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Foram encontradas 250 questões.

583994 Ano: 2013
Disciplina: Medicina
Banca: COPS-UEL
Orgão: ParanaPrevidência
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As responsabilidades institucionais da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem estão definidas de acordo com as diretrizes emanadas do Pacto pela Saúde de 2006, respeitando-se a autonomia e as competências das três esferas de governo.
Sobre o que caberá ao município executar, assinale a alternativa correta.
 

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583993 Ano: 2013
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: COPS-UEL
Orgão: ParanaPrevidência
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Entre as tutelas constitucionais, previstas na Constituição Federal, encontra-se a liberdade de consciência e de crença, sendo ainda vedado aos entes estatais estabelecer cultos religiosos ou igrejas, subvencioná-los ou embaraçar-lhes o funcionamento, ou manter com eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança.

Com relação à atuação estatal no asseguramento desse direito, assinale a alternativa correta.

 

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583992 Ano: 2013
Disciplina: Conhecimentos Bancários
Banca: COPS-UEL
Orgão: ParanaPrevidência
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Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, as características do Banco Central do Brasil.
 

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583991 Ano: 2013
Disciplina: Administração Geral
Banca: COPS-UEL
Orgão: ParanaPrevidência
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Existem várias formas de se recrutar pessoas para vagas de trabalho, dentre elas o recrutamento interno, o recrutamento externo e o recrutamento misto.
Analisando essas modalidade de recrutamento, assinale a alternativa correta.
 

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583990 Ano: 2013
Disciplina: Administração Geral
Banca: COPS-UEL
Orgão: ParanaPrevidência
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Em uma empresa, o processo de planejamento engloba três níveis essenciais à gestão, que são os níveis
 

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583989 Ano: 2013
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: COPS-UEL
Orgão: ParanaPrevidência
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O “moral da empresa” (boas relações humanas) é resultante de quatro elementos fundamentais.
Sobre esses quatro elementos, considere as afirmativas a seguir.
I. A satisfação em limitar deliberadamente o seu esforço no trabalho.
II. A satisfação com o próprio trabalho.
III. A satisfação com o grupo de trabalho a que se pertence.
IV. A satisfação com a empresa de que se é assalariado.
Assinale a alternativa correta.
 

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Leia o texto, a seguir, e responda à questão.
No Brasil, as universidades estão entre as instituições públicas mais submetidas a avaliações externas de desempenho. Além de contrariar o princípio da autonomia, previsto no Art. 207 da Constituição Federal, tal excesso de cobrança também pode ser considerado anômalo por induzir desvios de função, em detrimento da geração de bens públicos que não podem ser adequadamente aferidos por meio de indicadores quantitativos.
Em contraste com as atividades produtivas agrícolas e industriais, ou nas áreas de segurança, saúde, transporte e energia, os “inputs” e “outputs” mais essenciais da “função de produção acadêmica” envolvem coisas intangíveis como pensamentos e ideias científicas, políticas ou artísticas.
Podem-se somar quantidades de diplomas concedidos ou de artigos publicados em revistas indexadas, mas não os conteúdos dos diplomados e das publicações. Além disso, atividades como as filosóficas e as científicas são caracterizadas por períodos de gestação longos e variáveis, incompatíveis com os objetivos imediatistas subjacentes à ação dos órgãos avaliadores.
Desde o início da peregrinação científica de Charles Darwin, no navio Beagle, até a publicação da “Origem das Espécies”, passaram-se 18 anos. Pelos critérios de avaliação vigentes hoje nas universidades brasileiras, esforços científicos de grande fôlego, como o de Darwin, estão completamente fora de cogitação.
Durante o tempo que levou para concluir a teoria da relatividade geral, Albert Einstein publicou alguns artigos em revistas científicas, mas não com intuitos “carreiristas” e sim porque precisava se comunicar com os colegas, para melhor conduzir suas investigações.
Outro bom exemplo é Sócrates, que não deixou nada escrito. Sua atividade consistia em pensar e formar ideias que expressava apenas oralmente, pois considerava que escrever era desperdício de tempo.
No entanto, através dos discípulos, suas ideias contribuíram para a formação de parte substancial do acervo cultural da humanidade.
Se vivesse hoje como professor da universidade pública brasileira, ele seria apenas mais um dos atirados na vala comum dos improdutivos, por causa de metodologias de avaliação insufladoras de um “produtivismo” que, no longo prazo, tende a levar a resultados piores do que os que naturalmente ocorreriam se elas nunca tivessem existido.
Em consequência do excesso de avaliações e cobranças de produtividade, presencia-se hoje nas universidades públicas brasileiras um ambiente extremamente competitivo, estressante e direcionado para a produção de bens de mercado.
Tirando o que é gasto na elaboração de projetos, produção em massa de artigos, preenchimento de relatórios, atualização de currículos, participações cada vez mais frequentes em bancas, reuniões etc., sobra pouco tempo para pensar e outras finalidades importantes, como aperfeiçoar metodologias de ensino ou enriquecer conteúdos disciplinares.
Quando o “produtivismo” impera na academia, aulas, conferências e palestras brilhantes ou qualquer outro tipo de comunicação fora dos meios reconhecidos não contam, por mais que sirvam para solucionar problemas, enriquecer espíritos ou abrir novos caminhos de pensamento.
Esse é o cenário de uma universidade heterônoma, que está sendo conduzida por interesses consorciados de empresas que demandam serviços tecnológicos, famílias que almejam mais oportunidades de acesso a vagas gratuitas no Ensino Superior, “oligarquias científicas” que legitimam seus privilégios impondo sistemas de avaliação ad hoc e governantes mais comprometidos com o projeto de poder de seus partidos do que com o futuro na nação.
(SILVA, J. M. A. A quem as universidades estão servindo? Folha de S. Paulo. 6 out. 2012, p. A3.)
Os pares, a seguir, são compostos por elementos que, segundo o autor, se contrapõem quanto à possibilidade e adequação de quantificação.
I. “diplomas concedidos” e “geração de bens públicos”.
II. “participações cada vez mais frequentes em bancas” e “pensamentos e ideias científicas, políticas ou artísticas”.
III. “atividades produtivas agrícolas e industriais” e “artigos publicados em revistas indexadas”.
IV. “coisas intangíveis” e “conteúdos dos diplomados e das publicações”.
Assinale a alternativa correta.
 

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583987 Ano: 2013
Disciplina: Direito do Trabalho
Banca: COPS-UEL
Orgão: ParanaPrevidência
O trabalho noturno é proibido aos menores de
 

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Leia o texto, a seguir, e responda à questão.
No Brasil, as universidades estão entre as instituições públicas mais submetidas a avaliações externas de desempenho. Além de contrariar o princípio da autonomia, previsto no Art. 207 da Constituição Federal, tal excesso de cobrança também pode ser considerado anômalo por induzir desvios de função, em detrimento da geração de bens públicos que não podem ser adequadamente aferidos por meio de indicadores quantitativos.
Em contraste com as atividades produtivas agrícolas e industriais, ou nas áreas de segurança, saúde, transporte e energia, os “inputs” e “outputs” mais essenciais da “função de produção acadêmica” envolvem coisas intangíveis como pensamentos e ideias científicas, políticas ou artísticas.
Podem-se somar quantidades de diplomas concedidos ou de artigos publicados em revistas indexadas, mas não os conteúdos dos diplomados e das publicações. Além disso, atividades como as filosóficas e as científicas são caracterizadas por períodos de gestação longos e variáveis, incompatíveis com os objetivos imediatistas subjacentes à ação dos órgãos avaliadores.
Desde o início da peregrinação científica de Charles Darwin, no navio Beagle, até a publicação da “Origem das Espécies”, passaram-se 18 anos. Pelos critérios de avaliação vigentes hoje nas universidades brasileiras, esforços científicos de grande fôlego, como o de Darwin, estão completamente fora de cogitação.
Durante o tempo que levou para concluir a teoria da relatividade geral, Albert Einstein publicou alguns artigos em revistas científicas, mas não com intuitos “carreiristas” e sim porque precisava se comunicar com os colegas, para melhor conduzir suas investigações.
Outro bom exemplo é Sócrates, que não deixou nada escrito. Sua atividade consistia em pensar e formar ideias que expressava apenas oralmente, pois considerava que escrever era desperdício de tempo.
No entanto, através dos discípulos, suas ideias contribuíram para a formação de parte substancial do acervo cultural da humanidade.
Se vivesse hoje como professor da universidade pública brasileira, ele seria apenas mais um dos atirados na vala comum dos improdutivos, por causa de metodologias de avaliação insufladoras de um “produtivismo” que, no longo prazo, tende a levar a resultados piores do que os que naturalmente ocorreriam se elas nunca tivessem existido.
Em consequência do excesso de avaliações e cobranças de produtividade, presencia-se hoje nas universidades públicas brasileiras um ambiente extremamente competitivo, estressante e direcionado para a produção de bens de mercado.
Tirando o que é gasto na elaboração de projetos, produção em massa de artigos, preenchimento de relatórios, atualização de currículos, participações cada vez mais frequentes em bancas, reuniões etc., sobra pouco tempo para pensar e outras finalidades importantes, como aperfeiçoar metodologias de ensino ou enriquecer conteúdos disciplinares.
Quando o “produtivismo” impera na academia, aulas, conferências e palestras brilhantes ou qualquer outro tipo de comunicação fora dos meios reconhecidos não contam, por mais que sirvam para solucionar problemas, enriquecer espíritos ou abrir novos caminhos de pensamento.
Esse é o cenário de uma universidade heterônoma, que está sendo conduzida por interesses consorciados de empresas que demandam serviços tecnológicos, famílias que almejam mais oportunidades de acesso a vagas gratuitas no Ensino Superior, “oligarquias científicas” que legitimam seus privilégios impondo sistemas de avaliação ad hoc e governantes mais comprometidos com o projeto de poder de seus partidos do que com o futuro na nação.
(SILVA, J. M. A. A quem as universidades estão servindo? Folha de S. Paulo. 6 out. 2012, p. A3.)
A expressão “por mais que”, presente no penúltimo parágrafo, pode ser substituída, sem prejuízo do sentido original, por
 

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O Estatuto do Idoso (EI) foi instituído com a finalidade de “regular os direitos assegurados às pessoas com idade igual ou superior a 60 anos”.
Com base nesse princípio, dispõe o Art. 3º do EI, em seu parágrafo único, que
 

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