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Texto 1
Projeto de Lei de Gestão de Florestas Públicas (PL 4776/2005)
Projeto de Lei que regulamenta o uso sustentável das florestas públicas brasileiras e cria
o Serviço Florestal Brasileiro (SFB.)
Objetivos:
• regulamentar a gestão de florestas em áreas públicas(domínio da União, dos Estados e dos Municípios);
• criar o Serviço Florestal Brasileiro como órgão regulador da gestão das florestas públicas e promotor do desenvolvimento florestal sustentável no Brasil;
• criar o Fundo nacional de Desenvolvimento Florestal voltado para o desenvolvimento tecnológico, a promoção da assistência técnica e os incentivos para o desenvolvimento florestal sustentável.
Regulamentação da Gestão de Florestas Públicas
O Projeto de Lei define três formas de gestão das florestas públicas para produção sustentável:
• criação de unidades de conservação que permitam a produção florestal sustentável (ex. Florestas Nacionais);
• destinação para uso comunitário como assentamentos florestais, reservas extrativistas, áreas quilombolas, PDS (Projetos de Desenvolvimento Sustentável);
• concessões Florestais pagas, baseadas em processo de licitação pública.
Texto adaptado de http://www.cultiva.org.br/textopdf/resumo_pl_gestao_florestas.pdf. Acesso em 20/03/2007.
Texto 2
Lei de florestas pára na regulamentação
Carolina Rangel
da Folha de São Paulo
Sancionada há um ano e 15 dias, a Lei de Gestão de Florestas ainda não saiu do papel. (...) Organizações ambientais que apóiam a lei reclamam da lentidão da sua aplicação. Citam a falta de fiscalização e a incompatibilidade entre os projetos de assentamento do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária.) com as propostas de ocupação do Ministério do Meio Ambiente para áreas na Amazônia. (...)
A demora na regulamentação, segundo Tasso Azevedo, diretor-geral do SFB (Serviço Florestal Brasileiro), órgão criado pela lei, deve-se à prioridade do governo na aprovação do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e à complexidade da regulamentação. (...)
Para Azevedo, a falta de Orçamento próprio em 2006 não colaborou com a lentidão da regulamentação. No ano passado, o Serviço Florestal operava com recursos do Programa Nacional de Florestas. A previsão para 2007, segundo Azevedo, é de R$ 25 milhões, sendo R$ 15 milhões do Tesouro Nacional e R$ 10 milhões de arrecadação com os planos de manejo.
Não só os atrasos na execução da lei preocupam as ONGs. André Lima, do ISA (Instituto Socioambiental), afirma que esperava uma regulamentação demorada, já que a implementação da lei exigia uma série de consultas às entidades. "[Mas] não deixa de ser um contra-senso, já que a lei foi aprovada em caráter de urgência". (...)
Não somos contra a reforma agrária, mas só pode fazer isso com um jogo de comunicação. Como você vai oferecer a concessão de uma área ao mesmo tempo em que o Incra está com um projeto de assentamento? Aí você tem uma situação grave, que ocorreu também nos anos 70, quando dois terços da reforma agrária eram feitos na Amazônia para suplantar os problemas sociais do Brasil".
Tasso Azevedo diz que está caminhando para a convergência de ações entre o Incra e o Ibama. Mas é taxativo: "Caso não aconteça, inviabiliza o programa de gestão de florestas".
Críticas à lei
(...) O geógrafo Aziz Ab'Sáber é contrário à lei. "Alugar uma floresta biodiversa? Se o governo não sabe como explorar a floresta de maneira sustentável, como os vencedores das licitações saberão?".
Azevedo rebate as acusações de que a lei seria uma forma de privatizar florestas. "A lei é o oposto disso. O processo que tinha era o reconhecimento de posse. Você titula a terra e ela é privatizada. O que essa lei fez definir as florestas como um patrimônio público. Ela prevê que a floresta pode ser utilizada para gerar bens e serviços".
Texto adaptado de http://www.cultiva.org.br/textopdf/resumo_pl_gestao_florestas.pdf. Acesso em 20/03/2007.
Texto 3
Da floresta ao deserto
Na última terça-feira, o jornal americano The New York Times escreveu em editorial: “A Amazônia parece imune à lei, especialmente em um país em que não há polícia suficiente para fazer valer as regras, onde o crescimento econômico parece ser mais importante do que qualquer outra coisa e onde poderosos políticos locais parecem ter mais influência que o governo nacional”.
Revista Veja, de 8 de junho de 2005, p. 126.
Assinale a alternativa cujos elementos NÃO estão corretamente identificados ao processo de formação de palavras.
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Agropecuário da pecuária- exportar não tem importância para nós
Eleri Hamer
É lógico que o título não reflete a realidade. Sabemos muito bem a importância socioeconômica da pecuária e o que o mercado internacional representa para que os preços ao produtor não despenquem mais ainda. Também é do conhecimento de muitos que somente o PIB da atividade contribuiu com R$ 65 bilhões em 2006, além da relevância na balança comercial e, principalmente, do lugar de destaque que a atividade ocupa no mercado mundial, sobretudo, a partir de 2005. Para completar, sabemos ainda que boa parte dessa riqueza fica na indústria frigorífica.
Apesar da importância demonstrada, a julgar pela organização dos produtores, do alinhamento e das estratégias desenvolvidas pelo conjunto da Cadeia de Produção Pecuária (CPA.), parece que o mercado internacional e as suas exigências não têm a menor importância.
Algumas posturas talvez justifiquem o fato de ela ser a cadeia que melhor representa a estratégia oportunista das firmas, em vez de estratégias de coopetição (estratégias de cooperar para competir). Nota-se que, dentre as principais cadeias que compõem o agronegócio nacional, foi justamente a que mais perdeu renda nos últimos anos.
O primeiro destaque para essa irrelevância dada ao mercado vem dos pecuaristas e está na comunicação que circula ao longo da cadeia e parece não ultrapassar o varejo. As mensagens do consumidor simplesmente não chegam ao produtor. Ou o produtor faz de conta que não é com ele e continua produzindo ao seu modo.
É de conhecimento de todos que as exigências do mercado mundial estão cada vez maiores, principalmente em se tratando da segurança do alimento e, por conseguinte, da garantia da qualidade. Nesse quesito, levanto dois exemplos de ineficiência.
Um é histórico e remonta à década de 70. Faz mais de 30 anos que ouço falar das campanhas de vacinação contra a aftosa. É uma vergonha nacional. Se depois desse tempo todo ainda precisamos gastar dinheiro público para convencer um picareta a vacinar o seu gado, alguma coisa está errada.
Até hoje temos produtores que fazem de conta que vacinam o seu gado. Chegam ao cúmulo (assim como há 30 anos atrás) de pagarem as vacinas para apresentarem as notas e não aplicá-las, jogando os frascos no lixo. Para estes, proponho que sejam enquadrados como crime lesa pátria e, por conseguinte, a cadeia.
Outra discussão a se destacar está na rastreabilidade que vem sendo debatida ou protelada, como queiram, há quase dez anos. Enquanto outras cadeias se organizam e se antecipam às demandas do mercado e eles próprios propõem processos de certificação e de garantia da qualidade dos seus produtos, a pecuária parece que está brincando com o mercado e sai na contramão.
A falta de organização e de consciência das demandas do mercado dá margem a outro problema crônico no agronegócio e, principalmente, neste setor: a coordenação da cadeia nas mãos da indústria, que está cada vez mais concentrada, organizada e também atuando oportunisticamente, ao dar guarida para as inconseqüências do elo produtor.
Nesse sentido, ganha a cadeia que se organizar e se adaptar melhor e mais rápido a essas demandas. Não temos consciência da demanda, portanto não nos afligimos com o que não conhecemos. Se continuarmos a desempenhar esse papel, é quase certo que perderemos o mercado conquistado a duras penas. Temos nos revelado craques em chorar sobre o leite derramado. Uns, sobre as dívidas; e outros, sobre o mercado perdido.
Texto adaptado de <http://www.hamer.pro.br/?f=artigos/ver_artigo&cod_art=25>. Acesso em 18/07/007.
Assinale a alternativa INCORRETA quanto ao emprego dos afixos e aos sentidos a eles conferidos no texto.
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Agropecuário da pecuária- exportar não tem importância para nós
Eleri Hamer
É lógico que o título não reflete a realidade. Sabemos muito bem a importância socioeconômica da pecuária e o que o mercado internacional representa para que os preços ao produtor não despenquem mais ainda. Também é do conhecimento de muitos que somente o PIB da atividade contribuiu com R$ 65 bilhões em 2006, além da relevância na balança comercial e, principalmente, do lugar de destaque que a atividade ocupa no mercado mundial, sobretudo, a partir de 2005. Para completar, sabemos ainda que boa parte dessa riqueza fica na indústria frigorífica.
Apesar da importância demonstrada, a julgar pela organização dos produtores, do alinhamento e das estratégias desenvolvidas pelo conjunto da Cadeia de Produção Pecuária (CPA.), parece que o mercado internacional e as suas exigências não têm a menor importância.
Algumas posturas talvez justifiquem o fato de ela ser a cadeia que melhor representa a estratégia oportunista das firmas, em vez de estratégias de coopetição (estratégias de cooperar para competir). Nota-se que, dentre as principais cadeias que compõem o agronegócio nacional, foi justamente a que mais perdeu renda nos últimos anos.
O primeiro destaque para essa irrelevância dada ao mercado vem dos pecuaristas e está na comunicação que circula ao longo da cadeia e parece não ultrapassar o varejo. As mensagens do consumidor simplesmente não chegam ao produtor. Ou o produtor faz de conta que não é com ele e continua produzindo ao seu modo.
É de conhecimento de todos que as exigências do mercado mundial estão cada vez maiores, principalmente em se tratando da segurança do alimento e, por conseguinte, da garantia da qualidade. Nesse quesito, levanto dois exemplos de ineficiência.
Um é histórico e remonta à década de 70. Faz mais de 30 anos que ouço falar das campanhas de vacinação contra a aftosa. É uma vergonha nacional. Se depois desse tempo todo ainda precisamos gastar dinheiro público para convencer um picareta a vacinar o seu gado, alguma coisa está errada.
Até hoje temos produtores que fazem de conta que vacinam o seu gado. Chegam ao cúmulo (assim como há 30 anos atrás) de pagarem as vacinas para apresentarem as notas e não aplicá-las, jogando os frascos no lixo. Para estes, proponho que sejam enquadrados como crime lesa pátria e, por conseguinte, a cadeia.
Outra discussão a se destacar está na rastreabilidade que vem sendo debatida ou protelada, como queiram, há quase dez anos. Enquanto outras cadeias se organizam e se antecipam às demandas do mercado e eles próprios propõem processos de certificação e de garantia da qualidade dos seus produtos, a pecuária parece que está brincando com o mercado e sai na contramão.
A falta de organização e de consciência das demandas do mercado dá margem a outro problema crônico no agronegócio e, principalmente, neste setor: a coordenação da cadeia nas mãos da indústria, que está cada vez mais concentrada, organizada e também atuando oportunisticamente, ao dar guarida para as inconseqüências do elo produtor.
Nesse sentido, ganha a cadeia que se organizar e se adaptar melhor e mais rápido a essas demandas. Não temos consciência da demanda, portanto não nos afligimos com o que não conhecemos. Se continuarmos a desempenhar esse papel, é quase certo que perderemos o mercado conquistado a duras penas. Temos nos revelado craques em chorar sobre o leite derramado. Uns, sobre as dívidas; e outros, sobre o mercado perdido.
Texto adaptado de <http://www.hamer.pro.br/?f=artigos/ver_artigo&cod_art=25>. Acesso em 18/07/007.
Assinale a alternativa CORRETA quanto à função sintática exercida pelo pronome relativo sublinhado.
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Texto 1
Projeto de Lei de Gestão de Florestas Públicas (PL 4776/2005)
Projeto de Lei que regulamenta o uso sustentável das florestas públicas brasileiras e cria
o Serviço Florestal Brasileiro (SFB.)
Objetivos:
• regulamentar a gestão de florestas em áreas públicas(domínio da União, dos Estados e dos Municípios);
• criar o Serviço Florestal Brasileiro como órgão regulador da gestão das florestas públicas e promotor do desenvolvimento florestal sustentável no Brasil;
• criar o Fundo nacional de Desenvolvimento Florestal voltado para o desenvolvimento tecnológico, a promoção da assistência técnica e os incentivos para o desenvolvimento florestal sustentável.
Regulamentação da Gestão de Florestas Públicas
O Projeto de Lei define três formas de gestão das florestas públicas para produção sustentável:
• criação de unidades de conservação que permitam a produção florestal sustentável (ex. Florestas Nacionais);
• destinação para uso comunitário como assentamentos florestais, reservas extrativistas, áreas quilombolas, PDS (Projetos de Desenvolvimento Sustentável);
• concessões Florestais pagas, baseadas em processo de licitação pública.
Texto adaptado de http://www.cultiva.org.br/textopdf/resumo_pl_gestao_florestas.pdf. Acesso em 20/03/2007.
Texto 2
Lei de florestas pára na regulamentação
Carolina Rangel
da Folha de São Paulo
Sancionada há um ano e 15 dias, a Lei de Gestão de Florestas ainda não saiu do papel. (...) Organizações ambientais que apóiam a lei reclamam da lentidão da sua aplicação. Citam a falta de fiscalização e a incompatibilidade entre os projetos de assentamento do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária.) com as propostas de ocupação do Ministério do Meio Ambiente para áreas na Amazônia. (...)
A demora na regulamentação, segundo Tasso Azevedo, diretor-geral do SFB (Serviço Florestal Brasileiro), órgão criado pela lei, deve-se à prioridade do governo na aprovação do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e à complexidade da regulamentação. (...)
Para Azevedo, a falta de Orçamento próprio em 2006 não colaborou com a lentidão da regulamentação. No ano passado, o Serviço Florestal operava com recursos do Programa Nacional de Florestas. A previsão para 2007, segundo Azevedo, é de R$ 25 milhões, sendo R$ 15 milhões do Tesouro Nacional e R$ 10 milhões de arrecadação com os planos de manejo.
Não só os atrasos na execução da lei preocupam as ONGs. André Lima, do ISA (Instituto Socioambiental), afirma que esperava uma regulamentação demorada, já que a implementação da lei exigia uma série de consultas às entidades. "[Mas] não deixa de ser um contra-senso, já que a lei foi aprovada em caráter de urgência". (...)
Não somos contra a reforma agrária, mas só pode fazer isso com um jogo de comunicação. Como você vai oferecer a concessão de uma área ao mesmo tempo em que o Incra está com um projeto de assentamento? Aí você tem uma situação grave, que ocorreu também nos anos 70, quando dois terços da reforma agrária eram feitos na Amazônia para suplantar os problemas sociais do Brasil".
Tasso Azevedo diz que está caminhando para a convergência de ações entre o Incra e o Ibama. Mas é taxativo: "Caso não aconteça, inviabiliza o programa de gestão de florestas".
Críticas à lei
(...) O geógrafo Aziz Ab'Sáber é contrário à lei. "Alugar uma floresta biodiversa? Se o governo não sabe como explorar a floresta de maneira sustentável, como os vencedores das licitações saberão?".
Azevedo rebate as acusações de que a lei seria uma forma de privatizar florestas. "A lei é o oposto disso. O processo que tinha era o reconhecimento de posse. Você titula a terra e ela é privatizada. O que essa lei fez definir as florestas como um patrimônio público. Ela prevê que a floresta pode ser utilizada para gerar bens e serviços".
Texto adaptado de http://www.cultiva.org.br/textopdf/resumo_pl_gestao_florestas.pdf. Acesso em 20/03/2007.
Texto 3
Da floresta ao deserto
Na última terça-feira, o jornal americano The New York Times escreveu em editorial: “A Amazônia parece imune à lei, especialmente em um país em que não há polícia suficiente para fazer valer as regras, onde o crescimento econômico parece ser mais importante do que qualquer outra coisa e onde poderosos políticos locais parecem ter mais influência que o governo nacional”.
Revista Veja, de 8 de junho de 2005, p. 126.
No texto 2, segundo Azevedo, o fato de a lei "definir as florestas como patrimônio público" significa que haverá
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Agropecuário da pecuária- exportar não tem importância para nós
Eleri Hamer
É lógico que o título não reflete a realidade. Sabemos muito bem a importância socioeconômica da pecuária e o que o mercado internacional representa para que os preços ao produtor não despenquem mais ainda. Também é do conhecimento de muitos que somente o PIB da atividade contribuiu com R$ 65 bilhões em 2006, além da relevância na balança comercial e, principalmente, do lugar de destaque que a atividade ocupa no mercado mundial, sobretudo, a partir de 2005. Para completar, sabemos ainda que boa parte dessa riqueza fica na indústria frigorífica.
Apesar da importância demonstrada, a julgar pela organização dos produtores, do alinhamento e das estratégias desenvolvidas pelo conjunto da Cadeia de Produção Pecuária (CPA.), parece que o mercado internacional e as suas exigências não têm a menor importância.
Algumas posturas talvez justifiquem o fato de ela ser a cadeia que melhor representa a estratégia oportunista das firmas, em vez de estratégias de coopetição (estratégias de cooperar para competir). Nota-se que, dentre as principais cadeias que compõem o agronegócio nacional, foi justamente a que mais perdeu renda nos últimos anos.
O primeiro destaque para essa irrelevância dada ao mercado vem dos pecuaristas e está na comunicação que circula ao longo da cadeia e parece não ultrapassar o varejo. As mensagens do consumidor simplesmente não chegam ao produtor. Ou o produtor faz de conta que não é com ele e continua produzindo ao seu modo.
É de conhecimento de todos que as exigências do mercado mundial estão cada vez maiores, principalmente em se tratando da segurança do alimento e, por conseguinte, da garantia da qualidade. Nesse quesito, levanto dois exemplos de ineficiência.
Um é histórico e remonta à década de 70. Faz mais de 30 anos que ouço falar das campanhas de vacinação contra a aftosa. É uma vergonha nacional. Se depois desse tempo todo ainda precisamos gastar dinheiro público para convencer um picareta a vacinar o seu gado, alguma coisa está errada.
Até hoje temos produtores que fazem de conta que vacinam o seu gado. Chegam ao cúmulo (assim como há 30 anos atrás) de pagarem as vacinas para apresentarem as notas e não aplicá-las, jogando os frascos no lixo. Para estes, proponho que sejam enquadrados como crime lesa pátria e, por conseguinte, a cadeia.
Outra discussão a se destacar está na rastreabilidade que vem sendo debatida ou protelada, como queiram, há quase dez anos. Enquanto outras cadeias se organizam e se antecipam às demandas do mercado e eles próprios propõem processos de certificação e de garantia da qualidade dos seus produtos, a pecuária parece que está brincando com o mercado e sai na contramão.
A falta de organização e de consciência das demandas do mercado dá margem a outro problema crônico no agronegócio e, principalmente, neste setor: a coordenação da cadeia nas mãos da indústria, que está cada vez mais concentrada, organizada e também atuando oportunisticamente, ao dar guarida para as inconseqüências do elo produtor.
Nesse sentido, ganha a cadeia que se organizar e se adaptar melhor e mais rápido a essas demandas. Não temos consciência da demanda, portanto não nos afligimos com o que não conhecemos. Se continuarmos a desempenhar esse papel, é quase certo que perderemos o mercado conquistado a duras penas. Temos nos revelado craques em chorar sobre o leite derramado. Uns, sobre as dívidas; e outros, sobre o mercado perdido.
Texto adaptado de <http://www.hamer.pro.br/?f=artigos/ver_artigo&cod_art=25>. Acesso em 18/07/007.
Assinale a alternativa em que a forma verbal sublinhada NÃO está no modo subjuntivo.
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Em relação à discriminação racial na sociedade brasileira, analise as assertivas abaixo:
I. No Brasil, a discriminação racial não aparece predominantemente de forma explícita e violenta, como em outros países, mas pode ser facilmente percebida pela análise das estatísticas acerca da qualidade de vida e das oportunidades de ascensão social da parcela da população preta e mulata em relação à branca;
II. O racismo ainda é forte no Brasil, porque tal prática discriminatória não é legalmente considerada crime:
III. A utilização do conceito biológico de "raças humanas" para explicar as diferenças culturais entre os povos tem sido cada vez mais posta em xeque, pois, de acordo com as pesquisas científicas atuais, não há evidencia significativa alguma de que as características físicas de um povo ou de um indivíduo influenciem sua condição e seu desenvolvimento social, cultural e intelectual:
IV. Nos últimos cinco anos, tem crescido o número de negros e de pardos que frequentam as universidades brasileiras, fato notado, sobretudo, nas instituições particulares, nas quais o percentual aumentou em 223%.
Assinale a alternativa CORRETA.
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A partir dos anos 1990, em consonância com os princípios do "Consenso de Washington", os governos da América Latina promoveram uma série de mudanças neoliberais consubstanciadas na abertura econômica, nas privatizações, nas reformas na legislação trabalhista etc. Em contraposição a essa tendência, tem emergido uma nova articulação política, capitaneada pelo presidente venezuelano Hugo Chávez. Reivindicando-se à esquerda dos governos anteriores, essas novas lideranças têm buscado a implantação de um conjunto de medidas visando à construção do que denominam "socialismo do século XXI". Considerando o recente quadro político- econômico na atual América Latina, analise as assertivas abaixo.
I. Nessa nova articulação, destacam-se os governos de Evo Morales (Bolívia.), Rafael Correa (Equador), Michele Bachelet (Chile.), Alan Garcia (Peru) Álvaro Uribe (Colômbia.) e Nestor Kirchner (Argentina.). Um dos traços definidores dessa aliança política é o discurso antiamericano.
II. Na Venezuela, Hugo Chávez anunciou que, no seu terceiro mandato, estatizará a maior rede telefônica do país e a maior rede de energia elétrica. Na Bolívia, a recente lei que nacionalizou o setor de hidrocarbonetos determina que o Estado detenha a propriedade dos recursos hidrocarbonetos e assuma o controle de sua comercialização, reservando às empresas estrangeiras o papel de operadoras.
III. A vitória presidencial de Alan Garcia nas últimas eleições do Peru representou uma derrota na estratégia de disseminar os princípios da propalada "revolução bolivariana". Cabe destacar que, no processo eleitoral, o nacionalista Ollanta Humala- aliado de Hugo Chávez - havia manifestado seu propósito de reavaliar os contratos assinados com as multinacionais que exploram os recursos naturais do país.
Assinale a alternativa CORRETA.
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Em 09 de outubro de 2006, a Coréia do Norte realizou um teste nuclear e pôs em alerta a comunidade internacional. A esse respeito, Assinale a alternativa INCORRETA.
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As células- tronco, também conhecidas como células- mãe, são a esperança para o tratamento de várias doenças, tais como: diabetes, neuropatias, defeitos congênitos etc. A esse respeito, analise as assertivas abaixo:
I. As células- tronco são células indiferenciadas, capazes de se transformar nos mais diversos tecidos orgânicos. Podem ser encontradas em embriões, no cordão umbilical e em diversas partes do organismo adulto, como medula óssea e sangue:
II. No Brasil, a pesquisa com as células- tronco é regulada pela Lei de Biossegurança (2005), a qual permite aos cientistas o uso de embriões inviáveis para gestação ou que estejam congelados há mais de três anos:
III. As células- tronco se dividem em embrionárias (capazes de se especializar em qualquer tecido do organismo) e adultas ( com capacidade limitada de diferenciação, em geral restrita ao tecido do qual derivam):
IV. A pesquisa com células- tronco envolve questões polêmicas, como a clonagem, e a manipulação de embriões humanos. Por isso, encontra forte oposição de certos setores da sociedade brasileira, por exemplo, da Igreja Católica.
Assinale a alternativa CORRETA.
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Assinale a alternativa INCORRETA quanto ao aquecimento global.
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