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Foram encontradas 150 questões.

2368905 Ano: 2005
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: MEC
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Texto III

No ano passado, um físico colega meu, Lawrence Krauss, visitou minha universidade. Krauss é um conhecido popularizador de ciência, autor de livros como A Física de Jornada das Estrelas. Saímos para almoçar e a conversa caiu no tema do criacionismo. Krauss foi categórico: “Só o ato de debater com criacionistas lhes dá uma credibilidade que não merecem”.

Eu discordei. “Larry, acho que essa atitude radical só piora as coisas. Se cientistas, sempre prontos a debater entre si, não se dignarem a ir a público para expor as limitações do criacionismo, como iremos vencer?” “Perda de tempo”, replicou. “Eles não estão dispostos a ouvir. É pregar para surdos.”

“É verdade que existe uma minoria radical que não vai mesmo mudar de idéia”, respondi. “Mas a maioria das pessoas é razoável. Se argumentos claros forem apresentados, acho que irão ouvir sim. Ninguém quer ser chamado de burro ou se sentir roubado de sua fé. Porque é isso, percebe? As pessoas acham que, quanto mais a ciência avança, menos justificativa têm para acreditar em Deus. E isso é algo que poucos podem suportar.”

O argumento-chave do criacionismo e do design inteligente é que a evolução não pode ser definitivamente provada com os dados que existem, os fósseis de espécies extintas. Segundo a teoria, os indivíduos de uma população têm variações genéticas.

Essas raras mutações ocorrem por acaso. A complexidade observada nas espécies é produto da seleção natural, que favorece as variações mais bem adaptadas ao ambiente. Os criacionistas dizem que existem buracos demais, que a complexidade do ser humano não pode ser explicada apenas por mutações e seleção natural. Somos, segundo eles, produto de um criador, que tinha planos bem claros.

O design inteligente vai contra a premissa fundamental da ciência, a sua objetividade por meio da validação empírica.

Cientistas propõem teorias. Essas teorias são passíveis de verificação. A genética provou a origem comum do gene. Jamais teremos todas as respostas, mas temos muitas. E cada vez mais. Invocar Deus para preencher lacunas em nosso conhecimento não avança o saber. É preciso ter coragem para aceitar nossas limitações.

Marcelo Gleiser. O desafio criacionista. In: Folha de S. Paulo.

“Micro/Macro”, 23/1/2005, p. 9 (com adaptações).

Com referência às idéias e às estruturas do texto, julgue o item seguinte.

Na linha, a palavra “categórico” está sendo usada no sentido de taxativo.

 

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2368883 Ano: 2005
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: MEC
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Texto III

No ano passado, um físico colega meu, Lawrence Krauss, visitou minha universidade. Krauss é um conhecido popularizador de ciência, autor de livros como A Física de Jornada das Estrelas. Saímos para almoçar e a conversa caiu no tema do criacionismo. Krauss foi categórico: “Só o ato de debater com criacionistas lhes dá uma credibilidade que não merecem”.

Eu discordei. “Larry, acho que essa atitude radical só piora as coisas. Se cientistas, sempre prontos a debater entre si, não se dignarem a ir a público para expor as limitações do criacionismo, como iremos vencer?” “Perda de tempo”, replicou. “Eles não estão dispostos a ouvir. É pregar para surdos.”

“É verdade que existe uma minoria radical que não vai mesmo mudar de idéia”, respondi. “Mas a maioria das pessoas é razoável. Se argumentos claros forem apresentados, acho que irão ouvir sim. Ninguém quer ser chamado de burro ou se sentir roubado de sua fé. Porque é isso, percebe? As pessoas acham que, quanto mais a ciência avança, menos justificativa têm para acreditar em Deus. E isso é algo que poucos podem suportar.”

O argumento-chave do criacionismo e do design inteligente é que a evolução não pode ser definitivamente provada com os dados que existem, os fósseis de espécies extintas. Segundo a teoria, os indivíduos de uma população têm variações genéticas.

Essas raras mutações ocorrem por acaso. A complexidade observada nas espécies é produto da seleção natural, que favorece as variações mais bem adaptadas ao ambiente. Os criacionistas dizem que existem buracos demais, que a complexidade do ser humano não pode ser explicada apenas por mutações e seleção natural. Somos, segundo eles, produto de um criador, que tinha planos bem claros.

O design inteligente vai contra a premissa fundamental da ciência, a sua objetividade por meio da validação empírica.

