelos de transgressões são aceitáveis e tornaram-se normais. Alguns devem lembrar de um comercial antigo no qual o ex-jogador de futebol Gérson aparece empunhando um cigarro e dizendo: "Este é pra você que gosta de levar vantagem em tudo, certo?", dando origem à famosa Lei de Gérson. Assim, parece que jeitinho se tornou norma de convivência na sociedade. Em outras palavras, a cultura de que “malandro é malandro e mané é mané”; isso não é motivo para orgulho, muito menos deve incorporar-se à nossa cultura.
E por fim, para não nos desanimarmos completamente, lembremos, então, de casos que demonstram que nem tudo está perdido. Destaco a história do funcionário da Infraero que devolveu uma maleta com alguns milhares de dólares para o seu dono. Esse fato mostra e comprova que há brasileiros honestos. Pena que a maioria destes “Homens” não estão no poder!
Então existe saída?(II) Sim, existem saídas. Precisamos ser e ensinarmos nossos filhos a serem cidadãos honrados e respeitadores das leis. É preciso uma reflexão individual de como estamos construindo o que mais criticamos e acreditarmos na possibilidade de iniciarmos uma reconstrução da ética individual e nacional. Que tal começarmos a pensar nisso já para a próxima eleição? Não levemos para as urnas o “jeitinho brasileiro” e não votemos no “menos pior”. Não adianta continuar a levar a vida de sempre, fingir que está tudo bem e repetir para si que político é tudo igual e não tem como mudar. Conscientize-se de que o problema também é seu! E meu também! É nosso! Tudo ficará mais fácil, é claro, quando a habilidade de solucionar problemas do jeitinho brasileiro seja direcionada de forma positiva e seja verdadeiramente uma virtude.
Sine qua non: Expressão latina que indica uma cláusula ou condição sem a qual não se fará certa coisa.
Disponível em: <elo.com.br/portal/colunistas/christianelima/ver/229708/sera-que-o-jeitinho-brasileiro-tem-jeito-.html> Acesso em: 10 mar. 2014.
São feitas, a seguir, afirmativas sobre o vocábulo “país”.
I. A regra que justifica a acentuação dessa palavra é a mesma que determina o acento gráfico nos vocábulos “prejuízos” e “saída”.
II. A retirada do acento gráfico mudaria não só o significado como também a classe gramatical desse vocábulo.
III. O acento gráfico, por estar na última sílaba, indica que a palavra em questão é acentuada por pertencer à regra geral das oxítonas.
Está (ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
 

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2479655 Ano: 2014
Disciplina: Serviço Social
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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De acordo com a publicação "Atribuições privativas do/a assistente social em questão" (CFESS, 2012a), o Serviço Social brasileiro, nas últimas décadas, redimensionou-se no âmbito de sua interpretação teórico- metodológica e política, num forte embate com o conservadorismo profissional, adequando criticamente a profissão às exigências do seu tempo. Nesse sentido:
I. qualificou a profissão academicamente, como revela a produção acumulada a partir dos anos 1980 e 1990.
II. realizou um giro radical na sua dimensão ética e no debate nesse plano, indicando um novo modo de operar o trabalho profissional.
III. construiu democraticamente sua normatização, segundo princípios e valores humanistas, que remetem à luta pela construção de uma nova ordem societária.
IV. reafirmou o compromisso com as tendências regressivas do Serviço Social, cujo os fundamentos legitimam a ordem vigente
Estão corretas as afirmativas
 

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2479650 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
O suco de frutas é uma bebida não fermentada, não concentrada e não diluída, obtida da 25.fruta madura e sã por processamento tecnológico adequado. A extração do suco de é realizada através da prensagem entre conchas côncavas de superfície estriada, enquanto que a extração do suco de é realizada em tambor rotativo a 20 rpm e eixo interno com paletas em maiores rotações.
As palavras que preenchem as lacunas de forma correta são, respectivamente:
 

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2479637 Ano: 2014
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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O art. 39 da LDBEN 9394/96 declara que a educação profissional e tecnológica, no cumprimento dos objetivos da educação nacional, integra-se aos diferentes níveis e modalidades de educação e às dimensões do trabalho, da ciência e da tecnologia.
Os cursos de educação profissional e tecnológica poderão ser organizados por eixos tecnológicos, possibilitando a construção de diferentes itinerários formativos, observadas as normas do respectivo sistema e nível de ensino e abrangendo os seguintes cursos:
I. de formação inicial e continuada ou qualificação profissional.
II. somente de qualificação profissional.
III. de educação profissional técnica de nível médio.
IV. de educação profissional tecnológica de graduação e pós-graduação.
Estão corretas as afirmativas
 

