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Uma variável aleatória X, com distribuição binomial de parâmetros (p,N), é dita ter distribuição composta se N
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Considere a matriz P de transição, em uma etapa de uma Cadeia de Markov, com espaço de estados E = {1,2,3,4,5,6,7,8}, apresentada abaixo.
P = !$ \begin{bmatrix} 0,4 & 0,3 & 0,3 & 0 & 0 & 0 & 0 & 0 \\ 0 & 0,6 & 0,4 & 0 & 0 & 0 & 0 & 0 \\ 0,5 & 0,5 & 0 & 0 & 0 & 0 & 0 & 0 \\ 0 & 0 & 0 & 0 & 1 & 0 & 0 & 0 \\ 0 & 0 & 0 & 0,8 & 0,2 & 0 & 0 & 0 \\ 0 & 0 & 0 & 0 & 0 & 0,4 & 0,6 & 0 \\ 0,4 & 0,4 & 0 & 0 & 0 & 0 & 0 & 0,2 \\ 0,1 & 0 & 0,3 & 0 & 0 & 0,6 & 0 & 0 \end{bmatrix} !$
Nesta Cadeia, três classes de estados estão definidas, quais sejam:
!$ \text{A} = \{ 1,2,3 \} \quad\quad \text{B} = \{ 4,5 \} \quad\quad \text{C} = \{ 6, 7, 8 \} !$
Sendo assim, pode-se afirmar que
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Seja !$ \{ \text{X}_\text{n} \ ; \text{n} \in \mathbb{N} \} !$ uma Cadeia de Markov com espaço de estados !$ \text{E} = \{ 1,2,3,\cdots,\text{h} \} !$.
A matriz de transição em uma etapa da Cadeia, ou seja !$ \text{P} = [\text{P}_{\text{i,j}}] !$, é uma matriz estocástica se e somente se
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Utilizando o processo Forward Selection, a melhor regressão foi obtida tendo como variáveis explicativas X1 e X2, com as variáveis entrando nessa ordem. Os resultados obtidos são apresentados a seguir.
A tabela ANOVA para o modelo Y = !$ \beta !$0 + !$ \beta !$1X1 + !$ \epsilon !$ é:
ANOVA - Modelo Y = !$ \beta !$0 + !$ \beta !$1X1 + !$ \epsilon !$
|
Fonte de variação |
Graus de liberdade |
Soma dos quadrados |
Média dos quadrados |
F |
Fsig |
|
Devido à regressão Devido aos resíduos Total |
1 18 19 |
86 77 163 |
86 4,3 |
20,10 |
0,0003 |
A tabela ANOVA para o modelo Y = !$ \beta !$0 + !$ \beta !$1X1 + !$ \beta !$2X2 + !$ \epsilon !$ é:
ANOVA - Modelo Y = !$ \beta !$0 + !$ \beta !$1X1 + !$ \beta !$2X2 + !$ \epsilon !$
|
Fonte de variação |
Graus de liberdade |
Soma dos quadrados |
Média dos quadrados |
F |
Fsig |
|
Devido à regressão Devido aos resíduos Total |
2 17 19 |
95 68 163 |
47,5 4,0 |
11,88 |
0,0006 |
Com base nesses resultados, qual a decisão sobre H0 : !$ \beta !$2 = 0 versus H1 : !$ \beta !$2 !$ \ne !$ 0, utilizando nível de 5% de significância?
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Um concurso para um cargo público aprovou 10 candidatos. Após um período de estágio probatório de dois anos, os aprovados foram submetidos a um novo exame. A tabela a seguir mostra os resultados do concurso público e os escores do exame realizado depois do estágio probatório.
|
Funcionário |
A | B | C | D | E | F | G | H | I | J |
|
Nota do concurso público Nota depois do estágio probatório |
68 59 |
59 52 |
80 83 |
66 72 |
75 61 |
65 75 |
81 82 |
85 69 |
67 75 |
54 72 |
Utilizou-se a Prova de Wilcoxon para testar:
!$ \begin{cases} \text{H}_0 : \text{Não existe diferença entre as notas} \\ \text{H}_1 : \text{Existe diferença entre as notas} \\ \end{cases} !$
Nos níveis de significância de 5% e 10%, pode-se fazer alguma afirmação sobre a hipótese nula?
