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Foram encontradas 100 questões.

2704467 Ano: 2007
Disciplina: Matemática
Banca: AOCP
Orgão: MAPA

Um agente de inspeção sanitária recolheu 8 amostras de carne para análise, das quais 4 de mamífero e 4 de ave. Essas amostras devem ser acondicionadas em um freezer, ocupando 4 gavetas, as quais contêm, cada uma 2 repartições. De quantas maneiras diferentes esse agente pode acondicionar essas amostras, das quais uma de carne de mamífero e outra de carne de ave, cada uma delas em uma das repartições da gaveta?

 

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2704466 Ano: 2007
Disciplina: Matemática
Banca: AOCP
Orgão: MAPA

Uma comissão de 12 agentes de inspeção sanitária deverá realizar um trabalho em dois municípios. Esse trabalho será realizado simultaneamente por dias grupos. um com 8 agentes e o outro com 4 agentes. O número de maneiras diferentes de compor esses grupos é

 

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2704465 Ano: 2007
Disciplina: Matemática
Banca: AOCP
Orgão: MAPA

Um agente de atividades agropecuárias investiu R$ 3000,00 em ações. No primeiro mês, ele perdeu 30% do total investido e, no segundo mês, recuperou 20% do que havia perdido. Após dois meses da datado investimento inicial, o prejuízo sobre o valor investido foi de

 

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2704464 Ano: 2007
Disciplina: Matemática
Banca: AOCP
Orgão: MAPA

Um agente de inspeção sanitária digitou um relatório, contendo 335 923 letras, em um computador que apresenta o seguinte defeito: a cada dia ele automaticamente deleta letras de texto, segundo os termos de uma progressão geométrica de primeiro temo igual a 1 e razão q, isto é, no primeiro dia, deleta 1 letra, no segundo dia q, letras e assim sucessivamente. Esse agente observou que, nos três primeiros dias, o total de letras deletadas foi 43. Nessas condições, o número mínimo de dias necessários para que esse computador delete todas as letras do texto é um número

 

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2704463 Ano: 2007
Disciplina: Matemática
Banca: AOCP
Orgão: MAPA

Um freezer de um frigorífico estava desregulado e, ao longo de um dia, de 4 em 4 horas, um agente de inspeção sanitária foi incumbido de medir a temperatura do interior desse freezer. Esse agente iniciou as medições às oh e os valores foram plotados no plano cartesiano cujos pontos foram unidos por segmentos de reta, conforme ilustra o gráfico a seguir:

Enunciado 2813340-1

Com base nas informações e no gráfico, considere as seguintes assertivas:

I. Das oh às 4h e das 16h às 20h, a variação da temperatura no interior do freezer foi a mesma;

II. A média aritmética das temperaturas registradas pelo agente foi maior do que -1.5º C;

III. A expressão da função que representa a temperatura T(° C.), dependendo do tempo t (horas), no intervalo das 8h às 12h, é dada por !$ T= - {\large t \over 2} + 6 !$ .

Assinale a alternativa CORRETA.

 

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2704462 Ano: 2007
Disciplina: Matemática
Banca: AOCP
Orgão: MAPA

O MAPA, ao analisar as opções dos agentes de inspeção sanitária de um Estado, para a realização de um trabalho nos municípios A e B, conclui que:

30 agentes do sexo feminino optaram pelo município B.

50% dos agentes que optaram pelo município B eram do sexo masculino;

60% dos agentes desse Estado optaram pelo município A;

70% dos agentes desse Estado eram do sexo masculino.