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2479634 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Será que o jeitinho brasileiro tem jeito?
Enunciado 2739652-1
O "jeito" ou "jeitinho" pode se referir a soluções que driblam normas, ou que criam artifícios de validade ética duvidável. O jeitinho pode ser também definido como "molejo, jogo de cintura, habilidade de se dar bem em uma situação complicada". Muitos consideram o jeitinho uma verdadeira qualidade do brasileiro, a qual demonstra criatividade e improvisação ao driblar normas e convenções sociais para encontrar alguma solução. Só que, ironicamente, ao resolver um problema, sempre cria outro.
Sob a impunidade do jeitinho, pequenos e grandes delitos se misturam numa linha tênue, como se pudessem ser justificados de alguma forma. Coisas que alguns pensam ser pequenas, como a não devolução do troco, a ocupação do lugar reservado para idosos e deficientes, o ato de furar fila, a famosa “taxinha de urgência”, "agrado por fora” ou "taxa de desembaraço", como já ouvi certa vez, até a compra do voto político, contribuem para a constante evolução da abominável corrupção. Então, será que o jeitinho brasileiro pode ser considerado como uma forma de corrupção? Muitas das vezes, nossa visão de corrupção está fundamentada exclusivamente nos políticos, e não em nosso cotidiano, onde perpassam nossas relações sociais. Dessa maneira, eu diria que o jeitinho se confunde com corrupção e é transgressão, porque ela desiguala o que deveria ser obrigatoriamente tratado com igualdade.
Vale ressaltar que hoje em dia o jeitinho não é mais um modo de agir exclusivo dos oprimidos, pois tem levado executivos estrangeiros que atuam em empresas no Brasil para as salas de treinamento. Não que eles queiram se adaptar a essa realidade. O que eles querem mesmo é entender e tentar driblar essa “malemolência” dos negócios no Brasil. Para esses profissionais, a melhor tradução para esse “jeitinho” é a falta de planejamento, o que significa conviver e trabalhar dentro da precariedade de muitos serviços públicos e sem uma infraestrutura condizente com o potencial do país. Empresários europeus, japoneses e norte-americanos relatam estupefatos que precisam, antes de fazer negócio, firmar laços de camaradagem, tornarem-se amigos do empresário brasileiro como condição sine qua non, para a realização do negócio, pois isso apressa as negociações.
Quer dizer, percebemos que o problema não está na pessoa, mas nos processos que a envolvem. Se o problema fosse com 1 ou 1 dúzia de indivíduos, poderíamos afirmar que seria um problema isolado, mas, quando um percentual alto é adepto do jeitinho, é sinal de que é preciso analisar o que permite esse desvio de comportamento. Só se dá um jeitinho quando existem brechas na lei ou falta de rigor na aplicação destas. Esse ato de se “ajeitar-às-coisas para-se-dar-bem" simplesmente passa por cima de outros indivíduos e traz prejuízos à coletividade. É claro que ninguém quer obter desvantagens, mas não podemos concordar que prevaleça a atuação do egoísmo e do individualismo. E o mais grave de tudo: justificar tudo como “criatividade brasileira” e ainda aplaudir como sendo a cultura do nosso país. Desde 35 quando malandragem é cultura?
As premissas que garantem a popularidade do jeitinho é que todos procuram levar vantagem em tudo o que fazem no seu dia-a-dia e que, portanto, para não ser trapaceado, deve-se fazer o mesmo. Pensemos nos efeitos que esse círculo vicioso tem sobre nós, nossas finanças e nossas vidas. A impressão que nos dá é a de que determinados modelos de transgressões são aceitáveis e tornaram-se normais. Alguns devem lembrar de um comercial antigo no qual o ex-jogador de futebol Gérson aparece empunhando um cigarro e dizendo: "Este é pra você que gosta de levar vantagem em tudo, certo?", dando origem à famosa Lei de Gérson. Assim, parece que jeitinho se tornou norma de convivência na sociedade. Em outras palavras, a cultura de que “malandro é malandro e mané é mané”; isso não é motivo para orgulho, muito menos deve incorporar-se à nossa cultura.
E por fim, para não nos desanimarmos completamente, lembremos, então, de casos que demonstram que nem tudo está perdido. Destaco a história do funcionário da Infraero que devolveu uma maleta com alguns milhares de dólares para o seu dono. Esse fato mostra e comprova que há brasileiros honestos. Pena que a maioria destes “Homens” não estão no poder!
Então existe saída? Sim, existem saídas. Precisamos ser e ensinarmos nossos filhos a serem cidadãos honrados e respeitadores das leis. É preciso uma reflexão individual de como estamos construindo o que mais criticamos e acreditarmos na possibilidade de iniciarmos uma reconstrução da ética individual e nacional. Que tal começarmos a pensar nisso já para a próxima eleição? Não levemos para as urnas o “jeitinho brasileiro” e não votemos no “menos pior”. Não adianta continuar a levar a vida de sempre, fingir que está tudo bem e repetir para si que político é tudo igual e não tem como mudar. Conscientize-se de que o problema também é seu! E meu também! É nosso! Tudo ficará mais fácil, é claro, quando a habilidade de solucionar problemas do jeitinho brasileiro seja direcionada de forma positiva e seja verdadeiramente uma virtude.
Sine qua non: Expressão latina que indica uma cláusula ou condição sem a qual não se fará certa coisa.
Disponível em: <elo.com.br/portal/colunistas/christianelima/ver/229708/sera-que-o-jeitinho-brasileiro-tem-jeito-.html> Acesso em: 10 mar. 2014.
Observe este trecho: “Destaco a história do funcionário da Infraero que devolveu uma maleta com alguns milhares de dólares a seu dono”.
Nesse trecho, há uma ambiguidade que permite, no mínimo, três interpretações, quais sejam: a maleta foi devolvida ao dono dela (interpretação pretendida); a maleta foi devolvida ao dono da Infraero (interpretação equivocada); a maleta foi devolvida ao dono do funcionário (interpretação absurda, mas possível).
Qual elemento linguístico suscitou tais interpretações?
 

