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Foram encontradas 120 questões.

2399671 Ano: 2010
Disciplina: Geografia
Banca: FUNCAB
Orgão: PM-GO
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A terra é o meio de produção fundamental na economia rural. A concentração da propriedade da terra é um dos traços marcantes da economia rural brasileira e, em Goiás, esse processo foi muito acentuado a partir dos anos 1970 quando a soja e o arroz tornaram-se responsáveis pelo desenvolvimento agrícola do estado. Uma consequência desse processo de utilização da terra foi:

 

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2399620 Ano: 2010
Disciplina: Direito Penal
Banca: FUNCAB
Orgão: PM-GO
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Com relação às regras previstas na Lei n.º 10.826/2003, conhecida como Lei de Armas, é correto afirmar que:
 

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2399569 Ano: 2010
Disciplina: Geografia
Banca: FUNCAB
Orgão: PM-GO
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Conciliar a expansão da agroindústria e da pecuária com a preservação do cerrado, uma das regiões mais ricas do mundo em biodiversidade, é um dos principais desafios de Goiás. O estado convive com graves danos ambientais provocados pela ocupação predatória do território como:

 

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2399448 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: PM-GO
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Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.
Os 300 de Beltrame
Eles têm a energia típica dos iniciantes, boa formação escolar e vontade de mudar tudo isso que está aí. Muitos falam outros idiomas, moram na Zona Sul da cidade e já tiveram, em maior ou menor grau, experiência internacional. George Eisenstein, 25 anos e nome de cineasta russo, estudou comércio exterior no Canadá. Carla Batista, 27 anos, formou-se em turismo, fala inglês e um pouco de alemão. Bruno Drummond Andrade, 24 anos, cursa o 8º período de pedagogia na Uerj, é fluente em espanhol e se orgulha de ser parente distante do poeta Carlos Drummond de Andrade. Com tais credenciais, essa turma poderia arriscar uma gama variada de carreiras profissionais. Para surpresa de parentes e amigos, no entanto, o trio contrariou todas as expectativas e escolheu ser... policial militar. Isso mesmo. Desde junho, George, Carla, Bruno e outros 300 recrutas estão enfurnados em Sulacap, longínquo subúrbio do Rio, onde enfrentam um treinamento rigoroso para sair dali soldados da PM. O novo pelotão, com formatura marcada para o dia 16 de dezembro, carrega uma enorme responsabilidade: eles são a grande aposta do secretário estadual de Segurança Pública do Rio, José Mariano Beltrame, para promover uma metamorfose vital na atuação e na imagem da corporação fluminense. Em alguns círculos, já são chamados de “os 300 de Beltrame”, uma referência ao filme 300, cujo enredo conta a luta dos guerreiros de Esparta contra o poderoso exército do rei persa Xerxes (interpretado na obra pelo ator carioca Rodrigo Santoro).
A preparação desses recrutas não se compara à de um cidadão de Esparta, mas é espinhosa o suficiente para os padrões atuais. De segunda a sexta, eles se submetem a nove horas diárias de aulas. (...)
Em teoria, os novos soldados terão passado pelo mais exaustivo e completo treinamento na história da PM. Mas como mudar toda a cultura da corporação, fazendo com que estes sejam o modelo para o restante da tropa, e não o contrário? (...)
Missão das mais difíceis, a mudança de mentalidade de uma corporação policial não só é possível como já foi realizada antes. Na década de 90, Nova York deixou de ser uma das cidades mais violentas do mundo para ostentar índices invejáveis de criminalidade, graças aos esforços do prefeito Rudolph Giuliani, que implantou o programa Tolerância Zero.(...)
Toda grande mudança tem um começo. Mesmo quando ninguém acredita, quando a situação parece fora de controle, um grupo de pessoas resolutas pode fazer diferença. Na turma de novos recrutas, vontade e determinação parecem não faltar. “Busquei o desafio”, conta Fernando Henrique Peixoto Alves, 25 anos, morador de Botafogo, ao explicar sua opção. Formado em educação física, ele foi professor em colégios da Zona Sul, como o Sion e o Imaculada Conceição, e poderia ter seguido normalmente sua carreira, mas quis alterar o destino dramaticamente. O mesmo sentido de missão permeia boa parte dos formandos. “Não posso só ficar esperando a Segurança Pública fazer algo por mim. Eu vou fazer a minha parte”, diz George Einsenstein, um dos alunos do início desta reportagem. “Estou realizando meu grande sonho”, vibra Carla Batista, solteira, porque o namorado não aceitava sua escolha. Obcecados em fazer história, “os 300 de Beltrame” começaram a sacrificar a vida pessoal em busca de um ideal. Mas daqui por diante tudo ficará mais difícil e as cobranças vão aumentar. Afinal, esses novatos carregarão um fardo e tanto: ser o embrião de uma Polícia Militar honrada, que inspire e orgulhe o cidadão carioca. Vão conseguir? Quantos ficarão pelo caminho? O Rio, de dedos cruzados, torce por eles.
Sofia Cerqueira, in Veja Rio, 25 /11/ 2009
Assinale a opção que poderia substituir o elemento de coesão, grifado abaixo, sem alterar o sentido da frase.
“Para surpresa de parentes e amigos, no entanto, o trio contrariou todas as expectativas...”
 

