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Foram encontradas 340 questões.

749157 Ano: 2012
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: UFF
Orgão: IPASG
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Requisitos para a apreciação de um projeto de lei de iniciativa popular:

 

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748796 Ano: 2012
Disciplina: Direito Previdenciário
Banca: UFF
Orgão: IPASG
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Um morador do Município de São Gonçalo procura a Secretaria de Seguridade Social do Município informando que se encontra desempregado e necessita de ajuda do Instituto Nacional de Seguro Social. Tendo como referência a Constituição da República Federativa do Brasil em vigor, cabe ao funcionário informar que o(a):
 

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748754 Ano: 2012
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: UFF
Orgão: IPASG
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Na ocorrência de calamidade pública reconhecida pelo Congresso Nacional, no caso da União, ou pelas Assembleias Legislativas, na hipótese dos Estados e Municípios, enquanto perdurar a situação:
 

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740290 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: UFF
Orgão: IPASG
No cabeçalho e rodapé do Word 2003 é possível alterar a posição da numeração em relação ao alinhamento. São opções de alinhamento da numeração do cabeçalho e rodapé as abaixo relacionadas, EXCETO:
 

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740270 Ano: 2012
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: UFF
Orgão: IPASG
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Elaine, servidora pública estável do município de São Gonçalo, ocupante de cargo comissionado, sofreu um acidente automobilístico no percurso de sua residência até o trabalho, necessitando ficar de licença por 60 dias consecutivos. Acerca da narrativa acima, é correto afirmar que, EXCETO:
 

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740156 Ano: 2012
Disciplina: Estatística
Banca: UFF
Orgão: IPASG
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A média de sinistros em um período de férias escolares foi igual a 200, com desvio padrão igual a 5.O grau de dispersão, nesse caso, foi de:

 

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740048 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFF
Orgão: IPASG
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Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.
ARTISTAS ANÔNIMOS
Ter um espaço para escrever em jornal e uma editora para publicar meus livros é uma sorte, e não apenas consequência do talento. Cada vez que leio um texto num blog, que vejo uma pintura de alguém que expõe na rua ou ouço um cara tocando num boteco sombrio, sei que é quase certo que eles não encontrarão mercado para expandir seu público, não terão a chance de viver do seu dom. E, inevitavelmente, penso na loteria que é essa tal de vida artística.
Assisti dias atrás ao filme “Riscado”, de Gustavo Pizzi, que já recebeu alguns prêmios em festivais. É a história de uma atriz, interpretada pela ótima Karine Teles, que sobrevive de bicos na noite de uma metrópole. Ora ela interpreta Marilyn Monroe cantando “Happy birthday” para octogenários, ora ela se fantasia para distribuir panfletos em bares, ora canta na calçada para atrair fregueses para um salão de beleza, ora faz telegramas ao vivo. Tudo muito digno – e deprimente. Ela é uma atriz. Uma boa atriz. Mas como saberão que ela é uma boa atriz? No filme, ela integra o elenco de uma peça precária, a que só os amigos foram assistir. O seu palco, mesmo, é na festinha dos outros, onde ela faz uma breve aparição e depois some sem que ninguém mais se lembre dela.Terminado o “expediente”, ela acende um cigarro e vai para a fila do ônibus, enquanto aguarda o telefone tocar com alguma proposta mais animadora, que a tire desse mundo da figuração. Até o dia em que surge a oportunidade de trabalhar numa produção internacional, com papel fixo e importante. Mas será que existe mesmo conto de fadas?
Há os que poderiam bailar lindamente, se pudessem frequentar uma escola. Os que poderiam cantar, pintar, ser atletas, estilistas ou músicos, não tivessem que se dedicar a um “trabalho normal” para ajudar nas despesas da casa. E há os que, mesmo frequentando perifericamente o mundo em que sonham entrar, como a personagem do filme, mantêm-se à margem até o fim dos dias, sem um minuto de protagonismo, sem jamais ver seu nome nos créditos.
O que é que define a trajetória de um artista? Levando-se em conta que ele entende mesmo do riscado (daí o título do filme) e que é um sujeito responsável e de caráter, o que mais precisaria acontecer? É uma pergunta que milhares de candidatos ao reconhecimento se fazem, mas não há uma resposta exata. Uma bailarina do Faustão será chamada um dia para o elenco de um musical? E estando nesse musical, evoluirá depois? A primeira vez que vi Claudia Raia, ela tinha 16 anos e dançava na montagem brasileira de “A Chorus Une”. Acabou virando uma grande estrela. Pelo talento, óbvio, e por conspirações cósmicas que ninguém explica. Uma carreira sólida (não os 15 minutos de fama) se constrói com carisma, perseverança, presença de espírito, facilidade de se relacionar, inteligência, dedicação, disponibilidade, bagagem cultural e com um fator aleatório que faz toda a diferença, mencionado lá no início do texto: sorte. A sorte de alguém colocar o olho em você e apostar.
Loteria.
(MEDEIROS, Martha. Revista O Globo, 16/10/11.)
A oração reduzida de gerúndio em caixa alta no trecho “LEVANDO-SE EM CONTA que ele entende mesmo do riscado” (parágrafo 4), redigida de forma desenvolvida, para que seja mantido original do texto, terá a seguinte redação:
 