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2479584 Ano: 2014
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Num microcomputador que contém um barramento serial universal (USB), afirma-se que
 

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2479580 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Ainda refletindo sobre a situação sala de aula e metodologias, afirma-se que:
“a passagem da metodologia expositiva para a exposição dialogada, apesar de não ser marcada por um glamour, por uma sofisticação no contexto educacional brasileiro, significa um enorme avanço na prática pedagógica.” (VASCONCELLOS, 2004, p.111)
Quanto ao uso de uma metodologia embasada na exposição dialogada, destacam-se algumas afirmativas.
I. A transposição da metodologia expositiva para a dialogada é uma forma de a reflexão acadêmica se aproximar do concreto da sala de aula.
II. Na exposição dialogada, pode-se propiciar alto nível de elaboração do conhecimento, desde que haja efetiva interação entre expositor - ouvinte e o sujeito ouvinte- expositor.
III. Quando se fala em exposição dialogada, pode-se aceitar a farsa que muitas vezes se monta, de uma certa maiêutica, onde o mestre faz a classe achar o resultado desejado, mediante uma série de perguntas habilmente feitas, através da indução.
IV. A metodologia que aborda uma exposição dialogada é perfeitamente viável ao professor que quer começar um processo de mudança.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
 

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2479488 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Para o levantamento da quantidade de materiais necessários à construção de alvenarias, é comum utilizar o conceito do bloco equivalente, no qual se acrescentam as medidas das juntas de argamassa às medidas do bloco. Dessa forma, a quantidade aproximada de materiais para a execução de 1m² de uma alvenaria de blocos cerâmicos pode ser estimada pelas seguintes expressões:
!$ \eta = { \large 1 \over (b_1 + e_{\eta}) \cdot (b_2 + e_v)} !$ e !$ V = [ 1 - \eta \cdot ( b_1 \cdot b_2) ] \cdot b_3 !$
em que:
n – quantidade de blocos por m² de alvenaria;
V – volume de argamassa de assentamento (em m³) por m² de alvenaria;
b1, b2, b3 – comprimento, altura e largura do bloco, respectivamente, em metros;
eh, ev – espessura das juntas de argamassa horizontais e verticais, respectivamente, em metros.
Dessa forma, para construir 1 m² de alvenaria com bloco de 14 cm (largura) X 19 cm (altura) X 24 cm (comprimento), utilizando juntas de argamassa de 15 mm, são necessários
 

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2479418 Ano: 2014
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Suponhamos que um determinado host possua o IP 10.10.10.20 e a máscara 255.255.224.0. Nesse caso, qual das alternativas abaixo representa a máscara em notação CIDR e a quantidade de IPs, válidos para a rede, na qual se encontra esse dispositivo?
 

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