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2399255 Ano: 2010
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNCAB
Orgão: PM-GO
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No que concerne à organização do Estado, é correto afirmar que:

 

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2399250 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: PM-GO
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Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.
CINEMA – O Filme 300, que conta com a participação do ator Rodrigo Santoro, é um grande sucesso de bilheteria e está há seis semanas nos rankings dos filmes mais vistos no Brasil e no exterior. O filme conta a história de uma batalha entre Persas e Espartanos, onde os Espartanos lutam apenas com 300 soldados e os Persas com um número bem superior.
Para você que gosta de um bom filme não deixe de assistir 300.
(Correio de Icaraí, abril de 2007)
No período que encerra o texto, predomina uma função da linguagem. Aponte-a.
 

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2399060 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: PM-GO
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Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.
O LÍDER POLÍTICO IDEAL
O líder político ideal deve reunir algumas características que o distingam verdadeiramente como homem político em posição de poder.
Em primeiro lugar, deverá exercer liderança. Ou seja, que tenha a capacidade de liderar, que tenha em essência o espírito de chefia. Essa liderança não se aprende nos livros, mas deve ser conquistada ao longo de anos, a partir de uma trajetória de realizações, marcada pela retidão moral, coisa que a cultura política acostumou-se a chamar de ética.
Além da capacidade para exercer liderança, o líder precisa conhecer um mínimo de administração, ainda que tenha colhido bons resultados como síndico do prédio em que mora ou da pequena empresa que dirige e que, pela capacidade de administrar conflitos e driblar dificuldades, resiste a um bom número de anos.
A liderança pode ser algo que obteve durante bom período de tempo ao lado de pessoas que comandou e das quais conquistou popularidade, confiança e respeito pelo bom exemplo que sempre deu. Coisas como garra no trabalho, lealdade, espírito de equipe, o constante desejo de crescer, a partir de metas para obter resultados cada vez mais positivos.
O líder não precisa ser culto, mas deverá ser sábio e mirar-se sempre em exemplos de homens vencedores. Deve ser popular, sem se deixar cair para o populismo, que é a vistosa máscara da demagogia. Para isso, deverá não se deixar trair pela vaidade excessiva nem acreditar em tudo o que ouve, principalmente quando parte dos bajuladores que costumam estar à volta, como a mosca azul que insiste em rondar o banquete para tirar vantagem da porção que apodreceu.
O líder, se não puder calçar os chinelos simples da humildade, que pelo menos faça do comedimento uma regra de viver. Que paute suas palavras sempre pelo que considera como verdade, mas que não se esqueça que cada um tem a verdade que sua janela apresenta. Que se lembre sempre de que o público que o elegeu líder, por mais simples, não é bobo e dificilmente se deixará enganar mais de uma vez.
Que jamais fale em público aquilo que poderá trazer-lhe desconforto na intimidade. Que busque ter gosto pela cultura, por um ambiente sadio que, por extensão, possa ser o espírito que poderá nortear ações que resultem no bem estar da comunidade. Esse desejo equivale a renunciar a considerável porção do egoísmo que em geral mina o espírito humano e conduz à insanidade do proveito pessoal sobre o bem público.
O líder deve ser um leitor crítico do mundo, a partir da realidade que o rodeia. Deverá ser um perspicaz observador, daqueles que capta desde as coisas simples do cotidiano aos detalhes e pontos obscuros dos grandes empreendimentos. Precisa criar o hábito de ler bons livros, pois eles sempre contêm algo que lhe poderá ser útil na carreira de homem público e na vida como um todo.
Esse homem talhado para liderar deve desconhecer o medo. Somente assim será capaz de ousar, pois é a ousadia o principal impulso que leva a realizações. E são as realizações que marcarão a passagem e moldarão o nome e a imagem de líder. Por isso, o líder, em vez de escolher as obras físicas grandiosas, superficiais e ocas de significado prático, deverá dar preferência por aquelas que lhe moldem a lembrança por séculos, se for preciso, pelo alcance dos benefícios que elas causem ao maior número possível de pessoas.
O líder deve ser o homem político em pleno sentido. Que isso signifique, na vida prática, ter serenidade sempre, por maior a tormenta, jamais renunciar ao equilíbrio, medir-se pela sensatez, pela justiça e retidão. O homem de liderança deve levar uma vida tão natural que jamais tenha do que reclamar ou arrepender-se se for colhido por alguma câmera escondida ou a chamada “câmera indiscreta”. Significa pensar que a elevação de caráter deve ser algo intrínseco, inegociável, da qual jamais se esconde ou foge.
Claro que o líder, como gente de carne e osso, tem o direito de ser humano e, quando for o caso, indignar-se, esbravejar, protestar, questionar, sem jamais esquecer a medida da sensatez e do equilíbrio.O líder tem sim o direito de errar, mas que na sua contabilidade de vida, esses pequenos borrões sejam cobertos pelo amplo espectro da obra que realizou.
Pena que essa figura esteja desaparecendo cada vez mais da arena real para um velho quadro, escondido atrás de um armário de um cômodo que abriga coisas esquecidas.
(LISBOA, Antônio. Diário da Manhã, Goiânia, 19/03/10.)
Segundo o autor, “o líder político ideal deve reunir algumas características que o distingam verdadeiramente como homem político em posição de poder” (1º parágrafo). Na verdade, fazendo-se uma leitura mais abrangente, é possível concluir que as características relacionadas no texto podem ser idealmente atribuídas a outras formas de liderança, como a liderança militar, a liderança religiosa, a liderança empresarial, etc. Das características do líder ideal abaixo relacionadas, NÃO está de acordo com o texto a seguinte:
 