Nessas condições, o número de agentes do sexo feminino que optou pelo município A foi

 

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2704461 Ano: 2007
Disciplina: Matemática
Banca: AOCP
Orgão: MAPA

O MAPA realizará uma reunião com os agentes de inspeção sanitária, em uma sala cuja forma é de um trapézio isósceles. As poltronas estão dispostas em 20 fileiras paralelas às bases do trapézio, tendo20 poltronas na primeira fileira e, a partir da segunda, cada fileira tem duas poltronas a mais que a fileira anterior. Supondo que todos os convidados compareçam à reunião e estejam sentados nessa poltronas, o número máximo de agentes a serem convidados é

 

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2704459 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: MAPA

Agropecuário da pecuária- exportar não tem importância para nós

Eleri Hamer

É lógico que o título não reflete a realidade. Sabemos muito bem a importância socioeconômica da pecuária e o que o mercado internacional representa para que os preços ao produtor não despenquem mais ainda. Também é do conhecimento de muitos que somente o PIB da atividade contribuiu com R$ 65 bilhões em 2006, além da relevância na balança comercial e, principalmente, do lugar de destaque que a atividade ocupa no mercado mundial, sobretudo, a partir de 2005. Para completar, sabemos ainda que boa parte dessa riqueza fica na indústria frigorífica.

Apesar da importância demonstrada, a julgar pela organização dos produtores, do alinhamento e das estratégias desenvolvidas pelo conjunto da Cadeia de Produção Pecuária (CPA.), parece que o mercado internacional e as suas exigências não têm a menor importância.

Algumas posturas talvez justifiquem o fato de ela ser a cadeia que melhor representa a estratégia oportunista das firmas, em vez de estratégias de coopetição (estratégias de cooperar para competir). Nota-se que, dentre as principais cadeias que compõem o agronegócio nacional, foi justamente a que mais perdeu renda nos últimos anos.

O primeiro destaque para essa irrelevância dada ao mercado vem dos pecuaristas e está na comunicação que circula ao longo da cadeia e parece não ultrapassar o varejo. As mensagens do consumidor simplesmente não chegam ao produtor. Ou o produtor faz de conta que não é com ele e continua produzindo ao seu modo.

É de conhecimento de todos que as exigências do mercado mundial estão cada vez maiores, principalmente em se tratando da segurança do alimento e, por conseguinte, da garantia da qualidade. Nesse quesito, levanto dois exemplos de ineficiência.

Um é histórico e remonta à década de 70. Faz mais de 30 anos que ouço falar das campanhas de vacinação contra a aftosa. É uma vergonha nacional. Se depois desse tempo todo ainda precisamos gastar dinheiro público para convencer um picareta a vacinar o seu gado, alguma coisa está errada.

Até hoje temos produtores que fazem de conta que vacinam o seu gado. Chegam ao cúmulo (assim como há 30 anos atrás) de pagarem as vacinas para apresentarem as notas e não aplicá-las, jogando os frascos no lixo. Para estes, proponho que sejam enquadrados como crime lesa pátria e, por conseguinte, a cadeia.

Outra discussão a se destacar está na rastreabilidade que vem sendo debatida ou protelada, como queiram, há quase dez anos. Enquanto outras cadeias se organizam e se antecipam às demandas do mercado e eles próprios propõem processos de certificação e de garantia da qualidade dos seus produtos, a pecuária parece que está brincando com o mercado e sai na contramão.

A falta de organização e de consciência das demandas do mercado dá margem a outro problema crônico no agronegócio e, principalmente, neste setor: a coordenação da cadeia nas mãos da indústria, que está cada vez mais concentrada, organizada e também atuando oportunisticamente, ao dar guarida para as inconseqüências do elo produtor.

Nesse sentido, ganha a cadeia que se organizar e se adaptar melhor e mais rápido a essas demandas. Não temos consciência da demanda, portanto não nos afligimos com o que não conhecemos. Se continuarmos a desempenhar esse papel, é quase certo que perderemos o mercado conquistado a duras penas. Temos nos revelado craques em chorar sobre o leite derramado. Uns, sobre as dívidas; e outros, sobre o mercado perdido.

Texto adaptado de <http://www.hamer.pro.br/?f=artigos/ver_artigo&cod_art=25>. Acesso em 18/07/007.

Assinale a alternativa cujo emprego da vírgula foi justificado de maneira CORRETA.

 

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2704458 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: MAPA

Texto 1

Projeto de Lei de Gestão de Florestas Públicas (PL 4776/2005)

Projeto de Lei que regulamenta o uso sustentável das florestas públicas brasileiras e cria

o Serviço Florestal Brasileiro (SFB.)

Objetivos:

regulamentar a gestão de florestas em áreas públicas(domínio da União, dos Estados e dos Municípios);
criar o Serviço Florestal Brasileiro como órgão regulador da gestão das florestas públicas e promotor do desenvolvimento florestal sustentável no Brasil;
criar o Fundo nacional de Desenvolvimento Florestal voltado para o desenvolvimento tecnológico, a promoção da assistência técnica e os incentivos para o desenvolvimento florestal sustentável.

Regulamentação da Gestão de Florestas Públicas

O Projeto de Lei define três formas de gestão das florestas públicas para produção sustentável:

criação de unidades de conservação que permitam a produção florestal sustentável (ex. Florestas Nacionais);

destinação para uso comunitário como assentamentos florestais, reservas extrativistas, áreas quilombolas, PDS (Projetos de Desenvolvimento Sustentável);

concessões Florestais pagas, baseadas em processo de licitação pública.

Texto adaptado de http://www.cultiva.org.br/textopdf/resumo_pl_gestao_florestas.pdf. Acesso em 20/03/2007.

Texto 2

Lei de florestas pára na regulamentação

Carolina Rangel

da Folha de São Paulo

Sancionada há um ano e 15 dias, a Lei de Gestão de Florestas ainda não saiu do papel. (...) Organizações ambientais que apóiam a lei reclamam da lentidão da sua aplicação. Citam a falta de fiscalização e a incompatibilidade entre os projetos de assentamento do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária.) com as propostas de ocupação do Ministério do Meio Ambiente para áreas na Amazônia. (...)

A demora na regulamentação, segundo Tasso Azevedo, diretor-geral do SFB (Serviço Florestal Brasileiro), órgão criado pela lei, deve-se à prioridade do governo na aprovação do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e à complexidade da regulamentação. (...)

Para Azevedo, a falta de Orçamento próprio em 2006 não colaborou com a lentidão da regulamentação. No ano passado, o Serviço Florestal operava com recursos do Programa Nacional de Florestas. A previsão para 2007, segundo Azevedo, é de R$ 25 milhões, sendo R$ 15 milhões do Tesouro Nacional e R$ 10 milhões de arrecadação com os planos de manejo.

Não só os atrasos na execução da lei preocupam as ONGs. André Lima, do ISA (Instituto Socioambiental), afirma que esperava uma regulamentação demorada, já que a implementação da lei exigia uma série de consultas às entidades. "[Mas] não deixa de ser um contra-senso, já que a lei foi aprovada em caráter de urgência". (...)

Não somos contra a reforma agrária, mas só pode fazer isso com um jogo de comunicação. Como você vai oferecer a concessão de uma área ao mesmo tempo em que o Incra está com um projeto de assentamento? Aí você tem uma situação grave, que ocorreu também nos anos 70, quando dois terços da reforma agrária eram feitos na Amazônia para suplantar os problemas sociais do Brasil".

Tasso Azevedo diz que está caminhando para a convergência de ações entre o Incra e o Ibama. Mas é taxativo: "Caso não aconteça, inviabiliza o programa de gestão de florestas".

Críticas à lei

(...) O geógrafo Aziz Ab'Sáber é contrário à lei. "Alugar uma floresta biodiversa? Se o governo não sabe como explorar a floresta de maneira sustentável, como os vencedores das licitações saberão?".

Azevedo rebate as acusações de que a lei seria uma forma de privatizar florestas. "A lei é o oposto disso. O processo que tinha era o reconhecimento de posse. Você titula a terra e ela é privatizada. O que essa lei fez definir as florestas como um patrimônio público. Ela prevê que a floresta pode ser utilizada para gerar bens e serviços".

Texto adaptado de http://www.cultiva.org.br/textopdf/resumo_pl_gestao_florestas.pdf. Acesso em 20/03/2007.

Texto 3

Da floresta ao deserto

Na última terça-feira, o jornal americano The New York Times escreveu em editorial: “A Amazônia parece imune à lei, especialmente em um país em que não há polícia suficiente para fazer valer as regras, onde o crescimento econômico parece ser mais importante do que qualquer outra coisa e onde poderosos políticos locais parecem ter mais influência que o governo nacional”.

Revista Veja, de 8 de junho de 2005, p. 126.

O termo concessão, empregado no texto 1, é uma forma de gestão que significa.

 

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2704457 Ano: 2007
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: MAPA

Agropecuário da pecuária- exportar não tem importância para nós

Eleri Hamer

É lógico que o título não reflete a realidade. Sabemos muito bem a importância socioeconômica da pecuária e o que o mercado internacional representa para que os preços ao produtor não despenquem mais ainda. Também é do conhecimento de muitos que somente o PIB da atividade contribuiu com R$ 65 bilhões em 2006, além da relevância na balança comercial e, principalmente, do lugar de destaque que a atividade ocupa no mercado mundial, sobretudo, a partir de 2005. Para completar, sabemos ainda que boa parte dessa riqueza fica na indústria frigorífica.

Apesar da importância demonstrada, a julgar pela organização dos produtores, do alinhamento e das estratégias desenvolvidas pelo conjunto da Cadeia de Produção Pecuária (CPA.), parece que o mercado internacional e as suas exigências não têm a menor importância.

Algumas posturas talvez justifiquem o fato de ela ser a cadeia que melhor representa a estratégia oportunista das firmas, em vez de estratégias de coopetição (estratégias de cooperar para competir). Nota-se que, dentre as principais cadeias que compõem o agronegócio nacional, foi justamente a que mais perdeu renda nos últimos anos.

O primeiro destaque para essa irrelevância dada ao mercado vem dos pecuaristas e está na comunicação que circula ao longo da cadeia e parece não ultrapassar o varejo. As mensagens do consumidor simplesmente não chegam ao produtor. Ou o produtor faz de conta que não é com ele e continua produzindo ao seu modo.

É de conhecimento de todos que as exigências do mercado mundial estão cada vez maiores, principalmente em se tratando da segurança do alimento e, por conseguinte, da garantia da qualidade. Nesse quesito, levanto dois exemplos de ineficiência.

Um é histórico e remonta à década de 70. Faz mais de 30 anos que ouço falar das campanhas de vacinação contra a aftosa. É uma vergonha nacional. Se depois desse tempo todo ainda precisamos gastar dinheiro público para convencer um picareta a vacinar o seu gado, alguma coisa está errada.

Até hoje temos produtores que fazem de conta que vacinam o seu gado. Chegam ao cúmulo (assim como há 30 anos atrás) de pagarem as vacinas para apresentarem as notas e não aplicá-las, jogando os frascos no lixo. Para estes, proponho que sejam enquadrados como crime lesa pátria e, por conseguinte, a cadeia.

Outra discussão a se destacar está na rastreabilidade que vem sendo debatida ou protelada, como queiram, há quase dez anos. Enquanto outras cadeias se organizam e se antecipam às demandas do mercado e eles próprios propõem processos de certificação e de garantia da qualidade dos seus produtos, a pecuária parece que está brincando com o mercado e sai na contramão.

A falta de organização e de consciência das demandas do mercado dá margem a outro problema crônico no agronegócio e, principalmente, neste setor: a coordenação da cadeia nas mãos da indústria, que está cada vez mais concentrada, organizada e também atuando oportunisticamente, ao dar guarida para as inconseqüências do elo produtor.

Nesse sentido, ganha a cadeia que se organizar e se adaptar melhor e mais rápido a essas demandas. Não temos consciência da demanda, portanto não nos afligimos com o que não conhecemos. Se continuarmos a desempenhar esse papel, é quase certo que perderemos o mercado conquistado a duras penas. Temos nos revelado craques em chorar sobre o leite derramado. Uns, sobre as dívidas; e outros, sobre o mercado perdido.

Texto adaptado de <http://www.hamer.pro.br/?f=artigos/ver_artigo&cod_art=25>. Acesso em 18/07/007.

De acordo com o texto, é CORRETO afirmar que

 

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