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De acordo com Quadros (2004), na língua de sinais, também se podem analisar as unidades mínimas através de pares mínimos, ou seja, pares que apresentam apenas uma unidade que implica mudança de significado apresentando, portanto, uma determinada função fonológica na língua. Os vocábulos PEDRA e QUEIJO formam um par mínimo na língua brasileira de sinais em que a única unidade que difere nestes sinais é a configuração de mão. O movimento e o ponto de articulação são os mesmos.
Os pares mínimos estão corretos, quanto ao ponto de articulação e à configuração de mão, em:
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Santos (2006) afirma que a maioria dos Intérpretes de Língua de Sinais precisam se tornar híbridos culturalmente. Não basta somente conhecer as línguas envolvidas no ato interpretativo, pois interpretar não é uma simples transferência linguística.
Para Santos, interpretar é
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Para Lacerda (2010), o trabalho de interpretação não é somente um trabalho linguístico. Os campos culturais e sociais devem ser contemplados quando se busca compreender um discurso.
Para a autora, interpretar implica
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De acordo com Quadros (2004), são seis categorias que analisam o processo de interpretação, pois apresentam as competências de um tradutor intérprete:
• Competência Linguística;
• Competência para transferência;
• Competência metodológica;
• Competência na área;
• Competência bicultural;
• Competência técnica.
A competência linguística é a habilidade que o intérprete tem que ter para
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Quadros (2004), no livro “O Tradutor e Intérprete de Língua Brasileira de Sinais e Língua Portuguesa”, argumenta que interpretar envolve um ato cognitivo-linguístico em que o intérprete se apresenta frente a pessoas com objetivos de comunicação especifica e que utilizam línguas diferentes. Para a autora, a forma como o tradutor intérprete NÃO deve processar a informação a ser traduzida e/ou interpretada está definida em:
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No artigo de LACERDA (2010), Tradutores e intérpretes de Língua Brasileira de Sinais: formação e atuação nos espaços educacionais inclusivos, a formação dos TILS deve ser pensada com cuidado, abordando os aspectos envolvidos na atuação profissional. O domínio da língua de sinais não é suficiente para atuar profissionalmente.
Para a autora, deve ser fundamental para o TILS, desenvolver
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O artigo 19 do capítulo V do Decreto 5626 de 22 de dezembro de 2005 dispõe que, nos próximos dez anos, a partir da publicação do referido Decreto, caso não haja pessoas com a titulação exigida para o exercício da tradução e interpretação de LIBRAS – Língua Portuguesa, as instituições federais de ensino devem incluir, em seus quadros, profissionais com o seguinte perfil:
( ) Profissional ouvinte, de nível superior, com competência e fluência em Libras para realizar a interpretação das duas línguas, de maneira simultânea e consecutiva, e com aprovação em exame de proficiência, promovido pelo Ministério da Educação, para atuação em instituições de ensino médio e de educação superior;
( ) Profissional ouvinte, de nível médio, com competência e fluência em Libras para realizar a interpretação das duas línguas, de maneira simultânea e consecutiva, e com aprovação em exame de proficiência, promovido pelo Ministério da Educação, para atuação no ensino fundamental;
( ) Profissional surdo, com competência para realizar a interpretação de línguas de sinais de outros países para a Libras, para atuação em cursos e eventos.
Após análise das afirmativas acima, marque (V) para verdadeiro ou (F) para falso.
A sequência correta é:
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O artigo 18 do capítulo V do Decreto 5626 de 22 de dezembro de 2005 dispõe que, nos próximos dez anos, a partir da publicação do referido Decreto, a formação de tradutor e intérprete de Libras – Língua Portuguesa, em nível médio, deve ser realizada por meio de
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A definição de Educação especial, na seção II do Decreto 3.298 de 20 de dezembro de 1999, é:
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O decreto 3.298 de 20 de dezembro de 1999, na seção II – do acesso à educação – dispõe sobre os órgãos e as entidades da Administração Pública Federal direta e indireta que são responsáveis pela educação, determina que devem ser viabilizadas as seguintes medidas:
I. Matrícula compulsória em cursos regulares de estabelecimentos públicos e particulares de pessoa com deficiência capaz de se integrar na rede regular de ensino;
II. Inclusão no sistema educacional, da educação especial como modalidade de educação escolar que permeia, transversalmente, todos os níveis e as modalidades de ensino;
III. Inserção, no sistema educacional, das escolas ou instituições especializadas públicas e privadas;
IV. Oferta obrigatória e gratuita da educação especial em estabelecimentos públicos de ensino;
V. Oferecimento obrigatório dos serviços de educação especial ao educando com deficiência em unidades hospitalares e congêneres nas quais esteja internado por prazo igual ou superior a um ano;
VI. Acesso do aluno com deficiência aos benefícios conferidos aos demais educandos, inclusive material escolar, transporte, merenda escolar e bolsas de estudo;
Estão corretas as afirmativas:
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