Magna Concursos

Foram encontradas 80 questões.

2368255 Ano: 2005
Disciplina: História
Banca: UFMT
Orgão: PJC-MT

Leia o texto da historiadora Regina Beatriz Guimarães Neto que contempla a colonização da região Centro-Oeste, no contexto da década de 70 do século XX.

“Esses projetos de colonização passaram a ser um instrumento de poder do Estado para direcionar o deslocamento, sobretudo de pequenos proprietários, do Sul para o Norte. Para a ditadura militar, era prioritário controlar os movimentos sociais no campo. A “questão da terra” era um problema de segurança nacional. Por isso, as empresas de colonização se beneficiaram dos incentivos financeiros do Estado, através da Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) e da Superintendência de Desenvolvimento Sustentável do Centro-Oeste (Sudeco) e outros programas ou projetos governamentais…”

(Revista Nossa História, Ano 2, nº 19, pp 34-38)

Sobre a colonização do estado de Mato Grosso àquela época, assinale a afirmativa INCORRETA.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2368214 Ano: 2005
Disciplina: Português
Banca: UFMT
Orgão: PJC-MT
Texto I
Medo da cidade
Hoje não existem grandes utopias. Alternativas para o que é percebido como problema das cidades são imaginadas, como a adoção de soluções particulares e a criação de espaços que negam o que é a essência do urbano moderno: abertura, liberdade, heterogeneidade, imprevisibilidade, anonimato. Privatização virou uma palavra mágica, remédio para todos os males, caminho para a modernidade numa era em que já não se acredita em progresso ou no desenvolvimento induzido pelo Estado.
O receituário neoliberal manda privatizar, livrar-se do Estado, adotar soluções particulares e fragmentadas. Esse receituário, aplicado à segurança e ao espaço urbano, agrava tendências para as quais pretende ser solução, como a violência. Privatização, enclausuramento e isolamento, além de não poderem resolver o problema da segurança, fazem o medo circular e alimentam o ciclo de violência. De fato, eles reproduzem o medo da cidade sem poder criar um espaço sem medo. A noção do público como resíduo, como o que sobra do lado de fora dos muros, como aquilo que é para os que não têm meios de se defender por si próprios, além de não-democrática, não pode conduzir a uma solução para o problema da violência.
Segurança é uma questão pública e coletiva, não privada. Porque a violência tem a ver com o estranho, o imprevisível, o desconhecido, pensa-se que possa ser controlada através de fortificações e cercamentos. Mas segurança tem a ver com a ordem pública, não com a ordem privada intramuros. A multiplicação de seguranças privadas e de todos os esforços de enclausuramento e blindagem minam a autoridade pública, a única capaz de manter a ordem e a segurança coletivas. Além disso, tornam mais explícita a desigualdade social.
(CALDEIRA, T. Disponível em: http://p.php.uol.com.br/tropico/html/textos/330,1.shl. Acesso em 02/09/2005.)
Assinale uma das teses defendidas pela autora.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2368213 Ano: 2005
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UFMT
Orgão: PJC-MT
Provas:
Atos discricionários são os que a Administração pode praticar com liberdade de escolha de seu conteúdo, de seu destinatário, de sua conveniência, de sua oportunidade e do modo de sua realização. Sobre a competência discricionária, a faculdade discricionária e o poder discricionário da Administração, assinale a afirmativa correta.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2368204 Ano: 2005
Disciplina: Direito Processual Penal
Banca: UFMT
Orgão: PJC-MT
Provas:

