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Foram encontradas 30 questões.

1318820 Ano: 2019
Disciplina: Nutrição
Banca: PROMUN
Orgão: OSHCP HCP
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De acordo com pesquisa brasileira sobre consumo alimentar 2008-2009 (IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), verificou-se que determinada faixa etária apresentou menor consumo de alimentos lácteos. Marque a opção que contém este grupo:

 

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1312553 Ano: 2019
Disciplina: Nutrição
Banca: PROMUN
Orgão: OSHCP HCP
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Com relação a textura dos alimentos ofertados para a criança por faixa etária, correlacione as colunas 1 e 2 e assinale a opção correta:

Coluna 1

I. Alimentos amassados;

II. Alimentos cortados ou levemente amassados;

III. Alimentos cortados.

Coluna 2

( ) A partir de 07 meses de idade;

( ) A partir de 06 meses de idade;

( ) De 12 a 24 meses de idade;

( ) De 09 a 11 meses de idade.

A sequência correta, de cima para baixo, é:

 

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1308410 Ano: 2019
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: PROMUN
Orgão: OSHCP HCP
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De acordo com o Código de Ética do Nutricionista, no artigo 27, para aqueles que infringirem as disposições e preceitos do mesmo, serão aplicadas penalidades obedecendo a gradação fixada. Marque a opção abaixo que contém a gradação correta:

 

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Assinale a opção correta quanto às regras gramaticais de concordância nominal, regência verbal e colocação de pronomes átonos:

 

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A gestão financeira do Sistema Único de Saúde (SUS) é bastante complexa e envolve uma série de regras que devem ser seguidas por cada um dos Entes da Federação. Acerca do financiamento da saúde no Brasil, assinale a afirmativa correta:

 

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1288353 Ano: 2019
Disciplina: Nutrição
Banca: PROMUN
Orgão: OSHCP HCP
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Pedro Escudero estabeleceu as Leis da Alimentação e seus princípios. Marque a opção onde está registrado o princípio da Lei da Adequação:

 

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O texto servirá de base para as questão

No lugar do outro

ROSELY SAYÃO

Estamos vivendo uma crise intensa: a das relações humanas. Todos os dias testemunhamos ou protagonizamos, tanto na vida presencial quanto na virtual, comportamentos e atitudes que vão do ódio declarado ou sutil ao desdém em relação ao outro. As relações humanas, sempre tão complexas, exigem, no entanto, delicadeza, atenção e compromisso social. Tem sido difícil manter a saúde mental e a qualidade de vida no contexto atual.

Crianças e adolescentes já dão sinais claros de que têm aprendido muito com nossa dificuldade em conviver com as diferenças e de respeitá-las; de tentar colocar-se no lugar do outro para compreender suas posições e atitudes; de ter compaixão; de conflitar em vez de confrontar; de agir com doçura, por exemplo. Conseguir fazer isso é ter empatia com o outro.

Pais e professores têm reclamado de comportamentos provocativos, desrespeitosos, desafiadores e desobedientes dos mais novos. Entretanto, se pudéssemos nos dedicar por alguns momentos à auto-observação, constataríamos essas características também em nós, adultos.

(...)

Desenvolver a empatia é uma condição absolutamente necessária para ensiná-la aos mais novos. Aliás, eles podem tê-la mais facilmente do que nós.

Um pai me contou, comovido, que conversava com um amigo a respeito da situação de muitos refugiados de países em guerra e que comentou que não adiantava a busca por outro local, já que a crise de empregos era mundial. Seu filho, de sete anos, que estava por perto, perguntou de imediato: “Pai, se tivesse guerra aqui, você preferiria que eu morresse?”. Ele mudou de ideia.

Estacionar o carro em vaga de idosos, grávidas e portadores de deficiência é mais do que contravenção: é falta de empatia. Reclamar da lentidão dos velhos é mais do que desrespeito: é falta de empatia. Agredir ostensivamente o outro por suas posições é mais do que dificuldade em lidar com as diferenças: é falta de empatia. O mesmo modo, reclamar do comportamento dos mais novos é falta de empatia.

A empatia pode provocar uma grande mudança social, diz Roman Krznari, estudioso do tema. Vamos desenvolvê-la para ensiná-la?

Matéria publicada na Folha de São Paulo, 22 de Setembro de 2015.

Analise as afirmações acerca do texto, julgando-as verdadeiras (V) ou falsas (F):

( ) Segundo a autora, a falta de empatia é uma das causas da crise de relações humanas que vivemos hoje;

( ) Pelas características inerentes ao texto, pode-se afirmar que o gênero textual é o texto de divulgação científica;

( ) “Crianças e adolescentes já dão sinais claros de que têm aprendido muito com nossa dificuldade em conviver com as diferenças e de respeitá-las;” o pronome destacado está se referindo aos termos crianças e adolescentes;

( ) “Pais e professores têm reclamado de comportamentos provocativos, desrespeitosos, desafiadores e desobedientes dos mais novos.” Este trecho é um período simples.

A sequência correta de cima para baixo é:

 

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1287335 Ano: 2019
Disciplina: Legislação Específica das Agências Reguladoras
Banca: PROMUN
Orgão: OSHCP HCP
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Na aplicação da RDC 63 de 06/07/2000, são adotadas algumas condições específicas de Indicação e Prescrição. A respeito disto, assinale V (para verdadeiro) e F (para falso):

( ) O nutricionista é responsável pela prescrição médica da Terapia de Nutrição Enteral (TNE);

( ) O médico é responsável pela prescrição dietética da Nutrição Enteral (NE);

( ) O médico é responsável pela indicação da Terapia de Nutrição Enteral (TNE);

( ) A indicação da Terapia de Nutrição Enteral (TNE) deve ser precedida da avaliação nutricional do paciente que deve ser repetida, no máximo, a cada 10 dias.

A sequência correta, de cima para baixo, é:

 

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Marque a opção verdadeira quanto à Redação Oficial:

 

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O texto servirá de base para as questão

No lugar do outro

ROSELY SAYÃO

Estamos vivendo uma crise intensa: a das relações humanas. Todos os dias testemunhamos ou protagonizamos, tanto na vida presencial quanto na virtual, comportamentos e atitudes que vão do ódio declarado ou sutil ao desdém em relação ao outro. As relações humanas, sempre tão complexas, exigem, no entanto, delicadeza, atenção e compromisso social. Tem sido difícil manter a saúde mental e a qualidade de vida no contexto atual.

Crianças e adolescentes já dão sinais claros de que têm aprendido muito com nossa dificuldade em conviver com as diferenças e de respeitá-las; de tentar colocar-se no lugar do outro para compreender suas posições e atitudes; de ter compaixão; de conflitar em vez de confrontar; de agir com doçura, por exemplo. Conseguir fazer isso é ter empatia com o outro.

Pais e professores têm reclamado de comportamentos provocativos, desrespeitosos, desafiadores e desobedientes dos mais novos. Entretanto, se pudéssemos nos dedicar por alguns momentos à auto-observação, constataríamos essas características também em nós, adultos.(a)

(...)

Desenvolver a empatia é uma condição absolutamente necessária para ensiná-la aos mais novos. Aliás, eles podem tê-la mais facilmente do que nós.

Um pai me contou, comovido, que conversava com um amigo a respeito da situação de muitos refugiados de países em guerra e que comentou que não adiantava a busca por outro local, já que a crise de empregos era mundial.(d) Seu filho, de sete anos, que estava por perto, perguntou de imediato: “Pai, se tivesse guerra aqui, você preferiria que eu morresse?(c)”. Ele mudou de ideia.

Estacionar o carro em vaga de idosos, grávidas e portadores de deficiência é mais do que contravenção: é falta de empatia. Reclamar da lentidão dos velhos é mais do que desrespeito: é falta de empatia. Agredir ostensivamente o outro por suas posições é mais do que dificuldade em lidar com as diferenças(b): é falta de empatia. O mesmo modo, reclamar do comportamento dos mais novos é falta de empatia.

A empatia pode provocar uma grande mudança social, diz Roman Krznari, estudioso do tema. Vamos desenvolvê-la para ensiná-la?

Matéria publicada na Folha de São Paulo, 22 de Setembro de 2015.

Observe os aspectos gramaticais do texto e assinale a opção correta:

 

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