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Texto 2
A influência dos estrangeirismos na língua portuguesa: um processo de globalização, ideologia e comunicação
(Miguel Ventura Santos Gois)
Compreender a adoção do estrangeirismo como resultado da inserção de elementos culturais por meio das ferramentas do contexto linguístico é considerar que língua e sociedade estão intrinsecamente relacionadas e que não se pode sustentar uma sem a presença da outra. Na verdade, o estrangeirismo não constitui uma realidade isolada. Ele surge inserido nas estruturas frasais da língua portuguesa, muitas vezes hibridamente flexionados. O estrangeirismo participa, pois, dos próprios processos culturais e da convergência de interesses cerceada pela imposição da mídia.
Nesse sentido, quando uma sociedade privilegia a inserção de valores de outra sociedade em seu contexto sóciocultural, a adoção desses valores representa a vontade de tornar tal contexto o mais semelhante possível da ambiência vislumbrada. A evolução histórica do Brasil bem demonstra como essa valorização de elementos pertencentes a outras sociedades está arraigada: o período de colonização supervalorizou o estilo de vida português, indubitavelmente; em seguida, a França passou a ser o modelo a ser seguido. Mais a frente, os Estados Unidos passaram a ser o alvo dessas aspirações.
(...)
Um dos elementos mais constantes nessa adoção de outros valores culturais é a aquisição de empréstimos linguísticos que, se inicialmente representava a necessidade de se utilizar um vocábulo estrangeiro pela falta de equivalente na língua portuguesa, passou a ser empregada como recurso de afirmação de identidade cultural.
Usar o empréstimo linguístico seria, então, uma opção mais por imposição de uma estrutura que por consciência. Se, por um lado, isso representa modificação da linguagem, por outro representa um enriquecimento cultural. De qualquer forma, é interessante ressaltar que não se pode, num mundo cujo funcionamento tem se globalizado e cujas relações se fazem por meios como a televisão e a Internet, isolar completamente uma cultura ou uma língua. Mais importante seria tornar os usuários dessa língua cientes do fenômeno para que essa adoção de estrangeirismos seja uma opção meramente. É preciso ter essa consciência para que se faça melhor uso de tão rica troca.
(http://www.filologia.org.br. Captado em 22/06/2009)
Segundo Bakhtin, “A oração, assim como a palavra, é uma unidade significante da língua, por isso, considerada isoladamente, como, por exemplo, em ‘saiu o sol’, é totalmente inteligível, ou seja, compreendemos sua significação linguística, a eventual função num enunciado.”
(BAKHTIN, M. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 1997. p. 306.)
Assinale a alternativa correta, de acordo com as teorizações do Círculo de Bakhtin.
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Texto 2
A influência dos estrangeirismos na língua portuguesa: um processo de globalização, ideologia e comunicação
(Miguel Ventura Santos Gois)
Compreender a adoção do estrangeirismo como resultado da inserção de elementos culturais por meio das ferramentas do contexto linguístico é considerar que língua e sociedade estão intrinsecamente relacionadas e que não se pode sustentar uma sem a presença da outra. Na verdade, o estrangeirismo não constitui uma realidade isolada. Ele surge inserido nas estruturas frasais da língua portuguesa, muitas vezes hibridamente flexionados. O estrangeirismo participa, pois, dos próprios processos culturais e da convergência de interesses cerceada pela imposição da mídia.
Nesse sentido, quando uma sociedade privilegia a inserção de valores de outra sociedade em seu contexto sóciocultural, a adoção desses valores representa a vontade de tornar tal contexto o mais semelhante possível da ambiência vislumbrada. A evolução histórica do Brasil bem demonstra como essa valorização de elementos pertencentes a outras sociedades está arraigada: o período de colonização supervalorizou o estilo de vida português, indubitavelmente; em seguida, a França passou a ser o modelo a ser seguido. Mais a frente, os Estados Unidos passaram a ser o alvo dessas aspirações.
(...)
Um dos elementos mais constantes nessa adoção de outros valores culturais é a aquisição de empréstimos linguísticos que, se inicialmente representava a necessidade de se utilizar um vocábulo estrangeiro pela falta de equivalente na língua portuguesa, passou a ser empregada como recurso de afirmação de identidade cultural.
Usar o empréstimo linguístico seria, então, uma opção mais por imposição de uma estrutura que por consciência. Se, por um lado, isso representa modificação da linguagem, por outro representa um enriquecimento cultural. De qualquer forma, é interessante ressaltar que não se pode, num mundo cujo funcionamento tem se globalizado e cujas relações se fazem por meios como a televisão e a Internet, isolar completamente uma cultura ou uma língua. Mais importante seria tornar os usuários dessa língua cientes do fenômeno para que essa adoção de estrangeirismos seja uma opção meramente. É preciso ter essa consciência para que se faça melhor uso de tão rica troca.
(http://www.filologia.org.br. Captado em 22/06/2009)
Releia o terceiro parágrafo do texto 2 e, sobre as informações nele contidas, assinale a alternativa incorreta:
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Texto 2
A influência dos estrangeirismos na língua portuguesa: um processo de globalização, ideologia e comunicação
(Miguel Ventura Santos Gois)
Compreender a adoção do estrangeirismo como resultado da inserção de elementos culturais por meio das ferramentas do contexto linguístico é considerar que língua e sociedade estão intrinsecamente relacionadas e que não se pode sustentar uma sem a presença da outra. Na verdade, o estrangeirismo não constitui uma realidade isolada. Ele surge inserido nas estruturas frasais da língua portuguesa, muitas vezes hibridamente flexionados. O estrangeirismo participa, pois, dos próprios processos culturais e da convergência de interesses cerceada pela imposição da mídia.
Nesse sentido, quando uma sociedade privilegia a inserção de valores de outra sociedade em seu contexto sóciocultural, a adoção desses valores representa a vontade de tornar tal contexto o mais semelhante possível da ambiência vislumbrada. A evolução histórica do Brasil bem demonstra como essa valorização de elementos pertencentes a outras sociedades está arraigada: o período de colonização supervalorizou o estilo de vida português, indubitavelmente; em seguida, a França passou a ser o modelo a ser seguido. Mais a frente, os Estados Unidos passaram a ser o alvo dessas aspirações.
(...)
Um dos elementos mais constantes nessa adoção de outros valores culturais é a aquisição de empréstimos linguísticos que, se inicialmente representava a necessidade de se utilizar um vocábulo estrangeiro pela falta de equivalente na língua portuguesa, passou a ser empregada como recurso de afirmação de identidade cultural.
Usar o empréstimo linguístico seria, então, uma opção mais por imposição de uma estrutura que por consciência. Se, por um lado, isso representa modificação da linguagem, por outro representa um enriquecimento cultural. De qualquer forma, é interessante ressaltar que não se pode, num mundo cujo funcionamento tem se globalizado e cujas relações se fazem por meios como a televisão e a Internet, isolar completamente uma cultura ou uma língua. Mais importante seria tornar os usuários dessa língua cientes do fenômeno para que essa adoção de estrangeirismos seja uma opção meramente. É preciso ter essa consciência para que se faça melhor uso de tão rica troca.
(http://www.filologia.org.br. Captado em 22/06/2009)
Sobre as ideias contidas no texto 2 e o acréscimo de novas palavras à língua portuguesa, assinale a alternativa incorreta:
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Texto 1
Língua falada e língua escrita: existe prioridade?

A língua natural seja ela falada ou escrita é um sistema simbólico complexo. Na verdade, fala e escrita representam duas modalidades do mesmo sistema linguístico. Em outras palavras, existe um sistema de escrita e um sistema de fala que são reconhecidos como “a mesma língua” (Robins, 1995: 179). No entanto, a gramática da língua escrita difere consideravelmente da gramática da língua falada. De qualquer modo, não há oposição entre língua falada e uma mesma língua escrita porque não existem duas estruturas completamente diferentes para uma mesma língua, o que pressuporia uma situação de bilinguismo.
Além disso, seria muito raro que uma língua escrita se tornasse completamente independente da língua falada da qual ela se origina. Por outro lado, existe oposição entre língua falada e código escrito no nível da realização, a saber: a) a língua falada usa como meio de transmissão a substância sonora ou fônica, enquanto o código escrito usa como meio de transmissão a substância gráfica; e b) ambos ocorrem em situações de comunicação distintas.
O estudo sistemático da linguagem desde suas origens na Grécia clássica focalizou a língua principalmente na sua forma escrita. Pode-se dizer que a escrita é uma forma de expressão muito recente na história da humanidade e tem uma história independente da língua falada. Veremos a seguir que duas concepções opostas sobre a relação entre fala e escrita convivem na atualidade.
Na concepção mais antiga, a da gramática tradicional, há uma tendência para considerar a língua falada como inferior à língua escrita, uma vez que se acredita que a língua falada não tem organização ou regras próprias. Nesta tradição prescritiva, as regras da gramática são ilustradas exclusivamente a partir de textos escritos. De fato, a gramática tradicional defende a prioridade da língua escrita sobre a língua falada tendo como modelo a língua da literatura. Do mesmo modo, na visão diacrônica da linguística histórica, que predominou durante o século XIX, a língua foi vista essencialmente como uma coleção estática de palavras escritas.
Essa concepção começou a mudar no início do século XX com o surgimento da linguística sincrônica que deu prioridade ao discurso oral. Linguistas como F. de Saussure, L. Bloomfield e E. Sapir enfatizaram a primazia da língua falada sobre a língua escrita.
Na linguística moderna, portanto, a língua falada passou a ser vista como mais fundamental ou mais básica do que a língua escrita. Segundo Crystal (1997: 180), a abordagem contemporânea argumenta que se a língua falada é o meio primário de comunicação entre as pessoas ela deve ser o objeto primário de investigação da linguística. Entre os argumentos em geral apresentados para justificar que a língua falada seja mais básica do que a língua escrita, destacam-se os seguintes: a fala é milhares de anos mais antiga do que a escrita; a fala desenvolve-se naturalmente nas crianças (enquanto a escrita deve ser ensinada artificialmente); e sistemas de escrita são derivativos (em sua maioria baseados nos sons da fala). Assim, por ser considerada como mero reflexo da língua falada, a escrita passou a ser de secundária importância para a linguística contemporânea. Uma terceira possibilidade ou meio caminho entre os dois extremos discutidos acima seria reconhecer que nenhum meio de comunicação pode ser considerado como intrinsecamente superior ao outro.
Devido às semelhanças linguísticas entre língua falada e língua escrita não se pode dizer que uma seja mais complexa ou elaborada que outra. Na realidade, o confronto entre aquelas duas perspectivas tem falseado a discussão e prejudicado o ensino da língua materna na escola.
(http://marcobomfoco.blogspot.com/2008/10/1-lnguafalada- e-lngua-escrita. captado em 15/06/2009)
Leia os fragmentos a seguir.
“A fala é uma atividade muito mais central do que a escrita, no dia-a-dia da maioria das pessoas. Contudo, as instituições escolares dão à fala atenção quase inversa à sua centralidade na relação com a escrita.” (Marcuschi)
“Para ele [o falante], a realidade linguística não se apresenta primordialmente como um sistema gramatical abstrato, mas como um mundo de vozes e suas relações de aceitação e recusa, suas convergências e divergências, suas harmonias e seus conflitos, suas intersecções e hibridizações.” (Faraco)
Quanto ao ensino de língua materna na escola, analise as ideias expostas no texto 1 e as citações de Marcuschi e Faraco dadas sobre a fala e assinale a alternativa correta.
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Texto 1
Língua falada e língua escrita: existe prioridade?

A língua natural seja ela falada ou escrita é um sistema simbólico complexo. Na verdade, fala e escrita representam duas modalidades do mesmo sistema linguístico. Em outras palavras, existe um sistema de escrita e um sistema de fala que são reconhecidos como “a mesma língua” (Robins, 1995: 179). No entanto, a gramática da língua escrita difere consideravelmente da gramática da língua falada. De qualquer modo, não há oposição entre língua falada e uma mesma língua escrita porque não existem duas estruturas completamente diferentes para uma mesma língua, o que pressuporia uma situação de bilinguismo.
Além disso, seria muito raro que uma língua escrita se tornasse completamente independente da língua falada da qual ela se origina. Por outro lado, existe oposição entre língua falada e código escrito no nível da realização, a saber: a) a língua falada usa como meio de transmissão a substância sonora ou fônica, enquanto o código escrito usa como meio de transmissão a substância gráfica; e b) ambos ocorrem em situações de comunicação distintas.
O estudo sistemático da linguagem desde suas origens na Grécia clássica focalizou a língua principalmente na sua forma escrita. Pode-se dizer que a escrita é uma forma de expressão muito recente na história da humanidade e tem uma história independente da língua falada. Veremos a seguir que duas concepções opostas sobre a relação entre fala e escrita convivem na atualidade.
Na concepção mais antiga, a da gramática tradicional, há uma tendência para considerar a língua falada como inferior à língua escrita, uma vez que se acredita que a língua falada não tem organização ou regras próprias. Nesta tradição prescritiva, as regras da gramática são ilustradas exclusivamente a partir de textos escritos. De fato, a gramática tradicional defende a prioridade da língua escrita sobre a língua falada tendo como modelo a língua da literatura. Do mesmo modo, na visão diacrônica da linguística histórica, que predominou durante o século XIX, a língua foi vista essencialmente como uma coleção estática de palavras escritas.
Essa concepção começou a mudar no início do século XX com o surgimento da linguística sincrônica que deu prioridade ao discurso oral. Linguistas como F. de Saussure, L. Bloomfield e E. Sapir enfatizaram a primazia da língua falada sobre a língua escrita.
Na linguística moderna, portanto, a língua falada passou a ser vista como mais fundamental ou mais básica do que a língua escrita. Segundo Crystal (1997: 180), a abordagem contemporânea argumenta que se a língua falada é o meio primário de comunicação entre as pessoas ela deve ser o objeto primário de investigação da linguística. Entre os argumentos em geral apresentados para justificar que a língua falada seja mais básica do que a língua escrita, destacam-se os seguintes: a fala é milhares de anos mais antiga do que a escrita; a fala desenvolve-se naturalmente nas crianças (enquanto a escrita deve ser ensinada artificialmente); e sistemas de escrita são derivativos (em sua maioria baseados nos sons da fala). Assim, por ser considerada como mero reflexo da língua falada, a escrita passou a ser de secundária importância para a linguística contemporânea. Uma terceira possibilidade ou meio caminho entre os dois extremos discutidos acima seria reconhecer que nenhum meio de comunicação pode ser considerado como intrinsecamente superior ao outro.
Devido às semelhanças linguísticas entre língua falada e língua escrita não se pode dizer que uma seja mais complexa ou elaborada que outra. Na realidade, o confronto entre aquelas duas perspectivas tem falseado a discussão e prejudicado o ensino da língua materna na escola.
(http://marcobomfoco.blogspot.com/2008/10/1-lnguafalada- e-lngua-escrita. captado em 15/06/2009)
Analise as afirmativas a seguir em falsas ou verdadeiras:
I- Segundo o texto 1, a língua falada não tem organização ou regras próprias.
II- Para a linguística moderna, por preceder a língua escrita, a língua falada deve ser o objeto primário de investigação da linguística.
III- Mesmo sendo mais antiga do que a língua escrita e desenvolver-se naturalmente nas crianças, para a gramática tradicional, a língua falada é inferior à língua escrita.
IV- O texto permite concluir que o confronto entre as duas modalidades (escrita e falada) prejudica o ensino de língua na escola.
V- Desde os primeiros estudos sobre a linguagem, sabe-se que não se pode separar a história da língua escrita da história da língua falada, pois ambas se complementam.
São verdadeiras:
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Texto 1
Língua falada e língua escrita: existe prioridade?

A língua natural seja ela falada ou escrita é um sistema simbólico complexo. Na verdade, fala e escrita representam duas modalidades do mesmo sistema linguístico. Em outras palavras, existe um sistema de escrita e um sistema de fala que são reconhecidos como “a mesma língua” (Robins, 1995: 179). No entanto, a gramática da língua escrita difere consideravelmente da gramática da língua falada. De qualquer modo, não há oposição entre língua falada e uma mesma língua escrita porque não existem duas estruturas completamente diferentes para uma mesma língua, o que pressuporia uma situação de bilinguismo.
Além disso, seria muito raro que uma língua escrita se tornasse completamente independente da língua falada da qual ela se origina. Por outro lado, existe oposição entre língua falada e código escrito no nível da realização, a saber: a) a língua falada usa como meio de transmissão a substância sonora ou fônica, enquanto o código escrito usa como meio de transmissão a substância gráfica; e b) ambos ocorrem em situações de comunicação distintas.
O estudo sistemático da linguagem desde suas origens na Grécia clássica focalizou a língua principalmente na sua forma escrita. Pode-se dizer que a escrita é uma forma de expressão muito recente na história da humanidade e tem uma história independente da língua falada. Veremos a seguir que duas concepções opostas sobre a relação entre fala e escrita convivem na atualidade.
Na concepção mais antiga, a da gramática tradicional, há uma tendência para considerar a língua falada como inferior à língua escrita, uma vez que se acredita que a língua falada não tem organização ou regras próprias. Nesta tradição prescritiva, as regras da gramática são ilustradas exclusivamente a partir de textos escritos. De fato, a gramática tradicional defende a prioridade da língua escrita sobre a língua falada tendo como modelo a língua da literatura. Do mesmo modo, na visão diacrônica da linguística histórica, que predominou durante o século XIX, a língua foi vista essencialmente como uma coleção estática de palavras escritas.
Essa concepção começou a mudar no início do século XX com o surgimento da linguística sincrônica que deu prioridade ao discurso oral. Linguistas como F. de Saussure, L. Bloomfield e E. Sapir enfatizaram a primazia da língua falada sobre a língua escrita.
Na linguística moderna, portanto, a língua falada passou a ser vista como mais fundamental ou mais básica do que a língua escrita. Segundo Crystal (1997: 180), a abordagem contemporânea argumenta que se a língua falada é o meio primário de comunicação entre as pessoas ela deve ser o objeto primário de investigação da linguística. Entre os argumentos em geral apresentados para justificar que a língua falada seja mais básica do que a língua escrita, destacam-se os seguintes: a fala é milhares de anos mais antiga do que a escrita; a fala desenvolve-se naturalmente nas crianças (enquanto a escrita deve ser ensinada artificialmente); e sistemas de escrita são derivativos (em sua maioria baseados nos sons da fala). Assim, por ser considerada como mero reflexo da língua falada, a escrita passou a ser de secundária importância para a linguística contemporânea. Uma terceira possibilidade ou meio caminho entre os dois extremos discutidos acima seria reconhecer que nenhum meio de comunicação pode ser considerado como intrinsecamente superior ao outro.
Devido às semelhanças linguísticas entre língua falada e língua escrita não se pode dizer que uma seja mais complexa ou elaborada que outra. Na realidade, o confronto entre aquelas duas perspectivas tem falseado a discussão e prejudicado o ensino da língua materna na escola.
(http://marcobomfoco.blogspot.com/2008/10/1-lnguafalada- e-lngua-escrita. captado em 15/06/2009)
Sobre língua falada/língua escrita, assinale a alternativa incorreta:
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A temática da promoção da saúde tem sido discutida no Brasil e fora dele há muitos anos, especialmente desde a segunda metade da década de 70, quando surgiu o Movimento da Reforma Sanitária, que teve como base a proposta da:
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Para o bom funcionamento da vigilância epidemiológica, o procedimento regulamentado por lei é:
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Em relação ao financiamento do Sistema Único de Saúde, pode-se afirmar que:
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Pela Lei 8142/90, os recursos do Fundo Nacional de Saúde devem ser alocados como:
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