Em matéria de reconhecimento de pessoas e coisas, assinale a afirmativa INCORRETA.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2368126 Ano: 2005
Disciplina: Português
Banca: UFMT
Orgão: PJC-MT
Texto I
Medo da cidade
Hoje não existem grandes utopias. Alternativas para o que é percebido como problema das cidades são imaginadas, como a adoção de soluções particulares e a criação de espaços que negam o que é a essência do urbano moderno: abertura, liberdade, heterogeneidade, imprevisibilidade, anonimato. Privatização virou uma palavra mágica, remédio para todos os males, caminho para a modernidade numa era em que já não se acredita em progresso ou no desenvolvimento induzido pelo Estado.
O receituário neoliberal manda privatizar, livrar-se do Estado, adotar soluções particulares e fragmentadas. Esse receituário, aplicado à segurança e ao espaço urbano, agrava tendências para as quais pretende ser solução, como a violência. Privatização, enclausuramento e isolamento, além de não poderem resolver o problema da segurança, fazem o medo circular e alimentam o ciclo de violência. De fato, eles reproduzem o medo da cidade sem poder criar um espaço sem medo. A noção do público como resíduo, como o que sobra do lado de fora dos muros, como aquilo que é para os que não têm meios de se defender por si próprios, além de não-democrática, não pode conduzir a uma solução para o problema da violência.
Segurança é uma questão pública e coletiva, não privada. Porque a violência tem a ver com o estranho, o imprevisível, o desconhecido, pensa-se que possa ser controlada através de fortificações e cercamentos. Mas segurança tem a ver com a ordem pública, não com a ordem privada intramuros. A multiplicação de seguranças privadas e de todos os esforços de enclausuramento e blindagem minam a autoridade pública, a única capaz de manter a ordem e a segurança coletivas. Além disso, tornam mais explícita a desigualdade social.
(CALDEIRA, T. Disponível em: http://p.php.uol.com.br/tropico/html/textos/330,1.shl. Acesso em 02/09/2005.)
As palavras do primeiro parágrafo: utopias, heterogeneidade e males poderiam ser substituídas, sem prejuízo de sentido, respectivamente, por
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2368114 Ano: 2005
Disciplina: Direito Penal
Banca: UFMT
Orgão: PJC-MT
Provas:
Sobre erro de proibição, assinale a afirmativa correta.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2368096 Ano: 2005
Disciplina: Segurança Pública
Banca: UFMT
Orgão: PJC-MT
Provas:
Nos termos da Lei Complementar Estadual n.º 155, de 14 de janeiro de 2004, é função institucional da Polícia Judiciária Civil:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2368076 Ano: 2005
Disciplina: Português
Banca: UFMT
Orgão: PJC-MT
Texto I
Medo da cidade
Hoje não existem grandes utopias. Alternativas para o que é percebido como problema das cidades são imaginadas, como a adoção de soluções particulares e a criação de espaços que negam o que é a essência do urbano moderno: abertura, liberdade, heterogeneidade, imprevisibilidade, anonimato. Privatização virou uma palavra mágica, remédio para todos os males, caminho para a modernidade numa era em que já não se acredita em progresso ou no desenvolvimento induzido pelo Estado.
O receituário neoliberal manda privatizar, livrar-se do Estado, adotar soluções particulares e fragmentadas. Esse receituário, aplicado à segurança e ao espaço urbano, agrava tendências para as quais pretende ser solução, como a violência. Privatização, enclausuramento e isolamento, além de não poderem resolver o problema da segurança, fazem o medo circular e alimentam o ciclo de violência. De fato, eles reproduzem o medo da cidade sem poder criar um espaço sem medo. A noção do público como resíduo, como o que sobra do lado de fora dos muros, como aquilo que é para os que não têm meios de se defender por si próprios, além de não-democrática, não pode conduzir a uma solução para o problema da violência.
Segurança é uma questão pública e coletiva, não privada. Porque a violência tem a ver com o estranho, o imprevisível, o desconhecido, pensa-se que possa ser controlada através de fortificações e cercamentos. Mas segurança tem a ver com a ordem pública, não com a ordem privada intramuros. A multiplicação de seguranças privadas e de todos os esforços de enclausuramento e blindagem minam a autoridade pública, a única capaz de manter a ordem e a segurança coletivas. Além disso, tornam mais explícita a desigualdade social.
(CALDEIRA, T. Disponível em: http://p.php.uol.com.br/tropico/html/textos/330,1.shl. Acesso em 02/09/2005.)
Assinale o fragmento em que a vírgula NÃO tem como função separar elementos de mesmo valor sintático.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2368053 Ano: 2005
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: UFMT
Orgão: PJC-MT
Provas:

A Emenda Constitucional n.º 45, de 8 de dezembro de 2004, inovou o ordenamento constitucional ao estabelecer

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2368043 Ano: 2005
Disciplina: Direito Penal
Banca: UFMT
Orgão: PJC-MT
Provas:
Um filho com dezenove anos de idade comete crime de furto simples contra patrimônio de seu pai, com idade de sessenta e um anos. Nessas condições, assinale a afirmativa correta.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas