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2428953 Ano: 2012
Disciplina: Legislação do Ministério Público
Banca: MPE-RS
Orgão: MPE-RS
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Os membros do Ministério Público sujeitam-se a regime jurídico especial, são independentes no exercício de suas funções, cumprindo-as nos termos da lei, e têm as seguintes garantias:
 

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2428767 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: MPE-RS
Orgão: MPE-RS
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Nasceu livre aquele local. Livre e deserto de saberes. Nem uma folha impressa por ali subia ou descia ao sabor do vento, com ou sem a leve brisa do tempo.
Os primeiros anos foram passando à medida que se aperfeiçoavam os sentidos, e, na mesma dimensão, as aprendizagens surgiam, aliando as imagens e os sons à memória que começava a ser disciplinada. Aos três anos, já se identificavam letras e se soltavam palavras. Aos sete, o nome se escrevia: biblioteca, entre algumas incertezas que se . O espaço que outrora estava amplo passava a ter umas quantas estantes.
Os anos foram reunindo experiências, saberes, áreas e métodos, e, na mesma proporção, o espaço foi ficando pleno de livros. Nestes anos, a luz dos , os recreios e espaços públicos, a sombra das árvores, o cheiro de terra molhada e as brincadeiras de criança foram cúmplices dessa biblioteca que crescia acumulando as folhas impressas em livros cozidos ou colados.
A biblioteca era agora um campo aberto, onde o horizonte não tinha limite, as personagens não tinham estória fixa para contar, e as portas abertas eram sinônimo da presença humana, convívio, partilha de saberes, experiências, vivências e conhecimento. Essa essência da biblioteca que vive dentro de cada um de nós, que cresce à proporção que avançamos no percurso de vida, reflete o saber, os mil e tantos mundos, as únicas e singulares histórias de tantas personagens imaginadas, imaginárias, imaculadas no nosso pensamento, retidas em nossa memória.
As bibliotecas do nosso viver se situam em diferentes espaços, catalogadas ou indiferenciadas, com mesas e cadeiras, com computadores ou sem eles, com livros empoeirados ou sem pó, e, mesmo que muitos desses títulos possam ser , elas são únicas, sem , pois construídas a partir do nosso sagrado ponto de vista acerca de cada experiência, de cada drama, de cada comédia, de cada personagem. É assim: a biblioteca de cada um de nós tem vida pelo raciocínio, pela partilha, pela exploração de cada canto, de cada instrumento, de cada nova tecnologia complementar à história impressa, ao livro prensado e colado.
Esta estória mais não é do que uma metáfora sobre o crescimento humano, alimentado pelo saber que adquirimos nas tantas bibliotecas que conhecemos: nas nossas e em todas as outras que já foram nossas.
Adaptado de: HEITOR, J. Disponível em: <http://suplementodealma.
blogspot.com.br/2012/05/biblioteca-donosso- ser.html>. Acesso em: 30 de junho de 2012.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente a relação de referência entre palavras e segmentos do texto.
 

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2428708 Ano: 2012
Disciplina: Legislação do Ministério Público
Banca: MPE-RS
Orgão: MPE-RS
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Entre os 14 (quatorze) membros que compõem o Conselho Nacional do Ministério Público, estão
 

