Magna Concursos

Foram encontradas 50 questões.

1322781 Ano: 2012
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: UFF
Orgão: IPASG
Provas:
De acordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal, a entrega de recursos correntes ou de capital a outro ente da federação, a título de cooperação, auxílio ou assistência financeira, que não decorra de determinação constitucional, legal ou os destinados ao SUS, é denominada:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1319266 Ano: 2012
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: UFF
Orgão: IPASG
O Capítulo 5 do Código de Posturas do Município de São Gonçalo trata “Da Higiene dos Passeios e Logradouros”. Acerca do assunto pode-se afirmar que:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1305457 Ano: 2012
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: UFF
Orgão: IPASG
Provas:
De acordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal, o somatório dos gastos do Ente da Federação com os ativos, com os inativos e com os pensionistas, com os relativos a mandatos eletivos, cargos, funções ou empregos, civis ou militares e de membros de Poder, com quaisquer espécies remuneratórias, com os proventos de aposentadorias, reformas e pensões, com horas extras e vantagens pessoais de qualquer natureza, bem como com os encargos sociais e contribuições recolhidas para a previdência, constituem:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1297186 Ano: 2012
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: UFF
Orgão: IPASG
Provas:
De acordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal, a ação planejada e transparente, em que se previnem riscos e corrigem desvios capazes de afetar o equilíbrio das contas públicas, mediante o cumprimento de metas de resultados entre receitas e despesas, são pressupostos do(a):
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1175884 Ano: 2012
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: UFF
Orgão: IPASG
Provas:
De acordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal, a despesa corrente derivada de lei, medida provisória ou ato administrativo normativo que fixe para o ente a obrigação legal de sua execução por um período superior a dois exercícios é considerada:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1174974 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: UFF
Orgão: IPASG
A quantidade máxima de números naturais pares, com 4 algarismos (distintos ou não), que podem ser formados com os algarismos 1, 3, 4, 5, 7, é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1154636 Ano: 2012
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UFF
Orgão: IPASG

Considere o texto abaixo:

Esse Distrito de São Gonçalo devido ao grande número de riachos e córregos teve a sua ocupação dificultada. Atualmente, possui muitas casas com quintais arborizados e comércio variado. Nele localiza-se o Terceiro Batalhão de Infantaria. São bairros desse distrito: Tenente Jardim, Morro do Castro, Engenho Pequeno e Venda da Cruz.

O texto se refere ao Distrito de:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1154617 Ano: 2012
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: UFF
Orgão: IPASG