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Os dados a seguir são provenientes de uma análise preliminar de 500 pacientes inscritos no Programa de Tratamento de Obesidade, em um grande hospital do Rio de Janeiro. Considere as duas variáveis: sexo do paciente e grau de obesidade (0 = baixo, 1= médio e 2= alto).
| Sexo |
Grau de obesidade | Total |
||
| 0 | 1 | 2 | ||
| Masculino Feminino |
50 80 |
100 100 |
50 120 |
200 300 |
| Total |
130 | 200 | 140 | 500 |
Deseja-se testar, usando o teste qui-quadrado, se existe dependência entre as variáveis sexo e grau de obesidade.
!$ \begin{cases} \text{H}_0 : \text{o grau de obesidade independe do sexo.} \\ \text{H}_1 : \text{o grau de obesidade depende do sexo.} \end{cases} !$
Utilizando os níveis de significância de 1%, 5% e 10%, a decisão sobre a hipótese nula é
| !$ \alpha !$ = 1% | !$ \alpha !$ = 5% | !$ \alpha !$ = 10% |
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Os dados a seguir são provenientes de uma análise preliminar de 500 pacientes inscritos no Programa de Tratamento de Obesidade, em um grande hospital do Rio de Janeiro. Considere as duas variáveis: sexo do paciente e grau de obesidade (0 = baixo, 1= médio e 2= alto).
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Sexo |
Grau de obesidade |
Total |
||
| 0 | 1 | 2 | ||
|
Masculino Feminino |
50 80 |
100 100 |
50 120 |
200 300 |
|
Total |
130 | 200 | 140 | 500 |
Deseja-se testar, usando o teste qui-quadrado, se existe dependência entre as variáveis sexo e grau de obesidade.
!$ \begin{cases} \text{H}_0 : \text{o grau de obesidade independe do sexo.} \\ \text{H}_1 : \text{o grau de obesidade depende do sexo.} \end{cases} !$
O valor observado da estatística qui-quadrado, aproximadamente, é
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Dois analistas de mercado foram solicitados a classificar 9 produtos financeiros, de acordo com o perfil do investimento. A classificação foi baseada em uma escala de 1 a 9, sendo 1 atribuído ao investimento considerado mais conservador e 9, atribuído ao investimento de maior risco, ou seja, o menos conservador.
| Produto |
Analista 1 | Analista 2 |
| A |
5 |
9 |
Com base no Coeficiente de Correlação de Spearman, deseja-se testar se existe independência entre os critérios de classificação dos analistas, contra a hipótese de que são positivamente correlacionados.
Nos níveis de 1%, 5% e 10% de significância, a decisão sobre H0 é
| !$ \alpha !$ = 1% | !$ \alpha !$ = 5% | !$ \alpha !$ = 10% |
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Aplica-se o Teste Bilateral de Wilcoxon-Mann-Whitney para testar, com base em duas amostras aleatórias independentes, a hipótese de que as duas populações tenham a mesma distribuição. Seleciona-se uma amostra, de tamanho 18, da primeira população, e uma amostra, de tamanho 21, da segunda. Nos dados observados não ocorrem escores empatados. O valor da estatística de teste é U = 299,05. Desse modo, é possível estabelecer alguma conclusão, para um nível de significância de 1%?
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Um técnico precisa definir o tamanho da amostra que será utilizada em um plano de amostragem aleatória simples, sem reposição, visando à estimação da média de uma característica X da população. Como a população é finita, ele decide utilizar para a variância da distribuição amostral da média o Fator de Correção para Populações Finitas, definido como !$ \dfrac {\text{N} - \text{n}} {\text{N} - 1} !$, sendo N o tamanho da população e n o tamanho da amostra.
Com base na variância populacional !$ \sigma !$2 conhecida, de modo a obter uma probabilidade (1!$ -\alpha !$) de que o erro amostral não ultrapasse !$ \epsilon !$, para mais ou para menos, a expressão do tamanho da amostra n, considerando z a abscissa da distribuição normal padrão, é
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