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2428379 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: MPE-RS
Orgão: MPE-RS
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Nasceu livre aquele local. Livre e deserto de saberes. Nem uma folha impressa por ali subia ou descia ao sabor do vento, com ou sem a leve brisa do tempo.
Os primeiros anos foram passando à medida que se aperfeiçoavam os sentidos, e, na mesma dimensão, as aprendizagens surgiam, aliando as imagens e os sons à memória que começava a ser disciplinada. Aos três anos, já se identificavam letras e se soltavam palavras. Aos sete, o nome se escrevia: biblioteca, entre algumas incertezas que se . O espaço que outrora estava amplo passava a ter umas quantas estantes.
Os anos foram reunindo experiências, saberes, áreas e métodos, e, na mesma proporção, o espaço foi ficando pleno de livros. Nestes anos, a luz dos , os recreios e espaços públicos, a sombra das árvores, o cheiro de terra molhada e as brincadeiras de criança foram cúmplices dessa biblioteca que crescia acumulando as folhas impressas em livros cozidos ou colados.
A biblioteca era agora um campo aberto, onde o horizonte não tinha limite, as personagens não tinham estória fixa para contar, e as portas abertas eram sinônimo da presença humana, convívio, partilha de saberes, experiências, vivências e conhecimento. Essa essência da biblioteca que vive dentro de cada um de nós, que cresce à proporção que avançamos no percurso de vida, reflete o saber, os mil e tantos mundos, as únicas e singulares histórias de tantas personagens imaginadas, imaginárias, imaculadas no nosso pensamento, retidas em nossa memória.
As bibliotecas do nosso viver se situam em diferentes espaços, catalogadas ou indiferenciadas, com mesas e cadeiras, com computadores ou sem eles, com livros empoeirados ou sem pó, e, mesmo que muitos desses títulos possam ser , elas são únicas, sem , pois construídas a partir do nosso sagrado ponto de vista acerca de cada experiência, de cada drama, de cada comédia, de cada personagem. É assim: a biblioteca de cada um de nós tem vida pelo raciocínio, pela partilha, pela exploração de cada canto, de cada instrumento, de cada nova tecnologia complementar à história impressa, ao livro prensado e colado.
Esta estória mais não é do que uma metáfora sobre o crescimento humano, alimentado pelo saber que adquirimos nas tantas bibliotecas que conhecemos: nas nossas e em todas as outras que já foram nossas.
Adaptado de: HEITOR, J. Disponível em: <http://suplementodealma.
blogspot.com.br/2012/05/biblioteca-donosso- ser.html>. Acesso em: 30 de junho de 2012.
Considere os seguintes segmentos retirados do texto.
1. sabor do vento
2. cheiro de terra molhada
3. livro prensado e colado
4. alimentado pelo saber
Em quais deles há emprego de linguagem metafórica?
 

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2428151 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: MPE-RS
Orgão: MPE-RS
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Nasceu livre aquele local. Livre e deserto de saberes. Nem uma folha impressa por ali subia ou descia ao sabor do vento, com ou sem a leve brisa do tempo.
Os primeiros anos foram passando à medida que se aperfeiçoavam os sentidos, e, na mesma dimensão, as aprendizagens surgiam, aliando as imagens e os sons à memória que começava a ser disciplinada. Aos três anos, já se identificavam letras e se soltavam palavras. Aos sete, o nome se escrevia: biblioteca, entre algumas incertezas que se . O espaço que outrora estava amplo passava a ter umas quantas estantes.
Os anos foram reunindo experiências, saberes, áreas e métodos, e, na mesma proporção, o espaço foi ficando pleno de livros. Nestes anos, a luz dos , os recreios e espaços públicos, a sombra das árvores, o cheiro de terra molhada e as brincadeiras de criança foram cúmplices dessa biblioteca que crescia acumulando as folhas impressas em livros cozidos ou colados.
A biblioteca era agora um campo aberto, onde o horizonte não tinha limite, as personagens não tinham estória fixa para contar, e as portas abertas eram sinônimo da presença humana, convívio, partilha de saberes, experiências, vivências e conhecimento. Essa essência da biblioteca que vive dentro de cada um de nós, que cresce à proporção que avançamos no percurso de vida, reflete o saber, os mil e tantos mundos, as únicas e singulares histórias de tantas personagens imaginadas, imaginárias, imaculadas no nosso pensamento, retidas em nossa memória.
As bibliotecas do nosso viver se situam em diferentes espaços, catalogadas ou indiferenciadas, com mesas e cadeiras, com computadores ou sem eles, com livros empoeirados ou sem pó, e, mesmo que muitos desses títulos possam ser , elas são únicas, sem , pois construídas a partir do nosso sagrado ponto de vista acerca de cada experiência, de cada drama, de cada comédia, de cada personagem. É assim: a biblioteca de cada um de nós tem vida pelo raciocínio, pela partilha, pela exploração de cada canto, de cada instrumento, de cada nova tecnologia complementar à história impressa, ao livro prensado e colado.
Esta estória mais não é do que uma metáfora sobre o crescimento humano, alimentado pelo saber que adquirimos nas tantas bibliotecas que conhecemos: nas nossas e em todas as outras que já foram nossas.
Adaptado de: HEITOR, J. Disponível em: <http://suplementodealma.
blogspot.com.br/2012/05/biblioteca-donosso- ser.html>. Acesso em: 30 de junho de 2012.
Considere as seguintes propostas de deslocamento de palavras e expressões do texto.
1. Deslocamento de aquele local para imediatamente antes da forma verbal Nasceu, desconsiderando-se o uso de letras maiúsculas.
2. Deslocamento de na mesma proporção para imediatamente antes de pleno, com a colocação de vírgulas antes e depois da expressão deslocada.
3. Deslocamento de nosso para imediatamente depois de pensamento, sem modificações adicionais.
4. Deslocamento de mais para imediatamente antes de uma metáfora, sem modificações adicionais.
Quais alterações manteriam a correção e o sentido do texto?
 

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2428138 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: MPE-RS
Orgão: MPE-RS
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Nasceu livre aquele local. Livre e deserto de saberes. Nem uma folha impressa por ali subia ou descia ao sabor do vento, com ou sem a leve brisa do tempo.
Os primeiros anos foram passando à medida que se aperfeiçoavam os sentidos, e, na mesma dimensão, as aprendizagens surgiam, aliando as imagens e os sons à memória que começava a ser disciplinada. Aos três anos, já se identificavam letras e se soltavam palavras. Aos sete, o nome se escrevia: biblioteca, entre algumas incertezas que se . O espaço que outrora estava amplo passava a ter umas quantas estantes.
Os anos foram reunindo experiências, saberes, áreas e métodos, e, na mesma proporção, o espaço foi ficando pleno de livros. Nestes anos, a luz dos , os recreios e espaços públicos, a sombra das árvores, o cheiro de terra molhada e as brincadeiras de criança foram cúmplices dessa biblioteca que crescia acumulando as folhas impressas em livros cozidos ou colados.
A biblioteca era agora um campo aberto, onde o horizonte não tinha limite, as personagens não tinham estória fixa para contar, e as portas abertas eram sinônimo da presença humana, convívio, partilha de saberes, experiências, vivências e conhecimento. Essa essência da biblioteca que vive dentro de cada um de nós, que cresce à proporção que avançamos no percurso de vida, reflete o saber, os mil e tantos mundos, as únicas e singulares histórias de tantas personagens imaginadas, imaginárias, imaculadas no nosso pensamento, retidas em nossa memória.
As bibliotecas do nosso viver se situam em diferentes espaços, catalogadas ou indiferenciadas, com mesas e cadeiras, com computadores ou sem eles, com livros empoeirados ou sem pó, e, mesmo que muitos desses títulos possam ser , elas são únicas, sem , pois construídas a partir do nosso sagrado ponto de vista acerca de cada experiência, de cada drama, de cada comédia, de cada personagem. É assim: a biblioteca de cada um de nós tem vida pelo raciocínio, pela partilha, pela exploração de cada canto, de cada instrumento, de cada nova tecnologia complementar à história impressa, ao livro prensado e colado.
Esta estória mais não é do que uma metáfora sobre o crescimento humano, alimentado pelo saber que adquirimos nas tantas bibliotecas que conhecemos: nas nossas e em todas as outras que já foram nossas.
Adaptado de: HEITOR, J. Disponível em: <http://suplementodealma.
blogspot.com.br/2012/05/biblioteca-donosso- ser.html>. Acesso em: 30 de junho de 2012.
Assinale com V (verdadeiro) ou F (falso) as seguintes afirmações acerca de segmentos do texto.
( ) A substituição de O espaço por Os locais acarretaria a alteração de quatro outras palavras do período.
( ) A substituição de As bibliotecas por A biblioteca acarretaria a alteração de seis outras palavras do período.
( ) A substituição de construídas por edificadas não acarretaria outras mudanças na frase.
( ) A substituição de complementar por que complementa manteria as condições para o uso da crase.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
 

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2427580 Ano: 2012
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: MPE-RS
Orgão: MPE-RS
Provas:
Waldomiro de Castro Santos Vergueiro, em artigo publicado no periódico Ciência da Informação (v.22, n.1, p. 13-21, 1993), cita o trabalho de Bonita Bryan acerca do manejo de coleções. De acordo com Vergueiro, Bryan identificou a existência de três posturas a serem adotadas para o desenvolvimento de coleções.
A seguir, no bloco superior, estão listadas quatro possíveis caracterizações do processo de desenvolvimento de coleções; no inferior, as três posturas propostas por Bryan para distinguir as estruturas organizacionais típicas do desenvolvimento de coleções.
Associe adequadamente o bloco inferior ao superior.
1. Realiza-se externamente à biblioteca e caracteriza-se pela confiança na seleção de novos materiais; os bibliotecários exercem pouco controle sobre a coleção.
2. Realiza-se a partir do estabelecimento de políticas para o desenvolvimento da coleção; desta forma, a responsabilidade pela seleção não é apenas dos bibliotecários, mas também dos usuários.
3. Realiza-se mediante o controle sistemático do administrador da coleção, sem a interferência do bibliotecário ou dos usuários.
4. Realiza-se através da distribuição das tarefas e responsabilidades inerentes à atividade entre os bibliotecários com formação acadêmica em áreas de assuntos específicos.
( ) postura de aquisição
( ) postura de seleção
( ) postura de administração e desenvolvimento
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
 

