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Leia o texto para responder a questão.
A palavra falada é um fenómeno natural; a palavra escrita é um fenómeno cultural. O homem natural pode viver perfeitamente sem ler nem escrever. Não o pode o homem a que chamamos civilizado: por isso, como disse, a palavra escrita é um fenómeno cultural, não da natureza mas da civilização, da qual a cultura é a essência e o esteio.
Pertencendo, pois, a mundos (mentais) essencialmente diferentes, os dois tipos de palavra obedecem forçosamente a leis ou regras essencialmente diferentes. A palavra falada é um caso, por assim dizer, democrático. Ao falar, temos de obedecer à lei do maior número, sob pena de ou não sermos compreendidos ou sermos inutilmente ridículos. Se a maioria pronuncia mal uma palavra, temos que a pronunciar mal: diremos anedota, embora saibamos que se deve dizer anécdota. [...] Os termos e expressões que na linguagem escrita são justos, e até obrigatórios, tornam-se em estupidez e pedantaria, se deles fazemos uso no trato verbal. Tornam-se até em má-criação, pois o preceito fundamental da civilidade é que nos conformemos o mais possível com as maneiras, os hábitos, e a educação da pessoa com quem falamos, ainda que nisso faltemos às boas-maneiras ou à etiqueta, que são a cultura exterior.
(Fernando Pessoa, A língua portuguesa)
Considere as seguintes afirmações:
I. a língua falada e a língua escrita seguem diferentes convenções;
II. a língua falada é mais democrática porque segue as tendências de usos populares;
III. é aconselhável que a língua escrita incorpore as regras da língua falada;
IV. como fenômeno cultural, a língua escrita mostra-se mais estável.
São compatíveis com o ponto de vista de Fernando Pessoa as afirmações
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Rios trabalha a questão da docência de melhor qualidade nas dimensões: técnica, estética, política e ética.
Assinale a alternativa cujos termos preenchem, correta e respectivamente, o texto da autora.
“Chamamos a dimensão ética de _________ fundante da _________ porque a técnica, a estética e a _________ ganharão seu significado _________ quando, além de se apoiarem em _________ próprios de sua _________ , seguirem por _________ éticos.”
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1412596
Ano: 2011
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP
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O princípio da “gestão democrática do ensino público”, na forma da lei, figura no inciso VI do Art. 206 da Constituição Federal/88, e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação o reafirma. Para que os sistemas de ensino definam normas de gestão democrática, a LDB n.º 9.394/96 estabelece como princípios:
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Este conjunto de assertivas reflete uma concepção de avaliação:
• alterar a metodologia de trabalho em sala de aula;
• diminuir a ênfase na avaliação;
• redimensionar o conteúdo de avaliação;
• trabalhar na conscientização da comunidade educativa.
Identifique a concepção de avaliação sugerida por essas assertivas.
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1412287
Ano: 2011
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Alumínio-SP
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- ECAGeralDireitos Fundamentais (art. 7º ao 69)Do Direito à Educação, à Cultura, ao Esporte e ao Lazer (Art. 53 a 59)
Conforme disposto no Art. 56 do Estatuto da Criança e do Adolescente, os dirigentes de estabelecimento de ensino fundamental comunicarão ao Conselho Tutelar os casos de alunos que apresentem
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Projetos educativos que concebem o professor como orientador do processo nas atividades cognitivas, e também como responsável pela organização dos grupos e pelo acesso aos meios materiais e aos espaços que favoreçam o trabalho em equipe, o diálogo e a cooperação, refletem uma concepção da organização escolar voltada à
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Leia o texto para responder a questão.
Dona Teresa é viúva. Viúva de um português. Mas nem oito dias passados Dona Teresa se ajuntou com o Crispim. A filhinha dela ri enleada e enamorada de um polaco. Na fazenda Santa Maria está sozinha pela sua boniteza. Dona Teresa cuida da alma do morto e do corpo do vivo. No carnaval deste ano organizou um cordão. Cordão dos Filhos da Cruz. Dona Teresa é pecadora mas tem sua religião. Todos gostam dela em toda a extensão da Estrada da Cachoeira. Dona Teresa é jeitosa, consegue tudo e ainda por cima é pagodeira.
Artá de São Gonçalo
Artá de nossa oração
– Nóis antão fizemo uma promessa que se Crispim sarasse nóis fazia esta festinha.
Foi promessa que sarando
Será seu precuradô
As violas têm um som, um som só. É proibido fumar dentro da sala. Chega gente.
[...]
O estouro dos foguetes ronca no vale fundo. Anda um ventinho frio cercando a casa.
São Gonçalo tá sentado
Com sua fita na cintura
O caboclo louro puxa a faca e esgaravata o dedão do pé.
– São seis reza de hora e meia cada mais ou meno. Pro santo ficá satisfeito.
Lá no céu será enfeitado
Pla mão de Nossa Sinhora
Pan-pan-pan-pan! Pan-pan! Pla-pla-pla-plá! Plá-plá! Plá! pla-pla-pla-plá!
Oratório tão bonito
Cuma luz a alumiá
De cima do montão de lenha a gente vê São Paulo deitada lá embaixo com os olhos de gato espiando a Serra da Cantareira. Nosso céu tem mais estrelas.
(António de Alcântara Machado. A Piedosa Teresa. Novelas Paulistanas)
O texto do modernista António de Alcântara Machado permite afirmar que a estética desse período
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Quando avaliamos, praticamos um ato político, mesmo quando não o pretendemos. Tanto as ações individualizadas, quanto a omissão na discussão desta questão reforçam a manutenção das desigualdades sociais. A avaliação, na perspectiva de uma pedagogia libertadora, é uma prática coletiva que exige a consciência crítica e responsável de todos na problematização das situações.
Identifique a alternativa que corresponde à pedagogia libertadora.
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Leia o texto para responder a questão.
A palavra falada é um fenómeno natural; a palavra escrita é um fenómeno cultural. O homem natural pode viver perfeitamente sem ler nem escrever. Não o pode o homem a que chamamos civilizado: por isso, como disse, a palavra escrita é um fenómeno cultural, não da natureza mas da civilização, da qual a cultura é a essência e o esteio.
Pertencendo, pois, a mundos (mentais) essencialmente diferentes, os dois tipos de palavra obedecem forçosamente a leis ou regras essencialmente diferentes. A palavra falada é um caso, por assim dizer, democrático. Ao falar, temos de obedecer à lei do maior número, sob pena de ou não sermos compreendidos ou sermos inutilmente ridículos. Se a maioria pronuncia mal uma palavra, temos que a pronunciar mal: diremos anedota, embora saibamos que se deve dizer anécdota. [...] Os termos e expressões que na linguagem escrita são justos, e até obrigatórios, tornam-se em estupidez e pedantaria, se deles fazemos uso no trato verbal. Tornam-se até em má-criação, pois o preceito fundamental da civilidade é que nos conformemos o mais possível com as maneiras, os hábitos, e a educação da pessoa com quem falamos, ainda que nisso faltemos às boas-maneiras ou à etiqueta, que são a cultura exterior.
(Fernando Pessoa, A língua portuguesa)
Para responder a questão, considere a seguinte passagem do texto:
Se a maioria pronuncia mal uma palavra, temos que a pronunciar mal: diremos anedota, embora saibamos que se deve dizer anécdota. Os termos e expressões que na linguagem escrita são justos, e até obrigatórios, tornam-se em estupidez e pedantaria, se deles fazemos uso no trato verbal.
Na segunda parte da passagem, o foco do comentário de Fernando Pessoa reside na necessidade da adequação da linguagem
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Leia o texto para responder a questão.
A palavra falada é um fenómeno natural; a palavra escrita é um fenómeno cultural. O homem natural pode viver perfeitamente sem ler nem escrever. Não o pode o homem a que chamamos civilizado: por isso, como disse, a palavra escrita é um fenómeno cultural, não da natureza mas da civilização, da qual a cultura é a essência e o esteio.
Pertencendo, pois, a mundos (mentais) essencialmente diferentes, os dois tipos de palavra obedecem forçosamente a leis ou regras essencialmente diferentes. A palavra falada é um caso, por assim dizer, democrático. Ao falar, temos de obedecer à lei do maior número, sob pena de ou não sermos compreendidos ou sermos inutilmente ridículos. Se a maioria pronuncia mal uma palavra, temos que a pronunciar mal: diremos anedota, embora saibamos que se deve dizer anécdota. [...] Os termos e expressões que na linguagem escrita são justos, e até obrigatórios, tornam-se em estupidez e pedantaria, se deles fazemos uso no trato verbal. Tornam-se até em má-criação, pois o preceito fundamental da civilidade é que nos conformemos o mais possível com as maneiras, os hábitos, e a educação da pessoa com quem falamos, ainda que nisso faltemos às boas-maneiras ou à etiqueta, que são a cultura exterior.
(Fernando Pessoa, A língua portuguesa)
A questão é baseada no trecho a seguir.
Tornam-se até em má-criação, pois o preceito fundamental da civilidade é que nos conformemos o mais possível com as maneiras, os hábitos, e a educação da pessoa com quem falamos, ainda que nisso faltemos às boas-maneiras ou à etiqueta, que são a cultura exterior.
Se esse trecho se referisse a fatos pretéritos, sua redação adequada ao padrão culto seria:
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