Um vereador pediu licença à Câmara dos Vereadores e teve o seu pedido aceito. A justificativa para o pedido foi a necessidade de:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1146078 Ano: 2012
Disciplina: Direito Previdenciário
Banca: UFF
Orgão: IPASG
Um funcionário público municipal entrou com um pedido de aposentadoria, anexando ao mesmo o comprovante de que nos últimos 5 anos exerceu simultaneamente, um cargo na atividade privada. Alegou que o tempo de serviço no Município mais o tempo da atividade privada totalizariam o necessário para a aposentadoria.
O pedido foi negado porque :
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1104633 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFF
Orgão: IPASG
Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.
RONDÓ DE MULHER SÓ
Estou só, quer dizer, tenho ódio ao amor que terei pelo desconhecido que está a caminho, um homem cujo rosto e cuja voz desconheço.
Sempre estive duramente acorrentada a essa fatalidade, amor. Muito antes que o homem surja em nossa vida, sentimos fisicamente que somos servas de uma doação infinita de corpo e alma.
O homem é apenas o copo que recebe o nosso veneno, o nosso conteúdo de amor. Não é por isso que o homem me atemoriza, quando aqui estou outra vez, só, em meu quarto: o que me arrepia de temor é este amor invisível e brutal como um príncipe.
Quando se fala em mulher livre, estremeço. Livre como o bêbado que repete o mesmo caminho de sua fulgurante agonia.
A uma mulher não se pergunta: que farás agora da tua liberdade? A nossa interrogação é uma só e muito mais perturbadora: que farei agora do meu amor? Que farei deste amor informe como a nuvem e pesado como a pedra? Que farei deste amor que me esvazia e vai remoendo a cor e o sentido das coisas como um ácido? É terrível o horror de amar sem amor como as feras enjauladas.
É quando o homem desaparece de minha vida que sinto a selvageria do amor feminino. Somos todas selvagens: são inúteis as fantasias que vestimos para o grande baile. Selvagem era a romana que ficava em casa e tecia; selvagens eram as mulheres do harém, as mais depravadas e as mais pudicas; selvagem, furiosamente selvagem, foi a mulher na sombra da Idade Média, na sua mordaça de castidade; mesmo as santas – e Santa Teresa de Ávila foi a mais feminina de todas – fizeram da pureza e do amor divino um ato de ferocidade, como a pantera que salta inocente sobre a gazela. E selvagem sou eu sob a aparência sadia do biquíni, olhando a mecânica erótica de olhos abertos, instruída e elucidada. Pois não é na voluntariedade do sexo que está a selvageria da mulher, mas em nosso amor profundo e incontrolável como loucura. O sexo é simples: é a certeza de que existe um ponto de partida. Mas o amor é complicado: a incerteza sobre um ponto de chegada.
Aqui estou, só no meu quarto, sem amor, como um espelho que aguarda o retorno da imagem humana. O resto em torno é incompreensível. O homem sem rosto, sem voz, sem pensamento, está a caminho. Estou colocada nesse caminho como uma armadilha infalível. Só que a presa não é ele – o homem que se aproxima – mas sou eu mesma, o meu amor, a minha alma. Sou eu mesma, a mulher, a vítima das minhas armadilhas. Sou sempre eu mesma que me aprisiono quando me faço a mulher que espera um homem, o homem. Caímos sempre em nossas armadilhas. Até as prostitutas falham nos seus propósitos, incapazes de impedir que o comércio se deixe corromper pelo amor. Quantas mulheres traçaram seus esquemas com fria e bela isenção e acabaram penando de amor pelo velhote que esperavam depenar. Somos irremediavelmente líquidas e tomamos as formas das vasilhas que nos contêm. O pior agora é que o vaso está a caminho e não sei se é taça de cristal, cântaro clássico, xícara singela, canecão de cerveja. Qualquer que seja a sua forma, depois de algum tempo serei derramada no chão. Os vasos têm muitas formas e andam todos eles à procura de uma bebida lendária.
Li num autor (um pouco menos idiota do que os outros, quando falam sobre nós) que o drama da mulher é ter de adaptar-se às teorias que os homens criam sobre ela. Certo. Quando a mulher neurótica por todos os poros acaba no divã do analista, aconteceu simplesmente o seguinte: ela se perdeu e não soube como ser diante do homem; a figura que deveria ter assumido se fez imprecisa.
Para esse escritor, desde que existem homens no mundo, há inúmeras teorias masculinas sobre a mulher ideal. Certo. Amatrona foi inventada de acordo com as ideias de propriedade dos romanos. Como a mulher de César deve estar acima de qualquer suspeita, muito docilmente a mulher de César passou a comportar-se acima de qualquer suspeita. Os Dantes queriam Beatrizes castas e intocáveis, e as Beatrizes castas e intocáveis surgiram em horda. A Renascença descobriu a mulher culta, e as renascentistas moderninhas meteram a cara nos irrespiráveis alfarrábios. O romancista do século passado inventou a mulherzinha infantil, e a mulherzinha infantil veio logo pipilando.
Os tipos vão sendo criados indefinidamente. Médicos produzem enfermeiras eficientes e incisivas como instrumentos. Homens de negócios produzem secretárias capazes e discretas. As prostitutas correspondem ao padrão secreto de muitos homens. Assim somos. Indiquem-nos o modelo, que o seguiremos à risca. Querem uma esposa amantíssima – seremos a esposa amantíssima. Se a moda é mulher sexy, por que não serei a mulher sexy? Cada uma de nós pode satisfazer qualquer especificação do mercado masculino.
Seremos umas bobocas? Não. Os homens são uns bobocas. O homem é que insiste em ver em cada uma de nós – não a mulher, a mulher em estado puro ou selvagem, um ser humano do sexo feminino – o diabo, a vagabunda, a lasciva, o anjo, a companheira, a simpática, a inteligente, o busto, o sexo, a perna, a esportista. Por que exige de nós todos os papéis, menos o papel de mulher? Por que não descobre, depois de tanto tempo, que somos simplesmente seres humanos carregados de eletricidade feminina?
(CAMPOS, P. Mendes. “O amor acaba: crônicas líricas e existenciais”. 2ª ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2000, p. 63-65.)
Das alterações feitas abaixo na redação do trecho “um homem cujo rosto e cuja voz desconheço” (parágrafo 1), aquela em que está INCORRETO o emprego do pronome relativo, de acordo com as normas da língua culta, é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas