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3383917 Ano: 2007
Disciplina: Arqueologia
Banca: FCC
Orgão: MPU
Instruções: Para responder à questão considere as informações a seguir.

Caso Proposto: licenciamento ambiental de projeto de aproveitamento hidrelétrico, com potência instalada prevista de 600 MW, com as seguintes características:


Características da Barragem
comprimento do coroamento 1.500 m
cota do coroamento 339 m
altura máxima sobre as fundações 60 m

Condições de Montante

nível máximo excepcional
ou maximum maximorum cota 336 m área do reservatório 550 km2
nível máximo normal cota 334 m área do reservatório 515 km2
nível mínimo normal cota 321 m área do reservatório 260 km2

Características de Jusante

nível máximo excepcional ou maximum
maximorum cota 395 m
nível máximo normal cota 285 m
nível mínimo normal cota 283 m


Considere as condições de jusante, onde o deplecionamento da descarga flutuará entre 283 e 395 m

I. Os estudos de arqueologia preventiva podem ser necessários até onde se fizerem presentes os efeitos erosivos do barramento, no sentido jusante, posto que este segmento é considerado área de influência indireta do empreendimento.

II. É necessário incluir a execução dos procedimentos técnicos de rastreamento do subsolo em ambas as margens, consubstanciados em constelação de sondagens georreferenciadas.

III. Convém monitoramento arqueológico sazonal pois, além de permitir o resgate de materiais eventualmente expostos, forneceria subsídios para a compreensão dos processos erosivos atuantes sobre estratos antropogênicos de valor arqueológico.

IV. Quaisquer medidas de salvaguarda do patrimônio arqueológica teriam sentido acessório, pois o foco do estudo de arqueologia preventiva deve convergir para montante da barragem; como os efeitos das descargas a jusante são desprezíveis, bastaria o monitoramento arqueológico do trecho, por medida de precaução.

V. Embora gerados pelo empreendimento, os episódios de jusante não são de responsabilidade do empreendedor; assim, quaisquer estudos de arqueologia preventiva neste segmento deverão ficar a cargo de universidades e instituições de
pesquisa, na perspectiva essencialmente acadêmica.


Os conteúdos que melhor contemplam as salvaguardas do patrimônio arqueológico eventualmente situado a jusante da barragem seriam, na seqüência:

 

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3383916 Ano: 2007
Disciplina: Arqueologia
Banca: FCC
Orgão: MPU
Instruções: Para responder à questão considere as informações a seguir.

Caso Proposto: licenciamento ambiental de projeto de aproveitamento hidrelétrico, com potência instalada prevista de 600 MW, com as seguintes características:


Características da Barragem
comprimento do coroamento 1.500 m
cota do coroamento 339 m
altura máxima sobre as fundações 60 m

Condições de Montante

nível máximo excepcional
ou maximum maximorum cota 336 m área do reservatório 550 km2
nível máximo normal cota 334 m área do reservatório 515 km2
nível mínimo normal cota 321 m área do reservatório 260 km2

Características de Jusante

nível máximo excepcional ou maximum
maximorum cota 395 m
nível máximo normal cota 285 m
nível mínimo normal cota 283 m

Considerando as condições de montante, o foco principal do projeto de prospecções intensivas deverá convergir para os terrenos circunscritos pela linha de cota de

 

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3383915 Ano: 2007
Disciplina: Arqueologia
Banca: FCC
Orgão: MPU
Instruções: Para responder à questão considere as informações a seguir.

Caso Proposto: licenciamento ambiental de projeto de aproveitamento hidrelétrico, com potência instalada prevista de 600 MW, com as seguintes características:


Características da Barragem
comprimento do coroamento 1.500 m
cota do coroamento 339 m
altura máxima sobre as fundações 60 m

Condições de Montante

nível máximo excepcional
ou maximum maximorum cota 336 m área do reservatório 550 km2
nível máximo normal cota 334 m área do reservatório 515 km2
nível mínimo normal cota 321 m área do reservatório 260 km2

Características de Jusante

nível máximo excepcional ou maximum
maximorum cota 395 m
nível máximo normal cota 285 m
nível mínimo normal cota 283 m

Sobre o estudo de arqueologia preventiva, parte do licenciamento ambiental, pode-se afirmar que
 

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3383914 Ano: 2007
Disciplina: Arqueologia
Banca: FCC
Orgão: MPU

"Na região do Paranapanema, perto do Estado de São Paulo, I. Chmyz observou dois tipos de indústrias nucleiformes: a fase Timburi compõe-se de cinco sítios de altos terraços que dominam o rio Paranapanema, de 50 até 150 metros. As concentrações de material ocupam uma área de mais de 200 metros de diâmetro e os vestígios elaborados com arenito metamorfizado local incluem raspadores plano-convexos feitos sobre blocos com retoques invasores ou marginais, lascas espessas e grandes raspadores côncavos." [...] "Em alguns sítios, como Camargo, a mesma indústria é observada em vários níveis estratigráficos e até nos níveis tupiguaranis ceramistas, sendo a única modificação o desaparecimento das pontas de projétil nas camadas médias e superiores."


(Prous, A. Arqueologia Brasileira. Brasília, Ed. UnB, 1992)


Embora circunscrito a uma única região - a bacia do rio Paranapanema -, as idéias acima procuram harmonizar linhas de pensamento bastante diferentes, reinterpretando uma arqueologia originalmente produzida por arqueólogos da primeira geração, marcados por forte influência estrangeira.


Em relação a estas afirmações pode-se dizer que:

I. Como nenhuma outra região, a bacia do Paranapanema representou a dualidade da influência estrangeira na Arqueologia Brasileira, entre os anos 1960 e 1970: na margem esquerda, a arqueologia foi construída segundo os cânones do casal Evans; na margem direita, de acordo com os preceitos do casal Emperaire.

II. Pode-se vislumbrar um ponto de convergência entre as duas correntes: a abordagem das indústrias líticas sob a perspectiva da cadeia operatória.

III. O jargão que inclui a expressão "fase" (como em fase Timburi) é próprio do Pronapa - Programa Nacional de Pesquisas Arqueológicas, idealizado pelo casal Evans; inicialmente criticado, acabou sendo adotado em ambas as margens do Paranapanema.

IV. Embora o rastreamento de superfície preconizado pelo Pronapa tenha proporcionado a aquisição de muitos dados relacionados com a cerâmica de cultivadores indígenas, a perspectiva "etnográfica" de seus assentamentos foi dada pela influência francesa, com a adoção do método etnográfico de André Leroy-Gourhan.

V. Um dos pontos de convergência é a complementaridade entre os respectivos enfoques pois, em que pese certo exagero, sua visão conjunta cobre as etapas de campo tradicionalmente reconhecidas: levantamento (extensivo), prospecção (amostral) e escavações (intensivas).


Estão corretas APENAS as afirmações:
 

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3383913 Ano: 2007
Disciplina: Arqueologia
Banca: FCC
Orgão: MPU

A Arqueologia da Arquitetura é um campo interdisciplinar que lida com a edificação, identificando as amplas possibilidades de estudo do construído, no sentido lato. Dentre seus focos estão as questões sociais, a leitura de elementos arquitetônicos como indicadores do desenvolvimento técnico ou a compreensão da paisagem cultural em processo.
A partir desta idéia, considere os textos abaixo.


Nos últimos anos foram publicados trabalhos originais focalizando a Arquitetura, particularmente a arquitetura doméstica, na perspectiva arqueológica. Como conseqüência, nota-se um crescente corpo de literatura relativa ao assunto cultura e ambiente construído; esta área de investigação recai na rubrica do que pode ser denominado Arqueologia da Arquitetura.

(Steadman, 1996)


Os prédios são objetos sociais e, como tais, estão carregados de valores e sentidos próprios de cada sociedade. No entanto, não são um simples reflexo passivo desta, pelo contrário, são partícipes ativos na formação das pessoas.

(Zarankin, 2002)


A Arqueologia da Arquitetura de Steadman e de Zarankin tem forte influência da
 

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3383912 Ano: 2007
Disciplina: Antropologia
Banca: FCC
Orgão: MPU
Instruções: Para responder à questão considere as informações a seguir

Licenciamento Ambiental da Usina Hidrelétrica (UHE) Tijuco Alto

Apesar de anos de resistência dos quilombolas, do apelo da comunidade científica, do movimento ambientalista e dos movimentos sociais da região do Vale do Ribeira (SP), o projeto ainda não foi abandonado e o processo de licenciamento continua.

A UHE Tijuco Alto está em processo inicial de licenciamento pelo IBAMA e, até agora, os estudos de impacto ambiental apresentados pela CBA se mostraram insuficientes. Estudos alternativos realizados por especialistas apontam para os grandes perigos envolvidos no projeto e não recomendam a sua execução.

Embora o IBAMA negue, vários cientistas afirmam que, por estarem situadas a jusante da barragem, as comunidades quilombolas serão diretamente afetadas pelo empreendimento, sobretudo devido aos seus efeitos negativos sobre o rio Ribeira do Iguape, do qual dependem para sua sobrevivência. O IBAMA sustenta que as comunidades não sofrerão impactos, porque estão na área de influência indireta da barragem (...)

Os impactos da obra

O rio Ribeira do Iguape é o último rio de médio porte do Estado de São Paulo livre de barragens. O pretendido aproveitamento hidrelétrico do rio implicará a construção de barragens e, consequentemente, a inundação de vastas áreas de mata atlântica, a destruição de importante patrimônio espeleológico e a expulsão de centenas de famílias quilombolas de suas terras, cujo direito constitucional de propriedade, depois de longos anos de luta, foi finalmente reconhecido. Dentre esses empreendimentos hidrelétricos está o da Usina Hidrelétrica de Tijuco Alto, apresentado pela Companhia Brasileira de Alumínio (CBA), do Grupo Votorantim (...).


(Trechos da Campanha Contra a Construção de Tijuco Alto - Águas para a vida, não para a morte! Fonte: http://www.socioambiental.org.br)


O estudo de impacto ambiental (EIA) e o relatório de impacto ambiental (RIMA) obrigatoriamente devem diagnosticar a situação sócio-econômica das populações atingidas pelo empreendimento e, ao mesmo tempo, apresentar alternativas ao aproveitamento do potencial hidrelétrico da região.


I. os quilombolas praticam uma agricultura de subsistência e extrativismo que é incentivados em unidades de conservação da região.

II. algumas comunidades quilombolas estão envolvidas no aproveitamento de resíduos de bananeiras para a confecção de artesanato.

III. os quilombolas detêm conhecimentos sobre plantas e animais da região que já são aproveitados em um manejo sustentável do ambiente da região.


IV. os quilombolas já extraem palmitos das áreas que ocupam, o que prejudica o manejo sustentável.

É correto o que consta em
 

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3383911 Ano: 2007
Disciplina: Antropologia
Banca: FCC
Orgão: MPU
Instruções: Para responder à questão considere as informações a seguir

Licenciamento Ambiental da Usina Hidrelétrica (UHE) Tijuco Alto

Apesar de anos de resistência dos quilombolas, do apelo da comunidade científica, do movimento ambientalista e dos movimentos sociais da região do Vale do Ribeira (SP), o projeto ainda não foi abandonado e o processo de licenciamento continua.

A UHE Tijuco Alto está em processo inicial de licenciamento pelo IBAMA e, até agora, os estudos de impacto ambiental apresentados pela CBA se mostraram insuficientes. Estudos alternativos realizados por especialistas apontam para os grandes perigos envolvidos no projeto e não recomendam a sua execução.

Embora o IBAMA negue, vários cientistas afirmam que, por estarem situadas a jusante da barragem, as comunidades quilombolas serão diretamente afetadas pelo empreendimento, sobretudo devido aos seus efeitos negativos sobre o rio Ribeira do Iguape, do qual dependem para sua sobrevivência. O IBAMA sustenta que as comunidades não sofrerão impactos, porque estão na área de influência indireta da barragem (...)

Os impactos da obra

O rio Ribeira do Iguape é o último rio de médio porte do Estado de São Paulo livre de barragens. O pretendido aproveitamento hidrelétrico do rio implicará a construção de barragens e, consequentemente, a inundação de vastas áreas de mata atlântica, a destruição de importante patrimônio espeleológico e a expulsão de centenas de famílias quilombolas de suas terras, cujo direito constitucional de propriedade, depois de longos anos de luta, foi finalmente reconhecido. Dentre esses empreendimentos hidrelétricos está o da Usina Hidrelétrica de Tijuco Alto, apresentado pela Companhia Brasileira de Alumínio (CBA), do Grupo Votorantim (...).


(Trechos da Campanha Contra a Construção de Tijuco Alto - Águas para a vida, não para a morte! Fonte: http://www.socioambiental.org.br)


Durante o trabalho de pesquisa de campo, o antropólogo certamente deve ouvir e registrar os diversos depoimentos relativos ao empreendimento hidrelétrico, pois

 

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Questão presente nas seguintes provas
3383910 Ano: 2007
Disciplina: Antropologia
Banca: FCC
Orgão: MPU
Instruções: Para responder à questão considere as informações a seguir

Licenciamento Ambiental da Usina Hidrelétrica (UHE) Tijuco Alto

Apesar de anos de resistência dos quilombolas, do apelo da comunidade científica, do movimento ambientalista e dos movimentos sociais da região do Vale do Ribeira (SP), o projeto ainda não foi abandonado e o processo de licenciamento continua.

A UHE Tijuco Alto está em processo inicial de licenciamento pelo IBAMA e, até agora, os estudos de impacto ambiental apresentados pela CBA se mostraram insuficientes. Estudos alternativos realizados por especialistas apontam para os grandes perigos envolvidos no projeto e não recomendam a sua execução.

Embora o IBAMA negue, vários cientistas afirmam que, por estarem situadas a jusante da barragem, as comunidades quilombolas serão diretamente afetadas pelo empreendimento, sobretudo devido aos seus efeitos negativos sobre o rio Ribeira do Iguape, do qual dependem para sua sobrevivência. O IBAMA sustenta que as comunidades não sofrerão impactos, porque estão na área de influência indireta da barragem (...)

Os impactos da obra

O rio Ribeira do Iguape é o último rio de médio porte do Estado de São Paulo livre de barragens. O pretendido aproveitamento hidrelétrico do rio implicará a construção de barragens e, consequentemente, a inundação de vastas áreas de mata atlântica, a destruição de importante patrimônio espeleológico e a expulsão de centenas de famílias quilombolas de suas terras, cujo direito constitucional de propriedade, depois de longos anos de luta, foi finalmente reconhecido. Dentre esses empreendimentos hidrelétricos está o da Usina Hidrelétrica de Tijuco Alto, apresentado pela Companhia Brasileira de Alumínio (CBA), do Grupo Votorantim (...).


(Trechos da Campanha Contra a Construção de Tijuco Alto - Águas para a vida, não para a morte! Fonte: http://www.socioambiental.org.br)


Em relação à construção da UHE Tijuco Alto no rio Ribeira do Iguape, é preciso contabilizar os custos econômicos, sociais e ambientais da implementação e operação da obra. Isto significa dizer que

 

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3383909 Ano: 2007
Disciplina: Antropologia
Banca: FCC
Orgão: MPU
Instruções: Para responder à questão considere as informações a seguir

Licenciamento Ambiental da Usina Hidrelétrica (UHE) Tijuco Alto

Apesar de anos de resistência dos quilombolas, do apelo da comunidade científica, do movimento ambientalista e dos movimentos sociais da região do Vale do Ribeira (SP), o projeto ainda não foi abandonado e o processo de licenciamento continua.

