Foram encontradas 555 questões.
Para responder a questão, leia o texto abaixo.
A Solidão na Sociedade Global
No curso dos séculos vimos surgir diversos tipos de homem que, de algum modo, exprimiam os méritos, os valores e também as deficiências das sociedades por eles construídas. Atualmente, é educativo acompanhar o desenvolvimento da nossa espécie por meio de suas obras, atividades, realizações, pensamento, e de sua cultura.
A história nos mostra não apenas as capacidades morais e espirituais, mas também as habilidades práticas e a capacidade inventiva, que caracterizam as diversas civilizações que se desenvolveram no curso dos séculos e que ainda oferecem o próprio contributo no caminho do homem.
Diante dessa constatação me vem a pergunta: quais as qualidades do homem da sociedade global? Quais as suas características? Em que ele se destaca? Cada um de nós pode fazer uma relação dos dotes do cidadão global: é ativo, livre, veloz, explorador, conquistador. Apresenta-se como um vencedor.
Mesmo assim, a nossa sociedade tem todos os sintomas de um ser doente; cuja doença é, segundo especialistas, de difícil diagnóstico. Parece-me que um dos sintomas mais visíveis desse mal-estar seja a solidão na qual vive uma grande parte dos homens e das mulheres do nosso tempo.
Estamos falando de uma solidão negativa, fruto da ausência de relacionamentos verdadeiros, profundos, estáveis, com os companheiros de viagem; uma solidão que é fruto da indiferença participativa em relação à coisa pública e ao bem comum, do fechamento no próprio eu individualista e, muitas vezes, egoísta.
A solidão do cidadão global cresce à proporção que a sua vida se dilata em uma rede cada vez mais ampla de conhecimentos e informações, de contatos virtuais, de peregrinações de massa aos novos santuários do bem-estar consumista, de aglomerados de multidões barulhentas nos espaços de diversões e de entretenimento. A concha do eu se torna cada vez mais apertada, impedindo a manifestação da sociabilidade e do reconhecimento do outro, que é uma verdadeira fonte de dignidade e liberdade.
O remédio para curar essa enfermidade deve ser tomado em doses continuadas, diárias para que o organismo espiritual se acostume de novo à mobilidade e ao interesse. Trata-se quase de um processo de reabilitação. O que significa, em pobres palavras, respeitar as diferenças para unir o corpo social, escrutar a face do outro com simpatia e não com desconfiança, abrir-se ao diálogo sincero sem fechamentos pré-fabricados e cuidar dos relacionamentos interpessoais e cultivar amizades duradouras. Em síntese: romper a solidão vivendo a comunidade. A nossa sociedade sairá dessa circunstância mais rica e menos conflituosa.
(ARAÚJO, Vera. Cidade Nova. Exemplar 488 – Ano XLVIII – nº. 11, nov. 2006, p. 25).
Quanto ao uso do acento indicativo da crase, observa-se o registro da norma culta em:
Provas
Para responder a questão, leia o texto abaixo.
A Solidão na Sociedade Global
No curso dos séculos vimos surgir diversos tipos de homem que, de algum modo, exprimiam os méritos, os valores e também as deficiências das sociedades por eles construídas. Atualmente, é educativo acompanhar o desenvolvimento da nossa espécie por meio de suas obras, atividades, realizações, pensamento, e de sua cultura.
A história nos mostra não apenas as capacidades morais e espirituais,A) mas também as habilidades práticas e a capacidade inventiva, que caracterizam as diversas civilizações que se desenvolveram no curso dos séculos e que ainda oferecem o próprio contributo no caminho do homem.
Diante dessa constatação me vem a perguntaB): quais as qualidades do homem da sociedade global? Quais as suas características? Em que ele se destaca? Cada um de nós pode fazer uma relação dos dotes do cidadão global: é ativo, livre, veloz, explorador, conquistador. Apresenta-se como um vencedor.
Mesmo assim, a nossa sociedade tem todos os sintomas de um ser doente;C) cuja doença é, segundo especialistas, de difícil diagnóstico. Parece-me que um dos sintomas mais visíveis desse mal-estar seja a solidão na qual vive uma grande parte dos homens e das mulheres do nosso tempo.
Estamos falando de uma solidão negativa, fruto da ausência de relacionamentos verdadeiros, profundos, estáveis, com os companheiros de viagem; uma solidão que é fruto da indiferença participativa em relação à coisa pública e ao bem comum, do fechamento no próprio eu individualista e, muitas vezes, egoísta.
A solidão do cidadão global cresce à proporção que a sua vida se dilataD) em uma rede cada vez mais ampla de conhecimentos e informações, de contatos virtuais, de peregrinações de massa aos novos santuários do bem-estar consumista, de aglomerados de multidões barulhentas nos espaços de diversões e de entretenimento. A concha do eu se torna cada vez mais apertada, impedindo a manifestação da sociabilidade e do reconhecimento do outro, que é uma verdadeira fonte de dignidade e liberdade.
O remédio para curar essa enfermidade deve ser tomado em doses continuadas, diárias para que o organismo espiritual se acostume de novo à mobilidade e ao interesse. Trata-se quase de um processo de reabilitação. O que significa, em pobres palavras, respeitar as diferenças para unir o corpo social, escrutar a face do outro com simpatia e não com desconfiança, abrir-se ao diálogo sincero sem fechamentos pré-fabricados e cuidar dos relacionamentos interpessoaisE) e cultivar amizades duradouras. Em síntese: romper a solidão vivendo a comunidade. A nossa sociedade sairá dessa circunstância mais rica e menos conflituosa.
(ARAÚJO, Vera. Cidade Nova. Exemplar 488 – Ano XLVIII – nº. 11, nov. 2006, p. 25).
O verbo destacado, no fragmento “Em síntese: romper a solidão vivendo a comunidade.” , apresenta a mesma regência da forma verbal destacada em:
Provas
Para responder a questão, leia o texto abaixo.
A Solidão na Sociedade Global
No curso dos séculos vimos surgir diversos tipos de homem que, de algum modo, exprimiam os méritos, os valores e também as deficiências das sociedades por eles construídas. Atualmente, é educativo acompanhar o desenvolvimento da nossa espécie por meio de suas obras, atividades, realizações, pensamento, e de sua cultura.
A história nos mostra não apenas as capacidades morais e espirituais, mas também as habilidades práticas e a capacidade inventiva, que caracterizam as diversas civilizações que se desenvolveram no curso dos séculos e que ainda oferecem o próprio contributo no caminho do homem.
Diante dessa constatação me vem a pergunta: quais as qualidades do homem da sociedade global? Quais as suas características? Em que ele se destaca? Cada um de nós pode fazer uma relação dos dotes do cidadão global: é ativo, livre, veloz, explorador, conquistador. Apresenta-se como um vencedor.
Mesmo assim, a nossa sociedade tem todos os sintomas de um ser doente; cuja doença é, segundo especialistas, de difícil diagnóstico. Parece-me que um dos sintomas mais visíveis desse mal-estar seja a solidão na qual vive uma grande parte dos homens e das mulheres do nosso tempo.
Estamos falando de uma solidão negativa, fruto da ausência de relacionamentos verdadeiros, profundos, estáveis, com os companheiros de viagem; uma solidão que é fruto da indiferença participativa em relação à coisa pública e ao bem comum, do fechamento no próprio eu individualista e, muitas vezes, egoísta.
A solidão do cidadão global cresce à proporção que a sua vida se dilata em uma rede cada vez mais ampla de conhecimentos e informações, de contatos virtuais, de peregrinações de massa aos novos santuários do bem-estar consumista, de aglomerados de multidões barulhentas nos espaços de diversões e de entretenimento. A concha do eu se torna cada vez mais apertada, impedindo a manifestação da sociabilidade e do reconhecimento do outro, que é uma verdadeira fonte de dignidade e liberdade.
O remédio para curar essa enfermidade deve ser tomado em doses continuadas, diárias para que o organismo espiritual se acostume de novo à mobilidade e ao interesse. Trata-se quase de um processo de reabilitação. O que significa, em pobres palavras, respeitar as diferenças para unir o corpo social, escrutar a face do outro com simpatia e não com desconfiança, abrir-se ao diálogo sincero sem fechamentos pré-fabricados e cuidar dos relacionamentos interpessoais e cultivar amizades duradouras. Em síntese: romper a solidão vivendo a comunidade. A nossa sociedade sairá dessa circunstância mais rica e menos conflituosa.
(ARAÚJO, Vera. Cidade Nova. Exemplar 488 – Ano XLVIII – nº. 11, nov. 2006, p. 25).
Considere o período:
“A concha do eu se torna cada vez mais apertada, impedindo a manifestação da sociabilidade e do reconhecimento do outro, que é uma verdadeira fonte de dignidade e liberdade.”
Quanto à organização sintático-semântica desse período, pode-se afirmar:
I. A expressão “do eu” refere-se ao termo “concha”, delimitando o seu sentido.
II. A oração reduzida “impedindo a manifestação da sociabilidade e do reconhecimento do outro” expressa uma circunstância de condição.
III. A oração “que é uma verdadeira fonte de dignidade e liberdade” explica o sentido da expressão “o reconhecimento do outro”.
Está(ão) correta(s) apenas:
Provas
Para responder a questão, leia o texto abaixo.
A Solidão na Sociedade Global
No curso dos séculos vimos surgir diversos tipos de homem que, de algum modo, exprimiam os méritos, os valores e também as deficiências das sociedades por eles construídas. Atualmente, é educativo acompanhar o desenvolvimento da nossa espécie por meio de suas obras, atividades, realizações, pensamento, e de sua cultura.