Cientistas propõem teorias. Essas teorias são passíveis de verificação. A genética provou a origem comum do gene. Jamais teremos todas as respostas, mas temos muitas. E cada vez mais. Invocar Deus para preencher lacunas em nosso conhecimento não avança o saber. É preciso ter coragem para aceitar nossas limitações.

Marcelo Gleiser. O desafio criacionista. In: Folha de S. Paulo.

“Micro/Macro”, 23/1/2005, p. 9 (com adaptações).

Com referência às idéias e às estruturas do texto, julgue o item seguinte.

O texto, por filiar-se ao gênero dos textos acadêmico-científicos, apresenta-se na forma narrativa.

 

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2368848 Ano: 2005
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: MEC
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Com base nos critérios aplicáveis à destinação do resultado, julgue o item a seguir.

Quando ocorre a perda que originou a constituição da reserva para contingências, o lançamento correto a ser efetuado é do tipo:

D – reserva para contingências

C – perdas contingenciais

 

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2368834 Ano: 2005
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: MEC
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Com base nas disposições sobre responsabilidade fiscal, julgue o seguinte item.

Os recursos legalmente vinculados a finalidade específica têm de ser utilizados prioritariamente para atender ao objeto de sua vinculação, destinando-se o excesso, em cada exercício, à formação do superávit primário e ao pagamento da dívida.

 

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2368804 Ano: 2005
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: MEC
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Com relação à doutrina e à legislação aplicáveis à administração orçamentária e financeira pública, julgue o item seguinte.

Quando o governo subsidia os produtores, pagando-lhes uma bonificação para que a demanda interna de seus produtos possa ser atendida, o valor correspondente é considerado subvenção econômica.

 

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2368791 Ano: 2005
Disciplina: Contabilidade de Custos
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: MEC
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A respeito das relações custo × volume × lucro, julgue o item a seguir.

Considere que uma indústria, produtora de 20 unidades de um produto, com custo fixo de R$ 100.000,00, e lucro operacional de R$ 50.000,00, seja forçada a reduzir a sua produção para 15 unidades. Nessa hipótese, a empresa deverá aumentar sua margem de contribuição em R$ 10.000,00, a fim de obter o mesmo lucro operacional.

 

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2368783 Ano: 2005
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: MEC
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Avaliação realizada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), ligado ao Ministério da Educação (MEC), comprova com números o que a maioria dos brasileiros sabe por instinto. Os estudantes que têm o pior desempenho no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (SAEB), em estágio considerado muito crítico no conhecimento da língua portuguesa, estão concentrados na região Nordeste, em cidades com menos de 200 mil habitantes, trabalham, já foram reprovados alguma vez e vêm de famílias de baixa escolaridade. Eles compartilham ainda outras características: a maioria não tem nenhum familiar que os acompanhe na vida escolar e não recebe carinho dos professores.

A região Norte é a segunda com maior índice de alunos em estágio muito crítico, com 21,2%, sendo que o menor percentual está no Sul (11,6%).

Jornal do Brasil, 15/9/2004, p. A6 (com adaptações).

Tendo o texto acima como referência inicial e considerando aspectos significativos do cenário educacional brasileiro, julgue o item seguinte.

Ao contrário do que ocorre nas áreas fazendária e da saúde, o federalismo brasileiro praticamente não funciona no campo da educação. Exemplo disso é o ensino fundamental, uma espécie de terra de ninguém, em que se misturam ações e responsabilidades diretas da União, dos estados e dos municípios.

 

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2368777 Ano: 2005
Disciplina: Informática
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: MEC
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Enunciado 2800016-1

Considere que a janela ilustrada acima esteja sendo executada em um computador do tipo PC, cujo sistema operacional é o Windows XP. Com relação às funcionalidades acessíveis a partir dessa janela, julgue o item seguinte.

Essa janela pode ser executada a partir dos recursos disponibilizados na janela Painel de controle do Windows XP.

 

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2368764 Ano: 2005
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: MEC
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Com base nas disposições sobre responsabilidade fiscal, julgue o seguinte item.

Projeto de lei contemplando ampliação de benefício tributário de que resulte renúncia de receita só pode ser aprovado se for acompanhado de estimativa do respectivo impacto orçamentário-financeiro.

 

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2368755 Ano: 2005
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: MEC
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Considerando os conceitos e aplicações da matemática financeira, julgue o item subseqüente.

Em uma operação de empréstimo ou financiamento, durante o prazo de carência, não é paga a amortização do principal nem são devidos os juros.

 

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