A UHE Tijuco Alto está em processo inicial de licenciamento pelo IBAMA e, até agora, os estudos de impacto ambiental apresentados pela CBA se mostraram insuficientes. Estudos alternativos realizados por especialistas apontam para os grandes perigos envolvidos no projeto e não recomendam a sua execução.

Embora o IBAMA negue, vários cientistas afirmam que, por estarem situadas a jusante da barragem, as comunidades quilombolas serão diretamente afetadas pelo empreendimento, sobretudo devido aos seus efeitos negativos sobre o rio Ribeira do Iguape, do qual dependem para sua sobrevivência. O IBAMA sustenta que as comunidades não sofrerão impactos, porque estão na área de influência indireta da barragem (...)

Os impactos da obra

O rio Ribeira do Iguape é o último rio de médio porte do Estado de São Paulo livre de barragens. O pretendido aproveitamento hidrelétrico do rio implicará a construção de barragens e, consequentemente, a inundação de vastas áreas de mata atlântica, a destruição de importante patrimônio espeleológico e a expulsão de centenas de famílias quilombolas de suas terras, cujo direito constitucional de propriedade, depois de longos anos de luta, foi finalmente reconhecido. Dentre esses empreendimentos hidrelétricos está o da Usina Hidrelétrica de Tijuco Alto, apresentado pela Companhia Brasileira de Alumínio (CBA), do Grupo Votorantim (...).


(Trechos da Campanha Contra a Construção de Tijuco Alto - Águas para a vida, não para a morte! Fonte: http://www.socioambiental.org.br)


Campanhas contra a construção de barragens no Vale do Ribeira (SP) devem ser avaliadas pelo perito em Antropologia como
 

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3383908 Ano: 2007
Disciplina: Antropologia
Banca: FCC
Orgão: MPU
Instruções: Para responder à questão considere as informações a seguir

Licenciamento Ambiental da Usina Hidrelétrica (UHE) Tijuco Alto

Apesar de anos de resistência dos quilombolas, do apelo da comunidade científica, do movimento ambientalista e dos movimentos sociais da região do Vale do Ribeira (SP), o projeto ainda não foi abandonado e o processo de licenciamento continua.

A UHE Tijuco Alto está em processo inicial de licenciamento pelo IBAMA e, até agora, os estudos de impacto ambiental apresentados pela CBA se mostraram insuficientes. Estudos alternativos realizados por especialistas apontam para os grandes perigos envolvidos no projeto e não recomendam a sua execução.

Embora o IBAMA negue, vários cientistas afirmam que, por estarem situadas a jusante da barragem, as comunidades quilombolas serão diretamente afetadas pelo empreendimento, sobretudo devido aos seus efeitos negativos sobre o rio Ribeira do Iguape, do qual dependem para sua sobrevivência. O IBAMA sustenta que as comunidades não sofrerão impactos, porque estão na área de influência indireta da barragem (...)

Os impactos da obra

O rio Ribeira do Iguape é o último rio de médio porte do Estado de São Paulo livre de barragens. O pretendido aproveitamento hidrelétrico do rio implicará a construção de barragens e, consequentemente, a inundação de vastas áreas de mata atlântica, a destruição de importante patrimônio espeleológico e a expulsão de centenas de famílias quilombolas de suas terras, cujo direito constitucional de propriedade, depois de longos anos de luta, foi finalmente reconhecido. Dentre esses empreendimentos hidrelétricos está o da Usina Hidrelétrica de Tijuco Alto, apresentado pela Companhia Brasileira de Alumínio (CBA), do Grupo Votorantim (...).


(Trechos da Campanha Contra a Construção de Tijuco Alto - Águas para a vida, não para a morte! Fonte: http://www.socioambiental.org.br)


É notório a existência de conflitos de interesses entre o poder público do estado de São Paulo em sua política ambiental para a preservação ambiental do Vale do Ribeira e as populações regionais (entre elas, as populações quilombolas) que necessitam praticar uma agricultura de subsistência e o aproveitamento de outros recursos naturais para sua sobrevivência física e cultural. A efetivação do licenciamento ambiental de uma usina hidrelétrica em uma região de preservação nos coloca um paradoxo:

 

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