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2398883 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: PM-GO
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Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.
O LÍDER POLÍTICO IDEAL
O líder político ideal deve reunir algumas características que o distingam verdadeiramente como homem político em posição de poder.
Em primeiro lugar, deverá exercer liderança. Ou seja, que tenha a capacidade de liderar, que tenha em essência o espírito de chefia. Essa liderança não se aprende nos livros, mas deve ser conquistada ao longo de anos, a partir de uma trajetória de realizações, marcada pela retidão moral, coisa que a cultura política acostumou-se a chamar de ética.
Além da capacidade para exercer liderança, o líder precisa conhecer um mínimo de administração, ainda que tenha colhido bons resultados como síndico do prédio em que mora ou da pequena empresa que dirige e que, pela capacidade de administrar conflitos e driblar dificuldades, resiste a um bom número de anos.
A liderança pode ser algo que obteve durante bom período de tempo ao lado de pessoas que comandou e das quais conquistou popularidade, confiança e respeito pelo bom exemplo que sempre deu. Coisas como garra no trabalho, lealdade, espírito de equipe, o constante desejo de crescer, a partir de metas para obter resultados cada vez mais positivos.
O líder não precisa ser culto, mas deverá ser sábio e mirar-se sempre em exemplos de homens vencedores. Deve ser popular, sem se deixar cair para o populismo, que é a vistosa máscara da demagogia. Para isso, deverá não se deixar trair pela vaidade excessiva nem acreditar em tudo o que ouve, principalmente quando parte dos bajuladores que costumam estar à volta, como a mosca azul que insiste em rondar o banquete para tirar vantagem da porção que apodreceu.
O líder, se não puder calçar os chinelos simples da humildade, que pelo menos faça do comedimento uma regra de viver. Que paute suas palavras sempre pelo que considera como verdade, mas que não se esqueça que cada um tem a verdade que sua janela apresenta. Que se lembre sempre de que o público que o elegeu líder, por mais simples, não é bobo e dificilmente se deixará enganar mais de uma vez.
Que jamais fale em público aquilo que poderá trazer-lhe desconforto na intimidade. Que busque ter gosto pela cultura, por um ambiente sadio que, por extensão, possa ser o espírito que poderá nortear ações que resultem no bem estar da comunidade. Esse desejo equivale a renunciar a considerável porção do egoísmo que em geral mina o espírito humano e conduz à insanidade do proveito pessoal sobre o bem público.
O líder deve ser um leitor crítico do mundo, a partir da realidade que o rodeia. Deverá ser um perspicaz observador, daqueles que capta desde as coisas simples do cotidiano aos detalhes e pontos obscuros dos grandes empreendimentos. Precisa criar o hábito de ler bons livros, pois eles sempre contêm algo que lhe poderá ser útil na carreira de homem público e na vida como um todo.