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733970 Ano: 2012
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: UFF
Orgão: IPASG
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O Estatuto dos Servidores Públicos de São Gonçalo trata no Artigo 13 da investidura em cargo de provimento efetivo, através de aprovação
prévia em concurso público de provas ou de provas e títulos. Pode-se afirmar que a posse ocorrerá no prazo de :
 

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728983 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UFF
Orgão: IPASG
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Os estatutos modernos impõem uma série de deveres aos funcionários como requisitos para o bom desempenho de seus encargos e regular funcionamento dos serviços públicos. O dever que exige de todo servidor a maior dedicação ao serviço e ao integral respeito às leis e às instituições constitucionais, identificando-o com os superiores deveres do Estado, denomina-se dever:
 

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728958 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFF
Orgão: IPASG
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Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.
Está chegando o carnaval. Antigamente o carnaval vinha aos poucos, junto com as cigarras e o imenso verão, com as marchinhas de rádio que aprendíamos a cantar. Hoje, o carnaval se anuncia como um prenúncio de calamidade pública, uma “selva de epiléticos”, com massas se esmagando para provar nossa felicidade. A alegria natural do brasileiro foi transformada em produto.
Hoje em dia é proibido sofrer. Temos de “funcionar”, temos de rir, de gozar, de ser belos, magros, chiques, tesudos, em suma, temos de ter “qualidade total”, como os produtos. Para isso, há o Prozac, o Viagra, os uppers, os downers, senão nos encostam como mercadorias depreciadas.
O bode pós-moderno vem da insatisfação de estar aquém da felicidade prometida pela propaganda. É impossível ser feliz como nos anúncios de margarina. É impossível ser sexy como nos comerciais de cerveja. Ninguém quer ser “sujeito”, com limites, angústias: homens e mulheres querem ser mercadorias sedutoras, como BMWs, Ninjas Kawasaki. E aí, toma choque, toma pílula, toma tarja preta. Só nos resta essa felicidade vagabunda, fetichizada em êxtases volúveis, famas de 15 minutos, fast fucks, raves sem rumo. A infelicidade de hoje é dissimulada pela alegria obrigatória. “A depressão não é comercial”, lamentou um costureiro gay à beira do suicídio, mas que tinha de sorrir sempre, para não perder a freguesia.
O mercado nos satisfaz com rapidez sinistra: a voracidade, o tesão, o amor. E pensamos: eu posso escolher o filme ou música que quiser, mas, nessa aparente liberdade, “quem” me pergunta o que eu quero? A interatividade é uma falsificação da liberdade, pois ignora meu direito de nada querer. Eu não quero nada. Não quero comprar nada, não quero saber nada, quero ficar deprimido em paz.
Acho que a depressão tem grande importância para a sabedoria; sem algum desencanto com a vida, sem um ceticismo crítico, ninguém chega a uma reflexão decente. O bobo alegre não filosofa pois, mesmo para louvar a alegria, é preciso incluir o gosto da tragédia. (...)
No entanto, a melancolia, a consciência do tempo finito é o lugar de onde se contempla a beleza. Há uma conexão entre tristeza, beleza e morte. Só o melancólico cria a arte e pode celebrar a experiência do transitório resplendor da vida. A melancolia, longe de ser uma doença, é quase um convite milagroso para transcender a banalidade cotidiana e imaginar inéditas possibilidades de existência. Sem a melancolia, a terra congelaria num estado fixo. Mas permitimos que a melancolia floresça no coração, o universo, antes inanimado, ganha vida, subitamente. Regras finitas dissolvem-se diante de infinitas possibilidades. Mas, por que continuamos a desejar o inferno da satisfação total, a felicidade plena?
Por medo. Escondemo-nos atrás de sorrisos tensos porque temos medo de encarar a complexidade do mundo, seu mistério impreciso, suas terríveis belezas. Usamos uma máscara falsa, um disfarce para nos proteger deste abismo da existência.
(JABOR, Arnaldo. O Globo: 22/02/2011.)
Em: “inferno da satisfação total, a felicidade plena” (parágrafo 6), o autor explora, com fins argumentativos, a seguinte figura:
 

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