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Foram encontradas 770 questões.

2970156 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: IFF

TEXTO 5

O Eixo Leitura compreende as práticas de linguagem que decorrem da interação ativa do leitor/ouvinte/espectador com os textos escritos, orais e multissemióticos e de sua interpretação, sendo exemplos as leituras para: fruição estética de textos e obras literárias; pesquisa e embasamento de trabalhos escolares e acadêmicos; realização de procedimentos; conhecimento, discussão e debate sobre temas sociais relevantes; sustentar a reivindicação de algo no contexto de atuação da vida pública; ter mais conhecimento que permita o desenvolvimento de projetos pessoais, dentre outras possibilidades.

Adaptado de: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/ BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf. Acesso em: 14 nov. 2022.

As alternativas a seguir apresentam objetivos de leitura, conforme os exemplos listados no Texto 5, EXCETO

 

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2970155 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: IFF

TEXTO 5

O Eixo Leitura compreende as práticas de linguagem que decorrem da interação ativa do leitor/ouvinte/espectador com os textos escritos, orais e multissemióticos e de sua interpretação, sendo exemplos as leituras para: fruição estética de textos e obras literárias; pesquisa e embasamento de trabalhos escolares e acadêmicos; realização de procedimentos; conhecimento, discussão e debate sobre temas sociais relevantes; sustentar a reivindicação de algo no contexto de atuação da vida pública; ter mais conhecimento que permita o desenvolvimento de projetos pessoais, dentre outras possibilidades.

Adaptado de: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/ BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf. Acesso em: 14 nov. 2022.

Identifique a ação em DESACORDO com a abordagem de prática de leitura do Texto 5.

 

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2970154 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: IFF

TEXTO 5

O Eixo Leitura compreende as práticas de linguagem que decorrem da interação ativa do leitor/ouvinte/espectador com os textos escritos, orais e multissemióticos e de sua interpretação, sendo exemplos as leituras para: fruição estética de textos e obras literárias; pesquisa e embasamento de trabalhos escolares e acadêmicos; realização de procedimentos; conhecimento, discussão e debate sobre temas sociais relevantes; sustentar a reivindicação de algo no contexto de atuação da vida pública; ter mais conhecimento que permita o desenvolvimento de projetos pessoais, dentre outras possibilidades.

Adaptado de: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/ BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf. Acesso em: 14 nov. 2022.

Assim como a leitura, mencionada no Texto 5, todas as alternativas a seguir também são práticas de linguagem, EXCETO

 

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2970153 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: IFF

TEXTO 4

Já se tornou trivial a ideia de que os gêneros textuais são fenômenos históricos, profundamente vinculados à vida cultural e social. Fruto de trabalho coletivo, os gêneros contribuem para ordenar e estabilizar as atividades comunicativas do dia a dia. São entidades sociodiscursivas e formas de ação social incontornáveis em qualquer situação comunicativa. No entanto, mesmo apresentando alto poder preditivo e interpretativo das ações humanas em qualquer contexto discursivo, os gêneros não são instrumentos estanques e enrijecedores da ação criativa. Caracterizam-se como eventos textuais altamente maleáveis, dinâmicos e plásticos. Surgem emparelhados a necessidades e atividades socioculturais, bem como na relação com inovações tecnológicas, o que é facilmente perceptível ao se considerar a quantidade de gêneros textuais hoje existentes.

Adaptado de: MARCUSCHI, Luiz Antonio. Gêneros textuais: definição e funcionalidade. In: DIONÍSIO, A. P.; MACHADO, A. R.; BEZERRA, M. A. (org.). Gêneros textuais & ensino. São Paulo: Parábola, 2010. p. 19.

Na sua construção, o Texto 4 utiliza expressões como “gêneros textuais”, "trabalho coletivo", "atividades comunicativas", "situação comunicativa", "contexto discursivo", “ações humanas”, "eventos textuais", dentre outros. Qual é o tipo de relação textual que se estabelece graças à ligação de sentido entre essas diversas expressões no texto?

 

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2970152 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: IFF

TEXTO 4

Já se tornou trivial a ideia de que os gêneros textuais são fenômenos históricos, profundamente vinculados à vida cultural e social. Fruto de trabalho coletivo, os gêneros contribuem para ordenar e estabilizar as atividades comunicativas do dia a dia. São entidades sociodiscursivas e formas de ação social incontornáveis em qualquer situação comunicativa. No entanto, mesmo apresentando alto poder preditivo e interpretativo das ações humanas em qualquer contexto discursivo, os gêneros não são instrumentos estanques e enrijecedores da ação criativa. Caracterizam-se como eventos textuais altamente maleáveis, dinâmicos e plásticos. Surgem emparelhados a necessidades e atividades socioculturais, bem como na relação com inovações tecnológicas, o que é facilmente perceptível ao se considerar a quantidade de gêneros textuais hoje existentes.

Adaptado de: MARCUSCHI, Luiz Antonio. Gêneros textuais: definição e funcionalidade. In: DIONÍSIO, A. P.; MACHADO, A. R.; BEZERRA, M. A. (org.). Gêneros textuais & ensino. São Paulo: Parábola, 2010. p. 19.

Em relação à noção de gênero textual, apresentada no Texto 4, e a sua relação com a produção textual no ensino de língua portuguesa, assinale a alternativa correta.

 

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2970151 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: IFF

TEXTO 4

Já se tornou trivial a ideia de que os gêneros textuais são fenômenos históricos, profundamente vinculados à vida cultural e social. Fruto de trabalho coletivo, os gêneros contribuem para ordenar e estabilizar as atividades comunicativas do dia a dia. São entidades sociodiscursivas e formas de ação social incontornáveis em qualquer situação comunicativa. No entanto, mesmo apresentando alto poder preditivo e interpretativo das ações humanas em qualquer contexto discursivo, os gêneros não são instrumentos estanques e enrijecedores da ação criativa. Caracterizam-se como eventos textuais altamente maleáveis, dinâmicos e plásticos. Surgem emparelhados a necessidades e atividades socioculturais, bem como na relação com inovações tecnológicas, o que é facilmente perceptível ao se considerar a quantidade de gêneros textuais hoje existentes.

Adaptado de: MARCUSCHI, Luiz Antonio. Gêneros textuais: definição e funcionalidade. In: DIONÍSIO, A. P.; MACHADO, A. R.; BEZERRA, M. A. (org.). Gêneros textuais & ensino. São Paulo: Parábola, 2010. p. 19.

Assinale a alternativa que NÃO está de acordo com a concepção de gênero textual apresentada no Texto 4.

 

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2970150 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: IFF

TEXTO 3

"R" caipira é invenção dos brasileiros, conclui estudo linguístico

A análise de documentos antigos e de entrevistas de campo ao longo dos últimos 30 anos está mostrando que o português brasileiro já pode ser considerado único, diferente do português europeu, do mesmo modo que o inglês americano é distinto do inglês britânico. O português brasileiro ainda não é, porém, uma língua autônoma: talvez seja – na previsão de especialistas, em cerca de 200 anos – quando acumular peculiaridades que nos impeçam de entender inteiramente o que um nativo de Portugal diz.

A expansão do português no Brasil, as variações regionais com suas possíveis explicações, que fazem o urubu de São Paulo ser chamado de corvo no Sul do país, e as raízes das inovações da linguagem estão emergindo por meio do trabalho de cerca de 200 linguistas. De acordo com estudos da Universidade de São Paulo (USP), uma inovação do português brasileiro, por enquanto sem equivalente em Portugal, é o R caipira, às vezes tão intenso que parece valer por dois ou três, como em porrrta ou carrrne.

[...] Quem tiver paciência e ouvido apurado poderá encontrar também na região central do Brasil – e em cidades do litoral – o S chiado, uma característica hoje típica do falar carioca que veio com os portugueses em 1808 e era um sinal de prestígio por representar o falar da Corte. Mesmo os portugueses não eram originais: os especialistas argumentam que o S chiado, que faz da esquina uma ishquina, veio dos nobres franceses, que os portugueses admiravam.

Adaptado de: https://www.uol.com.br/tilt/ultimas-noticias/redacao/2015/04/12/em-200-anos-teremos-dificuldades-para-nos-comunicar-com-portugueses.htm. Acesso em: 14 nov. 2022.

Sobre o “S chiado”, como em “ishquina”, citado no Texto 3, avalie as asserções a seguir e a relação estabelecida entre elas e assinale a alternativa correta.

I. O som de “S” chiado é interpretado, na transcrição fonológica, como “semivogal” ou “glide”.

PORQUE

II. Em posição final de sílaba, o som de “S” chiado ocorre sem causar mudança de significado na palavra.

 

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2970149 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: IFF

TEXTO 3

"R" caipira é invenção dos brasileiros, conclui estudo linguístico

A análise de documentos antigos e de entrevistas de campo ao longo dos últimos 30 anos está mostrando que o português brasileiro já pode ser considerado único, diferente do português europeu, do mesmo modo que o inglês americano é distinto do inglês britânico. O português brasileiro ainda não é, porém, uma língua autônoma: talvez seja – na previsão de especialistas, em cerca de 200 anos – quando acumular peculiaridades que nos impeçam de entender inteiramente o que um nativo de Portugal diz.

A expansão do português no Brasil, as variações regionais com suas possíveis explicações, que fazem o urubu de São Paulo ser chamado de corvo no Sul do país, e as raízes das inovações da linguagem estão emergindo por meio do trabalho de cerca de 200 linguistas. De acordo com estudos da Universidade de São Paulo (USP), uma inovação do português brasileiro, por enquanto sem equivalente em Portugal, é o R caipira, às vezes tão intenso que parece valer por dois ou três, como em porrrta ou carrrne.

[...] Quem tiver paciência e ouvido apurado poderá encontrar também na região central do Brasil – e em cidades do litoral – o S chiado, uma característica hoje típica do falar carioca que veio com os portugueses em 1808 e era um sinal de prestígio por representar o falar da Corte. Mesmo os portugueses não eram originais: os especialistas argumentam que o S chiado, que faz da esquina uma ishquina, veio dos nobres franceses, que os portugueses admiravam.

Adaptado de: https://www.uol.com.br/tilt/ultimas-noticias/redacao/2015/04/12/em-200-anos-teremos-dificuldades-para-nos-comunicar-com-portugueses.htm. Acesso em: 14 nov. 2022.

Os sons de “R” caipira, citados no Texto 3 como “porrrta” e “carrrne”, evidenciam modos de articulação classificados, nos estudos fonéticos, como

 

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2970148 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: IFF

TEXTO 1

Recortar uma língua e atribuir-lhe um nome não é tarefa fácil. Isso porque não há critérios exclusivamente linguísticos para tal recorte. Uma língua é, na verdade, uma construção imaginária em que se mesclam fatos linguísticos com fatores históricos, políticos, sociais e culturais. É esse complexo de elementos entrecruzados que leva os falantes a identificar suas variedades linguísticas como constitutivas de uma língua determinada. [...]

O contrário também ocorre, ou seja, variedades que, por critérios estritamente linguísticos, poderiam ser consideradas constitutivas de uma mesma língua, são assumidas por seus falantes como línguas diferentes por razões históricas, políticas e socioculturais. [...].

Uma língua é, então, um conjunto de variedades (e só assim pode ser definida) distribuídas no espaço geográfico e social e no eixo do tempo, conjunto que os falantes, por razões históricas, políticas e socioculturais, idealizam como uma realidade onde não há, efetivamente, unidade.

Muitas vezes, o imaginário social, para manter essa idealização em pé, confunde uma determinada variedade como língua. É a chamada “ideologia da norma-padrão”. Ao identificar a língua exclusivamente com as formas padronizadas, esse modelo ideológico tenta apagar ou desqualificar a heterogeneidade linguística e os processos de mudança.

A variação e a mudança, processos inerentes a qualquer realidade linguística, passam a ser consideradas como deterioração, corrupção, depreciação da “verdadeira” língua e, por isso, são alvos de rejeição, desprestígio ou estigma social.

Esse estigma pode emergir do quadro das próprias relações sociointeracionais, mas, no geral, encontram também reforço pela forma como as gramáticas normativas apresentam a língua (condenando, por exemplo, certas construções como “erro”) e como esse discurso se produz no sistema escolar e nos meios de comunicação. [...]

Adaptado de: FARACO, C. A. História do português. São Paulo: Parábola, 2019. p. 35.

TEXTO 3

"R" caipira é invenção dos brasileiros, conclui estudo linguístico

A análise de documentos antigos e de entrevistas de campo ao longo dos últimos 30 anos está mostrando que o português brasileiro já pode ser considerado único, diferente do português europeu, do mesmo modo que o inglês americano é distinto do inglês britânico. O português brasileiro ainda não é, porém, uma língua autônoma: talvez seja – na previsão de especialistas, em cerca de 200 anos – quando acumular peculiaridades que nos impeçam de entender inteiramente o que um nativo de Portugal diz.

A expansão do português no Brasil, as variações regionais com suas possíveis explicações, que fazem o urubu de São Paulo ser chamado de corvo no Sul do país, e as raízes das inovações da linguagem estão emergindo por meio do trabalho de cerca de 200 linguistas. De acordo com estudos da Universidade de São Paulo (USP), uma inovação do português brasileiro, por enquanto sem equivalente em Portugal, é o R caipira, às vezes tão intenso que parece valer por dois ou três, como em porrrta ou carrrne.

[...] Quem tiver paciência e ouvido apurado poderá encontrar também na região central do Brasil – e em cidades do litoral – o S chiado, uma característica hoje típica do falar carioca que veio com os portugueses em 1808 e era um sinal de prestígio por representar o falar da Corte. Mesmo os portugueses não eram originais: os especialistas argumentam que o S chiado, que faz da esquina uma ishquina, veio dos nobres franceses, que os portugueses admiravam.

Adaptado de: https://www.uol.com.br/tilt/ultimas-noticias/redacao/2015/04/12/em-200-anos-teremos-dificuldades-para-nos-comunicar-com-portugueses.htm. Acesso em: 14 nov. 2022.

Assinale a alternativa que NÃO está relacionada à compreensão de como se constitui uma língua, conforme abordam os Textos 1 e 3.

 

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2970147 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: IFF

TEXTO 2

Como todos os raciocínios que poderiam ser desenvolvidos no ensino gramatical podem ser desenvolvidos no ensino de outras disciplinas científicas, e como maior proveito para a capacidade de observação, abstração e generalização, pessoalmente considero o ensino de gramática, tal como ele se dá na escola, uma perda de tempo lastimável. Em seu lugar, há muito para refletir sobre a linguagem e sobre o funcionamento da língua portuguesa, de modo a desenvolver não só a competência linguística dos já falantes da língua, permitindo-lhes convívio salutar com discursos/textos, mas também a capacidade de observação dos recursos expressivos postos a funcionar nos discursos/textos.

Adaptado de: GERALDI, J. W. G. Aula como acontecimento. São Paulo: Pedro & João Editores, 2010. p. 185-186.

A proposta apresentada para substituir as aulas de gramática, no Texto 2, está associada a uma perspectiva que considera

 

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