Esse homem talhado para liderar deve desconhecer o medo. Somente assim será capaz de ousar, pois é a ousadia o principal impulso que leva a realizações. E são as realizações que marcarão a passagem e moldarão o nome e a imagem de líder. Por isso, o líder, em vez de escolher as obras físicas grandiosas, superficiais e ocas de significado prático, deverá dar preferência por aquelas que lhe moldem a lembrança por séculos, se for preciso, pelo alcance dos benefícios que elas causem ao maior número possível de pessoas.
O líder deve ser o homem político em pleno sentido. Que isso signifique, na vida prática, ter serenidade sempre, por maior a tormenta, jamais renunciar ao equilíbrio, medir-se pela sensatez, pela justiça e retidão. O homem de liderança deve levar uma vida tão natural que jamais tenha do que reclamar ou arrepender-se se for colhido por alguma câmera escondida ou a chamada “câmera indiscreta”. Significa pensar que a elevação de caráter deve ser algo intrínseco, inegociável, da qual jamais se esconde ou foge.
Claro que o líder, como gente de carne e osso, tem o direito de ser humano e, quando for o caso, indignar-se, esbravejar, protestar, questionar, sem jamais esquecer a medida da sensatez e do equilíbrio.O líder tem sim o direito de errar, mas que na sua contabilidade de vida, esses pequenos borrões sejam cobertos pelo amplo espectro da obra que realizou.
Pena que essa figura esteja desaparecendo cada vez mais da arena real para um velho quadro, escondido atrás de um armário de um cômodo que abriga coisas esquecidas.
(LISBOA, Antônio. Diário da Manhã, Goiânia, 19/03/10.)
Para que o período “Que isso signifique, na vida prática, ter serenidade sempre, por maior a tormenta, jamais renunciar ao equilíbrio, medir-se pela sensatez, pela justiça e retidão” (10º parágrafo) seja aceito como coerente e de acordo com sentido dado pelo autor, é preciso que o trecho sublinhado seja lido com o sentido:
 

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2398837 Ano: 2010
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FUNCAB
Orgão: PM-GO
Provas:
Em relação aos Princípios do Direito Administrativo, assinale a alternativa correta.
 

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2398635 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: PM-GO
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TEXTO
O CASAMENTO
– Você está nervoso, papai?
– Um pouco. E se a gente adiasse o casamento? Eu preciso de uma semana a mais de ensaio. Só uma semana.
– Eu estou bonita?
– Linda. Quando estiver pronta vai ficar uma beleza.
– Mas eu estou pronta.
– Você vai se casar assim?
– Você não gosta?
– É... diferente, né? Essa coroa de flores, os pés descalços...
– Não é um barato?
(VERÍSSIMO, L. Fernando. In Para gostar de ler, Volume 13, Histórias divertidas. São Paulo: Ática, 1994, p. 75.)
Nos itens abaixo foram transcritos trechos do diálogo reproduzido no texto e, ao lado, foi feita a conversão do texto para o discurso indireto.
Houve alteração de sentido, ou falha na conversão para o discurso indireto, na seguinte opção:
 

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