A história nos mostra não apenas as capacidades morais e espirituais, mas também as habilidades práticas e a capacidade inventiva, que caracterizam as diversas civilizações que se desenvolveram no curso dos séculos e que ainda oferecem o próprio contributo no caminho do homem.
Diante dessa constatação me vem a pergunta: quais as qualidades do homem da sociedade global? Quais as suas características? Em que ele se destaca? Cada um de nós pode fazer uma relação dos dotes do cidadão global: é ativo, livre, veloz, explorador, conquistador. Apresenta-se como um vencedor.
Mesmo assim, a nossa sociedade tem todos os sintomas de um ser doente; cuja doença é, segundo especialistas, de difícil diagnóstico. Parece-me que um dos sintomas mais visíveis desse mal-estar seja a solidão na qual vive uma grande parte dos homens e das mulheres do nosso tempo.
Estamos falando de uma solidão negativa, fruto da ausência de relacionamentos verdadeiros, profundos, estáveis, com os companheiros de viagem; uma solidão que é fruto da indiferença participativa em relação à coisa pública e ao bem comum, do fechamento no próprio eu individualista e, muitas vezes, egoísta.
A solidão do cidadão global cresce à proporção que a sua vida se dilata em uma rede cada vez mais ampla de conhecimentos e informações, de contatos virtuais, de peregrinações de massa aos novos santuários do bem-estar consumista, de aglomerados de multidões barulhentas nos espaços de diversões e de entretenimento. A concha do eu se torna cada vez mais apertada, impedindo a manifestação da sociabilidade e do reconhecimento do outro, que é uma verdadeira fonte de dignidade e liberdade.
O remédio para curar essa enfermidade deve ser tomado em doses continuadas, diárias para que o organismo espiritual se acostume de novo à mobilidade e ao interesse. Trata-se quase de um processo de reabilitação. O que significa, em pobres palavras, respeitar as diferenças para unir o corpo social, escrutar a face do outro com simpatia e não com desconfiança, abrir-se ao diálogo sincero sem fechamentos pré-fabricados e cuidar dos relacionamentos interpessoais e cultivar amizades duradouras. Em síntese: romper a solidão vivendo a comunidade. A nossa sociedade sairá dessa circunstância mais rica e menos conflituosa.
(ARAÚJO, Vera. Cidade Nova. Exemplar 488 – Ano XLVIII – nº. 11, nov. 2006, p. 25).
No fragmento “Mesmo assim, a nossa sociedade tem todos os sintomas de um ser doente; [...]” , a locução destacada
Provas
No que concerne ao homicídio culposo praticado na direção de veículo automotor, pode-se afirmar:
I. A pena será aumentada de um quarto à metade, se o agente não possuir permissão para dirigir ou carteira de habilitação.
II. A pena será aumentada de um sexto à metade, se praticado em faixa de pedestres ou na calçada.
III. A pena será aumentada de um terço à metade, se o agente não possuir permissão para dirigir ou carteira de habilitação.
IV. A pena será aumentada de um terço à metade, se o agente estiver sob a influência de álcool ou substância tóxica ou entorpecente de efeitos análogos.
V. A pena “in abstrato”, prevista no “caput” do art. 302, do Código de Trânsito Brasileiro – Lei Nº 9.503/97 –, será de detenção de dois a quatro anos e suspensão ou proibição de se obter a permissão ou a habilitação para dirigir veículo automotor.
Estão corretas apenas:
Provas
No que concerne ao auto de infração previsto na legislação de trânsito, pode-se afirmar que nele constará(ão):
I. A tipificação da infração.
II. Local, data e hora do cometimento da infração.
III. O prontuário do condutor, obrigatoriamente.
IV. A assinatura do infrator, sempre que possível, valendo esta como notificação do cometimento da infração.
V. A assinatura do infrator, obrigatoriamente, não valendo esta como notificação do cometimento da infração.
Estão corretas apenas:
Provas
No que concerne a cada infração gravíssima, cometida pelo titular da Carteira Nacional de Habilitação, é correto afirmar que lhe serão computados:
Provas
Seguir veículo em serviço de urgência, estando este com prioridade de passagem devidamente identificada por dispositivos regulamentares de alarme sonoro e iluminação vermelha intermitentes, afigura-se infração de natureza:
Provas
Estacionar o veículo, nas esquinas e a menos de cinco metros do bordo do alinhamento da via transversal, constitui-se infração de natureza:
Provas
No que concerne aos requisitos necessários ao condutor de veículo destinado à condução de escolares, pode-se afirmar:
I. Deve ser habilitado na categoria D.
II. Deve ser habilitado na categoria B.
III. Deve ter idade superior a vinte e um anos.
IV. Deve ter idade superior a dezoito anos.
V. Deve ser aprovado em curso especializado, nos termos da regulamentação do CONTRAN.
Estão corretas apenas:
Provas
Caderno Container