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2427378 Ano: 2012
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: MPE-RS
Orgão: MPE-RS
Provas:
Em 2010, foi lançada uma reimpressão do CCAA2, quando o que se esperava era uma nova edição desse código, o que sinalizou uma mudança emergente na catalogação internacional. Essa mudança acarretou a introdução de uma nova norma cuja estrutura da descrição bibliográfica inclui o acesso à informação do objeto descrito como um todo. Trata-se da norma
 

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2427153 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: MPE-RS
Orgão: MPE-RS
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Nasceu livre aquele local. Livre e deserto de saberes. Nem uma folha impressa por ali subia ou descia ao sabor do vento, com ou sem a leve brisa do tempo.
Os primeiros anos foram passando à medida que se aperfeiçoavam os sentidos, e, na mesma dimensão, as aprendizagens surgiam, aliando as imagens e os sons à memória que começava a ser disciplinada. Aos três anos, já se identificavam letras e se soltavam palavras. Aos sete, o nome se escrevia: biblioteca, entre algumas incertezas que se . O espaço que outrora estava amplo passava a ter umas quantas estantes.
Os anos foram reunindo experiências, saberes, áreas e métodos, e, na mesma proporção, o espaço foi ficando pleno de livros. Nestes anos, a luz dos , os recreios e espaços públicos, a sombra das árvores, o cheiro de terra molhada e as brincadeiras de criança foram cúmplices dessa biblioteca que crescia acumulando as folhas impressas em livros cozidos ou colados.
A biblioteca era agora um campo aberto, onde o horizonte não tinha limite, as personagens não tinham estória fixa para contar, e as portas abertas eram sinônimo da presença humana, convívio, partilha de saberes, experiências, vivências e conhecimento. Essa essência da biblioteca que vive dentro de cada um de nós, que cresce à proporção que avançamos no percurso de vida, reflete o saber, os mil e tantos mundos, as únicas e singulares histórias de tantas personagens imaginadas, imaginárias, imaculadas no nosso pensamento, retidas em nossa memória.
As bibliotecas do nosso viver se situam em diferentes espaços, catalogadas ou indiferenciadas, com mesas e cadeiras, com computadores ou sem eles, com livros empoeirados ou sem pó, e, mesmo que muitos desses títulos possam ser , elas são únicas, sem , pois construídas a partir do nosso sagrado ponto de vista acerca de cada experiência, de cada drama, de cada comédia, de cada personagem. É assim: a biblioteca de cada um de nós tem vida pelo raciocínio, pela partilha, pela exploração de cada canto, de cada instrumento, de cada nova tecnologia complementar à história impressa, ao livro prensado e colado.
Esta estória mais não é do que uma metáfora sobre o crescimento humano, alimentado pelo saber que adquirimos nas tantas bibliotecas que conhecemos: nas nossas e em todas as outras que já foram nossas.
Adaptado de: HEITOR, J. Disponível em: <http://suplementodealma.
blogspot.com.br/2012/05/biblioteca-donosso- ser.html>. Acesso em: 30 de junho de 2012.
Considere as seguintes propostas de substituição de palavras do texto.
1. dimensão por proporção
2. partilha por repartição
3. únicas por raras
Quais propostas estão corretas e são contextualmente adequadas?
 

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2427014 Ano: 2012
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: MPE-RS
Orgão: MPE-RS
Provas:
Suponha que um bibliotecário tenha o propósito de automatizar uma biblioteca de grande porte, com vasta quantidade de informação. Para tanto, ele necessita escolher um software que apresente habilidades específicas para a recuperação de informação, valendo-se de diferentes critérios de cruzamento.
Com base nessa suposição, é correto afirmar que o bibliotecário deve escolher adequadamente um
 

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